inclusive, eh, a Alphabet, né, que é o Google, né, depois mudou de nome, virou Alphabet e o Facebook, né, que virou meta e Amazon, mas são inteses que a gente já carrega há vários anos
inclusive, eh, a Alphabet, né, que é o Google, né, depois mudou de nome, virou Alphabet e o Facebook, né, que virou meta e Amazon, mas são inteses que a gente já carrega há vários anos
inclusive, eh, a Alphabet, né, que é o Google, né, depois mudou de nome, virou Alphabet e o Facebook, né, que virou meta e Amazon, mas são inteses que a gente já carrega há vários anos
Transcription Complète
Eu acho que a inteligência artificial vai mudar o mundo e de alguma forma a gente vai ver uma bolha relacionada a isso. É uma dicotomia isso daí. A bolsa não é necessariamente cara, a bolsa tá OK, mas o S&P500 tá meio caro. Se o ativo do cara é o data center e o cara tá financiando isso daqui com uma dívida, se o teu ativo valer 50% menos, o teu patrimônio líquido pode ir a zero. Eu acho que é innegável que existe um mercado muito grande de IA. Eu só não sei se é um mercado tão grande pro qual essas empresas estão se preparando. As empresas elas estão fazendo capex como se fosse atender essa demanda. Se a demanda for metade disso, daí a gente já tá falando de um resultado catastrófico para essas empresas que estão fazendo esses investimentos. Olá investidor olá investidoras. Sejam muito bem-vindos ao nosso podcast Valor em Pauta. Esse nosso podcast que sempre tenta trazer temas do mercado financeiro para você investidor. Meu nome é Rafael Peres, eu sou economista aqui da Suno e trago como convidado uma prata da casa, um grande analista de ações, Mek Zen, que hoje é o nosso R de ações internacional. Malek, seja muito bem-vindo ao nosso podcast. >> Valeu, Rafa, prazer estar aqui. >> Maravilha. E a gente sempre costuma falar, Mek, que para esquentar meio que os motores, né, a gente faz uma pergunta que não é nada trivial, né, que é basicamente quem que é Malek Zen? >> Boa. Bom, acho que antes de tudo, Malek é um investidor, né, já tem quase 10 anos investindo em ações. Eh, eu sou engenheiro civil de formação, então eu comecei até fazendo estágio em obra, né, só que naquele período ali, na hora do almoço, eu ficava estudando empresas, né? E aí em algum momento eu realmente decidi que que era isso que eu queria fazer. E aí eu saí do da empresa que eu trabalhava e fui trabalhar numa corretora ali sempre na área do research, né? Em geral o pessoal que acaba virando analista vai para backoffice, vai fazer outras coisas, né? Mas eu já consegui ir direto pra área do research, passei por várias casas. Eh, a última que eu tava era Eleve, né, que era o braço institucional, inclusive, eh, que atende clientes institucionais, né, melhor dizendo, da SUNO, antes de vir para cá, né, e agora, mais recentemente, eu tô como red do Internacional, n das recomendações da carteira internacional aqui da SUN. É um desafio novo e tô tô bem animado, mas obviamente que não deixando, né, de acompanhar eh o mercado brasileiro, até porque já é um conhecimento adquirido por por bastante tempo e com um track record bom, né? Então não tem por deixar de olhar. Mas então, eh, é um desafio novo que tô bem animado aí. >> Bacana. Inclusive sei aí que a sua bol a carteira de small caps que tinha ali na tava indo muito bem ali na época que você tava tocando, né? Então acho que você já tem uma um track recorde muito bom. Eu até te perguntar como é que um engenheiro veio parar no mercado financeiro, né? Mas acho que você já respondeu mais ou menos isso, dando esse esse essa deixa. Então eu queria já passar para te perguntar, né, aquela pergunta meio que óbvia, né? A bolsa americana ela tá cara, ela tá barata, porque se a gente olha, né, pros múltiplos da bolsa americana, a gente observa que ela tá negociando bem acima da média histórica, né? Então, na sua visão, você acha que ela tá de fato cara ou não? Existe oportunidades? Queria te ouvir um pouco em relação à bolsa norte-americana e aqui especificamente, né, o S&P 500, principalmente. >> Sim. Então, na minha avaliação, eh, o S&P 500, na minha opinião, é caro, tá? Porque assim, quando você olha qualquer métrica de valuation, né, com base na média histórica, você vê que assim o valuation ele é bem mais alto do que a média histórica e a taxa de juros dos Estados Unidos, ela também tá começando a subir bem e bem acima do que estava os patamares dos últimos 5 anos. Porque, por exemplo, uma coisa você falar, cara, o SNP tá 27 vezes lucro, a média histórica, sei lá, é 20, 18 ou 22, algo nesse range entre 18 e 22, você fala: "Pô, tá acima da média histórica". Mas se o juro é zero, o juro também tá muito abaixo da média histórica. Aí você fala: "Pô, não, beleza, a bolsa é cara, mas a minha alternativa também é muito ruim, porque ganhar zero." Então, pode ser que seja fair, né? Vamos dizer assim, pode ser que seja justo você pagar mais do que eh do que pagar mais do que normalmente pagaria, né? Pagar caro, quer dizer o quê, na verdade, né? uma bolsa que tem um PI, um preço lucro de 25, eh, como se ela fosse te gerar ali um retorno de 4% ao ano. Mas se a tua alternativa é zero, o teu actor ris premium ainda é 4%, ou seja, o teu diferencial de retorno entre a renda fixa e renda variável ainda é 4%. Mas hoje o que a gente vê, pô, uma bolsa que tá bem acima das médias históricas, inclusive quando você pega a média recente dos últimos 5 anos e a taxa de juros ela não tá mais zero, ela tá subindo para perde cinco. Então cara, a tua alternando isso hoje a gente pode dizer talvez que o actory risk premium do SNP 500 é zero, talvez em até negativo. É possível a gente argumentar isso daí. Mas por outro lado, se a gente sai do S&P e começa a olhar mais a bolsa, e o SNP também ele nunca teve tão concentrado nas top empresas ali, né? Top 10 realmente, né? Ou top 30. realmente nunca esteve tão concentrado, porque quando você pega o S&P 500 E8 ou então se você pega o S&P 470, a gente já vê uma bolsa baixo de 20 vezes lucro na faixa de uns 18 vezes, que quer dizer um valor normal e com action positivo, né? Então assim, isso te diz uma coisa, né? que realmente quando você olha o S em pequenos como índice ou ETF, eh, eu acho que é difícil você fazer argumento que ele não é caro, o que não quer dizer também que ele vai te despencar, coisa assim, mas é difícil você dizer que o retorno implícito ali não é baixo. A bolsa deve gerar um retorno eh com base em estudos históricos, né, que fazem a regressão dos retornos futuros com base no valor atual. Ele vai ser entre 0 e 2% nos próximos 10 anos. É um retorno horroroso, mas de histórica de retorno do SP 10% ao ano. Só que quando você pega eh e sai das top empresas do retorno tá normal. Pode indicar um retorno de 7, 8, 9, 10% frent ao ano se você não tiver no nas top 30 empresas, né? Então tem uma eh uma dicotomia isso daí, né? Pô, a bolsa não é necessariamente cara. A bolsa tá OK, mas o S&P 500 tá meio caro. Essa que eu acho que é a reflexão que que vale trazer. >> Interessante, né? Quando você tava falando aí, eu lembrei justamente dessa discussão das sete magníficas, né? Daquelas sete maiores empresas ali da bolsa, que elas têm puxado muito, né, o o SNP, mas quando você olha para o resto da bolsa, não necessariamente tá tendo esse todo esse desempenho, né? Você o desempenho sem as sete magnífas, né, no ali no índice, ele é bem diferente, né? E aí eu justamente o que eu queria ouvir de você era isso, né, que como é, qual que tem sido a sua avaliação dessas sete magníficas? Dá para colocar elas como único grupo? Você, você olhando para elas individualmente ainda existe algumas oportunidades. Como é que você tem visto, né, essas empresas? Porque elas estão com valor bastante esticado, né? Elas têm crescido de forma muito vertiginosa na esteira dessa inteligência artificial, né? Então eu queria entender aí como é que tá a sua visão sobre esse tema. É, então as sete as sete magníficas originais, né, envolvia inclusive, enfim, Netflix e outras empresas que hoje até nem tão tanto assim na moda, né? Agora é mais a questão da IA. E aí algumas das magníficas ali, elas estão embídas nesse nesse fervor da IA, como as hyper scalers, né, elas foram denominadas assim, são as empresas que estão basicamente financiando essa transformação ali, principalmente Google, Meta e Amazon, tá? E Microsoft também. Eh, as, então são quatro, né, das das set magníficas, as outras não estão participando mais tanto assim. Eh, e se você for ver, realmente essas empresas elas puxam o índice para cima em termos de valuation e elas estão financiando esse grupo, mas elas estão financiando um basket de outras empresas agora de IA, né, que são as empresas de data center e as e por exemplo a nova até SpaceX agora, mas tem Oracle, enfim, e etc. as empresas de data center, Nvidia, as empresas também que fornecem até energia pro segmento, as empresas de aço, eh, então todas as empresas fotônica, todas as e aí neclouds. Então assim, você tem basicamente essas hyper scales que elas de fato elas têm business, tem um business, né, que é comprovado, gerador de caixa super rentável e elas estão fazendo uma aposta eh que pode ser ou não rentável, mas você tem e aí essa aposta ela financia todo um novo grupo de empresas que não tem nenhum business comprovado, não eh muitas delas nem lucro dão, inclusive tem free cash flow negativo, elas não se sustentam, não se financiam, né? tem novas emissões, ações acontecendo e tudo mais. Eh, e aí isso é um negócio interessante, né? Porque daí você realmente você pega as set magníficas, elas, cara, elas têm um business, né? E eu não, mesmo que os retornos aqui sejam zero desse investimento que elas estão fazendo, é o máximo elas estão destruindo a geração de caixa de dois, três ali, 5 anos, né? e depois vida que segue. Mas elas estão criando, né, toda uma nova economia que essa sim não tem não tem nenhum business comprovado aqui e nenhum e e ali sim é um é um negócio, na minha visão, que é altamente especulativo né? >> Perfeito. É, então o esse esse é um tema que tá muito em alta, né? Até porque a inteligência artificial trouxe uma mudança muito radical, muito grande, né, estrutural aí, né, como você bem trouxe. E junto com essa discussão tem a questão se estamos vivendo uma bolha ou não, né? Eu acho que é meio que aquela pergunta meio que de 1 milhão de dólares >> que vira e mexe aparece algum analista que fala: "Putz, não estamos vivendo" ou "Estamos vivendo, tá muito próximo do que aconteceu ali no início dos anos 2000 com a bolha.com". E aí justamente eu queria também entender a sua visão. Você acha que tem uma possibilidade ou esse risco é muito baixo? O fato delas estarem entregando caixa, terem business que estão ali eh entrando ali na economia norte-americana. Os Estados Unidos tem crescido muito, inclusive por conta de a, né? Então, se você acha que existe alguma possibilidade, alguma relação com o passado ou não. Aqui a gente tá vivendo um outro contexto. >> É assim, eu acho que diferente da bolha da internet e assim, vale dizer que a bolha da internet era uma bolha e ainda assim a internet mudou o mundo, né? Pô, e eu acho que é um pouco disso que deve realmente acontecer nos próximos anos, né? Eu acho que a inteligência artificial vai mudar o mundo e de alguma forma a gente vai ver uma bolha relacionada a isso, tá? Porque assim, diferente do que aconteceu no passado, as empresas realmente negociavam a 100 vezes lucro, as principais do índice. Eh, e aí realmente assim, uma coisa não se sustentou, né? Nesse caso, o que a gente vê são, tudo bem, as maiores empresas do índice, elas são lucrativas e ela tem um business comprovado. Essas eu não acho que vão ruir nem nada do tipo. Eu acho que tem um um risco aqui. Por exemplo, pô, o próprio Facebook, né, ex Facebook Meta, ele tem um projeto de investir basicamente só de compromisso de capex ali ou compromisso de arrendamento de data center da ordem de 500 bilhões de dólares. Assim, é uma empresa que ela gera por ano uns 130 mil bilhões também de fluxo caixa operacional. Então assim, cara, o que que é o pior que pode acontecer? Bom, eh, o cara vai perder 500 B, mas ele retorna isso daí em fluxo de caixa operacional em 4 anos. Então, meio que danse, entendeu? Perdi 5 anos aqui, mas a empresa não vai valer zero ou qualquer coisa assim. Agora, de fato, você tem muitas empresas aqui que podem não valer nada, né? essas empresas de data center, pô, se o ativo do cara é o data center e o cara tá financiando isso daqui com uma dívida, se o teu ativo valer 50% menos, o teu patrimônio líquido pode ir a zero. Essa que é a diferença, né? Por causa da alavancagem financeira e por não ter e geração interna de caixa, né? Então assim, a gente já viu isso daí muitas vezes no passado. Isso eh não seria nenhum absurdo isso daí se repetir. Então o o que eu o que eu vejo é assim, hoje a gente tem e eu acho que é innegável que existe um mercado muito grande de IA. Eu só não sei se é um mercado tão grande para pro qual essas empresas estão se preparando. A gente vê até, por exemplo, a SpaceX falando de 28 trilhões de de receita endereçável ali de market cap, né, de eh de 10, né, que é o total total addressable market. Daí mais recentemente a Open AI e a Open AI não, Antropic virou e falou assim: "Pô, vocês estão falando de 28 B, o nosso mercado é de 30 Tri". Não, eles a SpaceX falou, né? 28 tri. Aí veio a a Antróic que quer fazer quer emplacar o IPO, falou: "Não, 28 tri não, o nosso é 30 tria mais ainda". E aí a gente tava até conversando aqui antes, né? Pô, mas o próprio isso daí é quase o PIB dos Estados Unidos, entendeu? Será que tem, será que realmente vai capturar assim o PIB dos Estados Unidos vai dobrar? Quer dizer, o PIB eh global aqui vai subir talvez, não sei, 30%, será? E vai ser tudo vindo dessas empresas. E assim, eh, as empresas elas estão elas estão fazendo capex como se for como se fosse atender essa demanda. Se a demanda for metade disso, entendeu? Daí a gente já tá falando de um resultado catastrófico para essas empresas que estão fazendo esses investimentos. De novo, não necessariamente para uma Amazon da vida ou para um para uma meta, né? Porque esses caras eles se bancam. No limite você faz um right off ali, você perde 5 anos de geração de caixa. Mas outras empresas que não têm 120 bilhões de fluxo caixa operacional por ano, que é a gigante maioria das empresas que participam desse mercado, ali você tem um futuro muito duvidoso, né? Então, realmente, eh, em alguns setores ali que atendem a IA são, na minha opinião, investimentos altamente especulativos, né? Empresas que não tm o modelo de negócio comprovado, que que apesar do crescimento de receita, elas não têm lucro, não geram caixa, né? se financiam com novas rodadas de emissão de ações e e avaluations altos, né, e fazendo compromissos de investimento muito grande. E são e muitas dessas empresas elas dependem dos compromissos que estão sendo anunciados para, sabe, ela faz assim, pô, não, tão anunciando 1 trilhão de investimento em, então quer dizer que em 2029, quando esse capex estiver passando pelo sistema, daí sim eu vou começar a ficar rentável. O cara tá, entendeu? Como é especulativo, né? O cara depende, pô, não, daqui a três, 4 anos eu tô lucrativo. Eh, e vai assim e a coisa vai indo, né? Então, eh, eu acho que é um pouco disso, assim, é, a gente nem sabe como é que vai ser. Se você for pegar, como eu falei, né, você pegar a bolha da internet, eh, 90% daquelas empresas já não existem mais, né? >> Sim. Eh, o próprio Google ele não participou da bolha da internet, o IPO dele foi depois do Crash. Verdade. >> Então o vencedor ele nem tava na corrida. Então, né, ele é um dos principais vencedores, ele é Amazon, né? O próprio A meta também não tava naquela corrida, né? A única que tava era Amazon. Então você fala assim: "Pô, você tem dessas 100 para escolher, qual que você vai escolher?" Os vencedores nem estavam lá, entendeu? E a gente não sabe. Enfim, quando a gente olha hoje parece que Antropic tá na frente disso daí. SpaceX, mas às vezes o conhecedor ainda vai aparecer, nem tá disponível, né, para investimento. Então, eh, na minha opinião, tem coisa altamente especulativa nesse meio e a gente até tem posições que a gente já carrega há muitos anos, né? Como por exemplo, inclusive a Alphabet, né, que é o Google, né, depois mudou de nome, virou Alphabet e o Facebook, né, que virou meta e Amazon, mas são inteses que a gente já carrega há vários anos, porque vê que o valation não é necessariamente muito caro, mas a gente não tá contando com nada de IA, entendeu? Mas então a gente não tá investido nelas por conta da IA, a gente já gostava dos negócios anteriores, só que hoje a TS ficou super muito mais complexa, porque eles eram negócios que eram bizarramente geradores de caixa, recompravam muita ação e hoje são negócios muito capital intensivo e que deixaram, né, de remunerar os acionistas. Então é algo que a gente até vê com com receio, né, apesar do de a gente manter investimento lá. interessante. Acho que do que eu entendi um pouco da sua fala, né, a gente não necessariamente vive um momento de de um risco de uma bolha, né, aos moldes do que foi ali, né, em 2000, nos anos 2000, mas você tem alguns riscos ali, né, e eu ouço muitas vezes falar de que talvez a gente está próximo de algum tipo de correção também. A gente vê muito isso, né? Analista falando assim, ó, pode ser que tenha uma correção, pode ser que algum momento venha aqui uma correção. Você acredita que pode ter algum momento alguma correção diante disso que você falou? Justamente você tem ali algumas empresas que não estão gerando necessariamente caixa, tem muitas promessas de investimentos, apesar de a gente tá verificando na prática muitas coisas acontecendo, mas não necessariamente para todo mundo, né? >> Não, eu acho que vai ter sim. Eh, o mercado não é só para cima, >> né? E e quando o mercado vai para cima, as pessoas elas tendem a ficar mais corajosas, entendeu? Então quando a meta anuncia um capex, pô, a Amazon fala: "Cara, não vou ficar para trás". Daí anuncia também aí, putz, a Nvidia, isso é o mais louco, né? Porque você tem até uma economia circular aqui no meio, né? Nvidia, por exemplo, ela compra ações da Open AI. A open AI pega o dinheiro que entrou no caixa e compra produto da Nvidia. >> [roncando] >> Então você tem uma economia circular onde o fornecedor financia o cliente pro cliente comprar mais do fornecedor, sendo que o cliente não é lucrativo, o cliente é altamente deficitário. Então assim, eh, e você precisa só que, por exemplo, se a se alguma dessas empresas ficasse reticente, falasse assim: "Não, quer saber? Acho que eu não vou comprar tanto agora", você já ia ter um baita de um problema, principalmente porque é circular. E e isso acontece de toda forma, né? tá todo mundo meio conectado nesse nesse bolo. Eh, e assim, na minha visão, o que o que deve acontecer em algum momento é se a hora que o Capex reduzir, essa bicicleta para de girar, entendeu? E aí se os valations caem monstruosamente, por exemplo, e a Open Ai, ela quer ela ela faz as rodadas dela de aumento de capital porque tem um valor muito alto, né? Mas se o capex reduzisse, a perspectiva de crescimento dela reduzisse, daí o valor dela ia cair muito. Aí se ela não aumentar capital dela, vai ter um problema de endividamento. Então ela precisa aumentar. Só que então tudo vai assim, realmente o sentimento em cima da IA, ela ele precisa ser positivo pra roda continuar girando, né? Eh, e esse é o negócio mais doido, né? Por causa da circularidade também. >> Então, eh, é algo bem complicado isso aí, viu? até, né? Se você quiser, às vezes pessoas quiserem olhar para algum dado, algum indicador, talvez o que você falou seja uma um indicador de que talvez quando haja uma correção venha dos que você acabou de falar, né, de de missão de capex, alguma coisa isso, circularidade. Interessante. >> Bom, eh, a gente falou bastante de IA, né, das magníficas ali, das principais na empresas da bolsa, mas aí eu agora eu queria trazer justamente para aqueles segmentos que a gente não olha tanto, né, porque a gente fala muito de a de as empresas de tecnologia. E aí eu queria ouvir você justamente quais são aquelas empresas, aqueles setor empresas na verdade ainda não, né? Vou deixar um pouco mais pro final, mas principalmente aqueles setores da bolsa que a gente não tá olhando tanto, que tá um pouco deixado de lado e que tem chamado sua atenção, né? Porque a gente sabe que, poxa, a gente tá falando de uma bolsa norte-americana que tem muitos setores, muitas empresas e a gente acaba ficando muito concentrado nessa, sendo que tem um monte de oportunidade ali que ninguém tá olhando. Você enxerga essas oportunidades em alguns setores ali? >> Sim, sim. e principalmente nessa, como você falou, nas empresas menos visadas, né? Então, se a gente for pegar eh dos últimos três, quatro investimentos nosso, né? Eh, dois são, na verdade, os últimos cinco, né? ou ou quatro. Vamos ver aqui. Os últimos do dois deles foram empresas de carvão. [risadas] Então, que é basicamente assim, cara, você conhece alguém que fala, pô, ouvi dizer de uma empresa de carvão. Não, ninguém tá nem aí para isso, mas a gente gosta, a gente gosta de duas empresas de carvão. A gente tem uma empresa no setor de petróleo, n, que a gente conseguiu investir até sem saber que a guerra ia acontecer, mas porque tinha um pessimismo absurdo. Então aqui a gente tá falando da matriz energética mais antiga do mundo, né? o carvão e o petróleo. Eh, a gente tem uma empresa de calçado também, também não é nada chique aqui. E por último, dá até pra gente falar de uma empresa e aí sim de um setor também que o pessoal desistiu, que é o setor do software, né? Exatamente. Software mais para streaming, né? >> Eh, porque acho que a gente pode falar de todas essas aí. E assim, são coisas que realmente assim ninguém tá nem aí, entendeu? Assim, o pessoal quer discutir a ninguém quer discutir carvão, né? E aí quando você fala, e aí quando você vê assim, tem muita empresa que pode estar negociando realmente a três vezes lucro aqui, muito embora a gente tem uma bolsa no time high e tudo mais, né? Então nada muito emocionante, mas eh assim é de onde veio o retorno às vezes, né? O retorno ele vem às vezes de de coisas que não são emocionantes. Essas empresas de carvão de um ano para cá subiram 100%. E ninguém fala disso. >> Ninguém fala disso. >> Exato. Eu eu perguntei, né, dessas desses setores aí que são menos visados e aí eu também queria ouvir aqueles segmentos, aqueles setores da bolsa, tirando IA que a gente já falou, mas que você tem um pouco mais de cautela, você não tem tanto assim, putz, aqui eu não tento evitar me aventurar um pouco mais aqui, porque aqui pode trazer mais algum problema. Tem algum setor da bolsa que você, putz, esse aqui é um pouco mais complexo, tirando IA. É, então, mas eu acho que é tudo que tá ligado a IA, porque hoje, por incrível que pareça, algo como 50% do SP500 tá ligado a IA de alguma forma, seja na geração de energia, seja no funding. Os bancos estão muito expostos a essas empresas. Eu ficaria com muito receio dos bancos que estão muito expostos aqui, porque eh a qualidade desse crédito é super duvidosa. Eh, e estão sendo financiados a juros muito baixos também. Eh, eu eu tenho receio de software, sim. Eu acho que no geral a barreira de entrada desse setor vai cair barbaramente, né? E o custo para você operar isso também vai cair barbaramente. O que significa nada mais que o ticket que você tá vendendo isso daí vai cair muito. Então, por exemplo, empresas como Adobe, né? Eh, foi uma empresa que despencou e chegou a tá negociando até sete vezes lucro. Daí eu acho que pode ser que seja barato demais, é uma discussão. Mas assim, é uma empresa que provavelmente o ticket que ela vende pro cliente dela vai reduzir, entendeu? Então esse Unit Economics aí talvez não seja tão rentável quanto foi nos últimos 10 anos. daí é uma empresa que pode ser realmente impactada. Então eu ficaria, eu tomaria muito cuidado com essas empresas de software que não tem dado proprietário. Eh, são setores que podem sim ser disruptados. Eh, a gente ficaria com medo também de setores que são muito cíclicos e que dependem do crescimento da economia, que a gente bem ou mal já vende um crescimento dos Estados Unidos que há muitos anos a economia crescendo muito. A tendência até se a gente for, você vai saber de tá melhor que eu, né? Mas o PIB deles ex Capex de Ia não tá lá tão bonito, né? metade quase. Mas >> é, então, então acho que os bancos que estão expostos aí segmento, você tem banco de pessoa física que não tem nada, não tá exposto. A gente gosta de alguns aí, tudo bem, mas os bancos que estão muitos expostos a isso, eu ficaria com receio. As empresas que estão fazendo putac center, isso eu acho altamente especulativo. Todas as empresas ligadas a isso, fotônica e tudo mais. E essas empresas que realmente tem o business delas ameaçados e pela IA de de alguma forma, né? por exemplo, putz, eh, educação tem uma tem uma dúvida em relação a isso, né, principalmente lá fora, né? Acho que no Brasil eu só tô muito regulado, acho mais difícil, mas eu acho que é uma é uma dúvida, né? Eh, software, eu acho que é complicado, tá? Eh, a gente gosta realmente de ativo tangível, coisa da velha economia, o que a gente tá gostando mais hoje em dia. >> Boa. Então, e aí já pegando esse gancho, né? Eu queria já passar um pouco pra empresas mesmo, né? Saindo um pouco dos setores e ouvir de você aquelas teses ou empresas que você um ou dois casos, obviamente não vou abrir todos aqui, né? que enfim tem a carteira ali para o pessoal olhar, mas um ou dois casos de teses aí, carteiras que de ativos que você tem enxergado como boas oportunidades, que pouca gente tá olhando, você comentou um pouco aí dos setores, então entrando um pouco mais empresas, tem aí alguns cases aí que você fala: "Putz, isso aqui eu tenho, né, tô bem otimista com isso". >> É, então, eh, eu gosto muito da tese da Warrior Mato, né, que é uma produtora de carvão nos Estados Unidos. E o que que e qual que é a graça, né? é que desde do quebra-bebra que a gente teve nas construtoras da China, né, o setor metalúrgico ele teve um ele tá tendo anos muito ruins, né, eh, principalmente, né, e até o setor até de madeira, né, porque a madeira e o aço, eles eram usados muito na construção da China. Eh, é um setor que agora parece até que o dono daquela de uma das maiores construtoras foi preso lá na China, né, por uma questão de corrupção da Evergreen. Eh, então naquele naquele momento, né, muito desses recursos que eram usados dentro da China começaram a ser exportados a preços que não fazem o menor sentido, né? Então a gente vê o aço e principalmente o aço, né, chegando aqui no Brasil abaixo, né, do do que seria o equivalente a uma margem bruta negativa, né, das ciderúrgicas daqui. Então, ou seja, né, estão vendendo para tomar prejuízo mesmo, porque esse é um segmento que se você desliga um autoforno, ele pode ser um prejuízo muito grande, porque para você ligar o autoforno novamente é um é muito caro e demora muito. E você tem risco até de no momento que ele é muito quente, né? Se você se você desliga ele, você tem chance até dele rachar depois, né? Você tem um período ali de de que ele vai esfriando e ele pode até rachar. E aí é um grande de um prejuízo, né? Então, eh, as empresas elas preferem por não desligar o alto forno, mesmo que a demanda por aço seja mais baixa, continuar produzindo e vendendo prejuízo, principalmente também porque elas são financiadas a um juro artificialmente baixo na China. Então ele vai exportando e jogando aço no mundo né? E e por que que eu tô falando isso, né? Porque o carvão, um dos principais usos para ele é matériapra para fazer o aço, né? O que a gente fala aqui que é o carvão térmico, né? Que se usa na metalurgia, né? E esse é o principal carvão que as empresas americanas ali fazem, que a gente investe, tá? Então você teve por conta disso, né? um movimento de queda muito grande também no carvão, acompanhando o aço. Só que mais recentemente isso claramente isso não era, não dá para perpetuar isso daí, que é um cenário absurdo de de a China praticamente quebrar as ciderúrgicas através do mundo. A gente tá vendo aqui a CSN e US Minas passando grande dificuldade. A Guerdal se salvou um pouco porque ela tá nos Estados Unidos. Eh, e os Estados Unidos começou a beter tarifa nesse aço, né, no aço chinês. Agora até brigando com o Canadá e brigando com o Brasil também, né? O Brasil também tá subindo, fazendo medidas antidumping e o aço tem começado a se recuperar e naturalmente as empresas de carvão também. Então a gente olhava essa no caso da Warrior Matco por exemplo, ela tem um caixa líquido gigantesco, chegou a ser 15%, 20% do valor de mercado da empresa, o caixa líquido. E ela de fato não era uma e ela é a empresa, né? O que que é o mais interessante dela? que ela tem o menor custo de produção dos Estados Unidos e o custo dela chega a ser 20% abaixo de outros concorrentes. Então, mesmo com o carvão no low, do low, ela ainda era lucrativa. Muitas outras empresas estavam de fato no negativo, mas também eram são empresas de caixa líquido. Então assim, não é que, ah, é, meu Deus do céu, tô quebrando, não. Assim, você dá para, você não pode ficar nisso para sempre, mas dá para tocar. Sim. Eh, e ela, pô, será uma empresa lucrativa com 20% do valor de mercado em caixa, com uma produção ainda de mais 10 anos de carvão de reserva comprovada e ainda tem mais a beleza, né, de que ela tá abrindo uma nova mina que vai subir a produção dela praticamente em 70%. E a gente tá começando a ver isso agora, né? Então, ela é uma uma empresa que tem uma produção de mais ou menos uns 9.000 toneladas de carvão por ano e ela só esse ano já tá adicionando mais umas 2.000 tadas e e o total dessa nova mina que ela tá abrindo vai ser de 7.000 1000 toneladas, né? 7 milhões, aliás, de toneladas, não, não 1000, né? 7 milhões de toneladas a mais. Então, na verdade, ela vai crescer de eh sete em cima de nove, ela vai crescer praticamente 70% a produção dela no momento que o carvão agora tá até subindo, né? Junto com a questão do aço, tá? Então assim, é uma empresa que, putz, ela negocia para esse ano, sei lá, algo como 15 vezes lucro, né? Porque a gente tem o carvão muito baixo, mas é uma empresa que vai dobrar de tamanho. Só de ela dobrar de tamanho sem o carvão subir nada, ela já estaria sete vezes lucro. Lembrando que ela tem uma produção de reserva provado por mais 10 anos aí e ela tem boa parte do valor de mercado em caixa líquido ali, né? Então assim, se o carvão sobe algo como 20, 30%, você é uma empresa que pode estar negociando três vezes lucro. Eu, pô, é um negócio bisonho assim, quando você olha assim, a gente não tem como saber qual vai ser o preço do carvão nos próximos anos, mas, pô, se você pensar que, cara, para baixo é improvável, porque apesar dela tá lucrativa, as outras não estão. Provavelmente as outras vão parar de produzir se ficar nesse tomar põ tempo. Então, para baixo é improvável. Do jeito que tá, ela também não vai dar um retorno que lá essas coisas que vezes lucro, né? É, apesar de que tem o crescimento né? Eh, mais provável é subir o carvão. Se subir pode ser muita coisa, né? >> Essa é uma empresa que já teve gerando quatro vezes mais lucro em 2021, 222, quando o preço do carvão tava lá em cima no pós-pandemia, né? Então assim, é um negócio parece muito assimétrico, né? Muito embora a loja tenha subido bem, né? Desde que a gente fez a recomendação inicial, tá? Mas assim, é um negócio com potencial gigantesco, né? E assim, o risco não parece muito grande assim, não é? Não é aquelas coisas que a gente fala assim, não, ó, é uma pimentinha, você pode ser que você perca tudo, mas tem a chance de multiplicar, não, não é assim, o risco parece baixo. Aí você fala: "Pô, mas por que que tá nesse preço?" Porque o pessoal quer investir em ar. >> É um pouco disso, né? Ninguém quer uma small cap de carvão. >> Interessante. E eu queria, né, até abusar um pouco da sua, se você podia compartilhar mais um case que você acha também interessante com o pessoal, porque eu vi que você trouxe um case muito legal, muito diferente do que a gente tá acostumado a ouvir, como você falou, né? Não tem nada a ver com IA >> e talvez sejam esses que são os cases de maior sucesso daqui pra frente, né? Exato. Então, o pessoal tá com muito medo na nossa visão de forma acertada com software, mas a gente tem uma empresa que ela chama Sirius XM, que ela é não é ela é um software, né, de streaming de música, né? Eh, e isso é um negócio interessante. Por quê? Porque o streaming de música, ao contrário de outros softwares, ele tem um custo agregado relativamente alto, que é o custo basicamente dos direitos autorais, né, e royalty que você tem que pagar e pras produtoras de música, né? Então, por isso que se você pega, por exemplo, um Spotify ou e ele ou até o YouTube Music, o YouTube Music a gente não consegue ver muito bem o DRE dele, mas a gente consegue ver no Spotify e você vê ali que a margem de lucro é baixa e o principal custo que você tem é de fato de pagamento de Royal e é um custo relativamente alto e que é uma barreira de entrada. Então não é assim, poxa, deixa eu juntar aqui três, quatro engenheiros de software e um cloud e a gente vai fazer um novo Spotify Streaming Music, não é? Tá? É o business mais difícil na nossa visão dele ser disruptado. E e você tem, no caso da Sirius XM vantagem competitiva muito grande, que é o relacionamento dela com a indústria de automóveis. A gente fez um estudo aqui >> que nos últimos 10 anos as pessoas costumam ouvir música durante uma hora por dia e isso não mudou nos últimos 10 anos né? >> Interessante. >> Eh, então, 10 anos atrás era assim e hoje continua sendo. Acho que até alguns minutinhos aumentou, tá? Então era tipo 59 minutos, agora 1 hora4. Mas assim, é uma coisa que na verdade só é margem de erro, né? E a maior parte desse tempo as pessoas ouvem ouvem música no carro, que é onde a Sirius XM é mais forte, porque ela tem hoje um relacionamento muito bom com a indústria automotiva. Então 40% dos carros que são vendidos nos Estados Unidos já saem com o aplicativo da Sirius, né? Eh, e além disso, ela consegue ter um pouco mais de vantagem competitiva no sentido de que ela constrói conteúdo proprietário. Então, alguns eh artistas eles fazem shows exclusivos na plataforma da Sirius Exem. Obviamente eles são pagos para isso. E você também tem a questão dos podcast. É óbvio que assim isso é algo que dá para replicar, né? Se você pode criar um aplicativo de streaming, começar a pagar para umas bandas irem lá tocar, eh, mas você vai ter que investir um capital nisso daí, né? você criar, por exemplo, eh, um CRM, por exemplo, de uma empresa, já é um negócio que requer muito menos capex, né, e relacionamento. Você simplesmente tem que entender muito daquele negócio, você programa lá e você pode acabar entregando. Então, por exemplo, o business, por exemplo, da Sales Force é um negócio que é mais duvidoso. Por exemplo, talvez do Adobe é mais duvidoso, na minha opinião, do que o essa questão do streaming de música, né? Eh, porque por conta tanto do relacionamento com as montadoras que dá para replicar, mas não é assim. Eh, e também pelo conteúdo proprietário, né, que são que acontecem ao vivo, tá? Eh, e aí assim, quando você vê, né, isso parece que foi jogado as traças junto com todo o resto, apesar da gente entender que existem algumas barreiras de entrada ali. E hoje ela é uma empresa que ela tem um um guidance prono que vem de geração de caixa livre de 1.4 B e vale 9 B, tá? Então isso daí gera basicamente um retorno em fluxo de caixa livre pra gente de 15% ao ano e que na nossa visão tem pouca chance de cair, né, de ser negativo. Ao longo dos últimos anos eles têm conseguido inclusive subir o preço dessas assinaturas e fazer com que a receita e fique razoavelmente estável, talvez tenha até algum crescimento pra frente. Eh, só que desse dessa geração de caixa, a gente espera que ela cresça ao longo do tempo, porque ela veio de um período que ela teve que lançar muitos satélites, né, que é basicamente um capx de manutenção, né? você precisa lançar novos satélites a cada período que eles depreciam, né? Eles os satélites depreciam, você lança novos, né? E aí ele tem também uma, a gente tem uma perspectiva de que esse capex ele vai reduzir da ordem de uns 150 milhões pros próximos aí 2 anos, tá? Então se ela fizer, por exemplo, 1.4 B no ano que vem, provavelmente em 2028 ela deve fazer como 1.5 B, talvez em 2029 faça 1.55 B, né? Algo nessa linha. E aí a gente vai ter uma empresa gerando 16, 17% de geração de caixa paraa gente ao ano e vai ser tudo e é tudo devolvido em recompra de ações, né? Então assim, essa é uma empresa que para o investimento ser ruim, ela precisaria ter uma queda de receita de algo como 3 5% ao ano para sempre, para que a gente ficasse, para que a gente tivesse um retorno de 10% ao ano. E mesmo assim a gente nem ia perder, você pensar, né, que você gera 15% de retorno de sendo conservador, né, e menos C de decrescimento, você teria um retorno ainda de 10% ao ano, mesmo que esse fluxo caísse ao longo tempo. Então assim, a chance de perder dinheiro aqui parece baixa. teria que ter realmente um impacto muito grande. Só que assim, os hábitos das empresas e das pessoas não é um negócio simples de mudar, né? Você pega assim, pô, o cara que tá acostumado a tomar um café eh na hora que ele acorda, quão difícil é desse cara parar de tomar o café. É difícil. E o cara que ele pega o carro dele, vai pro trabalho, independente se o carro é elétrico ou não, se o carro dirige sozinho ou não, o cara tá acostumado a ouvir a mesma rádio, é difícil o cara mudar aquilo ali. Eh, ou se o cara tá acostumado a ouvir as músicas dele, por exemplo, eu e cara, eu adoro ouvir música. Eu ouço música praticamente todos os dias, só que eu uso o concorrente, eu uso Spotify. Mas, cara, sempre quanto que o cara tem que subir a assinatura do Spotify para eu deixar de usar o Spotify, tem que subir muito, cara. Entendeu? e eu preciso, pô, eu preciso começar a me incomodar. E assim, então é muito difícil as pessoas deixarem hábitos, né? Então assim, para cara contando que aquela empresa vai subir preço provavelmente ao longo do tempo, assim, você tem que ter uma perda de base de assinante muito grande para você para ter um retorno ruim desse investimento. A gente, ele pode ser um baita de investimento, ele pode ser um investimento medíocreo, mas para ele ser um um investimento ruim, precisa muita coisa ruim acontecer, tá? >> Bacana. Acho que você soltou o ouro pro pessoal, o pessoal agradece aqui o que tá, porque foram dois cases bem interessantes, bem legais, cara. Eu acho legal é você entrando no case, entendendo um pouco do negócio, porque aí você fala: "Ah, às vezes parece que era um monótono, mas quando você vai entendendo os meandros desse negócio, caramba, isso que interessante, vai aprendendo até algumas coisas hábitos de consumo, né, como você falou, são muito perenes ao longo do tempo, né? Então, bem legal, achei bacana assim, o pessoal agradece aí o Mal. que agora sair um pouco dos Estados Unidos e um pouco pro resto do mundo, né, que como, né, a gente fala de ações internacional, obviamente uma boa parte tá nos Estados Unidos, é innegável, não tem como fugir dali, só que tem o resto do mundo ali, né, grandes investidores normalmente até olharam paraas outros países, ganharam muito dinheiro ali. E aí, né, para um investidor que já tem uma exposição bastante grande ali em bolsa norte-americana, né, tá buscando às vezes uma diversificação geográfica ou então porque tem de fato oportunidades, né, tem alguma bolsa, algum mercado que você tá olhando um pouco mais, que você acha mais que você tem visto algumas coisas, como é que tá fora Estados Unidos assim esse seu busca? >> É, a gente tem olhado algumas empresas de utility na Europa, tá? Eh, mas ainda numa análise um pouco incipiente, tá? Mas tem algumas coisas interessantes ali assim em Londres, França, tá? Que são que são algumas empresas eh que realmente de serviço de utilidade pública que parecem descontadas, tá? Mas a gente ainda vai trazer isso daí mais para frente, esse estudo. Mas tem algumas coisas que chamou atenção, sim. E falando de mundo, se eu acho que a bolsa do Brasil ela parece boa, viu? até quando a gente compara com com outros países, eh, tá difícil competir aqui com com algumas coisas que tem na bolsa do Brasil, mas sim, a gente olha, eh, eu acho que hoje, por exemplo, a Europa, quando a gente fala de empresas de alta qualidade, né, que a gente gosta também de investir em negócios que a gente chama de great companies, né, que são empresas indiscutíveis, né, com modelo de negócio dificilmente replicável. E que é o que a gente chama aqui de que é o que a gente gosta da BKSIre, por exemplo, Meta, Google, Amazon, tá? São negócios que são muito dificilmente replicáveis. Por exemplo, essa a gente não tem, mas poderiam entrar também. SP Global, Mastercard, Visa. E se você for olhar eh na Europa, eu acho que vai ser mais fácil você encontrar Great Companies a preços razoáveis do que nos Estados Unidos, né? Porque o fluxo de ETF ele acaba jogando tudo para cima, né? No meio de um bull market. Então o pessoal até reclama assim, tem muita coisa com recomendação de aguardar, né, das great companies, mas é porque realmente é um sintoma do bull marketing, né, a gente ter começado a olhar um pouco mais pra Europa também para encontrar essas great companies. >> Bacana. Você falou de Brasil, então vou vou puxar esse gancho aqui porque você já você é um analista que começou analisando coisas do Brasil, então você tem um >> boa parte também da sua experiência, tá ligado à bolsa brasileira, né? E você falou um negócio interessante, né? Porque se a gente olhar o Brasil nos últimos desde o começo do ano, até do ano passado, né? a gente foi muito influenciado por fluxo de capitais estrangeiros. Isso levou a bolsa, né, brasileira chegou a bater quase 200.000 pontos, agora tá um pouco mais baixo, se não 75. Mas então na sua visão é e a bolsa brasileira tá bastante descontada, tá, ela tem atraído muito a galera lá fora. Você acha que o pessoal olha pelo mundo e fala assim: "Pô, o Brasil é um lugar que a bolsa tá bem descontada?" >> Eu acho que sim, assim, se você for olhar, eh, tem duas métricas que eu gosto mais de olhar de bolsa, que é o preço lucro e o dividend y da bolsa. E se você for olhar essas duas métricas, o Brasil tá entre as cinco mais baratas do mundo, entendeu? Então é difícil você dizer que putz, que a bolsa do Brasil não é barata. Só que se você for olhar também o juro real brasileiro, que daí a mesma comparação que eu falei lá atrás do S&P 500, o juro real brasileiro de 10% ao ano ou de 9% ao ano, ele é o aí você vai saber até melhor que eu, mas assim, ele é dos maiores do mundo. Acho que ele só tá atrás da Rússia, eu nem sei, ele tá disputando ali com a Rússia, né? momento a gente tá até na frente >> é. Então, então é uma coisa monstruosa esse juro real, né? Então assim, a bolsa claramente é barata, mas pode ser que o juro também seja barato, né? Eh, o juro no sentido de que deveria comprar os juros, né? Tomar os juros. Eh, então assim, mas quando você, objetivamente falando, as empresas do Brasil, você compra muito mais dividendo e lucro por real, né, do que em praticamente em qualquer outro lugar. O que que o que que a gente pode falar também, né, que assim, o Brasil ele tem 200 empresas praticamente líquidas e o mundo tem prticamente 50.000. Então, mesmo que se você jogar, se você sortear uma empresa no Brasil, é provável que ela esteja barata. No mundo não necessariamente, mas como o mundo tem muito mais empresa, às vezes a gente acha até coisa mais barata lá fora do que aqui. Muito embora, tipo, cara, é o que eu falando assim, o Brasil hoje e e assim, a gente tem a bolsa negociando em múltiplo ridículo, né? E algo deve est algo como sete vezes lucro, que é uma das mais baratas do mundo. Só que se você sair das 30 maiores do Ibovespa, aí o que tem embaixo aí é surreal. Tem tem pelo menos umas sete empresas aí a três vezes lucro [risadas] e tem muita empresa em abaixo de seis vezes e são negócios decentes, entendeu? Então realmente surpreende um pouco o momento do Brasil. Se você se você sai ali das 30 maiores do Ibov para baixo, tem tem muita coisa. Tem alguma dessas aí que te chamou mais atenção? >> Tem. Eh, a gente gosta bastante de uma empresa que ela tornou, ela é uma empresa de educação e ela é focada na parte de saúde no Nordeste, né? Então, um negócio totalmente fora do radar, é uma empresa que vale Rhão deais, tá? E qual que é a graça desse negócio, né? Basicamente você tem metade do resultado ali do EBA que ele vem das faculdades de medicina, que é um negócio muito sólido, né? Com por ticket médio de R$ 9 10.000 R$ 1000 por mês e que o cara depois que ele já pagou 2 anos dessa faculdade, o cara já se comprometeu com quase R$ 200.000. Esse cara para sair, para ele evadir, ele vai ser a última coisa que ele vai tentar fazer, entendeu? Eh, e a captação tá super sólida. E a graça também é que ela tem crescimento aqui. Ela tem vagas ainda maturando. Tem vagas, por exemplo, que ela ganhou, são 360 vagas por ano, que ela só entraram três turmas, então ainda vão entrar três. Então, nos próximos 3 anos, ela vai adicionando 360 alunos por ano. Só para você ter uma ideia, Rafa, é 360 x 9 x 12, né? Eh, vezes 50%, se você fizer essa conta, que que é isso, né? É 360 alunos vezes R$ 9.000, R$ 1.000, que é o ticket médio de entrada, porque depois esse ticket vai subindo no tempo, vezes 12, porque ela é uma mensalidade vai est no ano e vezes 50%, que é a margem, isso daí vai dar algo como 30 e tantos milhões de abidá eh por ano. E é uma empresa que faz 600 milhões de Bidá por ano. Então é um crescimento de 5% ao ano em termos reais, né, que a gente não tá nem corrigindo as mensalidades hoje, né, vão subindo. É só falando de crescimento em termos reais, que é de novos alunos, né? É pelos próximos 3 anos aí tranquilamente. Aí você fala: "Puta, tá bom? É uma empresa que tem um crescimento razoável, assim, não é um crescimento baixo, porque se você imaginar que a inflação é 5%, então o crescimento de abdá vai ser de 10% ao ano." Então é um crescimento bastante razoável e ela é uma empresa que de alguma forma ela negocia duas vezes webidar, né? Ela tem uma alavancagem muito baixa de 07 e ela desse bit dele, qual que é o benefício de uma empresa educacional no Brasil? é que elas não pagam praticamente imposto de renda. Você dá bolsa de graça para as pessoas estudarem e você deduz da tua alíquota de imposto. Isso chama o proi. Então esse bit de de 600 milhões que ela gera, ela converte praticamente mais da metade em geração de caixa livre, que daria só nos últimos 12 meses, ela gerou 350 milhões de gera de caixa livre que pode ser distribuído pros acionistas. E a tendência é que isso vai aumentando, porque ela tá matando a dívida e ela tá adicionando aluno. Então é uma empresa com crescimento, sem dívida, retornando capital para os acionistas e que ela, de novo, el talvez no ano que vem ela vai gerar 400 milhões de geração de caixa, ela vale 1 bio, basicamente três vezes. >> É, é, é abaixo de quatro vezes preço sobre fluxo de caixa, um negócio abissal. E aí o outro business, né, que que não é só de medicina, os outros 50% eles estão na área de saúde, né, que aqui principalmente enfermagem, biomedicina, eh terapia comportamental, essas coisas que eh veterinária que também estão crescendo bastante, é odonto é mesmo porque você tem um crescimento muito grande dessa parte de botox estética. É exato. E o cara que faz odonto e enfermagem, ele pode aplicar botox, ele pode fazer cirurgias pouco invasivas no rosto, eh, entendeu? Ele po, então, e que é um e que é um business que cresce muito. Então, só esse ano eles conseguiram repassar o ticket em 12%, salvo engano, nesses business ex medicina. Então, o cara ele tava na faculdade pagando mais ou menos uns R$ 550, agora tá pagando a cima de 630. Então você pega uma inflação aí nos últimos 12 meses que foi da ordem do quê? Uns 4,5%, foi isso, né? E aí eles subiram 12%, né? Então passou três vezes a inflação em cima desses negócios. Então e e com uma evasão que não é alta, tá? Até ficou de lado, até caiu a evasão. Então quer dizer o quê? Que que o pessoal tá gostando, né? Que quer fazer mais, né? Então mostra que a demanda é resiliente. Então assim, é um negócio muito impressionante assim nível de preço. E são essas coisas que realmente dá para achar quando você desce ali dos das 30 maioras do Ibovespa, se você for peneirando, você acha uns negócios impressionante. >> Depois dessa aula, né, que amala que deu pra gente de algumas empresas, de algumas oportunidades da bolsa, porque isso aqui, cara, isso aqui é informação dela. Brincando, mas é, foi muito bom que você trouxe essas essa visão assim, né? Porque a gente às vezes fica muito preso aquelas empresas de sempre, né? E aí acaba esquecendo que você tem negócios muito interessantes, muito boos, empresas com business muito com potencial muito grande que a gente acaba não olhando porque não são são mais monótonos, né? Você falou não acho que você tão monótono, mas no geral é um pouco disso, né? Bom, vamos caminhando já pro fim, né, do nosso podcast. E aí eu vou passar agora para as perguntas que a gente fala que são as mais difíceis, que elas não vão envolver necessariamente agora e mercados financeiros, ações. Eu queria te ouvir agora recomendações de um livro, um filme, um restaurante e uma música. necessariamente nessa ordem fica aberto para falar se quiser recomendar um livro que não seja de mercado, um livro que te marcou, algum filme que você acha muito bacana, uma necessariamente uma música, pode ser também um, né, um cantor, uma banda, enfim, fica bastante à vontade. >> Eu acho que um livro que todo investidor de ações deveria ler, ele é um livro pequeno, mas que para mim, cara, me ajudou muito assim, que era o The Little Book of Valuation do da Modaran, né? Ele é um livro livro pequeno e se você for pegar até tem uns aqui nessas instantes, livro de valuation, eles normalmente são um livro de 500 páginas que é praticamente impossível de ler porque é muito denso e conteúdo e equações e que coisas que, por exemplo, o investidor médio, ele não simplesmente não entende nem o conceito que tá naquela função. Então, se você não sabe, você tá entendendo? Você tem uma função de, por exemplo, eh, taxa mínima de atratividade, né, que seria o custo de oportunidade do investidor, ela vai fazer referência, por exemplo, ao beta, ao risco de mercado, que são coisas que se você nem sabe o que que é o risco de mercado, como é que você vai entender? E aí você E aí é por isso que o livro ele acaba ficando monstruosamente denso. Enquanto que, cara, se você for perguntar, eh, se você ouvir até o que eu falei aqui, por exemplo, sobre a educacional, não falei nada desses termos, porque não precisa falar porque a coisa é simples, né? Assim, o investimento deveria ser uma coisa que todo mundo consegue entender, mas os livros são extremamente complexos. Então, quando você pega esse livro do Domodoran, ele resume muito assim de seca no que realmente importa para você entender realmente quais são as alavancas de valor, né? de uma empresa. Então, por exemplo, se um cara te fala assim, pô, a empresa tá 10 vezes lucro, é super barata. O cara que lê o livro, ele vai conseguir entender e fazer as perguntas certas. Não, tudo bem, mas espera, qual que é o retorno desse investimento, né? Qual que é o ROI, qual que é o ROIK desse investimento? Pô, mas qual que é o o custo de funding desse cara? Quanto que é a oportunidade de crescimento? Ele paga a dividendo ou não? E aí você vai e ele no livro ele mostra isso, né? Que todo múltiplo ele tem uma variável acompanhante. No caso do preço lucro, seria o crescimento desse lucro, por exemplo, é a variável que mais impacta na na preço lucro. Então, eh, mas para todos os múltiplos ele faz isso, vai mostrando a relação entre as coisas, enfim, como avaliar e ele separa, né, com valuation de bancos, valuation de empresas cíclicas e ele dá o exemplo de uma empresa de petróleo, né, entendeu? Valuation de empresas de crescimento, valuations de empresas em decadência e tudo com exemplos reais. Então eu acho que é um livro simples, pequenininho, que acho que todo mundo que lê isso aí vai conseguir entender pelo menos uma dinâmica geral de como se faz o valation de uma empresa. Eh, sem uma planilha de 8.000 linhas aí dentro. Car legal. >> É, >> eh, um filme agora, um filme que te marcou, algum filme que você recomenda assim, >> tá? Eh, é o quê? Um filme de mercado, qualquer coisa. Aí fica aberto dos mais variados gêneros, assim, pode ser um filme de comédia, pode ser um filme de terror, filme de drama, fica, fica à vontade, fica bem aberto, mexente, >> tá? Eh, bom, então vou falar uma coisa aqui que a maior parte das pessoas que entende de cinema detestam, né, que é o Adam Sandler. Para mim pode ser qualquer filme do Adam Sandler, cara. Eu sou fã dele lá, acho que qualquer foi muito engraçado, mas o o que eu mais lembro quando eu era mais novinho era aquele paizão. >> Paizão. >> É que esse ser um filmaço, na minha opinião, cara, que acho que se eu ver hoje ainda dou gargalhada daquele filme. E mas qualquer filme dele para mim serve e é engraçado porque ele é uma um é uma pessoa que eu admiro também. Eh, apesar de o consenso de quem entende de cinema fala que os filmes dele são horrorosos e que que ele é muito ruim, não sei o quê. Mas eu acho esse cara sensacional, porque muito embora as pessoas achem que ele é muito ruim, ele fez sucesso o suficiente para conseguir abrir a própria gravadora dele. Ele faz os, ele que escreve os roteiros dos filmes dele e ele chama os amigos dele para gravar com ele. Não sei se você já reparou, mas são quase sempre os mesmos atores que participam de todos os filmes dele, porque são os amigos dele. Então ele tem para, então ele não tá nem aí assim, ele vai lá, pô, tive uma ideia de um filme, ele escreve, aí ele vai na produtora dele, ó, pessoal, vamos produzir esse filme e ele chama os amigos dele e ele grava e ele se diverte com aquilo ali, independente se vai fazer sucesso ou não. E tem uns dots que nem eu, que gosto dos filmes e assiste e aí faz com que ele ganhe dinheiro para fazer novos filmes. Então, acho que esse cara ganhou a vida ali, né? Ele faz literalmente o que ele quer com os amigos dele, se diverte e ainda faz dinheiro, cara. Acho sensacional. Interessante. Um uma música ou uma banda, enfim, um álbum, alguma coisa. Você falou que você ouve bastante música, mas tem alguma que você >> tá, eu sou um cara que gosta de rock, então vou falar uma coisa aqui que eu acho que talvez ninguém nunca tenha ouvido, poucos vão ouvir, que é Angra. É, então será? Acho que só tem que é só acho que só o pessoal que não que que gosta de rock e ainda assim vai ser um nicho que conhece, não é um negócio tão tão difundido, eu acho. Mas deveria ser porque é incrível. Gosto de todas as músicas. Muito bem. Bom, para finalizar, você tem algum restaurante favorito que você encomende aqui em São Paulo? Boa. Vou falar também de um que se fosse uma empresa seria uma small cap, mas eu acho que todo mundo deveria ir que é o Augustos Bar, que é o melhor frango parmediana de São Paulo, assim é disparado. É um restaurante que só tem frango parmediana. [risadas] É verdade. Mas são os é o melhor frango. Na verdade tem de carne também, né? Tem também de eh de berinjela. Mas eu prefiro o frango, né? E é o melhor a parmediana de São Paulo disparado ou gostoso baixos que deveriam ir lá. comentação. >> E é um restaurante super raiz, né? Que é o fundador que fica lá, ele ainda anota no papelzinho. Na hora de fazer a conta, ele faz a conta no papel. Ah, você comeu isso, você tomou o refrigerante, ele faz a cola no papelzinho e você paga lá. O cara é raiz. É, não é muito raiz e é bom demais. Depois de te ouvir aí dessas boas recomendações, M, queria te agradecer por ter aceitado o nosso convite. Foi muito bom te ouvir aí pra gente elucidar algumas dúvidas que ficam, entender alguns cases, setores, empresas que a gente às vezes acaba não tá no muito no radar das pessoas. Você trouxe, eles trouxe umas umas informações muito valiosas. Então, muito obrigado por ter aceitado o nosso convite, por ter participado e obviamente que as portas ficam abertas. Bom, é sempre um prazer e vamos ver se se eu sou chamado de novo, eu participo no futuro falar outras teses. >> Maravilha. E você que ficou com a gente até o final, muito obrigado. Dê um like, compartilhe e é isso aí, gente. Muito obrigado e até a próxima. Valeu,
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