SEJA PARCEIRO DE GRANDES NEGÓCIOS (e não dono de pequenos negócios)

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URL YouTube

https://www.youtube.com/watch?v=VqbEB58-Z74

Statut

Analyzed

Demandé Le

June 03, 2026 at 06:00 AM

Performance Globale

+5,93%

Recommandations

ITUB4 BUY
""Quando você compra Itube 4, você é sócio do Itaú.""
Contexte: Trecho em que o narrador dá exemplos práticos de como “ser parceiro de grandes negócios” ao comprar ações.
Prix à la date de publication: R$39,56
Prix de clôture du dernier jour: R$42,59 (Jul 10, 2026)
Bénéfice/Perte: +R$3,03 (+7,66%)
WEGE3 BUY
""Quando você compra Veg 3, você é sócio da Veg.""
Contexte: Trecho em que o narrador dá exemplos práticos de como “ser parceiro de grandes negócios” ao comprar ações.
Prix à la date de publication: R$42,00
Prix de clôture du dernier jour: R$45,74 (Jul 10, 2026)
Bénéfice/Perte: +R$3,74 (+8,90%)
BBSE3 BUY
""Quando você compra BBS3, você é sócio da BB Seguridade.""
Contexte: Trecho em que o narrador dá exemplos práticos de como “ser parceiro de grandes negócios” ao comprar ações (menciona “BBS3” referindo-se à BB Seguridade).
Prix à la date de publication: R$35,13
Prix de clôture du dernier jour: R$39,28 (Jul 10, 2026)
Bénéfice/Perte: +R$4,15 (+11,81%)
DIS BUY
""Quando você compra uma ação da Disney, você ganha uma parte do que você gasta na entrada do parque.""
Contexte: Trecho em que o narrador usa a Disney como exemplo do que significa comprar ações (participar do resultado do negócio).
Prix à la date de publication: $101,41
Prix de clôture du dernier jour: $96,81 (Jul 10, 2026)
Bénéfice/Perte: $-4,60 (-4,54%)

Transcription Complète

Os homens mais ricos do mundo t uma coisa em comum. Nenhum deles é 100% dono da própria empresa. Eu vou te mostrar nesse vídeo o porquê. Só que antes de eu te mostrar os números, eu preciso te levar para uma cena que aconteceu algumas semanas. Era uma tarde gravação, não como qualquer outra. É, do meu lado tava o Luiz Barcey, 87 anos, o maior investidor pessoa física da bolsa brasileira. Do outro lado tá o meu amigo empresário Tecar, dono de uma das lojas de carros mais famosas do Brasil. E aí no meio da conversa, o Tecar olhou pro Barça e ele perguntou pro Barça: "Bar, se eu vendesse todos os meus carros, investisse esse dinheiro, eu ficaria mais rico, mais rápido?" O Barce respondeu que sim. Aí o Tecar disse: "O senhor não quer comprar a minha loja não?" Aí o Barça respondeu que não, porque nós temos filosofias distintas de investimento. Você é uma pessoa que tem o direcionamento de ser dono de um pequeno negócio e eu, eu gosto de ser parceiro de um grande negócio. Aí você corte e viralizou. Da noite pro dia, todo mundo falava só disso. A internet inteira se dividiu em dois grupos. De um lado, gente defendendo o Tecar, do outro, gente defendendo o Barce. Obviamente, os dois t pontos a serem levados em conta aqui, mas o que nenhum dos dois grupos fez foi fazer a pergunta certa. E a pergunta que ninguém tá fazendo é: por que que essa frase que saiu da boca do Luis Barce transformou um menino pobre do Braç maior investidor da bolsa brasileira? E mais importante ainda, porque os 10 homens mais ricos do mundo, todos eles, sem nenhuma exceção, concordam com Barça? E é exatamente sobre isso que eu vou falar no vídeo de hoje, porque essa filosofia do Barce tem por trás uma lógica matemática que governa as maiores fortunas do planeta há no mínimo 4.000 anos. Uma lógica que pode determinar se você vai morrer com R$ 500.000 R$ 1000 no banco ou com centenas de milhões de reais, que eu vou te explicar do jeito mais simples possível como isso afeta diretamente o seu bolso, independente do quanto você ganha hoje. Só que antes da gente começar, deixa o like aqui no vídeo e se inscreve no canal. Isso é muito importante para motivar o nosso time a continuar produzindo esse tipo de conteúdo para você. E bom, eu dividi esse vídeo em três partes. Primeiro, eu vou voltar anos no tempo até a Babilônia, porque essa filosofia que o Bart defende não é nova, ela é a coisa mais antiga que existe sobre dinheiro. Segundo, eu vou te mostrar como os homens mais ricos do mundo ficaram verdadeiramente ricos com a mesma filosofia do Barça. E terceiro, eu vou te contar três histórias da minha vida que provam na prática que essa lógica funciona. E para começar, eu preciso te apresentar um livro e se você me acompanha há algum tempo, com certeza você já ouviu falar nele. O nome desse livro é O homem mais rico da Babilônia. Ele foi escrito em 1926 por um americano chamado George Classon. Eu inclusive fiz o prefácio de uma das edições, mas não se engane com a data, não, tá? Porque o livro é de 1926, só que as histórias que ele conta são de 4.000 anos atrás, da época em que a Babilônia era a cidade mais rica do mundo. E o livro inteiro gira em torno de cinco leis, cinco leis do ouro, cinco regras que separam quem fica rico de quem fica pobre. E a terceira lei é a que importa pro vídeo de hoje. A terceira lei do ouro diz literalmente o seguinte: "O ouro foge do homem que o emprega em negócios ou propósitos com os quais não está familiarizado ou não contam com a aprovação daqueles que sabem manuseá-lo." E sabe o que que isso significa na prática? Quer dizer que existem dois tipos de risco no mundo do dinheiro. O primeiro é o risco de você não investir, mas existe também um segundo risco e quase ninguém fala, é o risco de você investir no que você não entende. E é exatamente aí que mora a sabedoria do Barçer, porque o Barça nunca tentou ser dono da própria loja de carros. Ele nunca tentou abrir um banco, ele nunca tentou ser dono de uma operadora de telecomunicação. Ele entendeu ainda jovem uma coisa simples. Existem pessoas no mundo muito mais qualificadas do que ele para tocar esses negócios. E qualquer um pode ser sócio desses negócios. Foi exatamente isso que ele fez. O Bar começou a comprar ações ainda nos anos 60. A primeira compra de ações dele do Banco do Brasil foi em 1972. E hoje ele é o maior acionista pessoa física do Banco do Brasil. Ele não fundou o Banco do Brasil, ele não administrou o Banco do Brasil, ele virou parceiro do Banco do Brasil. O próprio Barcy já disse que sendo parceiro de um grande negócio, sempre tem uma equipe muito grande para brigar pelo desempenho da empresa e não tem as dores de cabeça de um pequeno empreendedor. Você ter uma noção do que essa filosofia construiu, o Bar hoje tem um patrimônio de mais de R$ 4 bilhõesa. Só em ações. Ele recebe mais de R 1 milhãoais por dia de dividendos. Essa é a renda passiva de um cara que começou engraxando o sapato no braço. E detalhe, o Barça descobriu essa lógica praticamente sozinho, sem internet, sem MBA, sem ninguém para ajudar ele. Mas se ele tivesse acesso ao conhecimento que você tem acesso, ele teria visto uma coisa que iria validar tudo que ele já acreditava. Em um momento da minha vida, eu estava empreendendo e ganhando dinheiro. Quando eu li esse livro, eu descobri que eu deveria fazer com que o meu negócio rodasse sem mim. E aí eu comecei de fato a ter equity, comecei a trazer sócios, comecei a fazer o meu negócio crescer. Então eu empreendia com a mentalidade de um dono de pequeno negócio. De repente a minha mentalidade se expandiu e esse meu negócio começou a ficar muito maior. Então quando eu olho pro que o Tecar tá fazendo, por exemplo, não dá para falar que tá errado. Na verdade, se você olhar pro Brasil, ele é uma das pessoas mais ricas do Brasil se você olhar estatisticamente. Então, quando você empreende numa área que você domina, você tá fazendo certinho, você tá ganhando muito dinheiro. Só que se você continuar com essa mentalidade, você vai ter um teto. Então, no momento que você passa a pensar como parceiro de grandes negócios, você evolui essa mentalidade. E aí, no caso do Tecar, ele poderia ampliar o que ele está fazendo já de uma forma muito correta, mas que poderia ser muito melhor e muito maior se ele expandisse um pouquinho a mentalidade dele. E é isso que eu vou te mostrar agora, tá? Antes de continuar o vídeo, em março de 2026, a Forbes publicou a 4ª edição da lista dos bilionários do mundo e foram 3428 bilionários, somando um patrimônio combinado de mais de 20 trilhões de dólares. Você tem uma noção, isso é cerca de 10 vezes o PIB inteiro do Brasil. Só que a gente não tá interessado nos 3428. A gente tá interessado nos 10 primeiros, as pessoas mais ricas do planeta. E eu quero que você preste muita atenção numa coisa. Quanto cada um desses caras tem da própria empresa? Vamos começar de cima. Número um, Elon Musk. 839 bilhões de dólares. CEO da Tesla, fundador da SpaceX, dono do X, né, o Twitter. Quanto que ele tem da Tesla? Mais ou menos 13%. Só que espera porque fica mais interessante. Você tem o número quatro de FBZOS, 224 bilhões de dólares, fundador da Amazon. E a pergunta óbvia é: quanto cara que criou a Amazon tem da Amazon hoje? Resposta: 9%. Quando a Amazon abriu o capital em 97, o Bezos tinha 43% da empresa. Quando ele saiu da posição de CO em 2021, ele tinha 14%. Em outubro de 2025, pela primeira vez na história, o stake dele caiu abaixo de dois dígitos e hoje o fundador da Amazon tem 9%, e ele continua sendo o quarto homem mais rico do mundo. Aí número cinco, o Marc Zuckerberg, 222 bilhões de dólares, fundador do Facebook, hoje a meta. Quanto que ele tem na empresa que ele literalmente criou no dormitório da faculdade? 13%. Número 9, Warren Buffett, 149 bilhões de dólares, maior investidor da história da humanidade. Quanto que ele tem da Berkshire? 15% de participação. Você percebe o padrão? Os caras que fundaram os impérios mais valiosos da história do capitalismo moderno tem em média 12% das próprias empresas. Pensa nisso por um segundo. Esses caras não são donos, eles são parceiros das próprias empresas. Aí por isso que eu concordo com o Barce em relação a isso. É melhor você ser parceiro de um grande negócio do que dono de um pequeno negócio. Matematicamente isso faz sentido, porque pensa comigo, você prefere ser 100% dono de uma empresa que vale R$ 3 milhõesais ou ter 0.05% de uma empresa que vale 1 trilhão? Bom, se você prefere ter os R 3 milhões, você acabou de deixar R$ 500 milhões deais na mesa. Só que tem uma exceção na lista da Forbes de 2026 que eu preciso te mostrar, que ela parece contradizer tudo que eu acabei de falar. E quando você entender essa exceção, você vai entender que ela, na verdade, prova a regra. O número sete da lista é o Bernard Arnud, 171 bilhões de dólares, é o patriarca da LVMH, a maior empresa de luxo do mundo, dona da Louis Vitton, Dior Tiffany Seforá Moé Renessi mais de 75 marcas. E adivinha quanta família Arnult tem da LIVMH? Em fevereiro de 26, eles ultrapassaram a marca de 50%. Hoje, a família Arnult controla 50,01% do capital e 65.94% dos direitos de voto da LVMH. Agora você tá pensando assim, Thiago, sua tese tá furada. Errado, porque eu quero que você entenda como o Arnold construi a Louis Vitton. Em 1984, ele tinha uma pequena empresa textil falida, que era dona da marca Christian Dior. E o que que ele fez? Ele vendeu tudo da empresa Têxtil e ele usou o dinheiro para comprar uma fatia de controle da LVMH naquela época já existia. Ele não fundou a LVMH, ele virou parceiro da LVMH depois, ao longo de 40 anos, ele foi comprando outras marcas que já existiam. A Dior, Taghoweruer, Tiffany, Bulgary, marca por marca, equity por equity. A LVMH, do jeito que ela existe hoje não foi criada. Ela foi sendo montada por aquisição, por participação em negócios que já estavam de pé. Ou seja, até o cara que tem maioria da própria empresa construiu a fortuna dele sendo parceiro de outros negócios primeiro. A regra vale para todos, sem exceção. Quem fica realmente rico no longo prazo não é dono, é parceiro de grandes negócios. Calma, porque antes de você fechar sua loja, demitir todos os seus funcionários, vender tudo, investir na bolsa, preciso fazer uma pausa muito importante aqui. Empreender, dependendo da sua situação, é a forma mais rápida de você ficar rico que existe nesse país. Para muita gente é o único caminho viável. Eu quero deixar isso aqui muito claro, porque o TECAR ele também não tava completamente errado. Construir o negócio do zero, gerar emprego, pagar imposto e atender cliente, tudo isso tem valor. Isso é inclusive o que faz uma economia funcionar. A pergunta certa nunca foi empreender ou investir. A pergunta certa é como fazer os dois conversarem. E aqui entra a diferença entre uma eu presa e uma empresa. Uma eu presa é um negócio que depende inteiramente de você. Se você sai, ele para. Se você fica doente, ele para. Se você tira férias, ele para. Você não tem um negócio, você tem um emprego. Já uma empresa tem processo, tem equipe, tem cultura, tem produto que funciona mesmo quando você não tá olhando. E uma empresa pode ser vendida, uma empresa pode receber sócios, uma empresa pode crescer para muito além de quem afundou. E essa diferença é fundamental. Eu já fui dono de uma empresa lá no começo, quando o Primo Rico era 100% meu, quando todas as decisões passavam por mim. Em algum momento da minha jornada, eu entendi que se eu quisesse ir longe de verdade, eu precisava parar de ser dono e começar a ser parceiro da minha própria empresa primeiro. Foi por isso que eu trouxe o Bruno Perini como sócio. Foi por isso que a gente foi adquirindo outras marcas. A gente criou a Flass, depois a gente comprou a Grão, a Portfell, a gente criou a Hub e aí conforme o grupo Primo ia crescendo, mais sócios entravam no negócio e mais eu era diluído. E eu vou ser muito honesto com você. Cada vez que eu aceitei diluir minha participação no grupo Primo, no curto prazo, foi uma decisão difícil, porque o instinto é de ser dono de 100% do que você mesmo criou. O instinto é isso aqui é meu, eu construí, ninguém vai tirar de mim. É um instinto humano, mas eu prefiro 1000 vezes ter uma fatia menor de uma empresa enorme do que ter 100% de uma empresa média. E é exatamente o mesmo caso de FBZOS, do Zuckerberg, do Buffett, do Elon Musk e do Barce. Eu entendi que a matemática é melhor que a minha intuição. E essa lógica não parou só no grupo Primo. Ela continuou em fevereiro de 2025, eu virei sócio e membro do conselho da V4. A V4 é a maior assessora de marketing digital do Brasil, fundada pelo Daniel Liert. E aí eu te pergunto, por que que eu, dono de um grupo de finanças, fui virar sócio de uma assessoria de marketing digital? Resposta é exatamente a mesma. Eu olhei pra V4 e vi que tinha um negócio que já tava de pé, com gestão, com método validado, com a equipe, com cliente. Então eu não preciso criar uma V4, eu preciso ser parte da V4. E a mesma coisa aconteceu agora em novembro de 2025. Foi anunciado oficialmente que o grupo Primo se tornou sócio minoritário da Acto. A Acto é a primeira marca brasileira de relógios de luxo. E para você entender o tamanho do desafio, mercado de relógio de luxo é dominado há mais de 150 anos pela Suíça, né? Rolex, Patec Felipe, Ademar Pig, ômega e mesmo assim AT já fatura múltiplos oito dígitos, opera com lucro desde o primeiro ano e tem a meta de chegar em 2030 valendo mais de R 1 bilhão deais. E sinceramente eu não sei nada sobre montar um relógio do zero, pelo menos não sabia, né? Eu não conhecia a cadeia produtiva de aço, de safira, de movimento mecânico, mas esse é o justamente o ponto, né? Eu não precisava saber. Eu gosto de relógio, eu tenho alguns, mas eu não preciso criar uma empresa do zero para ser dono de uma. Basta ser sócio da empresa. Em todos os casos, a lógica é exatamente a mesma. Eu preciso ter parte do que cresce. Eu invisto e compro uma participação da companhia. Então, quando a companhia tiver lucro, eu também vou receber uma parte do lucro. Se a companhia for vendida, eu também vou receber uma parte do preço de venda. E agora a gente chega a parte mais importante do vídeo, parte que afeta diretamente o seu bolso, que você deve estar pensando. Beleza, Thaago, legal, legal para você, né? Você tem milhões para investir na V4, na ACO, no grupo Primo. Mas e eu que tô começando, como é que essa lógica de parceiro de grandes negócios funciona para mim? E a resposta é tão simples que talvez você nem acredite em mim, mas a verdade é essa. Quando você compra uma ação na sua corretora é com poucos reais, você não comprou um pedaço de papel, muito menos sei lá, um número na tela. Você comprou um pedaço de uma empresa que tem centenas ou talvez milhares de funcionários e que agora trabalham para você. Milhares de pessoas vão acordar 7 horas da manhã, vão pegar metrô e vão trabalhar durante 8, 10, 12 horas sem você precisar dizer uma palavra para que aquela empresa gere lucro. E uma parte desse lucro por lei vai cair na sua conta corrente em forma de dividendo ou de valorização das cotas. Ou seja, você sentado no sofá da sua casa com ações no seu bolso, contratou simbolicamente milhares de funcionários para trabalharem para você. sem CLT, sem férias remuneradas que você precisa pagar, sem 13º, sem rescisão, sem dor de cabeça nenhuma. E essa é, na minha visão, a definição mais bonita que existe sobre o que é comprar uma ação. Você não tá comprando um número, você tá comprando direito de trabalho alheio em escala, você tá empreendendo por meio da bolsa. Quando você compra Itube 4, você é sócio do Itaú. Quando você compra Veg 3, você é sócio da Veg. É uma empresa do interior de Santa Catarina que virou multinacional global. Quando você compra BBS3, você é sócio da BB Seguridade. Quando você compra ações, você tá sendo parceiro de grandes negócios. Quando você compra uma ação da Disney, você ganha uma parte do que você gasta na entrada do parque. E assim, eu sei que você deve estar pensando que, ah, beleza, entendi a teoria, mas não sei por onde começar. Eu não sei qual ação comprar, eu não sei como Barça escolhe as empresas que entram na carteira dele, eu não sei nada. É exatamente por isso que eu preciso te contar uma coisa que nunca aconteceu antes na história do grupo Primo. Antes de continuar o vídeo, pela primeira vez, o grupo Primo se uniu com Luiz Bars. E se depois desse vídeo você entendeu que ser parceiro de grandes negócios é um dos melhores caminhos para prosperar financeiramente, mas não sabe como começar na prática, então essa união entre o grupo Primo Luiz Bars pode fazer muito sentido para você, porque você finalmente vai aprender a investir o seu dinheiro, vai saber exatamente quais ações comprar, quais vender, até qual preço você pode comprar essas ações. Você vai aprender a investir com os melhores do mundo e vai entender como criar um segundo salário com uma renda passiva por meio de dividendos. Para participar da nossa nova mentoria, é só clicar no link aqui na descrição ou escanear o QR code que tá aparecendo na tela agora. Você vai entrar na página oficial dessa oferta e você vai receber em primeira mão tudo que eu, meu sócio Bruno Perini e o Bar vão preparar para essa turma. Mas voltando aqui ao nosso assunto, agora que você entendeu tudo isso, a filosofia milenar da Babilônia, como as pessoas mais ricas do mundo chegaram onde chegaram, a lógica por trás da filosofia do Bcia e os exemplos práticos que eu mesmo apliquei na minha vida, eu separei aqui três lições que você precisa tirar de tudo isso. Eu quero que você anote, porque essas três coisas vão te servir pelo resto da sua vida financeira. Primeira lição, você pode ser o motor de seu negócio ou o motor do crescimento. Você tem que escolher sabiamente. O princípio é o seguinte: ter 100% de uma operação pequena é ser refém do próprio negócio. Existe uma diferença gigantesca entre você ser o motor da operação e você ser o motor do crescimento. Quem é o motor da operação é uma epresa. Quem é um motor do crescimento é uma empresa. Se você tem um negócio hoje, começa a se perguntar: "Esse negócio funciona sem mim?" Se a resposta for não, você precisa trabalhar para que ele funcione. Pode ser contratando um operacional senior, pode ser trazendo sócios, pode ser vendendo uma parte para alguém que complementa o que você não tem, mas você precisa em algum momento ser substituível. Segunda lição, investir em ações é a forma mais democrática de empreender. O Jeff Bezos não fundou a Amazon para ele sozinho. Ele aceitou diluir de 100% para 9%, porque entendeu uma coisa simples. 9% de algo que vale 2 trilhões de dólares é matematicamente mais do que 100% de algo que vale 10 milhões. Esse é o jogo. E quando você compra ações, você tá fazendo a mesma coisa. Você não precisa fundar uma VG, você não precisa criar um Banco do Brasil, você não precisa montar uma rede de saneamento, você precisa simplesmente ter equity. E o equity é vendido em pedaços minúsculos, acessíveis e líquidos, todo dia útil na bolsa de valores brasileira. Então comece, simplesmente comece. Mesmo com R$ 100, você vai deixar de olhar o mercado como espectador e vai passar a olhar como sócio. E a terceira lição, a mais importante na minha opinião, respeite o que você conhece. Essa lição veio direto da Babilônia. Ouro foge do homem que o empregue negócios com os quais não está familiarizado. E o princípio é que existe um equilíbrio delicado entre ser parceiro de grandes negócios e abandonar o que você já sabe fazer. Se a fonte do seu patrimônio hoje é a sua empresa, a sua loja, o seu consultório, o seu escritório, o seu salão, o seu canal, não vende tudo amanhã para locar 100% na bolsa esperando o mesmo retorno. Você vai se decepcionar, porque a bolsa não te paga pelo que você sabe fazer ali na sua frente. A bolsa te paga pelo que outras pessoas sabem fazer. Então, continua empreendendo no que você conhece, porque é ali que você tem vantagem competitiva, é ali que você ganha dinheiro com seu trabalho duro, com seu conhecimento acumulado, e usa o equity em ações para multiplicar no que você não sabe operar, mas pode ser sócio. E uma coisa que eu quero deixar muito claro aqui é o seguinte: a mentalidade de parceiro de grandes negócios não é substituta, ela é somativa, ela é uma camada extra que pode mudar completamente a sua vida. O baixo não tá nem certo nem errado, o Tecar não tá nem certo nem errado. Os dois se complementam. É justamente a junção desses caminhos que vai te enriquecer. Vou ficando por aqui. Grande abraço. Até a próxima.