COMO VOU INVESTIR PARA MINHA FILHA? | Os investimentos que estou fazendo para a Maria Tereza
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https://www.youtube.com/watch?v=GNguloEa_Ks
Status
Analyzed
Solicitado Em
January 04, 2026 at 10:16 AM
Desempenho Geral
-21,73%
Recomendações
BTC
BUY
"Bom, primeira coisa que eu vou fazer é que a Maria Teresa, ela vai ter um Bitcoin separado para ela."
Contexto: “Bom, primeira coisa que eu vou fazer é que a Maria Teresa, ela vai ter um Bitcoin separado para ela.”
Preço na data de publicação: $103.994,06
Preço de fechamento do último dia: $64.153,00
(Jul 11, 2026)
Lucro/Perda:
$-39.841,06
(-38,31%)
BTC
BUY
"mas alguma coisa você deveria separar para ele, até porque eu acho que a gente vai entrar numa era onde vai ser cada vez mais difícil pra pessoa física ter acesso a um Bitcoin inteiro."
Contexto: “...alguma coisa você deveria separar para ele, até porque eu acho que a gente vai entrar numa era onde vai ser cada vez mais difícil pra pessoa física ter acesso a um Bitcoin inteiro.”
Preço na data de publicação: $103.994,06
Preço de fechamento do último dia: $64.153,00
(Jul 11, 2026)
Lucro/Perda:
$-39.841,06
(-38,31%)
Transcrição Completa
Para quem não sabe, recentemente eu fui pai. Quem me acompanha no Instagram deve tá vendo lá que mudou um pouco o teor ali dos meus stories, né? Maria Teresa tá com 18 dias de vida e desde que ela nasceu, na verdade, até antes eu tenho recebido muitas perguntas do tipo: "Tai, e como é que você vai investir o seu dinheiro pra sua filha?" Aí por isso eu resolvi fazer um vídeo abordando esse assunto. E vocês vão ver que eu não tenho nada complexo aqui em m, na verdade é um planejamento bem simples. Parte disso até já fiz com meus irmãos mais novos e que eu pretendo abordar nesse conteúdo aqui em três pontos, né? que são os dois investimentos e o terceiro é o que eu pretendo fazer com ela. Eu acho interessante falar para que vocês tenham também um pouco dessa, vamos colocar assim, desse contraponto, porque não é aquilo que costuma aparecer quando a gente fala sobre planejamento financeiro. Bom, primeira coisa que eu vou fazer é que a Maria Teresa, ela vai ter um Bitcoin separado para ela. Eu fiz isso com meus irmãos mais novos. Tudo bem que quando eu fiz isso, o Bitcoin valia muito menos do que hoje, né? Isso aconteceu no ano de 2018. Eu comprei dois bitcoins, um para cada um por R$ 13.000. E prometi para eles que com 18 anos eles teriam acesso ao Bitcoin. Um dos meus irmãos já fez 18 anos em novembro do ano passado. Ele falou: "Por enquanto fica com você, não quero vender agora, não vou usar o dinheiro para nada". E o outro fará 18 anos em agosto desse ano. Ele tem plano de pegar esse Bitcoin, talvez se o preço tiver mais alto, né? Vender uma parte para começar a arrematar imóveis em leilão com a minha irmã. Pelo menos isso é o que ele me falou, né? Não sei se chegando em agosto ele vai querer de fato Bitcoin ou se simplesmente ele vai falar: "Segura porque eu acho que vai subir mais". Qual era Teresa? Eu pretendo fazer a mesma coisa. Eu só fico na dúvida se eu faria isso com 18 anos, porque com 18 anos as pessoas são muito imaturas. E lá atrás me propus a isso, mas eu não tinha ideia de qual seria o valor do Bitcoin. Tanto que quando algum dos meus irmãos me perguntava sobre quanto vai valer no futuro, eu sempre dizia: "Olha, não sei, talvez dê para comprar um carro, talvez uma casa ou talvez nem uma bala, porque esse negócio pode deixar de existir." Bom, hoje daria para comprar um belo de um carro e dependendo da cidade um imóvel. Mas enfim, esse é o primeiro ponto, um Bitcoin separado. Se você não fez a mesma coisa que eu e comprou lá atrás quando varia R$ 13.000, R$ 1.000. Pode ser muito mais difícil fazer isso pro seu filho, mas alguma coisa você deveria separar para ele, até porque eu acho que a gente vai entrar numa era onde vai ser cada vez mais difícil pra pessoa física ter acesso a um Bitcoin inteiro. Então, ter feito esse dever de casa pro seu filho, olha, vai ser alguma coisa que realmente pode mudar o patamar de vida dele. A segunda coisa que eu vou fazer é que ao invés de montar uma carteira pra minha filha, já que eu tenho todo o trabalho já de administrar os meus investimentos, eu quero alguma coisa mais simples. Então, o que eu vou ter é uma previdência privada. E aí que tá o ponto, né? Algumas pessoas fazem a previdência já no nome do menor de idade, mas eu não pretendo fazer isso. Eu vou fazer no meu nome, já tá feita, já tinha previdência e só vou colocar a mudança de beneficiário colocando o nome dela lá. Ô Bruno, mas por que que você vai colocar ela como beneficiária e não fazer no nome dela? Porque ao fazer no nome dela, com 18 anos, a previdência passa a ser dela. E se eu faço no meu próprio nome, a previdência continua sendo minha e ela como beneficiária para receber o dinheiro somente se alguma coisa acontecer comigo. Lembrando que previdências tem um funcionamento tipo seguro de vida nesse ponto. Se algo acontece, simplesmente o dinheiro vai para quem é a parte que vai ser beneficiada, sem ter que passar pro inventário ou pagar e tcmd. Mas pensando que isso não vai acontecer, que eu vou estar aqui por muito tempo, mais ou menos com uns 30 anos de idade, eu poderia liberar o dinheiro para ela. Teria que pagar uma doação, né, ao fazer isso, ou talvez dê para fazer de outras formas no futuro. Mas o ponto é que eu não queria que ela tivesse acesso a esse dinheiro de imediato. Acho que uma boa idade para dar acesso a um dinheiro bom pro seu filho, caso você tenha essa condição, é alguma coisa mais próxima dos 30 anos. A gente volta na Grécia antiga, a maioridade em Esparta era com 30 anos, em Atenas era por volta dos 18. Acho que os espartanos estavam mais corretos do que os atenienses nesse ponto. Há um ditado que diz que um tolo e seu dinheiro logo se separam, né? E por mais que você dê educação a um jovem, ele costuma ser um tolo. Ele é ingênuo. É fácil passar a perna no jovem. E é melhor que o jovem sofra esse tipo de revés tendo menos recurso do que mais, porque ele vai perder dinheiro. Então é melhor aprender com pouco do que perdendo muito. E sobre previdência eu lembro do seguinte. No meu caso, essa previdência que a Maria Teresa vai estar como beneficiária, é um VGBR. Já tem todo o valor alocado lá, não pretendo fazer mais aporte nenhum. Mas pr aquele pessoal que é CLT ou que é funcionário público, que é militar, ou seja, que paga muito imposto de renda como pessoa física, tá na alíquota de 27,5%, que contribui com previdência pública, seja o INSS ou um regime próprio, como é o caso dos militares, e que na declaração de renda opta pela declaração completa, sendo que talvez você não tenha optado até hoje pela completa, mas ao fazer o PGBL, vai valer a pena você colocar a completa? Você pode ter um ótimo benefício com previdência, porque você pode colocar na previdência anualmente até 12% da sua renda tributável, que digamos que é de R$ 100.000. Então você pega 12.000 disso, coloca na previdência e o que acontece é que sobre esses 12.000 você não paga imposto hoje. Então ao invés de pagar 27,5% sobre os 100.000, você passa a pagar 27,5% sobre 88.000. Esses 12 ficam isentos desse imposto agora, pô Bruno, mas eles vão pagar imposto lá na frente, vão. Só que daqui a 10, 20, 30 anos, se você pretende dar esse recurso pro seu filho com 30 anos, por exemplo. E na hora de pagar imposto, vão pagar uma alíquota mais baixa. Ao invés de 27,5 podem pagar na tabela regressiva 10%. Basicamente o que o governo ele tá falando para você, Receita Federal, é: "Olha, você quer pagar imposto agora ou só lá na frente? E quando for pagar, ao invés de pagar 27.000, vai pagar 10. Que que você prefere?" Eu prefiro pagar só lá na frente. Eu tô diferindo imposto durante todo esse período. O único ruim é que eu não posso fazer isso com 100% da minha renda. Eles falam: "Não tem limite, né? Só toleramos que você faça isso com 12%". Mas é uma baita de uma mão na roda, porque obviamente é melhor você pagar esse imposto depois do que antes, porque agora o dinheiro continua com você trabalhando para você. Você escolhe pagar agora, simplesmente sai do seu bolso e vai pro governo para que ele use o dinheiro como ele quiser. Sabemos que não costuma ser muito bem usado. Bom, dito isso, Bitcoin previdência privada. Agora, qual que é o terceiro ponto? Eu tenho discutido bastante com a minha esposa, conversado desde que eu li um livro chamado Morra sem Nada. Inclusive, a gente fez um podcast sobre esse livro lá nos sócios. E qual o ponto desse livro? Bom, se você pega o ciclo de uma pessoa, ela costuma trabalhar bastante, ela acumula um certo patrimônio para depois não ter que trabalhar mais e viver desse patrimônio. Essa seria pelo menos a teoria. Só que esse cara, ele viu que nos Estados Unidos, boa parte dos idosos, eles continuam, né, com seu patrimônio crescendo ao longo da vida e eles morrem deixando herança pros seus herdeiros. Eles não gastam tudo, sendo que as pessoas trocam tempo para ganhar dinheiro e depois não gasta esse dinheiro. Então, na visão do autor, elas estão desperdiçando tempo. E a proposta que ele coloca no livro é que você deveria se planejar para morrer sem nada, o que é tremendamente difícil, tendo em vista que você não sabe quando você irá morrer. E esse é um ponto interessante, né? Porque muitas pessoas fazem um seguro de vida para se proteger do risco da mortalidade e não pensam, por outro lado, no risco da longevidade. Você tem que pompar dinheiro realmente porque talvez você viva muito mais tempo do que espera. Foi o caso lá do Jorginho Guinley, que se preparou para gastar todo dinheiro até os 80 anos e viveu um pouco mais do que isso. E aí ele aborda como é que você pode fazer, né, um planejamento para isso, dá um umas fórmulas lá, umas contas simples, todas que tend a ter uma certa margem de erro. Logicamente, ele fala do uso de previdência privada, porque você pode simplesmente, ao invés de ficar usando a previdência como um fundo, onde você resgata e aporta recursos, você pode pegar o recurso lá e negociar com a seguradora, inclusive fazendo um leilão de seguradoras, né, passando em várias para ver quem oferece mais um esquema de renda vitalícia, de modo que você não sabe quanto vai viver. Talvez viva até o 100, até o 110, talvez morra com 70, mas até o final da vida você teria um pagamento. Mas esse nem é o ponto mais importante do livro pro que eu vou falar aqui. O que ele mostra no livro é que as pessoas elas trabalham por dinheiro, depois não usam o dinheiro todo, então desperdiçaram tempo, mas esse dinheiro ele fica pros parentes, o que é uma coisa nobre. Acho interessante a gente pensar em quem virá depois. O Seneca, meu filósofo preferido, viveu no século depois de Cristo romano, ele dizia: "Ajamos como bons pais de família, aumentemos aquilo que recebemos como herança, que a sucessão passe ampliada por mim e para os meus herdeiros." É o que eu estou fazendo. Mas o ponto é quando você vai liberar esse dinheiro da sucessão? Porque imaginando, eu fui pai velho, né, com 36 anos, que eu vivo até os 100, que eu não acho impossível, tendo em vista avanços da medicina e também o fato de que meus familiares, principalmente por par de pai, costumam viver até os 90 e poucos anos. Bom, quando eu tiver 100 anos, se eu vier falecer, a Maria Teresa vai ter 64 e ela vai receber um belo de um patrimônio. Mas vocês têm que concordar comigo que ter dinheiro aos 64 não é tão legal quanto ter dinheiro aos 40, o que não é tão legal quanto ter dinheiro aos 30, até porque você tem mais capacidade, mais energia de usar esse dinheiro para gastar com experiências relevantes. E aqui eu vou dar um exemplo de algo que aconteceu na minha vida. Depois que eu vim pra internet, o meu fluxo de renda ele aumentou bastante, eu já tinha ajeitado a minha vida, eu comecei a pensar nos meus familiares, né, principalmente as pessoas que me criaram. Eu sou muito grata aos meus avós, sou filho de pais separados. Então, meu pai tava em outra cidade, minha mãe saia para trabalhar, eu ficava com os meus avós. E eu falei pra minha avó, né? Falei: "Vó, agora eu tenho dinheiro, eu quero te bancar uma viagem e não se preocupe, eu vou pagar tudo. Escolhe qualquer lugar no mundo, para onde você quiser ir, eu te mando." E aí, inicialmente, eu meio burro, eu pensei, né, cara, o Japão, né, dei umas sugestões assim, só que a minha avó já tava com seus 70 e poucos anos. Ela falou: "Meu filho, ela mora no Rio de Janeiro, eu quero ir em Petrópolis e voltar no mesmo dia. Eu tô velha, né? Não vou ficar me aventurando por aí. De modo que veja o seguinte, o dinheiro ele é um meio de troca, uma unidade de conta e uma reserva de valor, ou deveria ser, hoje em dia a gente sabe que isso não acontece, mas pensando nisso de meio de troca, para uma pessoa que tá mais velha, ela não vai trocar por uma série de coisas que um mais jovem poderia trocar. Então, ainda que a Maria Teresa já tem uma quantia interessante na juventude dela, né, para ter experiências, para começar a arrumar sua própria vida, com 30 eu passo lá o dinheiro da previdência privada. Bitcoin já não sabe quanto vai valer no futuro, sempre é a chance de que não venha valer nada. uma chance remota, diria que é improvável, mas não é impossível. Mas ainda assim, eu acho que é interessante adiantar a parte da herança enquanto eu tô viva e ela é jovem. E esse é o ponto que o Bill Perkins, que é o autor desse livro Morra sem Nada, ele defende no livro também. Ele fala: "Olha, morrer sem nada não significa dilapidar todo seu patrimônio e não pensar nas próximas gerações, mas ser inteligente é adiantar essa herança para que essas gerações possam usar enquanto aquele dinheiro tem mais valor para elas. Ele pode ser trocado por mais coisas". De modo que esse é um terceiro ponto que eu provavelmente, que pode ser que no futuro minha cabeça mude, né, mas provavelmente eu devo fazer. Portanto, resumindo aqui, Bitcoin, previdência privada. E nesse ponto é interessante que você deu uma olhada também para maximizar o valor que você pode colocar nessa previdência, dependendo se você puder fazer um PGBL. E aí você pode discordar de mim, querer fazer direto o nome do filho ou fazer no seu, tanto faz. E o último ponto é que provavelmente eu também devo adiantar uma parte da herança. E o que eu vou fazer pra Maria Teresa, eu pretendo fazer pros meus próximos filhos também. Quero ter mais um. Acho que o melhor presente que eu posso dar para ela é a convivência de um irmão ou irmã. Eu cresci com a minha irmã, minha esposa cresceu com o irmão dela e foi muito bom. Ah, e vale lembrar educação financeira também, porque afinal de contas juntam, né? Então, se você não der uma inteligência financeira para essa pessoa administrar o recurso, por mais que você dê, uma hora aquilo vai acabar. E é fácil verificar isso com os ganhadores da loteria, que em média em 5 anos voltam à situação financeira que estavam antes. E aí eu lembro para quem quiser aumentar essa parte de inteligência financeira que em junho a gente vai fazer uma oferta pela primeira vez, onde a gente juntou o Viver de Renda, por onde já passaram mais de 45.000 alunos, tá? Na sua 30ª turma, junto com do meu milhão, do meu sócio Thiago Negro, por onde já passaram mais de 100.000 alunos, para que você tenha acesso a essas duas metodologias, dois conteúdos, mas com o mesmo objetivo, que é tornar você e a sua família mais ricos e prósperos. Para quem quiser ver como é que vai ser a sua oferta, todo conteúdo e mais uma série de bônus, há o link aqui na descrição. Basta se cadastrar para que você fique sabendo de tudo em primeira mão. Eu fico por aqui, espero que tenham gostado do vídeo. Um grande abraço e até a próxima. M.