Bruno Perini - Você MAIS Rico Video Analysis

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YouTube URL

https://www.youtube.com/watch?v=R12H39pjsyg

Status

Analyzed

Requested On

December 30, 2025 at 11:27 AM

Overall Performance

-27.33%

Recommendations

BTC BUY
"“Lá você consegue comprar Bitcoin e outras criptomoedas de forma fácil, rápida e segura”"
Context: “E para quem quiser dar o seu primeiro passo nesse mundo, você pode usar a plataforma da Bit. Lá você consegue comprar Bitcoin e outras criptomoedas de forma fácil, rápida e segura, usando o seu celular.”
Price on publish date: $87,835.00
Last day closing price: $63,830.00 (Jul 10, 2026)
Profit/Loss: $-24,005.00 (-27.33%)
BTC BUY
"“Aproveite quanto ainda é possível acumular satche de forma mais barata”"
Context: “Aproveite quanto ainda é possível acumular satche de forma mais barata, até porque se você pensa em longo prazo, ter comprado a 120.000, 110, 100, 90, 80, vai fazer pouca diferença daqui a 10 anos. O que vai ter feito diferença mesmo é ter comprado e segurado.”
Price on publish date: $87,835.00
Last day closing price: $63,830.00 (Jul 10, 2026)
Profit/Loss: $-24,005.00 (-27.33%)

Full Transcript

O segundo semestre mal começou e a volatilidade já deu as caras no mercado. Em poucos dias vimos mais um capítulo da conturbada relação entre Lula e Donald de Trump, agora com ameaça de novas tarifas impostas ao Brasil. Se o primeiro semestre trouxe alívio e até uma certa euforia para quem investe, a pergunta agora é: o que esperar daqui pra frente? Se você já investe ou tá dando os primeiros passos, esse vídeo é para você. Aqui eu reuni que eu considero as principais oportunidades pro segundo semestre de 2025 dentro e fora do Brasil. Mas antes eu tenho um convite para você, porque se existe um mercado que tem tudo para entregar bons resultados 2025 e nos anos vindouros, é o mercado das criptomoedas. Porém, infelizmente apenas quem possui conhecimento necessário vai conseguir navegar com segurança por todo esse universo novo do mundo cripto. Lá atrás eu avisei, mas muitos não deram ouvidos. O Bitcoin foi só o começo. Ele foi o catalisador de ecossistema inteiro de oportunidades com finanças centralizadas, protocolos inovadores, stebocões atrelados ao dólar e a chance de ganhar renda passiva com cripto em projetos que já oferecem retornos em dólar. acima de 5, 7, até 10% ao ano. Tudo isso fora do sistema bancário tradicional. Esse mercado tá crescendo rápido, mas ainda é embrionário, ainda tá muito cedo. E quem entender agora pode colher os frutos lá na frente. Se você quer dar o primeiro passo, eu te convido a assistir a Masterclass exclusiva que o Felipe Santana da Paradigma Education vai conduzir na próxima segunda-feira. Ela será 100% online, gratuita e feita para quem quer começar com pé direito nesse novo C. para quem quiser se inscrever, o link está aqui na descrição. Lembrando que após a masterclass nós abrimos vagas paraa oitava turma do viver de renda cripto, que é um curso para que você de fato domine esse mercado. Ainda que não saiba nada sobre assunto. Você pode chegar sem base que o pessoal te pega pela mão para ensinar como funciona o mundo cripto. Recado dado? Então vamos partir agora pro assunto do vídeo. A gente tem que lembrar que 2025 começou desafiador paraa bolsa brasileira e virou com a mudança vinda principalmente do exterior, mas também catapultada por expectativas de mudança de governo por aqui. O segundo trimestre, mais tumultuado, principalmente em abril, em decorrência do Liberation Day, ou seja, aquele dia da libertação, dia do tarifaço do Trump, trouxe aquilo que já esperávamos, muita volatilidade. O SOBD da bolsa brasileira foi impulsionado em termos de fluxo quase exclusivamente pelos investidores estrangeiros. Foram eles que puxaram a toda da bolsa com aporte de 26.39 bilhões na B3, o que combinou para o melhor primeiro semestre da bolsa em 10 anos. Com o aumento das incertezas na economia americana, especialmente após o tarifaço do Trump e a desvalorização do dólar, investidores estrangeiros passaram a buscar novas alternativas. E historicamente o dólar fraco, ele tende a beneficiar os mercados emergentes, como é o caso do nosso país. Um estudo recente do Sumeref Shoua, não sei se falei o nome dele errado, né? e do Bruno Cavani, analisou 16 países e mostrou que em um cenário de dólar desvalorizado, as condições que antes puniu os emergentes acabam se invertendo. Mas há condicionantes para que o bom desempenho do índice perdure por mais tempo, como por exemplo a queda Natasha Celic. Após uma nova alta na última reunião, uma postura mais firme do nosso Banco Central, o JP Morgan já projeta juros básicos a 10.5 no final de 2026. Pensando em fluxo estrangeiro, se ele foi um dos motores da bolsa no primeiro semestre, novos conflitos, como que aconteceu com o Irã, ou mudanças na política econômica dos Estados Unidos podem aumentar ou reduzir esse fluxo estrangeiro. E pensando em cenário interno, embora a bolsa tenha passado relativamente bem pela tensão entre os três poderes, a escalada política pode gerar novas incertezas. O governo Lula precisa lidar com a questão fiscal, enquanto a meta de déficit zero parece cada vez mais distante. Cortes de gastos que são politicamente impopulares, eles seriam necessários, mas dificilmente vão acontecer porque quanto mais próximo da eleição, maior a tendência do governo gastar mais e não menos. E esse é um ponto muito importante, o fator eleitoral. O mercado ainda não precifica fortemente a sucessão presidencial, até porque não dá para saber se vai ter de fato sucessão. De modo que esse é um ponto que vai trazer bastante volatilidade nos próximos meses. O chamado Trade Tarcíio foi provavelmente um dos grandes motores da bolsa nesse primeiro semestre, mas ele pode ter sido abalado pelas recentes tarifas do Donald de Trump sobre o Brasil. Eu comentei sobre isso no vídeo da semana passada sobre como a história está cheia de presidentes impopulares que usaram conflitos externos. Não tô falando aqui só de uma guerra, mas por exemplo, essa questão das tarifas como forma de fortalecer sua base interna. O presidente Lula que busca recuperar apoio popular, ele pode seguir exatamente esse caminho, apresentando-se como um defensor da soberania nacional contra o imperialismo americano. E diante desse cenário, o governo ele tem basicamente duas opções: ou recorrer à diplomacia e negociar com dona de Trump ou adotar a política da lei de reciprocidade, dobrar a aposta e retalhar como a China fez há meses atrás. Politicamente a narrativa de enfrentamento, ela costuma agradar uma parte relevante do eleitorato, mas economicamente a gente retalhar colocando mais taxa sobre o que vem de fora dos Estados Unidos para cá não seria interessante pro Brasil, até porque isso pode dar margem a mais retalhações vindas do outro lado, gerando uma série de consequências bem sérias pra economia. Como o bom político que é, o presidente Lula está escolhendo o caminho que vai lhe render mais vitórias eleitorais. Então, no começo ele falou mais grosso, que vai retalhar, etc. Isso aumentou a popularidade dele em algumas pesquisas, mas felizmente parece que o pessoal lá em Brasília está sendo mais sensato e tá adotando uma via de negociação, até porque esse é o melhor caminho. A popularidade já foi ganha e agora é só não deixar as tarifas estragarem a economia do Brasil. Eu dei esse exemplo no vídeo passado, mas eu volto a repetir. Logo após a eleição do Trump nos Estados Unidos, a direita era favorita pra eleição no Canadá. Só que o Trump começou a falar de taxar o Canadá, de anexar o Canadá, transformar um estado americano e com isso, rapidamente a direita perdeu o favoritismo e a esquerda assumiu protagonismo com discurso de defesa da soberania nacional. As eleições vieram em abril e a esquerda levou. Acho inclusive que se as eleições fossem no final desse ano, a gente poderia ver coisa parecida aqui no Brasil, mas como elas são apenas em outubro do ano que vem, ainda tem bastante espaço pra situação mudar. Mas de forma geral, politicamente falando, o tarifá do Trump foi um presente pro PT aqui no Brasil. Agora entrando na parte das oportunidades, né? Afinal, o que que tá interessante em termos de investimento? Se a gente pega a nossa bolsa, ela está barata, até porque se estivesse muito cara, a queda que nós tivemos após o tarifá do Trump deveria ter sido maior. Como você pode ver nesse gráfico aqui na tela, o Iovespa vem sendo negociado abaixo da sua média há bastante tempo. E aí você encontra projeções otimistas, né? O Itaú, BBA e o Santander estimam o índice encerrando esse ano perto dos 160.000 pontos. Mas também tem gente que tá vendo o copo meio vazio. A BCA Research, uma das maiores casas de análise macro do mundo, publicou um relatório recente com um título bem direto: O Brasil não vale o risco. Segundo eles, o país enfrenta uma combinação perigosa de dívida pública crescente, déficit externo elevado, desaceleração iminente por conta dos juros altos e instabilidade política em ano pré-eleitoral. Eles vão além. Eles afirmam que nem mesmo um novo governo de direita seria capaz de conter o avanço da dívida, a menos que houvesse um choque de austeridade no estilo Milei, ao considerado politicamente inviável. Até porque eu duvido que alguém com o mesmo discurso do Milei iria ganhar a eleição aqui no Brasil. E tem mais, com a desaceleração do crédito, aumento da inadimplência, queda nas commodities, o risco de recessão no Brasil nos próximos 6 a 9 meses é real, na opinião do pessoal do BCA Research. E aí, por isso a recomendação deles é clara, é redução de exposição à bolsa brasileira. E aí você não precisa concordar com tudo que foi dito aqui em termos de apontamentos, mas quando uma casa desse porte publica algo assim, vale a pena prestar atenção. Se isso vai se concretizar, ainda é cedo para dizer, ainda mais após essa mudança recente de Áries desencadeada pelas tarifas do Donal de Trump. Mas seja qual for o desfecho, é natural que se espere muita volatilidade. Então eu, por exemplo, olhando para essa bolsa barata, eu viito pegar cases de turn around, né, pô, a empresa que ela é muito alavancada e gasta muito com o serviço da dívida, porque os juros estão altos e é o Jap Morgan projeto que o juro vai cair de 15% para 10.5 até o final do ano que vem. Aí tem empresa que ficava no negativo e vai passar a tá positivo porque vai est pagando menos juros. Isso tende a levar uma empresa realmente para cima. Mas tendo em vista que há muita incerteza nesse cenário, eu prefiro ficar no feijão com arroz pegando empresas lucrativas pouco endividadas, várias delas descontadas em bolsa, tem muita coisa boa ainda negociando abaixo do valor patrimonial, que na hora da subida não vai ser o que mais vai subir, mas se a subida não vier, o Brasil continua negociando abaixo da média, também tá longe de ser aquilo que mais vai cair. E agora fugindo um pouco da bolsa, mas ainda olhando para ativos nacionais, vale a pena acompanhar o comportamento do Tesouro e PCA+ 2065. Porém, isso é para quem tem perfil de longo prazo e entende como funciona a marcação mercado. Se a gente pega esse título, no auge da desconfiança fiscal, ele chegou a bater a taxa de PCA mais 7.53% ao ano. Depois ele chegou a cair abaixo de 7% nos meses seguintes. E hoje, no momento que eu gravo esse vídeo, tá em 7.02, como você pode ver nesse print. Para quem comprou esse título com essa taxa no topo, que foi em janeiro desse ano, a marcação mercado atual já representa uma valorização de 33.15% 15% um espaço de praticamente 6 meses e meio. E veja que isso aconteceu em renda fixa. E para quem esperava esse patamar de juro real de 7% aparecer novamente, a janela voltou a se abrir. E eu não sei por quanto tempo, porque sempre que a taxa vai para 7 pon alguma coisa, o pessoal começa a comprar esse título e a taxa cai para 6.9, 6.8, até que alguma coisa zeda novamente, ela passa de 7%. Falando agora do dólar, ele terminou 2024 em alta de 27.3%, a cotação dele era de 6,18 na época. Depois disso, ele passou a cair de forma consistente ao longo do ano de 2025. Se a gente pega entre janeiro e junho, ele acumulou uma desvalorização de mais de 10%, fechando o semestre próximo de 55,50. Esse movimento foi impulsionado por alguns fatores, né? Primeira, a nossa SELIC mais elevado, que é aumento diferencial de juros entre Brasil e Estados Unidos, tornando o Brasil mais atrativo para investimento. Lembrando que a SELIC tá em 15% ao ano agora. Além disso, a gente teve entrada de capital estrangeiro, ocasionando aquele primeiro semestre muito bom para bolsa de valores e o enfraquecimento do dólar no mundo inteiro por conta da política tarifária dos Estados Unidos. Como você pode ver aqui na tela, o dólar teve o seu pior começo de ano desde 1973, de modo que ele não desvalorizou apenas contra o real, mas sim com o mundo todo. E quando isso acontece, n um movimento isolado contra a nossa moeda, mas sim contra o mundo, é sinal de que aconteceu mais por fatores gerais do que internos aqui do nosso país. E esse era até um objetivo do Donaldo de Trump, porque desde que ele assumiu a presidência, ele deixou claro que nesse segundo mandato ele seria mais agressivo do ponto de vista econômico e teria quatro objetivos. O primeiro deles é enfraquecer o dólar. Ele também quer reindustrializar os Estados Unidos e um dólar mais fraco é bom para isso, fica mais barato produzir lá dentro. Ele quer reduzir o déficit comercial americano e diminuir os juros dos títulos de 10 anos, até porque ele vai ter que rolar muita dívida durante o governo dele nos próximos 4 anos. A lógica que é assim que os Estados Unidos oferecem segurança e acesso ao seu mercado e em troca eles querem se dólar mais fraco, uma indústria mais forte e um custo mais baixo para rolar sua dívida pública. Quanto a reindustrialização e custo mais baixo pra dívida pública, isso não aconteceu ainda. Agora, o objetivo de dólar mais fraco, a gente pode falar que tá sendo atingido, né? Afinal de contas, desvalorizou contra várias moedas, o que para nós representa uma boa oportunidade para dolarizar a parte do capital e diversificar o patrimônio. Pô Bruno, mas o dólar tá caindo? Sim, nessa janela mais curta tá caindo, mas historicamente o que a gente tem aqui no Brasil é a valorização do dólar contra as nossas moedas. Eu digo contra as nossas moedas porque o dólar existe desde antes da independência americana, enquanto aqui no Brasil real é nossa 10ma tentativa de moeda. E pegando só o real, lá em 94 a gente tinha paridade, um para um. Na verdade, durante um certo período de tempo, o real até valeu mais do que o dólar. Depois foi dois para um, três para um, quatro para um, cinco para um, chegou a ser seis para um. Agora tá mais baixo. Então, há momentos em que o dólar cai em relação real. Sim, sem dúvida. Porém, no longo prazo, a tendência ela clara e caso ela venha a ser mantida, um dia o dólar vai est R$ 7, 8, 9, R$ 10, talvez mais do que isso, né? E para isso acontecer, basta que o Brasil continue sendo o Brasil como ele é hoje, e os Estados Unidos continuem sendo os Estados Unidos, com uma inflação mais baixa do que a nossa, uma moeda mais estável, um mercado mais maduro, um sistema jurídico mais seguro, com maior certeza de propriedade privada e um sistema político que, por mais caótico que pareça, ainda é mais previsível do que o nosso. Então não se iluda com o alível momentâneo da cotação do dólar contra o real. Encare isso como uma forma de você poder investir mais barato em ativos dolarizados. Pô, Bruno, mas eu vou esperar cair mais. E pode de fato cair mais, mas eu não quero ficar adivinhando topos e fundos no dólar, né? Simplesmente eu pego as chances que o mercado me dá para dolarizar de forma mais barata e eu aproveito. Por fim, o segundo semestre tem tudo para consolidar o Bitcoin como um ativo estratégico. Embora acumulado do ano ele esteja em torno de 15% de valorização, vale lembrar que só em julho o ativo chegou a subir 10%, batendo a nova máxima histórica em torno de 123.000. Os motivos para altos estão no vídeo que eu publiquei recentemente. O card dele tá aqui para quem quiser assistir, mas em resumo, nós temos a demanda vinda dos ETFs, a expectativa de corte de juros nos Estados Unidos e o ambiente regulatório mais favorável não só pro Bitcoin, mas pras criptomoedas em geral. Essa pode ser a última grande janela de oportunidade do ano de 2025. E aqui, novamente, eu não falo só do Bitcoin. E para quem quiser dar o seu primeiro passo nesse mundo, você pode usar a plataforma da Bit. Lá você consegue comprar Bitcoin e outras criptomoedas de forma fácil, rápida e segura, usando o seu celular. e ainda pode receber um cashback de R$ 30 depois da sua primeira compra de R$ 300. Para isso, basta que você crie a sua conta utilizando o cupom Perine 30. Aproveite quanto ainda é possível acumular satche de forma mais barata, até porque se você pensa em longo prazo, ter comprado a 120.000, 110, 100, 90, 80, vai fazer pouca diferença daqui a 10 anos. O que vai ter feito diferença mesmo é ter comprado e segurado. [Música]