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Entrée R$18,38 14 août 2026Actuel R$18,38 14 août 2026Résultat +R$0,00
Carol, eu acho que é uma armadilha, eu tô de olho nesse momento, eu não vou comprar porque eu quero acompanhar os riscos.
Contexte no final do vídeo, quando o speaker responde à pergunta sobre comprar ou não: "Carol, eu acho que é uma armadilha, eu tô de olho nesse momento, eu não vou comprar porque eu quero acompanhar os riscos."
Transcription Complète
Fala meus amores, como é que vocês estão? Hoje a gente veio trazer um assunto que a gente tem que prestar bastante atenção, que é o Banco do Brasil. Pessoal, soltou o resultado do segundo tri e a gente vai falar tudo que aconteceu por aqui, o que que tá acontecendo com o banco do Brasil, né, turma? O mercado tá de olho. O mercado já viu o que aconteceu aqui, já precificou, mas é o seguinte, o mercado não gosta de incertezas no futuro. E o que de fato está acontecendo com o Banco do Brasil? Então, nesse vídeo que tá muito, muito completo, fica até o final desse vídeo, vai abrir muito tua mente. A gente vai falar sobre resultados do Banco do Brasil, o que de fato aconteceu para não vir positivo, tá gente? O que fazer agora? Será que é uma armadilha? Será que uma oportunidade? O que que o mercado analistas estão vendo? A gente vai falar tudo isso aqui, tá bom, gente? Fica até o final desse vídeo que é importante. Principalmente você aí, ó, que investe no Banco do Brasil, fique muito atenta e atenta. Turma, o que aconteceu? Banco do Brasil soltou, né, divulgou aí o resultado do segundo trimestre de 2026. Ele teve inclusive um lucro ajustado de R$ 3,9 bilhõesais, um resultado que foi 13,9% maior que no último trimestre e acima do que o mercado tinha expectativa. Só que, ó, tá até aqui, tá na tela ali, ó, lucro líquido ajustado. E aí a gente vê nessa tabela aqui, né, 11,2 bilhões o lucro líquido ajustado e 7,3 bilhões no primeiro semestre de 2026. Só que aconteceu algo muito estranho, pessoal. O resultado, ah, veio maior que as expectativas. E por quê? Por que será que o Banco do Brasil caiu 4% depois do balanço e fechou em R$ 18,23 ação? O que tá acontecendo, turma? Olha lá, vamos dar uma olhada nesse gráfico. O que que a gente vê? Olha o Banco do Brasil, ele tem um momento aqui de subida no gráfico, a gente tá vendo aqui. E olha a queda dele, olha como ele derrapa nessa seta que o Renan vai mostrar aqui pra gente no final. Então o que que a gente vê, pessoal, que quando a gente sai do lucro, a gente avalia várias vertentes de uma empresa. Quando a gente sai do lucro e a gente olha a qualidade do banco, a gente tem que olhar os empréstimos. E a gente já estava de olho há um tempo atrás falando sobre inadimplência. do Banco do Brasil, que tava tendo inclusive da parte agro, né, pessoal, porque o agro com essa taxa de juros alta se complicou, né, os a propriedade rural acaba se complicando. Então, pessoal, eh o banco, a gente quer saber a qualidade desses empréstimos e muitos, infelizmente, não estão conseguindo pagar por toda essa economia que vem, né, tomando paulada atrás de paulada. E complicou até o agro, hein? O agro que é forte, muito forte no Brasil. Então, pessoal, por que que o indicador que também apareceu, que é o cartão de crédito aqui, ó, por que o indicador do cartão de crédito mais que dobrou apenas em 3 meses? O grande problema do do Banco do Brasil, e eles admitem isso, é o cartão de crédito, tá? Então, depois dessa queda, a gente se pergunta, mas que que aconteceu com o Banco do Brasil se ele melhorou o resultado do segundo tri pro primeiro, né? E aí, pessoal, a gente vai falar o primeiro número que assustou o mercado e assustou os investidores. Foi o que eu acabei de falar, o alerta do cartão de crédito, turma, a inadimplência, ou seja, que as pessoas que não pagaram acima de 90 dias saiu nessa carteira de 7.12% em março para 14,58% em junho. Olha a linha, tá aí na tela. Olha a linha que a gente vê de cartão de crédito, como sobem. E pessoal, mais que dobrou, volta para cá, mais que dobrou em três meses. E não foi só por causa da piora da economia, não, pessoal. O próprio banco, como eu falei, admitiu, né? Eles faziam uma modalidade ali de parcelamento automático da fatura. E lógico que isso prejudicou e muitas pessoas começaram a usar, a usar. Agora o Banco do Brasil já falou: "Opa, não podemos fazer isso". Mas eles mesmos admitem isso. Olha essa notícia. Banco do Brasil admite erro em cartão e trava linha após picos de inadimplência, né, pessoal? Então, o que que ele fez? Banco do Brasil também passou a reduzir a concessão para clientes que são menos resilientes. Não dá para você pegar o cartão de crédito, turma, e passar para uma pessoa que de repente já tem dívida de cartão, que de repente você acha aquele cliente que pode dar calote. Tem que ter cuidado. E outra coisa, cartão de crédito, a gente tem que ter cuidado porque o juros é muito alto, pessoal. E aconteceu, então surge essa nova preocupação do banco. Opa, mais inadimplência e dessa vez também de cartão de crédito. Preocupou o mercado, né? Como é que vai resolver isso aqui agora? Então, pessoal, eh, muito disso concentrado no agronegócio. É triste falar isso. É triste, porque o Banco do Brasil é um banco muito forte, é um banco que muita gente confia e o agro é gigante lá. Por quê? que o agro tem dinheiro e a gente vê esse momento delicado. Agora outro ponto, pessoal, que a gente tem que falar é que o Banco do Brasil já tava com problemas antes disso, né? A gente viu ali em 2024, ele teve 37,9 bilhões de lucro lucro ajustado. Em 2025, turma, esse número caiu para R, bilhões deais. Teve uma queda grande de 45,4%. Quando a gente vê isso aqui, a gente fala: "Opa, então tá aí, ó. Lucro líquido do Banco do Brasil cai 45% em 2025 para R$ 20,7 bilhões deais. E volta para cá, uma das principais razões, turma, foi justamente essa deteriorização que a gente viu do crédito no agronegócio, né, que aumentou bastante, muito, e que ainda por cima ah, aumentou bastante o custo de crédito do banco. O banco tem que ter dinheiro para cobrir essas inadimplensas, para cobrir os devedores, os calotes que pode tomar. E isso prejudica. No primeiro trimestre, pessoal, o lucro ele caiu, né? Ele caiu para 3,4 bilhões. O retorno sobre o patrimônio ficou em apenas 7,3%. E a inadimplência, que é algo muito sério numa empresa, quando você não tem pagamento ali em dia, acima de 90 dias do agro chegou a 6,22%. Olha lá, né? A notícia tá aqui. Pressionado pelo agro, o lucro do Banco do Brasil cai 54% para R 3,4 bilhões deais. Quando a gente vê essa notícia, o que que você pensa? O Banco do Brasil é conhecido pelo agro, fazendeiro, fazenda. Quer dizer, fazendeiro sempre tem muito dinheiro, tem fazendeiro que não sabe nem onde colocar dinheiro. E a gente tá vendo fazendas grandes em recuperação extrajudicial ou até mesmo pedindo uma falência. E aí a gente vê os produtores rurais sofrendo bastante, né, pessoal? Então é um balanço atual que tem um problema que ainda não desapareceu, né? A gente continua vendo isso, a inadimplência acima de 90 dias, que ficou ficou praticamente estável, indo de 6,22% para 6,27%. E os atrasos acima de 30 dias voltaram a avançar, pessoal, de 7,35 para 8,97%, que aí é um gap maior e que preocupa, né? acima de 30 dias e acima de 90 dias ainda não conseguiu pagar também. Como é que vai fazer? Então essa questão do cartão não substituiu o problema que o Banco do Brasil já tinha. Ele só veio para piorar, né? Mas ele já tinha. Ele adicionou uma nova frente de preocupação, que é justamente essa carteira que tá tava tentando ali resolver o agro. E aí, pessoal, olha só o que a gente vê nesse gráfico. O problema do agro ainda não acabou. Olha que triste o que a gente vê, né, turma? Essa parte aqui toda, esse gráfico mostra que a inadimplência de 90 dias praticamente parou subir. Só que os atrasos acima de 30 que podem antecipar novos problemas fizeram aquele aumento que eu falei ali atrás, né? um gap grande e a perda dessa carteira também aumentou de 40,6 bilhões para 43,7 bilhões. Ou seja, turma, existem sinais de estabilização, mas ainda é cedo, volta para cá, ainda é cedo pra gente falar se o problema do agro ficou para trás. A economia não está bem, não está indo bem. a gente vê uma inflação absurda no mercado, em tudo, remédio que você vai comprar. E não foi diferente pro agro. E quem falar aqui para mim que a economista boa, me prove por números, porque não está. A gente tá vendo grandes empresários sofrendo, tá? Então, gente, o agro que é muito forte também sentiu. Se o agro sente, ou seja, a gente tem que pôr um ponto de interrogação na economia, né? E aí, turma, o lucro melhorou, só que a proteção diminuiu. Esse que é o grande problema, porque a gente vê aqui que o índice de cobertura do banco, ou seja, aquele índice que o banco precisa ter para cobrir possíveis problemas em implência, olha o que que aconteceu. Ele caiu no primeiro trimestre, ele tava em 158%, só que agora chegou a 148,5%, ou seja, caiu, a inad implensa aumentou e o índice de cobertura do banco caiu. Isso não é nada bom, não é nada positivo, tá gente? De forma simplificada, só para vocês entenderem, turma, é o quanto o banco possui, né, de provisões, ou seja, de pessoas que, né, pessoas e empresas que devem em relação aos créditos que são problemáticos. A gente tem créditos aqui problemáticos. Então, pessoal, segundo a Genial, eu até anotei aqui, esse é o menor nível de cobertura do Banco do Brasil desde 2017, enquanto a formação de novos créditos problemáticos continua aumentando. Desde 2017, esse é o maior número. Então, o Banco do Brasil sofre um impacto grande aqui. O mercado tá olhando e todo mundo tá falando, se assinal de implência continuar, como é que vai ficar? O banco vai precisar gastar mais dinheiro e aí é mais caixa saindo, mais caixas saindo e como é que fica as provisões nos próximos aí nos próximos trimestres, né? E essa dúvida, pessoal, é porque o bebê, o Banco do Brasil, o bebê ainda tem uma meta de lucro bastante ambiciosa que eles querem cumprir. Agora, será que vai conseguir? É uma dúvida. A gente tem essa dúvida. Não veio bom, né? na defens atrapalha muito o resultado de um banco. Agora o segundo semestre, pessoal, precisa ser muito melhor. E aí a gente vê aqui, né, a gente tirou isso aqui do R, o Banco do Brasil, ele manteve a projeção de lucro para 2026 entre 18 bilhões e 22 bilhões. Só que olha só, no primeiro semestre o banco acumulou 7,3 bilhões. Tá muito longe desse número. Então, para chegar somente ao piso dessa projeção, o Banco do Brasil, ele precisaria arrecadar, ele precisaria ter um lucro de aproximadamente 10,7 bilhões no segundo semestre. E para chegar no topo seriam cerca de 14,7 bilhões. Ou seja, que os analistas do Itaú, do BBA, eles consideram cumprimento desse desse acordo, né, disso que eles estão falando, muito desafiador. É difícil, é desafiador. Enquanto que o BTG ele vê um risco relevante, tá, de uma nova revisão. É impossível, turma, acontecer isso do Banco do Brasil? Não, não é impossível, mas é difícil. E é algo que a gente tem que olhar com carinho de perto. Sim, porque pessoal, esse banco, que é um banco tão conhecido e que muita gente tem conta e eu gosto muito, vai ter que entregar uma melhora muito importante, justamente enfrentando uma pressão que a gente ainda tem no agro, na economia e na na implência de pessoas físicas, inclusive também que ficaram devendo. Somou ainda com esse problema do cartão de crédito que eles mesmos assumem depois de tudo isso. Turma, que que será que tá acontecendo? O Banco do Brasil ficou barata? Vale a pena? Não vale. Que que os investidores nesse momento estão pensando? Porque tá tendo uma queda brusca. Então é a hora. Nem sempre porque uma ação ficou barata, quer dizer que ela é boa. E é nessa hora que os investidores falam: "Opa, o balanço, tô olhando aqui, o balanço tá 18,23 ação, teve uma queda aí de 4,05 no pregão depois do anúncio. E aí fica a pergunta, né, turma? Tá barata, tá valendo a pena, tá num momento, tem um desconto enorme, tá num momento ótimo para comprar, é uma oportunidade ou não é uma armadilha? Os investidores aqui tem que tem que deduzir na sua carteira, será que é uma oportunidade? Será que não? Tem prestar atenção, pessoal. O Banco do Brasil aqui também colocou Banco do Brasil resultado acima do esperado, mas deteriorização em pessoas físicas torna o guidance desafiador. O lado positivo, turma, que a gente traz aqui é que o Banco do Brasil, ele tem uma operação enorme, tá? Ele é um banco grande, ele lucra bilhões, ele apresentou alguns, né, algumas melhoras ali no no nesse próximo, nesse resultado que veio próximo. Só que tem que provar bastante, tá gente? A XP também destacar, né? falou: "Ó, o resultado veio acima do esperado, com uma boa margem financeira, com uma geração de tarifas, com controle de custos, mas do outro lado existem problemas muito relevantes, que é a inadimplência de pessoa física, o cartão que disparou, o cuidado com o cartão é absurdo, tem que tomar muito cuidado. A cobertura, lembra que eu falei do colchão que o banco tem que ter para cobrir, né, possíveis calotes? diminuiu e pessoal vai, o mercado vai exigir uma recuperação forte aí no segundo semestre. Então a gente vai ter que esperar esse desconto. Pode representar uma oportunidade caso esse crédito comece a normalizar, caso as coisas comecem a se colocar, né, a melhorar, não vai melhorar de uma vez, mas comecem a melhorar. Mas para alguns analistas pode ser uma armadilha se esses lucros continuarem pressionados e o custo de crédito permanecer elevado e também muitos devedores. Tá bom, turma? Então é por isso que o PVP tá barato. Por ter dedo do estado. A gente sempre sabe que as empresas já têm um PVP mais descontado, que é o caso do Banco do Brasil. Tem interferência ali também, né? Do estado pode ter. E só ver o PvP que tá baixo não resolve. a gente tem que entender o que que tá acontecendo com a empresa, com os resultados, tá bom, turma? Então, eh, e se esse problema não for apenas o banco do Brasil, né? E se o problema não for apenas o banco, tem uma um ponto que é maior ainda nessa história. Parte dos problemas do BBB é próprio do banco. Como assim? Pode ser que lá dentro a exposição esteja errada. Como é que tá a gestão a exposição ao agro? Como é que tá o problema? Mas no cartão são exemplos, né, claros. Mas existe um um cenário de crédito que é mais difícil acontecendo ainda na economia também. Olha lá, Banco Central divulga o relatório de estabilidade financeira do segundo semestre de 2025. E nesses dados mais recentes, turma, no banco do central, do Banco Central, a inadimplência das pessoas físicas, ó lá, no sistema financeiro, estava em 5,6, mostrando que o crédito das famílias continua bastante pressionado. E isso é verdade. As famílias estão reclamando de tudo, inflação no teto, taxa de juros que subiu que nem um foguete na economia né? E aí isso tudo, pessoal, tem que servir como um alerta, tem que acompanhar essa deteriorização do crédito das famílias. As famílias vão poder pagar, turma? Como é que essas famílias vão pagar com essa taxa de juros alta, com tudo que tá acontecendo? Vai dar certo? A economia tá indo mal? Vai dar certo continuar indo pro mesmo lado da economia? Essa é a pergunta do mercado. Então, turma, o problema hoje do Banco do Brasil é conclusão, os resultados que a gente falou aqui, tudo que a gente trouxe do R, né? E também um reflexo do consumidor brasileiro que tá cada vez mais pressionado. Isso é perigoso. E vamos acompanhar a inflação e vamos acompanhar como é que vem o água. Então, pessoal, no fim, para dar uma clareada, o resultado do Banco do Brasil não veio tão ruim, não veio absurdamente horroroso. O banco, ele lucrou quase 4 bilhões, é dinheiro, ele melhorou em relação ao trimestre anterior. Isso é positivo. Só que quando a gente olha além do lucro, aparecem problemas que o mercado não consegue ignorar, que essa questão de cartão inadimplência de cartão que mais que dobrou, né? o agro, que ainda também não tá completamente resolvido, a cobertura, né, do bancop aqui cobrindo que tá acontecendo de ruim, diminuiu. Então, nesse segundo semestre, o Banco do Brasil vai ter que provar e vai ter que vir com, sabe, resultados melhores, a gente vai acompanhar. E a pergunta que eu te faço é a seguinte: o desconto atual que a gente tá vendo do Banco do Brasil é oportunidade ou armadilha? Você acha que esse desconto atual compensa os riscos que podem existir? O que que você acha, Banco do Brasil, na sua opinião, nesse valor, com tudo isso que a gente trouxe, é oportunidade para encher o carrinho? Você confia na empresa, confia na recuperação? É oportunidade para encher o carrinho ou não? Carol, eu acho que é uma armadilha, eu tô de olho nesse momento, eu não vou comprar porque eu quero acompanhar os riscos. Compartilha aqui embaixo com a gente, pessoal, e vamos torcer não só pelo Banco do Brasil, mas por todas as empresas brasileiras, que nesse momento muitas enfrentam problemas e que a economia melhore, porque a gente precisa disso. Tá bom, turma? Um beijo para vocês. Eu sempre falo, voa Brasil, a gente vai voar. Quem investe, ó, o futuro agradece. Fiquem com Deus e até o próximo vídeo.
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