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Entrée $66 077,06 23 juil 2026Actuel $80 370,00 28 août 2026Résultat +$14 292,94
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Transcription Complète
A maior fortuna da história do mundo tá trocando de mão nesse exato momento. E quem se preparar pode pegar uma boa parte dela e colocar no próprio bolso. No dia 5 de dezembro de 2024, um grupo de analistas da CULA Associates publicou um relatório onde eles cravaram um número que é até meio difícil de imaginar, 124 trilhões de dólares. Esse é o tanto de dinheiro que vai trocar de mãos até 2048. E para você ter uma ideia do que são 124 trilhões, o PIB dos Estados Unidos inteiro, a maior economia do planeta, é de 29 trilhões de dólares por ano. Ou seja, a gente tá falando de mais de quatro vezes tudo isso. Na verdade, 124 trilhões de dólares é mais do que o planeta Terra inteiro produz num ano. Todos os países do mundo, do maior ao menor, somados, geram cerca de 110 trilhões de dólares. E segundo a Seruli, desses 124 trilhões, cerca de 106 trilhões vão parar nas mãos dos herdeiros. E 81% de todo esse dinheiro tá saindo das mãos de uma única geração, que é a geração dos baby boomers. São as pessoas que tm entre 60 e 80 anos, né? São seus pais, seus avós. Eles construíram a maior montanha de riqueza que a humanidade já viu. E agora essa montanha tá começando a escoar pra próxima geração. É a maior transferência de riqueza do mundo. E ela não é uma previsão pro futuro, ela já começou. Só que existe uma coisa nessa história que quase ninguém tá prestando atenção. E aí que ela fica realmente interessante, porque a geração que tem quase todo dinheiro é a mesma geração que praticamente não confia em Bitcoin. Ela é a mesma geração que viu o mundo mudar embaixo dos próprios pés. Eles cresceram com a televisão em preto e branco. Eles viram o telefone sair da parede e caber no bolso. Eles trocaram a carta pelo e-mail. Eles escutaram barulho da internet de escada. Eles aprenderam a usar o WhatsApp. Eles aprenderam a pagar no Pix. Mas o Bitcoin aí, o Bitcoin foi longe demais. Paraa grande parte dessa geração, crirypto é dinheiro de internet, é golpe, né? Eles simplesmente não confiam e por não confiarem eles não investem. Só que a geração que vai receber esse dinheiro é justamente a que mais acredita em Bitcoin no mundo inteiro. Agora me responde essa pergunta. O que que acontece quando 106 trilhões de dólares saem das mãos de quem rejeita o Bitcoin e caem nas mãos de quem ama o Bitcoin? Sendo que só vão existir para sempre um número limitado de 21 milhões de bitcoins no mundo? Bom, a matemática ela não bate e quando algo não bate, quase sempre tem dinheiro para ser ganho no meio de tudo isso. E é exatamente sobre essa transferência de riqueza que eu vou falar no vídeo de hoje sobre uma onda gigantesca que tá se formando, sobre ela é praticamente inevitável e sobre o que você pode fazer agora com seu próprio dinheiro para est do lado certo dela. Mas antes da gente mergulhar de cabeça nessa história, deixa eu te falar uma coisa. Nada do que eu vou dizer nesse vídeo é achismo meu. Eu e meu time passamos dias, né, debruçados em cima disso aqui. Então aqui na minha mesa você tem vários relatórios. Os maiores bancos do mundo, do UBS, é do Bank of America, do CFA Institute, que formam alguns dos melhores analistas do planeta. a gente foi atrás de papers da Fidelity, né, que é uma gestora que cuida de mais de 4 trilhões de dólares e que praticamente ninguém tem acesso. Enfim, a gente cruzou tudo isso para te trazer o retrato mais fiel possível do que tá acontecendo e para te ajudar a melhorar os seus investimentos com tudo isso. E de verdade, p deu um trabalho do caramba e até por isso eu tenho um pedido simples para você. Deixa o like aqui no vídeo e se inscreve no canal. Isso é muito importante pro YouTube entender que você gosta desse tipo de conteúdo. Ajuda demais o nosso time e motiva a gente a produzir cada vez mais conteúdos completos como esse para você, tá? E outra coisa, pô, comenta aqui no vídeo, comenta aqui embaixo, conversa comigo, não comenta uma vez só, conversa comigo ao longo do vídeo, pô, sobre o negócio, pô, sei lá, primo, concordo, discordo, pá, legal isso, vai conversando comigo, pô, você economizar nos comentários aí. Bom, vamos lá. Dividi o vídeo em quatro partes. Primeiro, vou te mostrar quem é o dono de verdade do dinheiro do mundo hoje. Segundo, eu vou te provar com números que existe um abismo entre gerações quando o assunto é Bitcoin. Terceiro, eu vou te explicar como vai funcionar essa transferência de riqueza. E por último, eu vou te mostrar o que tudo isso significa pro seu bolso e como você pode enriquecer com esse movimento. Então, vamos lá. Para começar, preciso te levar uns 18 anos pro passado, tá? Mais especificamente para 2008, porque foi ali, no mesmo ano, que duas coisas nasceram. Uma quase destruiu o mundo e a outra nasceu justamente para ser alternativa a ele, alternativa a esse sistema que quase quebrou. A gente estava então em setembro de 2008, o banco Lemon Brothers, um dos mais antigos e poderosos do mundo, com mais de 150 anos de história, simplesmente quebrou e foi a maior falência da história dos Estados Unidos. Era a crise do subprime, a crise mobiliária americana. Você tinha bancos, é, emprestando dinheiro para quem não tinha como pagar, empacotando tudo isso, é, em produtos financeiros muito complicados e aí vendia isso pro mundo inteiro como se fosse algo muito seguro. E na verdade não era. Quando a casa começou a cair, ela levou o sistema financeiro global junto. E para evitar que tudo virasse pó, o governo americano fez uma coisa que até hoje gera muita discussão. O governo americano injetou 700 bilhões de dólares de dinheiro público no mercado financeiro para tentar salvar os bancos. Ou seja, os bancos emprestaram, os bancos apostaram, os bancos perderam e quem pagou a conta não foram os bancos, foi o cidadão comum. E ali, no meio dos escombros dessa crise, uma parte das pessoas olhou para aquele sistema e pensou: "Pô, não dá para confiar 100% nisso. Alguém precisa fazer alguma coisa". Foi nesse exato momento que no dia 31 de outubro de 2008, alguém sob o codome de Satoshi Nakamoto publicou esse documento aqui, ó, de nove páginas na internet. E até hoje ninguém sabe quem é o Satoshi. Ninguém sabe, né? Ele pode ser uma pessoa, pode ser um grupo de pessoas, pode ser uma empresa, vai saber. A única coisa que a gente sabe é que o Satoshi Nacamoto mudou as regras do jogo. E este documento aqui nas minhas mãos era o anúncio da criação do Bitcoin. E na página quatro desse documento, numa sessão chamada incentivo, tá escrita uma frase que resume o espírito de tudo que ele acreditava. Tá escrito: "Once a predetermed, the incentive can entirely to transaction fees and be completely inflation free." Em português, tá dizendo basicamente que uma vez que um número prédeterminado de moedas entrar em circulação, é o fim da inflação. E enquanto o governo tinha acabado de imprimir 700 bilhões de dólares do nada para consertar a burrada que os bancos fizeram ou a ganância deles, né? Nascia ao mesmo tempo um ativo que, por definição, ninguém consegue imprimir mais. Um ativo escasso de verdade, era como ouro, mas era digital. É digital. O problema é que em 2008 ninguém ligou para isso. Bitcoin valia zero e os baby boomers, que é a geração no auge do poder financeiro naquela época, seguindo fazendo o que sempre funcionou para eles. E é aqui que eu preciso te explicar porque que essa geração dos baby boomers ficou tão rica. Em 2023, foi feito um estudo pelo Danil York Times usando dados do Banco Central Americano e que responde essa pergunta. Logo na primeira página dessa reportagem, tá escrito: "Em 1989, a riqueza total das famílias nos Estados Unidos era de 38 trilhões de dólares. Em 2022, essa riqueza chegou a 140 trilhões de dólares. Ela quase quadruplicou. E aí vem a pergunta: "Adivinha quem ficou com a maior fatia dessa montanha, esse bolo de dinheiro?" Bom, na mesma página desse estudo tem um gráfico com o título Baby Boomers Hold Half of the Nation's Wealth. Ou seja, os baby boomers seguram metade da riqueza do país. E para ser mais exato, os baby boomers seguram sozinhos 78 trilhões e 300 bilhões de dólares, mais do que qualquer outra geração. Mas por quê? Porque justamente essa geração é basicamente por causa de duas coisas que aconteceram na vida deles, duas ondas gigantescas que eles pegaram na hora certa. Na página três do estudo do The New York Times, diz assim, ó: "O preço médio de uma casa dos Estados Unidos subiu cerca de 500%, desde 1983, quando a maioria dos baby boomers estava com 20 ou 30 anos, né, na idade exata de comprar a primeira casa. Então essa foi a primeira onda, o imóvel. A segunda onda foi a bolsa. Segundo estudo, o S&P 500 subiu mais de 2800% desde o começo de 1983. Foi essa então a mãozinha que os boomers receberam e eles jogaram bem o jogo. Por isso que os baby boomers controlam 51.7% de toda a riqueza dos Estados Unidos. Mais da metade de tudo tá nas mãos de uma geração que hoje tem entre 60 e 80 anos. Ah, isso não acontece só nos Estados Unidos, não. No Brasil a história é bem parecida. Segundo a própria B3, o Brasil tem quase 5 milhões e meio de investidores na bolsa com um total de R$ 635 bilhões deais aplicados. Os investidores com mais de 60 anos são só 10% da turma, só que esses 10% têm sozinhos R2 bilhões ou seja, 46% de todo o dinheiro aplicado na bolsa brasileira, quase metade aqui, é o mesmo padrão dos Estados Unidos e não é só bolsa. E o banco suíço e o UBS num relatório de 2025 cravou o Brasil como sendo o segundo país do mundo com mais fortuna para ser dada nos próximos anos. São 9 trilhões de dólares. E para vocês terem ideia, o Brasil vai transferir mais riqueza do que a China. A gente tem 200 milhões de habitantes e eles são uma nação de 1 bilhão400 milhões. É sete vezes a nossa população. E sabe o motivo que o próprio UBS deu para isso? No relatório deles tá escrito que o grande culpado do Brasil é a sua grande população com mais de 75 anos. Ou seja, o Brasil também tem uma geração que passou a vida juntando patrimônio, que trabalhou, comprou casa, viu os ativos valorizarem e que agora tá bem no comecinho desse processo de passar o bastão adiante. E nada disso é achismo. Segundo o IBGE, pela primeira vez na história, o Brasil teve mais idosos do que jovens. Hoje são 33 milhões de idosos. E a projeção é que até 2060 um em cada quatro brasileiros seja idoso. A parte inevitável dessa história e que praticamente ninguém gosta de falar é que essa geração tá envelhecendo. Infelizmente os nossos pais e avós não são eternos, não tem como fugir disso. É a vida e todo aquele dinheiro, aquela montanha de 78 trilhões de dólares, ela não vai sumir, ela vai ser passada pra próxima geração, ela vai ser dada, né? Então essa é a primeira peça do quebra-cabeça. E agora vem a segunda peça. A pergunta da segunda peça do nosso tabuleiro é o que a geração que vai receber esse dinheiro pensa sobre grana e diferentemente das gerações anteriores? E para ajudar a gente a responder essa dúvida, foi atrás de um estudo que se chama Study of Wealthy Americans, ou seja, estudo dos Americanos ricos de 2024, que foi feito pelo Bank of America, um dos maiores bancos do mundo. E o nome do estudo é meio autoexplicativo. Eles entrevistaram mais de 1000 pessoas ricas com pelo menos 3 milhões de dólares para investir. E eles separaram as respostas em dois grupos. Os investidores mais jovens, de 21 a 43 anos, e os mais velhos de 44 anos para cima. Na página 9, tá escrito que 72% dos investidores jovens acreditam que não é mais possível ter retornos acima da média investindo só em ações e títulos tradicionais. Ou seja, três em cada quatro jovens ricos estão dizendo: "O método que os meus pais usaram para enriquecer não vai mais funcionar para mim, porque hoje eu não conseguiria ter um retorno acima da média usando um modelo mais tradicional de investimentos". Quando o Bank of America perguntou quais eram as maiores oportunidades de investimento que esses jovens enxergavam hoje, eles colocaram cripto e ativos digitais em segundo lugar, atrás só de móveis. Já os investidores de 44 anos e para cima, para eles crirypto ficou e em útil. Só 4% enxergaram ali uma oportunidade para investir. E quando você olha para quanto é de fato cada grupo tem na carteira, aí esse abismo ele fica muito grande, porque o investidor jovem rico tem em média 14% da carteira dele em cripto e o investidor mais velho 1%. A geração mais jovem aloca 14 vezes mais em cripto do que as antigas gerações. Em março de 2026, o CF Institute, que é a instituição que forma e certifica os analistas de investimento mais respeitados do mundo, publicou esse relatório chamado Next Jane Investors, a Guide for Wealth Managers and Financial Advisors. Eles ouviram mais de 2400 investidores de alto patrimônio. É aquela galera com dinheiro é de verdade, separado por seis países, né? Então, Estados Unidos, Reino Unido, Canadá, Singapura, Índia e Emirados Árabes. E tudo isso para entender como a nova geração de ricos pensa. E na página 20 desse relatório tem um gráfico que mostra o seguinte: entre os investidores ricos, 50% dos jovens já t cripto na carteira. Metade das pessoas engenheiradas e que são da geração mais jovem já investem em algum ativo do mundo cripto. Na página 21, o mesmo relatório mostra a lista dos ativos que os jovens pretendem comprar no futuro. E sabe qual ativo lidera? Essa lista não é ação, não é renda fixa e não são imóveis. Os ativos que os jovens mais pretendem comprar no futuro são as criptos. Na mesma página 21, o CF Institute escreveu o seguinte: "To address young investors expectations of cryptocurrency in the future, firms should carefully examine the suitability and feibility of crypto assets in client portfolios." Basicamente, o que eles estão dizendo aqui é que a nova geração e que tem dinheiro no bolso tá batendo na porta de bancos e de instituições financeiras e falando: "Eu quero comprar Bitcoin". E aí você pode estar pensando o seguinte, beleza, mas e se quando o jovem dar o dinheiro, ele simplesmente mantiver tudo como o pai deixou? É, não muda nada. E sim, esse é um ponto. E exatamente por isso que existe a terceira peça do nosso quebra-cabeça. Há mais de 2300 anos, na Grécia antiga, o filósofo Aristóteles, ele já reclamava dos jovens. Ele escreveu que a juventude acha que tudo sabe e é categórica demais em tudo. Isso foi há mais de dois milênios. Era o velho reclamando do Novo e o novo querendo fazer diferente. Na Roma antiga, uns 20 anos antes de Cristo, existiam um um poeta chamado Horácio. Ele era um dos poetas mais respeitados de todo o império e a obra mais famosa dele foi uma coleção de poemas chamada Oddiema feito para ser recitado, meio que cantado. E numa dessas ODS, o Horácio escreveu: "A geração dos nossos pais, pior que a dos avós, gerou a nós, ainda piores, e logo vamos parair filhos mais decadentes ainda." Ou seja, de novo, o mesmo embate entre gerações. Em 1854, nos Estados Unidos, um escritor chamado Henry David Torou publicou um livro chamado Walden. O livro basicamente conta que o Henry largou a vida na cidade e foi morar sozinho numa cabana que ele mesmo construiu no meio do mato, na beira de um lago, para viver de uma forma simples e provar pro mundo que dava para viver longe das regras e dos costumes que a sociedade empurrava nas pessoas. E logo nas primeiras páginas, ele escreveu que os mais velhos não tm nenhum conselho tão importante assim para dar os jovens. Então era mais uma vez o novo olhando pro velho e dizendo: "Eu não vou fazer a mesma coisa que você fez". Então seja por birra, seja porque simplesmente não funciona mais para mim, essa quebra entre gerações nunca foi diferente com dinheiro. Em 1930, um economista inglês chamado John Myard Kes escreveu um livro chamado Possibilidades Econômicas pros nossos netos. A ideia desse livro de Kenesis é que as gerações seguintes vão olhar pra riqueza e pro dinheiro de um jeito completamente diferente do jeito das gerações anteriores, que é aquilo que a geração dele venerava a geração de amanhã ia questionar. O Kenes sintetizou num único ensaio quase 100 anos atrás, uma verdade que milhares de gerações já sabiam. A forma como uma geração lida com dinheiro ou com qualquer outra coisa, quase nunca é a mesma da geração anterior. Então, muito provavelmente os filhos dessa geração não vão investir como os pais. Uma parcela pode até ser mais conservadora, mas essa geração é por natureza diferente das anteriores. E as anteriores são diferentes das anteriores. Esse é o princípio que eu tô trazendo para você. E agora eu preciso fechar o o raciocínio com a peça final do nosso quebra-cabeça. A peça número um do nosso vídeo é que a maior montanha de dinheiro da história, 124 trilhões de dólares, tá saindo das mãos dos mais velhos quando pra próxima. A peça número dois é que essa próxima geração que vai receber tudo isso é justamente a que mais ama Bitcoin no mundo. A peça número três é que toda geração, desde a Grécia antiga até hoje, faz diferente na anterior. Então a chance desse dinheiro ter o mesmo destino das gerações anteriores é quase zero. Os herdeiros vão pegar o que eles receberam e vão remontar tudo isso do jeito deles. E uma parte disso, pela primeira vez na história, vai virar Bitcoin. Juntando as três peças, você tem uma coisa só, a maior onda de demanda por Bitcoin que o mundo já viu, começando a se formar nesse exato momento. Só que para você entender o tamanho do que pode acontecer aqui, falta a peça final e é a mais importante de todas. Falta olhar pro outro lado dessa história, o lado da oferta. E aqui que mora mágica ou dependendo de como você olha o problema. Deixa eu explicar de uma forma bem simples. Lembra que daquele documento de nove páginas, né, do Satoshi do comecinho do vídeo, esse que diz que o sistema ia ser livre de inflação? Pois é, a semente da ideia nasceu aqui, um número fixo de moedas e nada além disso, cravado no código do Bitcoin, no programa que faz o Bitcoin funcionar. E ali dentro existe uma regra que nunca pode ser mudada. Vão existir para todo sempre 21 milhões de bitcoins. Isso se chama oferta fixa e é uma coisa extremamente valiosa. Pensa no real, quando o governo precisa, ele imprime mais. A quantidade de dinheiro no mundo só cresce. É por isso que os preços sobem. É por isso que o dinheiro perde valor com tempo. É a famosa inflação. Com o Bitcoin isso é impossível. Ninguém, nenhum governo, nenhum banco, nenhuma empresa consegue criar o Bitcoin de número 21 milhões1. E não é só isso. Na verdade, a emissão dos bitcoins que ainda faltam vai ficando cada vez mais lenta. De tempos em tempos, mais ou menos a cada 4 anos, acontece uma coisa chamada halving. E a cada halving, a quantidade de bitcoins novos que entram no mercado cai pela metade. O último aconteceu em abril de 2024 e com ele a quantidade de bitcoins novos criados por dia caiu de uns 900 para 450. Você ter noção de quanto isso já tá avançado? Dos 21 milhões de bitcoins que podem existir, mais de 95% já foram emitidos. Só falta menos de 5% para ser distribuído. Isso vai ser esticado ao longo de mais de 100 anos. E detalhe, uma grande parte desses bitcoins que já existem tá perdida para sempre. Tem uma galera que comprou no comecinho quando o Bitcoin não valia quase nada e perdeu a senha, jogou o computador fora, morreu sem passar a chave para ninguém. Ninguém sabe ao certo, mas tem estimativas que entre 2,3 e 3.7 milhões de bitcoins estão perdidos e nunca mais vão voltar a circular. Ou seja, oferta real aqui de fato dá para comprar e vender é ainda menor do que os 21 milhões. E o que acontece quando muita gente quer comprar uma coisa que não pode aumentar de quantidade? o preço sobe necessariamente. A Fidelity, uma das maiores gestoras do planeta, com mais de 4 trilhões de dólares sobre gestão, fez um estudo chamado Bitcoin First Revisited. Na página sete tem uma frase que é o coração de tudo o que eu tô te falando. Então, tá escrito assim: as more people believe Bitcoin has superior monetary properties and optand increases. un price. Ou seja, quanto mais gente decide guardar o dinheiro em Bitcoin, mais a demanda sobe. E como a oferta é limitada, o preço sobe. E tem uma coisa ainda mais interessante nesse relatório. Na mesma página 7, a Fidelity mostra que isso não é um movimento que acontece uma vez só. Na verdade, é quase como se fosse um ciclo que se alimenta sozinho. Funciona assim. Mais gente compra e guarda Bitcoin. Isso aumenta a demanda. A demanda empurra o preço para cima, o preço mais alto atrai mais gente para minerar, o que é o que dá segurança pra rede. Mais segurança deixa o Bitcoin mais confiável, a confiança atrai mais gente ainda e aí o ciclo recomeça. E a gente tem aqui o encontro de duas certezas. Uma certeza demográfica, que a maior riqueza da história vai mudar de mãos, porque as gerações sucedem e uma certeza matemática. A oferta de Bitcoin é fixa e não aumenta. Acontece o que acontecer. O dinheiro grande, o dinheiro institucional demorou para entender tudo isso. E quando eles entenderam de verdade, eles mudaram de lado. Existe um homem chamado Larry Fink. Ele é o CEO da Black Rock, a maior gestora de investimentos do mundo, que sozinho administra mais de 10 trilhos de dólares. Em 2017, esse mesmo Larry Fink tava dando uma palestra e disse para milhares de pessoas que o Bitcoin não passava de um índice de lavagem de dinheiro. Basicamente ele estava dizendo que crirypto era coisa de bandido e ele não estava sozinho porque na época, né, o James Diamond, CEO do JP Morgan, um dos maiores bancos do mundo, chamou Bitcoin de fralude e disse que quem comprava aquilo era buay trader trad5,000 something. Os dois homens mais poderosos de Wall Street estavam rindo do Bitcoin. Acontece que o mesmo Larry Fink, mesmíssimo homem, deu uma entrevista recente e no lugar das críticas veio um monte de elogio. Ele passou a chamar o Bitcoin de Ouro Digital. Ele disse que era uma proteção contra a inflação e contra a desvalorização das moedas dos países. Ele classificou o Bitcoin como um ativo internacional que não depende de nenhum governo, livre do risco de qualquer economia do planeta. E ele mudou completamente o discurso em poucos anos e não foi da boca para fora, porque a Black Rock que antes torcia, né, o nariz entrou de cabeça no mundo da crirypto. Eles lançaram uma série de funds de Bitcoin. Depois outras empresas fizeram a mesma coisa, foi uma enchurrada de ETFs entrando no mercado e a strategy do Michael Sailor decidiu transformar o próprio caixa em Bitcoin. Hoje essa empresa sozinha detém mais de 3% de todos os bitcoins que um dia vão existir. Em 2021, E Salvador se tornou o primeiro país do mundo a adotar o Bitcoin como moeda oficial. Depois, vários outros países também começaram a comprar Bitcoin para compor reservas internacionais. Pouco tempo antes da onda dos herdeiros chegar com força total, o dinheiro inteligente do mercado começou a se posicionar. Eles sabem que eles não podem esperar, que essa transferência de riqueza já começou e vai se intensificar nos próximos anos. E é por isso que antes da gente continuar o vídeo, eu queria aproveitar esse momento para te contar uma coisa. Como talvez você tenha percebido, eu tô começando uma nova jornada de cabeça no mundo crirypto, né? E agora eu também sou parceiro e cliente do mercado Bitcoin. Aqui no grupo Prima a gente sempre busca parceiros sérios, né, alinhados com o que eu acredito. Com o mercado Bitcoin sempre foi a favor da divulgação, é, do mercado de crirypto e ele sempre buscou trazer mais segurança para quem investe. A partir de agora a gente também tá junto para carregar ainda mais essa missão que é democratizar o Bitcoin para todo o Brasil, como eu venho tentando fazer há quase 10 anos. E o mercado Bitcoin tá aqui desde o dia zero do mercado crirypto. São mais de 12 anos de história, mais de 4 milhões de clientes e eles já passaram por todo tipo de cenário que você possa imaginar. E só quem viveu tudo isso entende que esse momento que a gente tá passando agora, esse momento de medo, esse momento que ninguém quer falar de cripto, talvez seja o momento ideal para você dar os seus primeiros passos e diversificar melhor o seu capital. Porque de nada adianta você entender toda essa história de transferência de riqueza que eu tô te contando e não fazer nada com ela. E como eu tenho um compromisso com você de além de te ajudar a entender o que tá acontecendo também te ensinar a investir, então a partir de agora a gente vai investir junto. Se você baixar o aplicativo do Mercado Bitcoin aqui pelo link da descrição, abrir sua conta e usar o cupom primo 250, se você negociar R$ 250, você vai ganhar R$ 50 em Bitcoin de cashback. E para para pensar no presente que o mercado Bitcoin decidiu dar para você junto com o grupo Primo. Se você investe R$ 250 e você ganha 50 de brinde, é como se você já começasse a investir com R$ 300. Ou seja, você já começa com uma rentabilidade de 20% na largada só por ter tomado a decisão de começar agora. É a sua chance de investir com uma condição absurda de boa e que só vai existir por tempo limitado. O link tá na descrição, belê? E comenta aqui no vídeo se você realmente abriu conta Mercado Bitcoin para eu saber. Agora, voltando ao nosso assunto, vamos conectar todos os pontos do vídeo até aqui. Ponto um, existe uma montanha de 124 trilhos de dólares mudando de mãos. É a maior transferência de riqueza da história. Ponto dois, quem tem esse dinheiro hoje são os mais velhos, que praticamente não tem Bitcoin. Ponto três, quem vai receber esse dinheiro são os mais novos e o primeiro item da carteira deles é cripto. E ponto quatro, quando o dinheiro trocar de mãos, os herdeiros vão realocar e parte esse dinheiro pela primeira vez vira Bitcoin. P. Enquanto essa onda de demanda se forma, a oferta de Bitcoin é fixa em 21 milhões e 95% já foi minerado, ainda tem milhões perdidos para sempre. Ponto seis, o dinheiro grande institucional já entendeu tudo isso. A Black Rock, Michael Sailor, várias empresas e até países já começaram a comprar e acumular Bitcoin. E aí você juntar tudo isso e você tem uma coisa só, uma onda gigante demanda se formando de um lado e uma oferta travada que não pode crescer do outro. Agora eu não seria honesto com você se eu terminasse esse vídeo só com um lado bonito da história. Então deixa eu te mostrar o outro lado da mesma moeda. Primeiro, o Bitcoin é extremamente volátil. Desde o all time high em outubro de 2025 até o momento que eu tô gravando esse vídeo, o Bitcoin caiu mais de 45%. Já tiveram outras quedas ainda maiores acontecendo no passado. Então se você não aguenta ver o seu dinheiro caindo pela metade e ficar tranquilo com isso, ou você aloca um pouquinho ou você repensa se faz sentido ter Bitcoin na sua carteira. Segundo, aquele número de 124 trilhões pode ser menor na prática. O próprio The New York Times disse que muita gente da geração mais velha vai gastar boa parte do patrimônio com saúde, com cuidados na velice, com custo de vida que só aumenta ou até mesmo com lazer. Uma parte dessa herança vai encolher no caminho, mas obviamente uma grande parte também vai ser deixada de herança. E terceiro, ninguém pode prever o futuro. Pode ser que quando jovens de fato herdar o dinheiro, eles fiquem mais conservadores do que dizem ser hoje. Pode ser que os governos apertem a regulação, dificultem a vida de quem investe em cripto. Pode ser que boa parte dos herdeiros use esse dinheiro para quitar dívida, comprar casa própria ou simplesmente gastar em vez de acumular Bitcoin. Pode ser que o mercado já tenha jogado uma parte dessa história no preço. Pode ser que os boomers vivam muito mais do que se imagina. E essa transferência demore décadas a mais para acontecer de verdade. Então são resalvas de verdade. Eu não tenho bola de cristal e ninguém tem. Mas a direção que essa transferência de riqueza tá tomando é difícil de ignorar. Os dados relatórios dos maiores bancos do mundo, a matemática por trás da oferta e da demanda, tudo aponta pro mesmo lugar para maior transferência de riqueza da história. É isso, galera. Um grande abraço, até o próximo vídeo.
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