Os 6 RISCOS que ninguém fala sobre ETFs

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Entrada é o preço de fechamento do ativo na data de publicação. Atual é o último fechamento registrado.

  1. SMH NASDAQ COMPRAR +1,19%
    Entrada $567,01 05 set 2026
    Atual $573,73 08 set 2026
    Resultado +$6,72
    vs. índice +1,7% SPY −0,5% no mesmo período

    se você tiver conta no exterior, é melhor você investir direto no ETF da Vianica, não nesse da Invest, que esse aqui a única coisa que ele faz é ganhar 0,30% para comprar cota do SMH, nada além disso, tá?

    Contexto extraído por IA ...se você tiver conta no exterior, é melhor você investir direto no ETF da Vianica, não nesse da Invest...

Transcrição Completa
Hoje eu quero aproveitar e falar com vocês sobre os riscos que existem ao se investir em ETFs. Eh, se engana se você pensa que eu não sou investidor em ETF ou se você acha que eu sou um hater do ETF porque eu preciso fazer a ou B. A grande questão é a seguinte. Sempre que um ativo vira modinha no mercado, a gente vem aqui trazer o contraponto. Eu lembro para vocês que talvez aos seis, 7, 8 meses atrás tava num boom de marcação a mercado. Todo mundo queria aproveitar o IPC mais 7,5 7,5 para fazer marcação a mercado. E a gente trouxe um vídeo aqui falando quanto você pode perder com a marcação ao mercado. E se for para IPCA + 9,5, se for para IPCA + 10, e a gente mostrou lá que em algumas curvas você poderia perder 50% do valor na marcação a mercado. Então não é que eu seja contrário ao ETF, mas a gente vê que tem uma modinha de ETF. Nesse momento, a gente tem muitas empresas criando ETFs, alguns ETFs com uma liquidez pífia, alguns ETFs muito pequenos e mesmo assim sendo criados. No Brasil a gente passou dos 200 ETFs no primeiro semestre, fechamos em 204 ETFs e ainda é muito pouco em relação a outros mercados, eu compreendo, mas a gente precisa entender que nenhum ativo é livre de risco. Se um ativo fosse melhor do que todos os outros, ninguém investindo em todos os outros, só investiria naquele determinado ativo. Então imagine esse vídeo com um viés educacional, com um viés para que você que é bombardeado o tempo todo com pontos positivos e características boas dos ETFs, você tem um contraponto. Eu vou mostrar para vocês seis problemas dos ETFs nesse vídeo de hoje. Enquanto depois da vinheta, enquanto isso, curta o vídeo, se inscreva no canal, acione o sininho de notificação e a gente já vai começar. Bom, gente, antes de começar aqui, eu gosto sempre de dizer que os vídeos que eu faço, eles não são tirados de fontes, vozes da minha cabeça, né? Eu li aqui uns 10 artigos científicos, li artigo de Stanford, li de Wton, li de Harvard. Eh, e mas pro vídeo de hoje eu peguei aqui três artigos principais, tá? E os três estão aqui no link da descrição, tá? o da PUC, tá? Um da FGV e um do CFA Institute, porque aí pega o mercado norte-americano, é um mercado muito mais maduro, que trabalha muito mais a liquidez do ETFs e que já tá tendo alguns problemas que o Brasil não tem ainda e que se ficar maduro o mercado talvez bater daqui a 10, 20, 30 anos, né? Então eh é importante a gente deixar isso claro. O que eu trouxer aqui são coisas que já foram testadas e provadas por estudos acadêmicos. Bom, vamos aproveitar aqui e começar pro primeiro risco dos ETFs, tá? O primeiro risco dos ETFs, ele chama step away risk. Que que significa stepway risk? Todo ETF, ele tem uma empresa responsável por esse ETF, que é a empresa que criou e que administra e que faz a gestão desse ETFs, tá? essa empresa pode ser, por exemplo, a Black Rock, a maior empresa de ETFs, pode ser o Itaú aqui no Brasil, pode ser o Morgan Standard, GNP Morgan, enfim, tem aquelas empresas, tá? E além disso existem formadores de mercado também desses ETFs, aqueles que são contratados e se recebem para fornecer liquidez ao mercado. Ou seja, quando todo mundo tá comprando, ele tem que operar vendido. E quando todo mundo tá vendendo, ele tem que operar comprado. Só que aí o que que acontece? O que que é o step away risc, né? Em um cenário normal, essas empresas elas calculam ali de 15 em 15 segundos aquilo que a gente chama de net asset value, que é o valor líquido dos ativos, tá? E em um momento de maior estresse, é mais difícil de você calcular isso. Imagina, por exemplo, na pandemia, né? No dia 19 de março de 2020, por exemplo, era um dia ali que teve um circuit breaker muito grande e que o mundo achava que ia acabar. E aí o que que acaba acontecendo? Essas empresas elas em primeiro lugar elas protegem o balanço dela ao invés de dar aquela liquidez que ela precisa. E aí eu peguei aqui o exemplo do Bolva 11 e eu peguei o Bolva 11 de propósito. Por quê? Porque o Bolva 11 em 2020 principalmente era o nosso ETF mais líquido de todos. Era o maior ETF que tinha no Brasil. E acho que até hoje ainda é, posso estar enganado, mas acho que até hoje ainda é. E aí eu vou mostrar para vocês o que que aconteceu naquele momento de estresse, tá? Além de toda a queda que teve, como vocês podem ver nesse gráfico aqui, a gente vê que no dia 19 de março de 2020 o NAV, o net asset value, né? Que que é o Net value? É o valor líquido de ativos. É pegar todas as posições que existem no ETF naquele momento e dividir pelo número de cotas. Ela deveria valer 65,84. Mas qual foi o valor, o preço ali de fechamento? R$ 65 intraday ali antes do Circuit Breaker tava valendo menos, né? tava com mais diferença ainda, mas mesmo essa diferença do fechamento, a gente vê aí uma diferença de 1.4%. Quer dizer, a pessoa vendeu ali no sufoco, né, no pânico e etc, ela vendeu 1.4% abaixo do valor líquido de ativos, mas pelo menos ela protegeu o dinheiro dela. Só para vocês terem uma ideia de como isso é louco, isso no fundo mais líquido do Brasil. Imagina um, imagina um ETF ilíquido, gente. Imagina um ETF daqueles pequenininhos que você tá comprando. Qual vai ser a diferença se acontecer um problema desse? Agora olha qual é o normal, né? O último dia agora, 1o de setembro de 2026, eu tô gravando o dia 2, é o último que fechou. O preço 17710 e o net value velho 176,87. Você vê que aqui o valor líquido de ativo está um 0,15. E se você foi atento, você vai ver que lá no período de no período de pânico, o preço tava abaixo do Net Velho 1.4. Agora o preço tá acima do Net Velho 0,15. Por quê? Porque se o preço ficar abaixo do net asset value, quando você compra os ativos, né, vai fazer sentido para empresa lá, dona gestora do ETF, ela fazer uma arbitragem e ganhar um dinheiro. Então, dificilmente isso vai acontecer. Isso vai acontecer em momentos de pânico e mesmo com essa possibilidade de fazer arbitragem ali na venda, as empresas preferem proteger o balanço. Então esse é um ponto que é importante, chama step away risk. O segundo ponto aqui que eu acho que é importante de vocês terem em mente é o que a gente chama de erro de aderência, tá? O que que é o erro de aderência, tá? O erro de aderência é aquele erro em que o o fundo, né, o ETF, ele é passivo, ele é um investimento que ele precisa seguir algum índice. E na hora que ele segue esse índice, se ele replicar fialmente, vamos imaginar no BOVA 11, se a bolsa subir 10%, o ETF sobe 10%. Se o bolsa cair 5%, o ETF tem que cair 5%. Agora, se a bolsa subiu 10%, e o ETF subiu 9.9%, ele teve um erro de aderência de 0,1%. Esse erro de aderência existe por causa de liquidez de mercado, existe por causa de custo mesmo de gestão, de administração. Existem alguns erros, né, que podem ocorrer uma posição maior de caixa em um dado momento, uma venda mais forte com uma redução de patrimônio e assim por diante. Então, o que que acaba acontecendo aqui? A gente tem uma potencial erro de aderência. E ao longo do tempo a gente vê como isso vai ficando mais forte, tá? Por exemplo, no próprio BOVA 11 aqui, ó, que é um fundo que tem só 0,10% de taxa de administração, você vê que em 18 anos que ele tem aparecendo aqui, olha só, um investimento de 10.000 no índice de referência chegaria em 48.639. O investimento de 10.000 investido no BOVA 11 daria 47.803, 1803, ou seja, 378% contra 386%, né? Então a gente tem que tomar cuidado com o seguinte aqui. 0,1% de taxa de gestão não significa que em 20 anos você vai ter 2% a menos, você vai ter muito mais porque é juro composto. E o único custo que existe não é a taxa de administração. Existem outros custos dentro do ETF e existe também o erro de aderência que pode existir. Agora, para não falar que eu tô falando aí só de coisa ruim, por exemplo, o Divo 11, né, que é o ETF de dividendos e que é do Itaú, você vai ver que ele também tem um erro de aderência aqui, ó. Data de atualização já bem recente, 31 de agosto de 2026. Você vai ver que desde o início o erro de aderência é de 0,55. E essa aderência tá subindo quando a gente olha de baixo para cima, né? Em 60 meses 0,86, em 36 meses 1,10. Em 12 meses 1,88 e no ano 2,29% de erro de aderência. Agora quando você olha a rentabilidade você vai ver que ele rende mais do que o índice. Ó, a rentabilidade desde o início, 311% contra 303 do índice. 60 meses, 85% contra 83. E por aí vai. Até mesmo no ano, o ETF tá rendendo 8,61% e o índice 8,37. Por que que isso acontece? Porque o Itaú ele coloca as ações para aluguel principalmente. Então ele conseguiu uma taxa média de aluguel no mês de 1,61 que supera essa taxa de gestão. Então ele tá conseguindo um valor maior. Agora você deve estar feliz agora que eu falei isso e o Itaú gere bem, etc. Não, você tinha que tá ao contrário, você tinha que tá preocupado, porque a aderência tá piorando, o erro de aderência tá aumentando. Por quê? Porque se você investe num ETF, você que é um investimento passivo. Você não tem que querer ganhar do índice, você tem que querer seguir o índice, porque senão a tua cabeça tá errada, entendeu? Então, esse é um outro erro, erro de aderência, que pode ser para cima ou para baixo. O ideal é que o erro de aderência seja zero, mas é impossível, porque tem risco de liquidez, como eu falei, tem custo, tem taxa, tem outro risco também que é o que é o da negociação. Existe uma diferença de preço entre a compra e a venda também. Então, se você precisa comprar, você paga um pouquinho mais caro. Você tem que vender, você paga um pouquinho mais barato, como vocês já devem ter visto aí fazendo compras de ativos. Agora vamos aproveitar e mostrar esse erro de aderência também em um outro fundo, mas agora um fundo pequeno, porque aí eu vou mostrar para vocês o risco de liquidez. E eu vou mostrar para vocês um ETF que tá muito na moda, que rendeu para e que provavelmente se você é um investidor de ETF, você tem ele, que é exatamente o chip 11, que é aquele ETF que investe nas empresas, tá, de semicondutores e tudo mais, tá? A principal posição é a Nvidia, que a Nvidia subiu muito, então o ativo tá subindo para caramba aqui. Olha só como tá a simulação de rentabilidade ao longo desses últimos 2 anos, vai desde o início, 2 anos e 1 mês, né? É um fundo, é um ETF da Invest R$ 100 tivesse sido investido no índice, que é um índice lá dos Estados Unidos, o MV MVIS, US listed semiconductor 25 index, são as 25 maiores empresas listadas de semicondutores, R$ 196,27, quer dizer, você teria tido um retorno de 96%. No chip 11, 189,36 ou com a cota ajustada por um desmembramento que eles fizeram ali em dezembro de 25, 189,77%. Então você vê que em 2 anos foi 96% contra 89%. Quer dizer, já tem 7% de diferença. O que no Bva 11 demorou 18 anos para acontecer, né, no nesse pequenininho aqui, né, ou menor, porque o pessoal vai se chatear, falar, a Nvidí é pequeno, eu já vou chegar nesse ponto, tá? Eh, a gente vê que já foi 7% de diferença em 2 anos. Imagina quando tiver um período muito mais extenso, imagina quando o chip 11 tiver 10 anos, 15 anos, vai ter uma diferença bastante grande pro índice, tá? E a gente consegue ver aqui embaixo, né, na tabelinha, que em um mês, ó, tem uma diferença de 0,20. Ó, em 6 meses tem uma diferença de 0,63, de 37,50 para 3813. Em 1 ano tem uma diferença de quase 2%, de 7725 para 7919, né? E o year to date é nesse ano, né? Nesse ano tem uma diferença ali de 0,85%, de 44, 94, 45, 79 e desde o lançamento tem aí quase 7%. Então aqui a gente vê que é o risco de liquidez. E eu quero aproveitar aqui e trazer mais dois riscos importantes. Talvez você vai pensar só na NBID, só que qual é a questão? Vamos mostrar essa imagem aqui e eu quero que você se concentre naquele gráfico que tá à direita lá em cima que tá escrito principais proposições. Você vai ver ali a Nvidia é uma empresa enorme, a TSMC que a Taiwanceuctor é uma empresa enorme, a Broadc, a AMD, applied Materials, Texas Inter, essas todas aí são empresas grandes, só que a gente esquece que são 25 empresas. Então tem empresa ali no meio que vai ter 0.3, 0.5, cinco, que aí já são empresas menores. Essas empresas menores que às vezes negociam, ó, nas bermudas, que negociam em Taiwan, que negociam, entendeu? Elas já vão ter uma liquidez menor. E essa liquidez menor faz com que o ETF como um todo acabe sofrendo, tá? Esse é o terceiro risco. O quarto risco que existe. Aí eu quero que você olhe essa mesma imagem, mas ao invés de focar do lado direito, eu quero que você foque no lado esquerdo ali onde tá a taxa de administração. Esse ETF chip 11, ele tem 0,30% ao ano de taxa de administração. Então você vai olhar essa taxa de administração e vai falar assim: "Puxa, que máximo, é baratinho, 0,30, né? Mais barato do que o divo, que é 0,50". Agora ele tem também uma taxa de administração no exterior. Por quê? Porque ele compra cotas de um ETF lá no exterior que chama SMH, que é o Vanixem Conductor ETF, tá? Eh, o que que acaba acontecendo? Se você tiver conta no exterior, é melhor você investir direto no ETF da Vianica, não nesse da Invest, que esse aqui a única coisa que ele faz é ganhar 0,30% para comprar cota do SMH, nada além disso, tá? E a taxa de administração total ali é 0,65. Mas você vê que na real é muito mais do que isso, porque no último ano, né, a gente viu ali quase 2% de diferença. Nesse ano já 0,85. Então você tem taxas adicionais e você tem risco de liquidez, além de ter um erro de aderência ali que fica muito claro, tá? E aí, eu quero agora mostrar outras dois erros aí que são importantes, mas antes de mostrar esses erros, eu quero falar o seguinte para vocês. A gente, nesse mês, a gente tá em 10 anos do Dica de Hoje, meu primeiro vídeo foi em 30 de setembro de 2016 e a gente tá muito feliz com esse período, né? Então, nessa nesse mês agora, a gente vai ter duas promoções, tá? E a primeira delas vai ser da carteira Z. A carteira Z é uma carteira baseada em fundos, assim como os ETFs são fundos também, mas a carteira Z é um fundo, são os fundos ativos, né? Fundos de ações, fundos de renda fixa, fundos multimercado, fundos de previdência, PGBL, BGBL e etc., fundos no exterior. E a gente tem ali um track record muito interessante e a gente tem um link aqui embaixo para você se inscrever e receber as ofertas, tá? Para quem toca essa parte aqui no dica de hoje dos fundos de investimento, né, e não confundir com fundos imobiliários, mas dos fundos de investimento, é o Rafael Zatar dispensa comentários. Hoje ele é o influencer mais conhecido do mercado financeiro, né? Pelo menos foi o que mostrou aí a última pesquisa da Ambima. Então, Rafael Zatar toca essa parte de fundos de investimento. Fundos de investimento que podem fazer você ter a mesma segurança aí, né, do ETF e a mesma mesma segurança, a mesma comodidade, né, de poder deixar ali o dinheiro parado, investido. E quem vai fazer as alterações, nesse caso, seria um gestor. No ETF é um gestor também, mas de forma passiva. A diferença é um de forma passiva, outro de forma ativa, tá? Eh, não tô querendo dizer que um é melhor do que o outro, tá? Os dois você tem que saber escolher, os dois têm risco. Eh, vamos falar agora sobre os outros dois riscos que existem no ETF, tá? O primeiro deles é o seguinte: imagina que o Brasil foi virou um país que todo mundo investe via ETF. Então, é muito possível que a gestora do ETF passe a ter 5% de uma empresa, 10% de uma empresa, 15% de uma empresa. E aí ela passaria a ter direito a colocar pessoas no conselho de administração. Agora, qual é o interesse de uma gestora que investe passivamente de ter uma pessoa no conselho de administração e fazer aquela empresa melhorar? Nenhuma, né? Porque se aquela empresa deixar de ser boa, ela vai sair do índice e aí você vai vender tudo. Você não tem interesse de fazer aquela empresa melhorar. O é é completamente diferente. Então o que que acaba acontecendo quando essas gestoras entram? Ela coloca uma pessoa lá no conselho de administração, obviamente ela vai ter esse esse ponto, mas ela não vai ter tanta interferência na administração no sentido de melhoria. Então as empresas elas acabam ficando mais paradas. Além disso, a gente pode ter eh cláusulas de Poison Pel que e eh que não deixem o ETF comprar a quantidade que ele deveria pelo índice, porque senão ele tem que fazer uma oferta pública de ações e virar dono daquela determinada empresa e aí não permite. E tem aí alguns pontos que acabam sendo importantes, tá? E o último ponto que eu cheguei a ver naqueles estudos, principalmente os estudos lá dos Estados Unidos e um da Europa também, da European, eu vou esquecer o nome da da revista. fala sobre o seguinte: no momento em que todo mundo faz investimento passivo, no momento em que todo mundo tá investido em ETF, eh, cessa o interesse e o e a vontade financeira de fazer avaliações e análises mais aprofundadas na empresa. Então você demora mais, por exemplo, para encontrar uma fraude, você demora mais para encontrar um problema, você acaba tendo alguns outros riscos na empresa que podem fazer ela ficar ruim de forma mais repentina também. Então, as análises mais aprofundadas, elas perdem, né, sentido se você tiver o mundo todo que investe de forma passiva. Esses são seis pontos que eu separei. Existem outros. Existem alguns que mostram que as empresas grandes vão ficando cada vez maiores porque todo mundo investe nos mesmos ETFs. Então esse sistema se retroalimenta enquanto as small caps elas vão ficando cada vez menores, né? Então vai mais um aí risco do ETF. Eh, muitos desses riscos que eu citei aqui ainda não estão no mercado brasileiro porque ainda é um mercado incipiente, mas eu acho que é importante que vocês conheçam esses riscos aí do ETF. Lembrando que três dos artigos que eu usei estão aqui no link da descrição. E se você quiser investir via fundos de investimento com carteiras que batem todos os índices aí, então quer dizer, ah, tu tá feliz com 100% CDI, a gente tem carteira que rende 120% CDI só com renda fixa. Ah, você tá feliz lá com o teu Ibovespa, tem empresa que tem tem fundo que vai 180% do Ibovespa, né, quando a gente pega lá desde 2014 e assim por diante. Ah, mas paga a taxa de administração do fundo. Sim, igual paga do ETF também. Ah, mas é maior. Sim, é maior, mas ele entrega um resultado já descontado de taxa maior. Então é mais ou menos por aí, tá? O link tá aqui embaixo na descrição do vídeo. Espero que vocês tenham gostado desse vídeo. Nunca se esqueça que construir leva tempo e agora eu me disperso. Tchau, tchau pessoal. Yeah.

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