Esse simples ajuste pode melhorar muito a sua carteira de investimentos

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  1. 01 GOOGL NASDAQ VENDER -0,69%
    Entrada $335,02 01 set 2026
    Atual $337,33 02 set 2026
    Resultado −$2,31
    vs. índice −0,7% SPY +0,0% no mesmo período

    Tenho muitos alunos, assim, aluno que trabalhava na Snapchat, aluno que trabalhava no Google, aluno que trabalhava em várias multinacionais diferentes, principalmente lá nos Estados Unidos, que é mais comum você ter remuneração e ações. Bom, Fábio, o que que eu faço com as ações dessa empresa? E o que eu sempre oriento é sempre que você tiver oportunidade, venda todas as ações e invista no restante da sua carteira e não tenha ações da empresa que você trabalha em carteira

    Contexto "Tenho muitos alunos, assim, aluno que trabalhava na Snapchat, aluno que trabalhava no Google, aluno que trabalhava em várias multinacionais diferentes..." → "o que eu sempre oriento é sempre que você tiver oportunidade, venda todas as ações e invista no restante da sua carteira e não tenha ações da empresa que você trabalha em carteira"

  2. 02 SNAP NYSE VENDER +0,09%
    Entrada $5,36 01 set 2026
    Atual $5,36 01 set 2026
    Resultado +$0,01
    vs. índice +0,1% SPY +0,0% no mesmo período

    Tenho muitos alunos, assim, aluno que trabalhava na Snapchat, aluno que trabalhava no Google, aluno que trabalhava em várias multinacionais diferentes, principalmente lá nos Estados Unidos, que é mais comum você ter remuneração e ações. Bom, Fábio, o que que eu faço com as ações dessa empresa? E o que eu sempre oriento é sempre que você tiver oportunidade, venda todas as ações e invista no restante da sua carteira e não tenha ações da empresa que você trabalha em carteira

    Contexto "Tenho muitos alunos, assim, aluno que trabalhava na Snapchat, aluno que trabalhava no Google, aluno que trabalhava em várias multinacionais diferentes..." → "o que eu sempre oriento é sempre que você tiver oportunidade, venda todas as ações e invista no restante da sua carteira e não tenha ações da empresa que você trabalha em carteira"

Transcrição Completa
Oi gente, tudo bem com vocês? Reinvestir tudo é uma armadilha. Eu me deparei com esse vídeo aqui do Ron, fundador da reserva, onde ele fala sobre como ele vê os investimentos sobre a ótica de um empresário. Ele traz uma visão aqui que ela é pouco intuitiva. A gente vai reagir esse vídeo mais aqui pro final porque eu decidi pegar esse vídeo como um contexto pra gente falar um pouco sobre um assunto que é muito pouco tratado, mas que é muito importante para você que investe pro longo prazo, que é entender o conceito de background risk, de risco de fundo, que é um conceito que eu vejo que as pessoas basicamente atropelam e passam por cima. e que vai fazer você investir muito melhor pro longo prazo. Se você entender esse conceito, esse conceito e o que a gente vai abordar aqui ao longo do vídeo é basicamente sobre como você deveria olhar pros seus investimentos e como que você deveria estruturar sua carteira de investimentos com base no que você gera de renda fora da sua carteira de investimentos. Então a gente vai ter essa visão holística de risco, considerando todo seu patrimônio, seus investimentos, sua renda ativa. Vou mostrar para vocês alguns estudos muito interessantes sobre tolerância ao risco, percepção de tolerância ao risco e como que você deveria tratar os seus investimentos e como que você deveria investir em função de como você gera a sua renda. Então, a sua carteira de investimentos, ela deveria complementar os riscos da sua vida e não simplesmente repeti-los. O jeito que você faz uma coisa é o jeito que você faz todas as coisas. Antes de passar aqui pelo roteiro que eu separei pra gente fazer do vídeo, eu queria te mostrar um estudo muito interessante que foi feito agora em 2022, onde os pesquisadores e todos esses dois estudos que eu vou mostrar para vocês aqui, eles são públicos. Você pode colocar o nome deles no Google e baixar gratuitamente. É um estudo onde eles tentaram identificar as preferências das pessoas, tanto considerando os contextos econômicos e não econômicos, para prever as decisões financeiras. O que os pesquisadores identificaram é que as decisões em relação ao risco, elas ocorrem numa numa banda grande de contexto, desde os investimentos até decisões relacionadas à saúde. Então, o que que eles perceberam? Vocês perceberam que existe um general risk, uma tendência geral de risco, que cada pessoa vai ter a sua. E quanto mais risco você é tolerante, quanto mais você tende a assumir riscos, você tende repetir isso para outras áreas da vida. E essas outras áreas influenciam também, principalmente na parte de vestimentos, que é o tópico do nosso vídeo de hoje. Então, normalmente o que a gente observa que uma pessoa que pessoa que nasce com essa pitidão ao risco, ela é uma pessoa que ela tem mais propição a jogos, jogos de vício, né, gambling aqui no caso, a atividades recreacionais também mais arriscadas, norment a pessoa que vai gostar de pular de paraquedas ou de fazer grandes aventuras de uma forma geral. Pessoas que normalmente não vão ter tanto problema com segurança, normalmente vai ser uma pessoa que não vai ter muito medo de avião, não vai ter muito medo de tomar risco ao longo da vida. Pessoas que vão tomar riscos éticos ao longo da sua vida, tem mais facilidade de cometerem deslizes éticos, vamos colocar assim, e pessoas que têm uma capacidade de ter um risco social também mais elevado. Então, todas essas áreas elas se cruzam e elas influenciam a forma como a gente investe. E a conclusão que eles chegaram é que existe uma alta correlação entre a forma como as pessoas tomam risco nas outras atividades e como que isso se traduz na carteira de investimentos também tomando mais risco. Então, o que a gente percebe é que a gente leva a nossa personalidade pros nossos investimentos. Então, pessoas mais conservadoras tendem a buscar carreiras e investimentos mais seguros. Pessoas mais tolerantes ao risco tendem a assumir risco em diferentes áreas da vida. No entanto, tolerância ao risco é diferente de capacidade de assumir risco. Isso aqui é muito importante de entender. Não é porque você tem uma grande tolerância ao risco que você deveria suportar esse risco em todas as áreas da vida. E é exatamente essa gangorra e essa provocação que eu queria trazer aqui para você hoje. Se você é uma pessoa ultra conservadora e que sempre buscou uma carreira extremamente estável, que tem uma renda muito previsível, será que você não deveria tomar mais risco, apesar da sua tolerância ao risco ser baixa na sua carteira de investimentos? porque você tem uma alta capacidade de tomar risco, porque você tem uma previsibilidade gigantesca na parte da sua renda ativa. Ao ponto que o contrário também é verdade. Se você é empresário, talvez você devesse assumir menos riscos nos investimentos. Lembrando sempre que ter só renda fixa não necessariamente garante que a sua carteira tenha menos risco, mas às vezes agir de uma forma muito mais prudente nos investimentos. Eu vejo grandes empresários com carteiras de investimentos altamente concentradas, que é um erro e um risco totalmente desnecessário, por exemplo, e simplesmente investindo demasiadamente em ativos mais arriscados, sendo que a principal atividade da pessoa já é tomar risco no próprio negócio, ou pior ainda, tomar risco somente no próprio negócio, que é exatamente o assunto que o Rony trouxe no vídeo, que a gente vai reagir daqui a pouco. Então, o seu perfil de investidor, ele não deveria ser analisado isoladamente. É muito comum as corretoras fazerem aquele formulário de suability, né, para entender qual que é o seu perfil de risco, para te recomendar investimentos de acordo com o seu perfil de risco, sendo que aquilo dali é uma exigência do Banco Central, da CVM. Mas de uma forma aquilo ali não deveria ser muito útil, porque quanto mais tolerância você tem ao risco, talvez você deveria tomar menos. E o contrário também é verdade. Então o problema aqui é investir apenas de acordo com aquilo que deixa você confortável. Isso daqui é um problema, porque você tem muito conforto em tomar risco, você vai tomar risco em todas as áreas da sua vida. E o contrário também é verdade. Então, a sua carteira de investimentos, ela vai além dos investimentos. Eu quero trazer aqui hoje uma visão holística da sua carteira para você sair desse vídeo investindo melhor pro longo prazo. Ou seja, a sua carteira de investimentos é o seu patrimônio financeiro, é o seu capital humano, que é a sua capacidade de gerar renda, seja na sua empresa, caso você tenha uma empresa, seja na sua profissão, seja até mesmo tendo uma profissão mais arriscada ou menos arriscada. Às vezes você é um CLT em uma empresa, uma multinacional, onde você tem uma certa previsibilidade de progressão de carreira. Às vezes você é autônomo, às vezes você é empresário, você é funcionário público. Inclusive, aproveita para me deixar aqui nos comentários qual que é a sua profissão. Sei que tem muito dev aqui no canal. Então, tem os seus imóveis, o seu verdadeiro portfólio, é a somatória de tudo isso. Isso aqui é muito importante para você que quer construir uma carteira de investimentos pro longo prazo. Então, sua renda futura também é um ativo. Quanto mais previsível a sua renda, maior tende a ser a sua capacidade de suportar volatilidade. E quanto maior o risco da sua profissão, mais importante pode ser diversificar fora dele. Então, lembra, o fato de você ser muitas vezes pouco tolerante ao risco e buscar carreiras e tudo na sua vida são coisas altamente previsíveis, você talvez tenha uma capacidade de tomar risco muito maior na sua carteira, ou pelo menos olhando o risco ali como uma volatilidade curto prazo, você consegue e você tem uma capacidade de tomar mais risco, apesar de você não tolerar tão bem esse risco. Então é importante você entender isso para você manejar sua carteira da melhor forma possível, porque é sempre importante lembrar que a volatilidade ela é um proxy de risco, porque você vê o seu patrimônio subindo e caindo de forma abrupta no curto prazo, mas no longo prazo o risco é o seu capital não ser bem remunerado. E a renda variável ela tem uma capacidade muito maior de remunerar bem o seu capital no longo prazo, em 10, 20, 30, 40 anos do que a renda fixa. Pense sempre com esse horizonte de longo prazo que você tem uma capacidade de suportar risco muito maior se você é uma pessoa que se julga com pouca tolerância ao risco. Eu pessoalmente me considero uma pessoa pouco tolerante ao risco, por incrível que pareça. Por isso que quando eu fui pra renda variável e hoje eu tenho um patrimônio 100% alocado em renda variável e por acaso hoje eu também sou empresário, mas em todas essas áreas eu tento investir de forma extremamente conservadora. A maior parte da minha carteira de investimentos é de fundos imobiliários, de ações, de empresas altamente conservadoras, de empresas que t uma alta previsibilidade tanto no Brasil quanto no exterior, sejam as empresas de crescimento ou as empresas de dividendos. Eu tenho recentemente trazido até algumas empresas de turnar around paraa minha carteira com uma frequência um pouquinho maior, exatamente estimulando isso. Então, olha, eu me considero a pessoa pouco tolerante ao risco, mas eu consigo investir 100% da minha carteira em renda variável, porque eu faço isso também de uma forma pouco arriscada. Mas isso é até um assunto para um próximo vídeo. Já tratei pra galera que é mais das antigas, a gente já tratou sobre isso em alguns vídeos há mais tempo. Então a gente tem num exemplo extremo funcionário público com a renda altamente previsível, uma alta estabilidade e muitas vezes uma carteira de investimento extremamente conservadora. Você pode ter uma baixa tolerância psicológica, mas uma alta capacidade financeira de assumir o risco. Enquanto os empresários eles estão na ponta completamente oposta. A renda dependente da empresa, o patrimônio dependente da empresa, o futuro profissional depende da empresa. E, ó, presta atenção, a empresa muitas vezes não depende de você. As empresas estão expostas a riscos macroeconômicos do país, onde ela atua. Então você tem um risco circunstancial da sua empresa que não depende só de você, não depende só de você ser um excelente empresário. Então já você já possui uma enorme exposição ao ativo concentrado, que é a sua empresa, líquido e altamente arriscado. Então o erro de concentrar todos os riscos no mesmo lugar é o caso ali do Ron e da reserva que a gente vai reagir aqui juntos agora. >> Vídeo é para tirar um bandade de um assunto a mega polêmico no mercado de investimentos. Tá bom? Eu quase quebrei na física por causa de uma babaquice que costumam falar para todo dono de negócio, principalmente no Brasil. >> Na física ele tá falando na pessoa física dele, né, que ele quase quebrou. Existe uma máxima que virou quase um inconsciente, uma culpa coletiva de que o empreendedor tem que reinvestir absolutamente todo o lucro da empresa de volta no negócio, ao invés de colocar pelo menos um pouquinho de dinheiro no bolso. >> É, você vê que é muito comum muito empresário falando: "Ah, eu tenho uma taxa de retorno ROI na minha empresa de 30% ao ano, quando que eu vou conseguir uma taxa de retorno assim fora?" É porque a pessoa tá olhando só pra ótica do retorno, não tá olhando pra ótica do risco, porque o risco ele pode até conseguir retornos menores ou até maiores fora da empresa dele na bolsa de valores, que na bolsa de valores a gente tem as duas pontas, mas você ter uma alta descorrelação desses retornos é igualmente importante, porque você vai ter às vezes retornos de 15%, de 20%, de 30%, de 40% fora da empresa, mas com uma alta descorrelação, principalmente investindo no exterior ou investindo em empresas de outros segmentos, >> como dividendos, né? E quando ele faz diferente disso, é como se ele não tivesse comprometido o suficiente com o negócio. E obviamente isso gera uma culpa coletiva. Pois bem, eu acreditei nessa parada e cheguei na pandemia casado, pai de três filhos, dono de um negócio enorme, multimilionário, gerador de caixa e lucro, sem nunca ter colocado um puto no bolso. Absolutamente todo real que entrava voltava pro negócio no final do ano. Nova loja, estoque, time. Bom, eu me achava o máximo por isso e contava super orgulho pras pessoas que eu não tirava nada da empresa, reinvestia tudo, etc. Enfim. E aí chegou o fatídico março de 2020. A gente fechou tudo, eu olhei pra minha conta e não tinha reserva para absolutamente nada. Enfim, a empresa nunca quebrou, graças a Deus, mas quem quase quebrou naquela ocasião fui eu. Ó, eu abria 30, 40 lojas por ano. Isso foi maravilhoso. Foi o que construiu a empresa. Quem não cresce, importante dizer, desaparece. A empresa tem que crescer sempre. Mas calma, valente, calma. Se em um ou dois anos a gente tivesse aberto 20 em vez de 40 lojas e a diferença daquilo tivesse entrado em dividendos pros sócios do nossos bolsos, ninguém ia morrer. A empresa não ia quebrar e os sócios da empresa não viveriam 20 anos sem nenhum tipo de reserva. Negócio bom, rapaziada, esse o cabelinho branco me ensinou, faz as duas coisas, gera caixa, dá lucro, põe dinheiro no bolso do dono todos os anos com data marcado e ainda sobra para investir no ciclo seguinte. As duas coisas tem tem que acontecer. Mas esse ponto ilustra muito bem os argumentos que a gente colocou aqui, eh, pelo menos até agora no vídeo, ou seja, reinvestir grande parte dos recursos do próprio negócio. A pandemia teve uma queda brutal de vendas de todo mundo, né, não só da reserva. Empresa e patrimônios estavam expostos ao mesmo problema. e a importância de construir patrimônio e liquidez fora da empresa. Quando a sua renda e seu patrimônio dependem do mesmo evento, você não tá diversificado. Outros exemplos que são muito comuns e eu já vivi, conheço várias pessoas que fazem parte desses outros exemplos aqui. Talvez possa ser até o seu caso. Você é um executivo de tecnologia ou desenvolvedor e você tem uma carteira entupida de empresa de tecnologia porque às vezes você se julga mais capaz nessa área. Você pode até ter uma certa afinidade, né, até que o Buffet chamava de ciclo de competência, mas muitas vezes você pode estar exposto a um risco desnecessário, um risco de alta concentração num segmento que muitas vezes você não tem controle sobre o que tá acontecendo ali. Aqui também é muito comum, muito comum pessoas que trabalham em empresas de tecnologia e que são remunerados em ações da própria empresa. Tenho muitos alunos, assim, aluno que trabalhava na Snapchat, aluno que trabalhava no Google, aluno que trabalhava em várias multinacionais diferentes, principalmente lá nos Estados Unidos, que é mais comum você ter remuneração e ações. Bom, Fábio, o que que eu faço com as ações dessa empresa? E o que eu sempre oriento é sempre que você tiver oportunidade, venda todas as ações e invista no restante da sua carteira e não tenha ações da empresa que você trabalha em carteira, né? Normalmente tem um locup ali de 3 anos, 5 anos para você conseguir vender, mas não faz sentido você tá exposto tanto do lado da sua renda ativa naquela empresa, se a empresa for mal ou quebrar, não precisa nem quebrar, mas ela ter uma alta quantidade de demissão de funcionários já é o suficiente para você perder sua renda ativa. E provavelmente se ela tá fazendo isso, as ações estão despencando porque o lucro tá despencando, a empresa tá tendo dificuldades, então você perde dos dois lados de uma forma muito impactante. Mercado imobiliário. Então, a pessoa trabalha no mercado imobiliário, tem um patrimônio imóveis e ainda tem uma carteira só de fundos imobiliários, porque já tem essa propensão ao mercado imobiliário. O empresário que tem uma empresa, tem ações de alto risco, investe em startups, uma carteira, a carteira de alto risco na bolsa, empresas altamente, a carteira concentrada com poucas empresas, vezes só empresas de crescimento agressivo e ainda investe em startups. Eu tenho amigos que são assim. Então é importante também lembrar que não existe investimento puramente seguro, existem riscos diferentes que a gente pode correr. Quando a pessoa tá totalmente socada de renda fixa, pósfixada, atrelada ao CDI, qual que é o risco que ela tem no longo prazo? É simplesmente ela ter o seu capital sendo completamente destruído, conforme a gente viu em 2020, 21 e 22. Quem entrou em 2020 totalmente alocado em CDI, saiu em 2023 com pelo menos 50% a menos de patrimônio de forma real, porque você não tem controle da taxa livre de risco, você tem seu patrimônio sem oscilar, mas o Banco Central pode socar a taxa em 2%, igual a gente viu durante a pandemia, ou até baixar para 5, seis, você tem uma inflação do mesmo tamanho. Então o risco de longo prazo é não ter o capital sendo bem remunerado. Não que você não possa ter renda fixa em carteira, você deveria ter renda fixa em carteira, mas é importante entender essa dinâmica. A renda fixa, ela reduz a volatilidade, mas ela não elimina o risco e principalmente o risco de longo prazo. A gente tem inflação, tem os reinvestimentos que as empresas fazem no próprio negócio, que normalmente tem uma taxa de retorno muito maior do que a renda fixa. E é esperado, tá pessoal, para qualquer país que investimentos e renda variável tragam sempre um retorno maior do que a renda fixa no longo prazo, porque senão a gente não teria bolsa de valores. Já falei sobre isso aqui com vocês. procure um vídeo onde eu falo sobre CPM, KPM, modelo KPM, e a gente explora esse termo que é o prêmio de risco dos ativos negociados em bolsa. Então você pode ter um retorno real insuficiente, ficando totalmente enfiado na renda fixa e até na renda fixa indexada a inflação, porque o IPCA não necessariamente representa o acréscimo de inflação que você precisaria paraa sua cesta de consumo e o risco de chegar ao no futuro com o patrimônio insuficiente. Então, às vezes tentar eliminar todo o risco no curto prazo aumenta o risco de curto prazo e vice-versa. A partir do momento que você traz volatilidade pra sua carteira, você tá trazendo um risco de curto prazo que se materializa na volatilidade, mas no longo prazo você tá trocando isso por uma expectativa de retorno muito maior. Então, antes de montar sua carteira, você precisa se perguntar quão previsível é a sua renda? Quanto do seu patrimônio depende da sua profissão e da sua empresa? A sua renda sofre nos mesmos cenários em que os mesmos investimentos sofreriam? Isso aqui é muito importante. Por quê? Porque se o seu país vai mal, se o seu país passa por uma recessão, provavelmente a sua renda vai sofrer a não ser que você seja funcionário público. E é daqui que vem os dois terços indicados de alocação no exterior do Beyond Esteros Qu, um estudo que eu já trouxe para vocês aqui várias vezes, que mostra que o ideal é você ter 2/3 fora do seu país de residência para exatamente proteger desses cenários críticos no seu país de origem. Porque às vezes você é CT, você é empresário, tudo que não seja funcionário público sofre momentos de crise severa no seu país de residência. Se você ter parte no exterior é muito importante porque o delta cambial, você tem um ganho cambial gigantesco, caso o seu, a moeda do seu país se desvalorize e o seu patrimônio tá lá fora, vai te proteger disso. Então você tem patrimônio e liquidez fora da sua principal fonte de renda. Qual o tamanho desse patrimônio frente à sua renda? Também é importante entender. E a pergunta mais importante é: a sua carteira de investimentos, ela tá diversificando a sua vida ou ela tá repetindo os mesmos riscos? A sua carteira de investimentos, ela não precisa parecer com você, ela precisa funcionar junto com você. E a melhor carteira de investimentos para você não é aquela que combina com a sua vida, é aquela que complementa a sua vida. Eu espero que esse vídeo tenha trazido para você algumas reflexões importantes sobre a sua carteira de vestimentos, até porque esse é um assunto que muitas vezes passa batido e a gente vai atrupelando as coisas no piloto automático. Caso você tenha alguma dúvida, deixa aqui embaixo nos comentários, porque eu sempre tento responder todos vocês. Caso você queira me ajuda para estruturar sua carteira de investimentos, fica aqui o meu convite pr você conhecer o do Zero a Holder, que é o meu curso para você estruturar do absoluto zero a sua carteira de investimentos e conhecer a série O plano que tem dentro do Zero Holder, que é um conteúdo em paralelo, onde a gente estrutura uma carteira de investimentos do piloto automático para você. Então o intensivo inédito de seis aulas, inclusive se você é meu aluno das antigas, essa aula já tá liberada. Essas aulas estão liberadas para todo mundo lá dentro da nossa plataforma, onde a gente faz exatamente essas seis etapas. Então, na primeira etapa, a gente estrutura sua carteira de investimentos. Considerando todos esses assuntos que a gente estruturou e a gente elaborou aqui dentro dessa aula. A gente decide quais são os ativos que você deveria ter em carteira, renda fixa, ações, fundos imobiliários, stocks e resits no exterior e também ETFs. E a gente preenche cada uma dessas caixinhas, conforme você deveria ter ou não cada uma delas, com os melhores ativos de cada uma delas pro longo prazo. A gente tem a carteira perfeita de renda fixa, a carteira perfeita de ações, a carteira perfeita de fundos imobiliários, carteira perfeita de stocks e a carteira perfeita de REITs para você sair com uma carteira onde você sabe exatamente aonde ela vai chegar no futuro. A gente consegue fazer várias previsões interessantes sobre quanto você vai ter de patrimônio em cada ano, quanto que você vai ter de renda passiva para você conseguir traçar esse mapa rumo à sua independência financeira. A série, o plano tá dentro do Zera Holders, são seis aulas direto ao ponto. Então fica aqui o meu convite para você conhecer, caso você ainda não seja aluno do Zero Holder. Pelo nosso vídeo hoje é isso. Espero que vocês tenham gostado. Se esse vídeo te ajudou, deixa o seu like. Um abraço e a gente se vê no próximo vídeo. >> [música]

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