Banco do Brasil (bbas3) Nova Bomba? Risco mas está ficando barato?

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    é nesses momentos de dificuldade que acabamos comprando as ações baratas

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    depois do segundo trimestre, pode ser que a gente acelere as compras novamente, porque vai ficando interessante

    Contexte “No entanto, depois do segundo trimestre, pode ser que a gente acelere as compras novamente, porque vai ficando interessante.”

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    temos espaço para aumentar o peso no Banco do Brasil

    Contexte “temos espaço para aumentar o peso no Banco do Brasil.”

Transcription Complète
Hoje nós vamos falar do Banco do Brasil, que pode acabar dando uma oportunidade ainda melhor, né? Ele tem ser mantido aqui acima dos R$ 20, mas já tá querendo visitar os R$ 19, que já é um preço interessantíssimo, né? Mas existe aqui algumas questões a serem desdobradas nos próximos dias. O próprio resultado do banco, né? E existe um pessimismo no agro e por consequência também o resultado do Banco do Brasil. E temos uma bomba do BRB que pode acabar sobrando pro Banco do Brasil também, né? Você sabe, por ser um banco estatal, sempre tem um risco maior de sobrar uma surpresinha negativa como essa, a gente já vai entender direitinho, tá? Então, por favor, deixe seu like. É importante seu like. O hype também, tá? Não custa nada, não cai o dedo, é de graça. Vamos começar entendendo sobre essa bomba aqui do BRB que pode acabar sobrando, respingando ali pro Banco do Brasil. Vamos começar vendo esse novo ruído que aparece aqui no Banco do Brasil, né, onde o STF tá querendo arrastar o Banco do Brasil pro enrosco ali do BRB e o Banco do Brasil no primeiro momento, nega ser o representante do Consórcio de Bancos que dará fiança ao empréstimo bilionário para socorrer ali o BRB. Você sabem que o BR é bem envolvido na questão do Banco Master, corrupção, aquela bagunça toda lá, né? precisa ser salvo. Então, o STF convocou uma audiência de conciliação para discutir o socorro financeiro ao BRB, depois que o governo do Distrito Federal reclamou da inércia da União e do FGC no cumprimento do acordo que visa capitalizar o banco. Esse acordo homologado no STF em maio prevê a contratação de um empréstimo de até 6,6 bilhões pelo governo do Distrito Federal junto ao FGC, confiança de um sindicato de bancos e contra garantias vinculadas a repasses que a administração distrital tem direito a receber da união. Então, o Banco do Brasil foi convocado por essa audiência pelo STF no posto de instituição representante do consórcio de bancos, que deveria ser os fiadores dos empréstimos ali que o governo do distrito tenta obter junto ao FGC para capitalizar o BRB. No entanto, o Banco do Brasil pediu para não participar dessa audiência, alega que jamais houve constituição de um consórcio de bancos e tão pouco que o Banco do Brasil se colocou como representante das demais instituições financeiras ou responsável por eventual operação. E o Banco do Brasil ainda afirmou que se a sua participação for mantida, tudo bem, mas que os outros bancos também deveriam ser intimados paraa audiência. E o pior é que o STF convocou a audiência sobre o BRB paraa próxima quinta-feira, dia 13 de agosto, que é o mesmo dia que o Banco do Brasil tem a cal de resultados, né? Que óbvio que o mercado vai est super atento a isso, não tem mais esse ruído adicional aqui. E aí já viu, né, pessoal? O BRB é uma bomba que a gente não tem uma noção, uma visibilidade até onde vai isso. Tem envolvido corrupção, essa questão toda do Banco Master. E os bancos, obviamente não querem ser fiadores, mas o governo vai fazendo essa pressão e como o Banco do Brasil e a Caixa Econômica Federal são estatais, existe um risco maior deles acabarem aceitando condições desfavoráveis, né? Aliás, eu não acho que nada pode vir favorável vindo do BRB e do Banco Master, né? Agora vamos falar então das preocupações em relação ao resultado do Banco do Brasil. Mas primeiro vamos dar uma olhada aqui o que tem acontecido com as cotações do Banco do Brasil que agora sendo negociada a12, né? Nós temos que desde o resultado do primeiro trimestre de 2025, ele teve uma grande queda, até ameaçou uma estabilidade, mas logo se afundou ainda mais, totalizando uma queda desde o resultado do primeiro trimestre 2025 de 37%, e depois ele foi recuperando ali, recuperou um pouco com o bom humor da bolsa, em especial em 2026, uma grande recuperação ali, né, até mesmo um pouco exagerado, já que os resultados ainda estavam apresentando dificuldade e de repente ele apresenta uma queda de mais 30,5 % faz uma leve recuperação e já tá caindo agora mais 6,5%. E aí não é difícil imaginar que ele vá voltar a aos valores de R$ 19, R$ 18, de repente até menos, mas isso não significa que ele seja um banco ruim pro longo prazo, porque é nesses momentos de dificuldade que acabamos comprando as ações baratas, né, e teremos um wield oncost bom. Você sabe que nós temos o Banco do Brasil aqui na carteira do canal que nós começamos em maio do ano passado, bem no momento ali que o Banco do Brasil estava em queda. A gente foi comprando, o Banco do Brasil foi caindo, depois foi se recuperando, a gente foi e parando as compras, sempre com muita cautela. O Banco do Brasil não é uma das maiores posições da carteira, porque mesmo com ele estando a preços baratos, nós estamos indo devagar porque sabemos da dificuldade dele. No entanto, depois do segundo trimestre, pode ser que a gente acelere as compras novamente, porque vai ficando interessante. Vocês podem ver que sem considerar os dividendos, temos uma queda de 5,3% em termos de preço de tela do Banco do Brasil. E como outras ações ultrapassaram o peso do Banco do Brasil na carteira, nós temos espaço para aumentar o peso no Banco do Brasil. E é isso que a gente vai estar observando nos próximos meses ali. Vai ter o resultado agora. O importante é ao mesmo tempo, não ter medo, mas também não ter pressa. E no momento em relação a um T26, o ROY do Banco do Brasil foi de 7,3. é um RO muito baixo, significa que o retorno sobre o patrimônio líquido do banco de 7,3 baixo, acaba empurrando o PVP, o seu preço sobre o valor patrimonial também para baixo. Então tudo é questão de quando o Banco do Brasil vai recuperar, né, essa rentabilidade, o provavelmente as cotações devem subir bastante, até porque o valor patrimonial do banco deve continuar subindo ao longo do tempo e com as cotações caindo ou se mantendo estáveis, o PvP vai ficando muito pequeno no momento de 0,60, que já é bem abaixo de um, inclusive também bem abaixo de sua média recente dos últimos anos, de 0,94. Aliás, média essa que já tá sendo puxado para baixo, né, com alguns anos aqui de PvPs mais baixos do banco, além, é claro, dos dividendos que devem subir bastante. E como eu já disse em outros momentos, aquele buraco que o Banco do Brasil se enfiou no governo Dilma foi muito mais sério e exigiu uma recuperação mais lenta, né? Então a gente vê ali, ó, de 2016 até 2019, o banco subindo devagarzinho aqui os resultados. Óbvio que a rotação foi subindo junto, aí teve a pandemia que foi uma exceção, e depois por fim nós conseguimos ver o Banco do Brasil a ótimos dividendos, né, para novamente voltar a ter problema ali no governo atual. Pessoal, antes da gente continuar a falar as dificuldades que o Banco do Brasil deve enfrentar nesse trimestre, eu gostaria de lembrar vocês que eu sou analista CNPI e posso te ajudar na montagem da sua carteira e também naquele acompanhamento mês a mês, te ajudando a decidir nos aportes que você pode fazer ao longo do tempo, tá? Então, na descrição do vídeo, eu vou deixar o link da minha consultoria para você ir lá fazer o pré-cadastro, me chama no WhatsApp que a gente conversa direitinho e eu vou te ajudar nessa trajetória de investimentos, tá bom? E aí o problema que eu enxergo no Banco do Brasil hoje, né, atualmente, é que a recuperação dele tá se mostrando ser muito lenta. Inclusive, volta e meio, o banco revisa os próprios guides que ele enviou ao mercado. Me parece que falta neste momento hoje atualmente maior competência para eles realmente melhorarem essa situação. Uma vez que finalmente demonstra sinais de recuperação, não deve demorar tanto e o foco do mercado, com certeza será na qualidade dos ativos. Até mesmo o Bradesco reportou um resultado de aumento de lucro, de continuidade na recuperação. Ele trouxe alguns pontos de atenção, como as operações classificadas no estágio dois, o aumento do N implence acima de 90 dias e a redução do índice de cobertura, que aliás na minha visão, o ponto de atenção fica com as micro, pequenas e médias empresas que teve um salto na de imprensa de 4 para 4,4 e já vinha aqui numa recuperação na de implênciaa. As grandes empresas mostraram estabilidade e as pessoas físicas, um aumento bem pouquinho, né? De modo geral, a carteira então só de 4,2 para 4,3, um ponto de atenção. Mas como o banco segue crescendo a sua carteira de crédito também, isso acaba ajudando que que o índice de cobertura caia um pouco, mas seria natural. O ponto é ficar atento aqui, ó, a inadimplência para que não saia do controle de fato. Lembrando que dentro da carteira do Bradesco também temos o agro, que tem mostrado uma situação um pouco mais delicada agora, mas no Bradesco representa menos o resultado que no Banco do Brasil, obviamente também tem se mantido mais sobre o controle do que em comparação ao Banco do Brasil. O Santander decepcionou com provisões maiores e receitas mais fracas. O próprio Santander destacou que o cenário de crédito continua desafiador e que a busca por menor risco tem levado os bancos a adotar critérios mais conservadores na concessão de empréstimo, ou seja, desacelera também ali o crescimento da carteira de crédito. E no caso do Banco do Brasil, o mercado deverá acompanhar atentamente se houve aumento nas provisões relacionadas ao agronegócio e se a de implência do segmento mostrou uma nova deterioração. Desde o início do ano, boa parte das discussões envolvendo a tese de investimentos do banco tem gerado em torno a evolução da carteira rural e da capacidade da instituição de absorver eventuais perdas sem comprometer a rentabilidade. Algo que tem sido difícil. A gente tem visto que o ROI do banco tá muito fraco nesse momento. No entanto, mesmo com cenário bem adverso, o Itaú mostrou que é possível continuar mantendo a qualidade dos ativos inadimplência sob controle em apenas 1,9%. E o próprio Itaúa vai reportar o resultado hoje, que deve vir bom, puxados pelo bom resultado ali do Itaú. Lembrando que em termos de qualidade da carteira de crédito, não é somente no agro que o pessoal vai ficar atento, vai ficar atento aí na implensa geral do banco, a pessoa física que tem demonstrado um aumento aqui na nad implência, mesmo que aqui tenha margens melhores, a nad imprensa tá ficando bem alta. Vamos ficar de olho na pessoa jurídica que deu uma demonstração de melhora, mas vamos ver se continua essa sinalização. E no agronegócio que também a situação tá crítica com de imprensas cada vez maiores. Mas deixa nos comentários, você está comprando o Banco do Brasil agora? Está aguardando o resultado? O que você visualiza aí pro Banco do Brasil? O que você tá fazendo em relação às ações? E agora te recomendo assistir um desses dois vídeos que aparecem aqui na tela. Um abraço, até o próximo.

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