Como dolarizar seu patrimônio com apenas 2 ETFs e mais efetivo do que apenas SP500 ou VT.

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  1. IXUS NASDAQ COMPRAR +0,00%
    Entrada $98,71 04 set 2026
    Atual $98,71 04 set 2026
    Resultado +$0,00
    vs. índice +0,0% SPY +0,0% no mesmo período

    Existe esse ETF, chama Ixus.

    Contexto Existe esse ETF, chama Ixus. Ele também tem uma taxa bem baratinha, ó, 0.07, então ETF de custo luta baixo, assim como o Bogle Defende, com base neutra.

Transcrição Completa
Com essa recente alta da bolsa, eu vi várias pessoas questionando se agora ainda era momento de aportar na bolsa brasileira ou não. E com fechamento de margem em várias boas empresas, aí realmente fica aquela questão, pô, será que eu compro mais agora nesse momento de alta? Será que isso vai ser um voo de galinha? Será que eu espero mais um pouquinho? E fato é que mesmo com essa alta a gente consegue ter oportunidades de aportar em alguns outros ativos de outras classes. Então hoje a gente tá vendo aí ainda fundos imobiliários descontados e a gente começa a ver sempre quando a bolsa brasileira sobe, o imbóvel sobe, o dólar dando uma despencadinha. Então, nesses momentos pode ser a oportunidade pra gente se expor no exterior. E para ser um vídeo mais contrainttuitivo, eu quero trazer alguns pensamentos e alguns insightes para vocês. Porque quando a gente fala sobre exposição no exterior, já tem muita gente que torce o bico, tem gente que é fã para caramba, tem gente que queria se expor, mas não tá se expondo por conta da tal bolha da IA que tá com medo do SP500, que 70% do resultado do SP500 tá vindo aí das Big S, né, das empresas de tecnologias. E aí você fica, pô, mas tem muita gente falando dessa bolha da IA, pô. Mas o Markel Bur apostou contra a IA, o mesmo cara que acertou a crise lá de 2008, as hipotecas, porque normalmente esses gênios ficam com os títulos consagrados, mas você provavelmente não viu os erros que ele cometeu desde 2018 até agora, né? Aí você bota uma baita confiança nessa previsão que ele tem e não sabe se realmente o cara é um gênio ou ele só deu sorte de acertar a crise 2008. Inclusive, muito legal o filme, a grande aposta, tá? Dá para você assistir pelo menos uma vez por ano com a sua princesa aí que mostra esse retrato lá de 2008 na CR Sub Prime. Mas nem vou falar para vocês aqui a respeito dessa bolha da IA, porque eu já soltei um vídeo há um tempo, já tem mais ou menos um ano que a galera tá falando sobre isso. Se vocês quiserem outro vídeo atualizado, eu posso trazer aqui para vocês. Só vocês pedirem aqui nos comentários, tá? Mas fato é que não faz sentido a gente não ter uma exposição no exterior, porque já tivemos várias e várias provas matemáticas cabais, assim, de maneira muito estatística, de que sim, você tem que ter pelo menos 25% a 30% do seu portfólio exposto no exterior. Inclusive esse último paper soltado de 106 páginas, tá? Barrin status ficou ficou famoso para caramba. Estudando aí mais de 40 países, determinou que faz sentido sim você ter até uma parcela maior de exposição no exterior. É óbvio que pro Brasil normalmente é sempre diferente porque a gente tem a maior taxa de juros reais do mundo. A gente tem a capacidade aqui realmente de investimentos em excelente oportunidade, mas não tira o fato de você ter uma necessidade de exposição global dolarizada. Então sobre aquela primeira dúvida que provavelmente mora na sua cabeça, você pode pegar o cafezinho aí e dar uma engolada. Léo, eu devo investir no exterior ou não? A resposta é clara, sim. Você não vai sair investindo de qualquer forma, a qualquer momento, qualquer tempo, ah, todo mês eu compro um ETF, pronto, acabou. Isso é uma maneira fácil de fazer isso. E até dar certo no longo prazo, já apresentei aqui também um estudo falando sobre o DCA, que é o Dollar Cost average, que o título do artigo é inclusive absurdo, porque ele não conhece o nosso papai do céu, né? Mas lá no título tá escrito: "Nem Deus venceria o DCA". Se ele tiver a revelação de quem é nosso Deus, Jesus Cristo mesmo, aí que que é DCA, né? Que que é DCA? Mais brincadeiras à parte, não tem como a gente ignorar que a correlação negativa é extremamente necessária para o seu portfólio. Isso já foi comprovado várias e várias vezes. Já tem até prêmio Nobel falando sobre correlação negativa. O próprio Rei D escreveu um livrão desse tamanho comprovando sobre correlação negativa. Então, correlação negativa mais eficiente é justamente você ter uma exposição global dollarizada, porque o dólar faz correlação negativa quase que de maneira imediata com Embovispo. Então, a correlação negativa é o último almoço grátis que existe no mercado dos investimentos. Tem um aluguel de ação também que do jeito que a custódia remunerada aqui, dá para considerar um segundo almoço grátis, mas realmente é uma eficiência absurda que não faz sentido você não utilizar. Inclusive, eu vou te mostrar nesse vídeo agora que eu separei algumas simulações aqui para vocês. Então, esse vídeo vai ser completaço. Eu já peço para você que se você me conhece há mais tempo, já deixa o like aí e confere se você tá inscrito no canal ou não. De meses em meses aí o YouTube desinscreve um monte de gente para ver se o cara tá acompanhando mesmo ou se o cara só se inscreveu e parou de acompanhar. Então dá uma conferida e você que não me conhece ainda, espera um pouquinho até o final do vídeo. Se eu colaborar com alguma coisa, se você aprendeu alguma coisa nova, algum insite, alguma coisa, nossa, isso aqui foi bom, aí você se inscreve, deixa o like, beleza? Então vamos lá. Quando você vai fazer uma exposição global, o que que a maior parte da galera fala para você? E o que que é basicamente o passo a passo imediato que surge na sua cabeça quando você fala que vai investir globalmente falando. Primeira coisa que vem na sua cabeça é SP500, né? É Estados Unidos SP500 porque é a economia mais forte. A maior parte da galera investe através do IVB11 ou SPXB, que é o SP500 também replicado. Tem muita gente que investe lá fora aí usa o IVV, o voo, o Spy, que tudo a mesma coisa, é tudo SP500, tem as suas diferenças tributárias, suas diferenças de taxa. Já mostrei aqui também o que que vale mais a pena, mas o fato é que todo mundo pensa nisso. Inclusive não faz sentido você não ter SP500 na carteira. Então essa é a primeira coisa que a gente vai pensar, né? E quando a gente digita IVV no Google, entra aqui no site da própria Black Haw. que é quem administra esse ETF. Você vê que tem um custo ultra baixo como preconizado por John Bogle, como o próprio John Bogle falou nesse livro. E é muito interessante que você lê esse livro, tá? Pra exposição global, muito legal. Ele fala para você se expor, você que é mediano, você que não tem a capacidade de fazer stock picking ou pelo menos aumentar um pouquinho a retabilidade da sua carteira colocando um ou outro ativo escolhido por você mesmo, ele fala para você se exp através de ETFs de exposição global com base neutra, basicamente seguindo o índice com os fatores de Eugine e fama. A gente vai falar sobre isso em algum momento aí. Então, quando a gente entra aqui no caso do IVV, a gente consegue ver que é um ETF de base neutra lá dos Estados Unidos que replica as 500 maiores empresas dos Estados Unidos e que tem uma taxa de administração muito baixa, né? tem um custo ultra baixo. É basicamente o que o John Bogo defende. E aí quando a gente vai dar uma olhada na carteira, você consegue ver que como o SP500, a metodologia de construção do Standard Porce é você escolher por capitalização de mercado, as empresas que tm maior capitalização de mercado, aquelas que valem mais, né, o market cap, o valor de mercado, elas terão mais peso dentro da carteira. Por isso que a Nvidia, que é a empresa que tem a maior capitalização de mercado do Globo, ela tá aqui como maior peso, tá? 8.28. Então, quando você compra uma cotinha de algum ETF que replica SP500, seja SPXB, seja IVVB1, seja o IVV, seja o VO, seja Spy, qual for, tá? Qual for, se ele for um ETF que replica o SP500, você vai comprar essa cotinha e 8% desse valor que você aportou vai est em Nvid. Depois 7% em Apple, 5% em Microsoft, aí vem Amazon, Google, Meta, Tesla, enfim. E aí a gente consegue perceber que grande parte da sua exposição lá nos Estados Unidos estaria aí em empresas de tecnologia. Olha, 37% exposto em tecnologia. E aí, provavelmente, se você é novo aqui no canal e acompanha alguma pessoa que fala seriamente sobre investimento no exterior, você provavelmente já viu esse gráfico aqui, ó. Dá uma olhada. Esse aqui é o SP500, tá? Em vermelhinho é o SP500 as sete maiores do SP500. Perceba que nesse gráfico aqui, que inclusive está defasado, se a gente pegar hoje, o gap tá até maior, tá maior ainda essa diferença, você consegue ver que as Magnific 7, né, as Big S, elas produziram o maior retorno do SP500. Se a gente pega o SP500 sem essas empresas de tecnologia, na verdade o SP500 tá andando de lado e já tem tempo, desde 2018 tá andando de lado, tá? Então, perceba que grande parte do resultado do SP500 vem sim dessa parte aqui de tecnologia. E aí a gente exposto totalmente, se eu vou lá e toda a minha exposição no exterior é em SP500, eu vou ficar exposto demais nessas empresas de tecnologia. Não que seja um problema. Perceba, agora a gente vai abrir dois bloquinhos aqui de investidores. O primeiro bloco de investidor é aquele investidor que ele gosta de tecnologia, ele acredita que a IA já revolucionou o mundo e cada vez a gente vai precisar mais e que todo esse modelo de negócio que tá envolvido aí, patrocínio de uma empresa que financia comprar chips da outra própria para poder conseguir gerar esse negócio, isso é só mais um dos burburinhos do mercado. E se você acredita que os preços hoje não estão inflados, até porque Nvidia tá com PL de 24, Meta com PL de 20, Google com PL de 22, que basicamente a média do PL dos Estados Unidos, teoricamente você poderia se expor ao SP500 mesmo diretamente e aí você teria essa exposição maior tecnologia, estaria correndo mais risco, mas teria uma rentabilidade maior, como te mostrei no gráfico. E tem o segundo bloquinho de pessoas, que são aquelas pessoas que tm medo da bolha da IA, que acha que isso aí vai estourar em algum momento, que o PL está baixo neste caso por um efeito matemático e contábil que está sendo burlado por trás das linhas nas DREs, porque o lucro está inflado, mas só por conta dos financiamentos que uma empresa está fazendo sobre a outra. E aí uma força consuma entre uma e outra para poder girar o negócio. Então o lucro de um é o mesmo lucro da outra. E aí, por isso pele está baixa. Mas na verdade, se fosse fazer uma correção e não tivesse essa demanda forçada, né, inflada, fictícia, fantasma, como você queira chamar, teoricamente o pele estaria muito maior. Então você pode ser desse grupo aqui e falar: "Pô, eu preciso de exposição global. Eu entendi que eu tenho que ter exposição global, senão eu tô correndo um risco alto e que faz sentido sim eu ter pelo menos 30% da minha carteira lá fora, né? 25%, 30% da carteira é o mínimo que eu tenho que ter lá fora. Só que eu não quero ficar totalmente exposto nessas empresas de tecnologia. E é aqui que começa o vídeo agora. Então, se você achou que você tava já no metade do vídeo, agora que nós vamos começar o vídeo. Se você tá acostumado com um videozinho de 10, 20 minutos, eu sinto muito l informar, mas aqui o pau quebra, aqui você aprende de verdade. Eu não vou economizar seus ouvidos não. Papai do céu te deu dois que funciona, né? Então você senta aí e escuta, vai aprender. Se você quer se expor globalmente, mas não quer se expor diretamente nas empresas de tecnologia, assim como o SP500 é exposto, né? Se você quer se expor menos do que o SP500, você poderia usar várias e várias estratégias sem precisar sair de ETF. Não precisa comprar o SP500 e comprar mais empresas de utility através de stocks. Isso seria uma forma, mas essa é uma forma menos eficiente. A maneira mais eficiente é você diversificar entre ETFs para você conseguir pesar. Porque tem muita gente hoje fazendo vídeo sobre ETF, né? E muita gente, tem poucas realmente qualificadas, porque tem gente que sabe para caramba mesmo de ETF. Fui no evento da Money Week, vou até deixar uma fotinha aqui, e lá eu escutei o Steven falando sobre ETF, o cara de ponta falando sobre ETF. E aí muita gente acredita que, ah, já que eu vou investir em ETF, não preciso estudar, não preciso me esforçar, é só eu colocar dinheiro na conta todo mês e pronto, o negócio vai multiplicar sozinho. Aí você não sabe como que você se aposenta, você não sabe o que que você tá fazendo sua vida, você não sabe nada. Até para poder investir em ETF, você precisa sentar um pouquinho a bundinha na cadeira e estudar. Vai ser menos do que se você fosse fazer stock pico, vai ser menos, vai ser mais confortável, vai, mas vai precisar disso tudo também. vai precisar também das chicarinhas de café, a não ser que você queira ser mediano, dos medianos aí, beleza, tudo bem também, não tem problema, né? Essa é uma escolha. A forma mais eficiente que você tem é se expondo em outros ETFs que tem exposição global e você vai diluindo a exposição dos Estados Unidos. Qual que é a primeira solução que você pensa? Exato. O VT, o famoso Word 11 aqui no Brasil. O VT ele já dá uma diversificada. Olha só, quando eu pego aqui o VT, ele não tem só Estados Unidos, América do Norte tem só 65%, então aquele risco que antes era de 100% do SP500, agora é só 65%. Então já tem aqui mercados emergentes, China, Rússia, Brasil, Índia, enfim, os bricks em geral, né, países emergentes. Aí tem um 15% Europa, 10% do Pacífico, né, Ásia, Japão e tal, essas coisas. E aqui temos Oriente Médio, né? Então você vê aqui que a gente consegue realmente uma diversificação melhor. E aqui, olha só, lembra lá do percentual que eu tinha em Nvidia quando eu me espunha no SP500? Tá aqui, ó, 8%, se eu compro uma cotinha, eu tô exposto em 8%. No VT, eu tô exposto em só quatro. Percebe que eu diminuí bastante a exposição, né? É metade da exposição. Ainda tô bem exposto. Ainda tô bem exposto. Olha só, as primeiras empresas aqui ainda continuam sendo as mesmas, porque modalidade de ETFs é por market cap. Então, qualquer TF que se proponha a fazer uma exposição global vai ter essas empresas dentro da carteira, né? Porque não tem como você tirar elas, a não ser que a metodologia seja tirá-las. Mas você consegue ver que os nomezinhos se repetem, os nomes se repetem, é, são iguais. Uma ou outra a empresa entra mais aqui, mas praticamente iguais. E aí você fala: "Pô, Léo, eu gostei aqui, eu já vou est menos exposto." A exposição vai ser metade do que eu estava exposto lá nas empresas de tecnologia. Se a gente olha aqui, o VT tem mais de 10.000 1 empresas no seu portfólio, é literalmente uma base global neutra, né? E o custo dele continua baixo. Então mesmos princípios de John Bogo, base neutra global, custo ultra baixo, menos exposição nos Estados Unidos. Léo, mas eu queria ter mais independência para poder escolher a minha exposição nos Estados Unidos. Porque você concorda comigo que quando eu vou aqui e compro uma cotinha de World Ones, que inclusive eu tenho na carteira World Ones, se eu vou lá e compro a cotinha de Worlds, eu estou fadado até pelo menos 65% aqui nos Estados Unidos, porque se as empresas começarem a crescer mais nos Estados Unidos do que no restante do Globo, essa concentração começa a ficar maior, porque é balanceado pelo market cap. Então, se a NVIDIA subir de quatro tri para cinco tri de dólares de market cap, pô, vai subir a exposição dela. Então, por mais que seja menor do que o só o SP500, vai subir de quatro para cinco. E as tecnologias em tendência t a crescer mais do que as utilities no momento. Então você vai ficando cada vez mais exposto. Existe alguma forma inteligente, Léo, de eu me supor de maneira independente, mesmo que seja através de GTF, se eu conseguir dosar o quanto que eu quero, ah, eu quero só 30, eu quero só 40, eu quero 50, eu quero 70, eu quero mais, Lé, eu quero 80. Eu não quero SP500 que é 100%, mas eu quero 80. Como que eu faço aqui? Que a gente começa a usar a cabeça de verdade para você conseguir entender para que que os ETF servem de verdade, entende? É para você colocar uma exposição que você quer, você precisar ficar preso no que um índice só te oferece, né? Você pode juntar índices para poder montar sua carteira. E aí a gente tem vários outros ETFs que fariam algo parecido com o o VT. Para você ver que quando um ETF se propõe a replicar a base neutra global, a gente vai estar muito exposto nos Estados Unidos, porque os Estados Unidos é a maior economia global, né? Então, quando a gente pega aqui, por exemplo, o VWRA, que é um ETF global também, tem muito menos empresas do que o VT, só que ele tem uma vantagem de ser um ETF irlandês, uma USIT, então ele cobra menos imposto. Mas olha só aqui para você ver, você consegue entender que também temos uma exposição de praticamente 65% dos Estados Unidos, né? Aí vem Europa, passivo, mercados emergentes, uma coisa, exposição muito parecida, né? Apesar de ter muito menos empresas. Aqui a gente vê, ó, 34% de exposição em tecnologia. Aí aqui a gente consegue ver o percentual, ó, 4.44. É menos do que o SP500, né? Mas ainda assim é bastante. Aí você vai para outro, o ACW, que é uma exposição global também da Black Haw. Olha lá, Estados Unidos 63%, aí vem Japão, Taiwan e tal. Vocês conseguem ver de novo que tem consideração. Nvidia aqui tá com 5% de peso, Apple 4.6 e tal. Então fica muita tecnologia mesmo, ó. O setor de tecnologia 31, porque apesar dos pesos das empresas dos Estados Unidos estarem menores, a gente tem empresas de tecnologia fora dos Estados Unidos também. Então a gente tem essa exposição em tecnologia aqui que não tem como a gente controlar tanto dentro desses ETFs. Então você ficaria exposto aí em 60 70% dos Estados Unidos. Beleza? E aí que vem agora, pô, como que eu faria, Léo, para me expor de maneira controlada nos Estados Unidos? Eu ainda quero me expor nos Estados Unidos porque não faz sentido eu sair da maior economia global, mas eu quero ter só 50% de exposição, eu quero ter só 30% de exposição, eu quero ter só 40% de exposição. E aí eu fiz algumas simulações aqui, cara, bem legais para você. Vai, você vai gostar para caramba. Você ainda não deixou o like, eu sei que é chato eu ficar pedindo, mas muita gente esquece, eu esqueço. Quando tô assistindo o vídeo no YouTube, eu esqueço. Aí o cara fala: "Ô, dá o like aí, eu vou lá e clico no botão". E aí, eu quero te apresentar um ETF novo, porque agora, já que a gente se propõe ainda fazer a exposição em base neutra global, só que o nosso pré-requisito é não se expor dos Estados Unidos, eu poderia, por exemplo, criar um ETF que tem exposição global ex Estados Unidos. Alguém já pensou nisso? É óbvio. Mundo dos ETFs não tem nada novo, galera. Escuta o que eu tô te falando. Cada semana que passar vai ser lançado uns dois, três, cinco ETFs aqui no Brasil, porque isso vai começar agora aqui no Brasil. E você vai ver que não tem diferença nenhuma entre um ETF e outro. Diferença nenhuma. Aí muita gente vai ficar falando: "Não, porque o meu é melhor, porque olha só, eu pensei nesse pontinho do índice aqui que ele rebalanceia de maneira mais semanal, que não sei." No fundo, 0.1% a mais de rentabilidade em 10 anos, não faz diferença nenhuma. Aí não, porque eu que não sei o que que eu sou gênio demais e olha só o que eu fiz. Enfim, não tem diferença nenhuma. No final, todas as ideias de índices de ETFs que funcionam já estão aí. Não tem porque inventar roda. É como se, ah, mas eu inventei aqui uma roda que ela é levemente mais circular do que as outras. Não existe isso não, ué. Então você vai ver a galera começar a se degladear por taxa. Porque eu até queria gravar um vídeo aqui no YouTube sobre a máfia dos ETFs, só que eu acho que a galera não tá madura ainda, porque tem muita gente que os blogerianos, né, ainda tem muita gente que defende muito os ETF de maneira irracional. Tem até canal que já fez review do meu canal falando, na verdade não entendeu foi nada do que eu quis dizer. No final eu fiquei até contra ETF, mesmo tendo ETF da carteira, né? Engraçado demais. Quando você quer lacrar em cima de outro para poder pegar a audiência dos outros, pelo amor de Deus, se um dia eu fizer isso, vocês sentam porrete aí em mim, viu? Destrói no no comentário, porque a coisa mais feia que eu vejo é isso. A gente deveria ajudar um ao outro, né? E não ficar usando de malícia e tal, fac sobressair. Então tome cuidado com quem você escuta, viu? Inclusive desconfio de mim mesmo. Vai pesquisar as coisas que eu falo, ver se é verdade ou não, porque a confiança que você vai ter em mim é só se você já pesquisar 100 vezes as coisas que eu falar e todas as 100 vezes você chegar na na verdade, né? Porque o Léo não não é gênio não. Eu só fico replicando ideia de outras pessoas que já foram gênios e não tem muito mais espaço pra gente criar muita coisa nova, não. Então essa ideia aí de replicar a base global, mas de tirar todas as empresas estadunidenses, né, é fácil demais. Existe esse ETF, chama Ixus. Ele também tem uma taxa bem baratinha, ó, 0.07, então ETF de custo luta baixo, assim como o Bogle Defende, com base neutra. Só que aqui a gente tá fazendo uma exigência só nessa base neutra. Vamos tirar os Estados Unidos. Então fica um ETF global de base neutra ex Estados Unidos, por isso X Estados Unidos, né, que é o índice X, que é X US Estados Unidos. Então fica fácil, né? E aqui a gente consegue ver agora quais são as empresas. Você tá vendo que não tem nenhuma empresa lá dos Estados Unidos? Olha, Taiwan, semicondutores, Samsung, SK, SLM, ASBC, são empresas conhecidas de vocês, né? Shell, tudo isso que vocês conhecem essas empresas, só que não tem nada nos Estados Unidos e é bem mais diversificado. Ó, a única empresa que tem 4% de peso é a própria Taiwan semicondutores, que é uma das big que fazem parte dos outros ETFs também. Só que como elas não estão nos Estados Unidos, ela aparece aqui. E aí quando a gente vai por geografia, perceba, ó, Japão 15%, Taiwan 8, Reino Unido 8, Canadá 8, Coreia 6, até o Brasilzinho aparece aqui, ó, Brasil 1.33, não aparecia nos outros, né? A gente ficava lá embaixão. Então aqui é uma exposição sem os Estados Unidos, que abre espaço para mais peso em outros locais. Aqui quando a gente pega setor, ó, tecnologia de informação ficou 19, produtos financeiros assumiu aí, né? Então aqui você consegue ver que a gente já tem mais coisas aqui de utility, energia, comunicação, materiais, cuidados de saúde, bens industriais, né? Então aqui ficou muito mais equilibrado no ponto de vista de fugir da tecnologia e isso causa uma rentabilidade menor. Isso causa uma rentabilidade menor. Quer ver? Olha só isso aqui. Olha quando eu comparo o IVVB11, que é um ETF que você consegue comprar aqui nos Estados Unidos, que replica o SP500 com Ixos, que é esse ETF que eu te apresentei. Consegue perceber que desde 2014 aqui o Ixu performou bem pior do que o SP500. E aí aqui a gente tem que ser sincero. Eh, o mal dos investidores é que ele quer um maior rendimento, não é o máximo de rendimento, ele quer o maior rendimento. O maior rendimento com o menor risco, com a maior liquidez, com a maior segurança que existe e ainda quer ficar exposto do jeito que ele quiser. Em qualos ativos ele vai querer meu Deus do céu, se você achar esse esse tipo de ativo, você me fala que eu vou colocar todo o meu dinheiro lá. Perceba, ah, eu quero ter o rendimento do SP500, então você tem que investir em SP500. Não tem como você ter o o rendimento do SP500 com a exposição do SP500 investindo, por exemplo, em Ixos, porque o Ixus ele corre muito menos risco. Então, uma coisa tem que ser balanceado com a outra. Lembra do triângulo dos investimentos? Risco e retorno estão diretamente proporcionais. Então, se eu tenho mais retorno, eu vou correr mais risco. Não tem como eu querer correr menos risco tirando as empresas de tecnologia, no caso do Xus, e ter o mesmo retorno. O retorno do Xus aqui não foi ruim. É porque o do SP500 foi excepcional. Eu até te mostrei lá o gráfico na diferença do SP500 normal do SP500 com as empresas de tecnologia, né? Só que é aqui que vem o conhecimento. É aqui que você é diferenciado das outras pessoas e é aqui que você consegue ter um rendimento maior com um risco menor. Exato. Com a correlação negativa, com a diversificação de maneira inteligente. E se a gente fizesse o seguinte, eu não quero ter SP500, só SP500, também não quero ter nada de SP500, eu quero ter um pouco de SP500. A gente começa indo pelo VT, que seria 65%, 70% dos Estados Unidos. Para mim tá muito. Se você acha que tá muito para você, para mim tá muito. Então eu quero reduzir. Eu quero 60, quero 50, quero 40, quero 30. E agora isso aqui você pode ir simulando. Eu fiz as simulações aqui e cheguei no resultado para você, tá? Olha só, me acompanha aqui. Se eu montasse uma carteira com Ixus e VVB11, colocando só 30% de VVB1, ó, criei uma carteira onde eu aportei 3.000 em VVB11 e 7.000 Ixos, ou seja, 30% em ISP500. Imagina um VT que tem só 30% em SP500, né, nos Estados Unidos e o restante tudo é global. A minha rentabilidade vai ser menor porque grande parte do retorno do Globo veio do SP500, certo? Só que eu vou ter uma rentabilidade maior do que a do Xus e vou correr menos risco. Onde que eu vejo essa parte de risco? A gente vê essa parte de risco através da volatilidade da carteira. Aqui embaixo a gente consegue ver a volatilidade da carteira. Olha só, perceba que aqui acontece um fenômeno muito legal. Quando a gente abre esse ponto e a gente vê aqui que, por exemplo, o Ixus rendeu menos do que o SP500 e a gente consegue ver pelo próprio gráfico, né, que o USP500 ele balança mais. Olha essa balançada aqui em 2022, ó. Ele caiu daqui para cá, foi uma queda absurda, né? Perdeu 200% de rentabilidade aqui no acumulado e o Xus bem menos. Aqui nas altas, ó, subiu para caramba. O Ixus subiu também, mas subiu bem menos. Na queda, o Ixus desceu, mas desceu bem menos. Você percebe que o Ixus tem menos volatilidade do que o SP500. Só que olha que interessante, na janela estudada aqui, que foi o máximo que eu consegui pegar de 2014, porque o lançamento do Ixo foi em 2014, você consegue perceber que daqui até o dia de hoje, cara, o Ixus teve uma volatilidade. Olha que interessante isso aqui, cara, que aqui agora você vai destravar, ó. A volatilidade do XUS foi no geral 18,47%, menor do que o IVB1, se o SP500, que era o esperado, né? Era o esperado. Agora, se eu junto SP500 e Ixos, teoricamente a volatilidade seria um pouco maior do que Ixus, porque eu tô colocando um pouco de XP500 lá dentro e um pouco menor do que SP500, porque tem Ixus também, então ficaria ali na meiota, né? A volatilidade do SP500 é aqui, a do Xus é aqui. Se eu monto uma carteira com os dois, a minha volatilidade tinha que tá aqui no meio. Concorda? Loucura, né? Só que aqui que tá o benefício da diversificação. Olha só como ficou a volatilidade da carteira. Dois pontos percentuais abaixo do Xus. Loucura. Isso é menos volátil do que o Xus, mesmo tendo SP500 na carteira. Então quando eu monto uma carteira aqui de 70% Xus e 30% em VVB11, eu tô correndo um risco bem menor do que o próprio Xus e tendo uma rentabilidade bem maior do que o próprio Xus. Percebe? Olha que loucura. Beleza, Léo. Mas entre essa diversificação, qual que seria melhor? A gente já vai começar de 65 para baixo, né? Porque 65 é a própria rentabilidade do VT. Eu quero correr menos risco do que o VT, que eu quero me expor um pouco menos. Então a gente vai subir essa exposição que agora é 30% SP500 para 40% SP500. Vamos ver o que que acontece, ó. A exposição subindo para 40% aumentou a rentabilidade. A rentabilidade dos 30% era 596 e a exposição agora com 40% ficou na casa dos 648. Ou seja, eu aumentei minha rentabilidade porque eu coloquei um pouco mais de SP500. Que que aconteceu com risco, Léo? Olha que interessante, meu amiguinho. A volatilidade continuou em 16.57 e aqui tava 16.54. Então, aumentou 0,03% de volatilidade, mas eu aumentei 100% de rentabilidade. Opa, olha o benefício da diversificação. Então, para mim faz mais sentido eu ter 40% em SP500 e 60% em XOS do que 30 70. Concorda? Se está fazendo sentido para você e se você nunca tinha pensado nisso, já sabe o que você tem que fazer, né? Que eu vou te ensinar todo dia uma coisa nova aqui. E aí a gente chega na alocação ideal. Qual que é a alocação ideal? 50% I Xus, 50% IVVB1. Olha que interessante, a rentabilidade sobe lá para 700%, ou seja, eu fico 300% acima do Xus. 300% acima do Ixus, sem a exposição que eu não queria ter no SP500. Ah, mas tá rendendo menos que o SP500. É óbvio, tô correndo muito menos risco. Então depende do que você quer. Se você não tem medo de se expor nessa provável bolha da IA, né, que o pessoal fala que é bolha. Se você não tem medo disso, se expõe no SP500, você vai ter mais rentabilidade mesmo. Agora, a conversa aqui é com quem tá querendo se proteger dessas empresas de tecnologia e ainda assim manter a melhor rentabilidade possível. Não é a maior, mas é a melhor rentabilidade possível com o menor risco possível. E olha que interessante, a volatilidade aqui, ó, subiu para 16.78, que ainda fica dois pontos percentuais abaixo do Ixus. Olha que doideira. Quando era 40% ficava 16,57, agora ficou 16,78, ou seja, subiu 20 pontos percentuais, mas a minha rentabilidade subiu de 648 para 700, cara, 60% de rentabilidade para mais 0,2% de risco. Que que você acha? E olha o que eu tô falando aqui que a volatilidade é risco. Isso não é, tá? Não é bem assim. Eu tô simplificando para que você possa entender. Mas perceba aqui que a gente acabou de criar uma locação que vai te possibilitar de investir no exterior com menos exposição nos Estados Unidos e mesmo assim tem uma rentabilidade muito boa, né? Eu vou colocar, por exemplo, o Ibovespa. E olha que eu nem coloquei o Ibovespa dolarizado, tá? Mas essa carteira bateu o Ibovespa. Vamos colocar o Idiv aqui. Essa carteira bateu o IDV também. Não tô pegando uma janela muito boa aqui pro Brasil em comparação dos Estados Unidos, que essa janela foi boa pros Estados Unidos, não foi boa pro Brasil, né? Se a gente pegasse lá desde 2002 até 2013, a gente ia arregaçar os Estados Unidos com a carteira brasileira, né? A comparação justa aqui deveria ser uns 20, 25 anos, mas não dá. Mas você consegue perceber que aqui a gente teria então mais rentabilidade nessa carteira, mesmo correndo menos risco. Ou seja, será que faz sentido para você fazer uma exposição mais inteligente? Tá vendo que ETF não é só você sair comprando qualquer um? Porque ainda tem aquela pergunta que provavelmente vocês vão me fazer. O IVVB1 eu consigo comprar aqui no Brasil, Léo? O Ixus só lá nos Estados Unidos. Eu consigo me expor no Ixus aqui do Brasil? Consegue através de um BDR de ETF. Aqui a gente tem o bicho 39. O bicho 39 é uma BDR que replica o Ixus. Não vai caber nessa aula aqui hoje falar sobre IBDRs, porque a gente tem ETFs que replicam ETFs, como por exemplo o IVVB1, e a gente tem BDRs que replicam ITFs, que aí já é outro bicho, né? Outra, literalmente bicho 39 aqui é outro bicho. ETF é uma coisa, BDR é outra coisa. Um tem as suas vantagens, desvantagens e outro tem as suas vantagens desvantagens. Então, se você quiser um vídeo aí sobre qual a diferença entre investir através dos ETFs aqui ou através de BDRs que replicam ETFs, deixa aqui nos comentários que eu posso trazer essa aula aí para vocês. Sei que provavelmente não vai dar muita visualização isso, mas se vocês quiserem eu trago para vocês, beleza? A única coisa que eu preciso te ensinar pra gente finalizar esse vídeo aqui agora e fechar com chave de ouro e você poder ir jantar ou tomar seu banho e dormir agora é que assim como a gente criou uma carteira ideal aqui juntando Ixos e IvB11 melhor do que se você tivesse só Ix ou melhor do que você tivesse só IVVB1, existe um parâmetro ideal também para você continuar aprendendo, que é se inscrever e dar o like no vídeo. Se você só deu o like, lembra que não vai ter correlação, né? Aí se você der o like, se inscrever, vai ter correlação, você vai aprender para caramba. Gostou, né? Tive que pensar bastante para pedir esse like nesse vídeo. É isso. Espero que vocês tenham entendido. Espero que vocês usem. Não precisa usar esses ETFs, mas usem a ideia para quando você quiser montar uma carteira de ETFs. Beleza? Fica com Deus. Papai do céu te abençoe. Até o próximo vídeo que será excepcional.

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