COMO DESENHAR LINHAS DE TENDÊNCIA? | ERROS COMUNS AO TRAÇAR LTAS E LTBS | AULA DO BÁSICO AO AVANÇADO

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URL do YouTube

https://www.youtube.com/watch?v=QZdx5ulzYmk

Status

Analyzed

Solicitado Em

June 10, 2026 at 06:00 AM

Desempenho Geral

-3,50%

Recomendações

BBAS3 BUY
""toda vez que o preço tocar a linha amarela ou tocar a linha branca, eu posso fazer compras""
Contexto: No trecho sobre Banco do Brasil e o uso de duas linhas de tendência de alta (amarela e branca) como suporte, o narrador afirma que faria compras quando o preço tocasse essas linhas.
Preço na data de publicação: R$19,11
Preço de fechamento do último dia: R$20,58 (Jul 11, 2026)
Lucro/Perda: +R$1,47 (+7,69%)
PETR4 BUY
""Qual seria o próximo ponto de compra interessante de longo prazo em Petrobras? Categoricamente eu preciso responder que seriam em qualquer um desses pontos de toque nessa linha de tendência de alta""
Contexto: No exemplo das ações preferenciais da Petrobras (Petro 4), ao falar da inversão de papéis da LTA e de um próximo ponto de entrada, o narrador recomenda comprar nos toques da linha de tendência de alta.
Preço na data de publicação: R$41,17
Preço de fechamento do último dia: R$39,65 (Jul 11, 2026)
Lucro/Perda: R$-1,52 (-3,69%)
MGLU3 BUY
""quando nós retestamos essa região de preço, ela não mais funcionou como resistência e sim como região de suporte, onde compradores buscaram por compras""
Contexto: No exemplo das ações ordinárias de Magazine Luiza (MGLU3), ao explicar a quebra e o reteste de uma LTB que vira suporte, o narrador descreve a região como uma área onde compradores buscaram compras.
Preço na data de publicação: R$5,49
Preço de fechamento do último dia: R$4,86 (Jul 10, 2026)
Lucro/Perda: R$-0,63 (-11,48%)

Transcrição Completa

[música] Vamos lá, alunos, dar prosseguimento aos conteúdos relativos à nossa aula três, suportes, resistências e tendências. Então, hoje nós dedicaremos à nossa abordagem às linhas de tendência, que basicamente funcionam como último assunto da nossa aula três, OK? Bom, e aqui temos uma breve introdução. Agora que entendemos sobre os conceitos de suporte e resistência, podemos adicionar outro fundamento ao nosso leque de ferramentas técnicas, a linha de tendência. A linha de tendência básica é uma das ferramentas técnicas mais simples empregadas pelo grafista, mas também uma das mais valiosas. Então vocês vão ver que realmente, pessoal, essa ferramenta aqui chamada linha de tendência, ela é algo muito simples, mas de fato muito preciosa para o analista técnico e quem analisa preços ao longo do tempo de qualquer ativo do mercado financeiro. Beleza? E nós começaremos o nosso estudo pela linha de tendência de alta, tá pessoal? Uma linha de tendência de alta, também conhecida como LTA, é uma linha reta desenhada para cima e a direita, que conecta os fundos de preço, suportes de um gráfico, como mostra a linha verde na figura abaixo. Então, se a gente olhar com bastante calma, a gente vai perceber que essa linha verde, ela está apontada para cima, como a gente pode perceber aqui na imagem, né? Além de estar apontada para cima, a gente percebe também que ela está à direita dos fundos, né? Se a gente olhar esse fundo, esse fundo e esse fundo. Então essa é a descrição técnica de uma linha de tendência de alta, tá? Ela vai estar desenhada para cima e à direita dos fundos de preço ou também pontos de suporte de um gráfico. OK? Mas nós temos um importante detalhe aqui, pessoal, porque uma linha de tendência de alta, ela precisa de algumas características para se tornar válida. E é exatamente isso que a gente vai aprender nesse slide. Então, vamos falar agora sobre a validação de uma linha de tendência de alta. Primeiro, uma linha de tendência preliminar é traçada ligando dois pontos de suporte sucessivos e ascendentes, pontos um e três. Bom, os pontos um e três são dessa primeira imagem aqui, tá, pessoal? A gente observou esse gráfico aqui de linha representado pela linha preta, né? E a gente fez a conexão desses dois fundos de preço aqui em um e três através dessa linha tracejada em azul, tá? que por enquanto é uma linha de tendência preliminar, justamente porque a gente tem dois pontos de toque nessa linha tracejada. Ela ainda não pode ser chamada de linha de tendência de alta válida, apenas uma linha de tendência preliminar. OK? Mas vamos ver o que diz o nosso texto. Mas para ser validada como linha de tendência de alta, o preço precisa voltar nela pela terceira vez e reagir para cima novamente. Como no ponto C. Se a gente observar essa segunda imagem, a gente percebe que a movimentação de preço continuou como uma evolução do que já vinha acontecendo aqui na primeira imagem. E aí, olha o que que acontece. A gente tem novamente um recu aqui, ó, e um novo toque nessa linha de tendência, que antes era uma linha de tendência preliminar, pois tínhamos dois pontos de conexão na mesma e agora se torna uma linha de tendência válida, porque aqui, ó, a gente tem o terceiro toque nessa linha de tendência, o que a torna uma linha de tendência de alta validada, a qual a gente também pode chamar de LT. T. Então, fazendo um grande resumo aqui, se a gente observa uma linha de tendência subindo e temos dois pontos de suporte tocando nessa linha, a gente tem uma linha de tendência preliminar. A partir do momento em que houver o terceiro toque nessa linha de tendência preliminar, aí ela se torna uma linha de tendência de alta válida. OK? Vamos prosseguir agora falando de uma LTB. Calma, pessoal. LTB. nada mais é do que uma linha de tendência de baixa, tá bom? Então, a gente precisa definir também esse conceito. Uma linha de tendência de baixa é traçada para baixo e para a direita, ligando topos sucessivos e descendentes. Isso pode ser observado na figura abaixo através da LTB desenhada em vermelho. Bom, a primeira coisa que a gente observa nessa imagem, com certeza, é essa movimentação gráfica. e também essa linha vermelha que está conectando todos os topos fornecidos pela nossa ilustração, OK? Mas além disso, a gente também pode observar que essa linha está apontada para baixo, OK? Tanto que o nome é linha de tendência de baixa, tá, pessoal? E além de tudo, a gente precisa também entender que essa linha vermelha está posicionada à direita dos grandes topos. Isso fica muito visível se a gente inclinar a nossa cabeça, né, para observar a imagem. Beleza? Essas são características técnicas aqui da nossa querida linha de tendência de baixa. E logicamente ela vai evidenciar que um determinado ativo está caindo de preço com o passar do tempo. A gente já comentou sobre a validação de uma linha de tendência de alta e agora a gente vai falar sobre validação de uma linha de tendência de baixa, ok? Inicialmente, uma linha de tendência preliminar é traçada ligando dois pontos sucessivos e descendentes, pontos um e três. Então, a gente observa aqui nessa imagem que essa linha tracejada em azul está conectando os topos 1 e 3, tá? E por enquanto ela só pode ser chamada de linha de tendência preliminar, OK? Mas para ser validada como uma linha de tendência de baixa, o preço precisa retornar a ela pela terceira vez e reagir para baixo novamente. E é o que justamente acontece nessa imagem que você está vendo mais à direita do seu vídeo, porque a gente continua tendo uma queda de preços e ao chegar novamente num ponto de conexão com essa linha de tendência, o preço novamente bate nela e reage para baixo, causando o que a gente chama de ponto de validação da linha de tendência. E agora sim, ela pode ser chamada de linha de tendência de baixa, porque o preço bateu aqui, ó, no terceiro ponto de conexão e justamente continuou caindo ao longo do tempo. Isso a torna uma linha de tendência de baixa validada. Vamos então entender algo muito importante que você acabou de aprender. São necessários dois pontos para traçar uma linha de tendência preliminar e um terceiro ponto para torná-la válida. Isso serve tanto para LTAs, que são linhas de tendência de alta, quanto para LTBs, que são linhas de tendência de baixa. E agora, observando um exemplo real dentro de um ativo listado na nossa bolsa de valores, a gente traz uma linha de tendência de alta no gráfico diário das ações preferenciais da Taa, que é uma empresa de energia listada aí na B3. Bom, vamos observar esse gráfico aqui que você tá vendo na imagem, que está representando toda a movimentação de preço diária entre novembro de 25 e abril de 2026. Observe que por enquanto a gente tinha aqui, ó, dois toques principais nessa linha de tendência que era chamada por enquanto de linha de tendência preliminar até esse segundo toque aqui, tá? Então, em Taa, até esse momento, a gente tinha uma linha de tendência preliminar, tá? E nesse terceiro momento a gente tem a validação dessa linha de tendência, o que a torna oficialmente uma linha de tendência de alta, tá? Então, pessoal, até esse segundo toque aqui, a gente tinha uma linha de tendência preliminar, OK? Porém, a partir desse terceiro momento aqui, desse terceiro toque que está representado em verde, a gente tem o que a gente chama de linha de tendência de alta, OK? Isso pode ser observado de uma maneira muito tranquila, como forma de demonstração do que a gente acaba de aprender nos slides anteriores. Agora vamos pegar um exemplo de uma linha de tendência de baixa e sua validação ao longo do tempo. Por incrível que pareça, tá pessoal? Dentro desse período entre dezembro de 24 e abril de 2026, sim, o dólar está perdendo valor para o real. Isso fica nítido quando a gente olha esse gráfico, mas o foco aqui não é esse, mas sim comentar sobre essa linha de tendência de baixa que foi validada depois de um determinado tempo. Então, olhando para essa movimentação de preço, a gente percebe que dentro desses dois primeiros toques, nessa linha de tendência em amarelo, a gente tinha nada mais nada menos do que uma linha de tendência preliminar, que estava demonstrando que o preço do dólar contra real estava caindo. Só nesse terceiro toque aqui representado em vermelho, a gente teve a validação da linha de tendência de baixa, que se tornou agora válida de uma vez por todas, demonstrando a sua importância em todo esse tempo. É muito interessante observar que toda vez que a gente tocou essa linha, o gráfico corrigiu, tá, pessoal? Como pode ser observado aqui em todos esses momentos. O que quer dizer que no futuro, se novamente tocarmos essa região da linha de tendência, tá, a gente pode ter novamente uma reação negativa, ou seja, uma nova desvalorização do dólar contra real. Por isso, as linhas de tendência são muito importantes, porque elas representam tanto pontos de suporte quanto pontos de resistência no tempo. E aí vem aquela grande pergunta: como usar uma linha de tendência? Quando o terceiro ponto for confirmado e a tendência prosseguir na direção original, essa linha de tendência se tornará muito útil de várias maneiras. Um dos conceitos básicos das tendências é o de que uma tendência em movimento tende a permanecer em movimento. Daí, quando uma tendência assume uma certa inclinação ou taxa de velocidade, como identificado pela linha de tendência, geralmente ela mantém a mesma inclinação. Então, a linha de tendência não só ajuda a determinar as extremidades de fases corretivas, mas talvez mais importante nos diz quando essa tendência está mudando. Então, presta atenção nesses dois tópicos, tá? Olha a finalidade das linhas de tendência, tá, pessoal? determinar as extremidades de fases corretivas e também dizer quando essa tendência está mudando. Isso é muito precioso, tá, pessoal? Então é isso que nós vamos entender ao longo dessa aula de hoje. Por exemplo, em uma tendência de alta, as correções muitas vezes tocam ou se aproximam muito da linha de tendência ascendente. Como a intenção do investidor é comprar em quedas dentro de uma tendência de alta, essa linha de tendência oferece um limite de suporte que pode ser usado como área de compra. No caso de uma linha de tendência de baixa, seus limites são zonas de resistência e podem ser usados com propósito de venda parcial ou total, a depender da estratégia do investidor. Vamos tentar deixar essas explicações em texto bem fáceis de serem entendidas agora através desse desenho. Olha aqui, eu vou desenhar uma linha de tendência de alta aqui, ó, dentro dessa movimentação de preços que eu tô fazendo agora, tá? E aí, olha só que interessante. Vou fazer a linha de tendência de alta. E aqui, olha o que você percebe, que as correções muitas vezes tocam ou se aproximam muito da linha de tendência ascendente. Aqui eu fiz um exemplo clássico com todas as vezes das correções tocando na linha de tendência de alta. OK? Tão conseguindo entender? E olha só o que o texto nos diz. Como a intenção do investidor é comprar em quedas dentro de uma tendência de alta, essa linha de tendência oferece um limite de suporte que pode ser usado como área de compra. Então, meus caros amigos, se você tem uma linha de tendência de alta desenhada, como a gente tá vendo aqui, ó, nessa imagem, isso é uma linha de tendência de alta, inclusive validada, como a gente aprendeu, né? Pois temos três toques nela. A gente entende que todas as vezes onde eu tive o ponto de conexão com essa linha de tendência, eu tive regiões muito interessantes de compra por três vezes aqui. Essas seriam as melhores oportunidades de compra dentro dessa movimentação de preço que eu exemplifiquei aqui na imagem. OK? E agora vamos tentar entender o que eu coloquei aqui embaixo dentro do exemplo de linha de tendência de baixa. Do mesmo modo, eu vou fazer um desenho aqui de uma maneira bem simples, de uma tendência de baixa, OK? A gente tem essa movimentação aqui, ó. E aí, meus caros amigos, eu vou desenhar uma linha de tendência de baixa, conectando todos esses topos descendentes. A gente precisa entender que todas as vezes que o preço encostou nessa linha de tendência de baixo, ele desvalorizou, como a gente pode observar aqui na imagem, né? Então, meus caros amigos, por incrível que pareça, eu preciso avisar algo a vocês. Muitos investidores e traders no mercado financeiro gostam de operar contra a tendência. Isso mesmo. Por exemplo, ó, comprar aqui para, por exemplo, vender aqui. Então, imaginem vocês que o investidor comprou aqui embaixo, tá? E aí ele fica naquela dúvida, onde que eu devo vender? Olhando para esse desenho, você deve inferir que o melhor ponto de venda é quando você tocar novamente essa LTB. Então, imaginem que a gente vai fazer essa movimentação de preço aqui, ó. O gráfico volta a subir, toca nessa LTB. E aqui, meus caros amigos, é sim um ponto de venda muito importante. Por quê? Porque estamos tocando a LTB. E todas as vezes que isso aconteceu aqui no passado, ó, todas as vezes que isso aconteceu aqui, ó, nesses pontos aqui, ó, foram pontos de desvalorização. Então, se eu comprei aqui, logicamente eu tenho que tentar vender aqui, porque é um dos melhores pontos de venda parcial ou total no tempo, OK? Conseguiram entender? Vamos prosseguir então para aperfeiçoar alguns outros conceitos. Desde que a linha de tendência não seja violada, ela pode ser usada para determinar áreas de compra e venda. Entretanto, no ponto nove das figuras abaixo, a violação da linha de tendência sinaliza uma mudança de tendência, pedindo uma liquidação de todas as posições na direção da tendência anterior. Vamos então tentar exemplificar o que o texto nos traz. Aqui na imagem que você tá vendo mais à sua esquerda, a gente tem uma linha de tendência de alta validada, inclusive com diversos pontos de conexão ao longo do tempo, né? pelo menos quatro pontos de toque, né? Então a gente já entende que ela está validada a partir aqui, ó, do nosso terceiro toque. Lembra que a gente já explicou sobre isso? Então aqui, meus caros amigos, ela teve o que a gente chama de quebra de linha de tendência, exatamente nesse ponto aqui. E a partir desse momento, essa linha de tendência foi quebrada, OK? Muitos investidores e traders do mercado financeiro, a partir desse movimento aqui, ó, venderiam todas as suas posições, liquidando ali a sua operação por entender que os próximos dias ou semanas dessa tendência poderiam trazer o seguinte desenho, ó, esse aqui, ó. E isso seria algo bem preocupante em quem está posicionado na ponta da compra para esse ativo. OK? Olhando mais à direita aqui do seu vídeo, você consegue observar essa linha de tendência de baixa em vermelho, que foi acionada diversas vezes ao longo do tempo, né? pelo menos quatro vezes durante esse período de queda. E aí a gente entende que quando tivemos o toque desse ponto aqui, ó, a gente teve uma quebra dessa linha de tendência de baixo. Vamos imaginar que você estava operando short nesse exato momento, que é ganhar dinheiro com a queda desse ativo, tá? E aí quanto mais ele ia perdendo preço, mais você ia ganhando dinheiro com a desvalorização do mesmo. Mas a partir desse momento em que inclusive eu tive a superação desse topo aqui, o melhor a ser feito era liquidar essa posição, uma vez que o investidor aqui já começa a entender que esse ativo pode começar a reagir positivamente no tempo, justamente porque teve essa linha de tendência de baixa quebrada. Beleza, pessoal? Isso é importantíssimo que você entenda, tá? Por isso, as linhas de tendência são excelentes sinais também de mudança na tendência principal. Essa frase que eu trago para vocês agora sintetiza o que eu acabei de explicar. Com grande frequência, a quebra de uma linha de tendência é um dos melhores sinais iniciais de mudança na tendência. Isso mesmo, pessoal. Uma simples quebra de linha de tendência pode ser um grande sinal de mudança na tendência principal. Grave isso, porque é muito precioso dentro da análise técnica. Afinal de contas, então, como determinar a importância de uma linha de tendência? Vamos discutir algumas sutilezas das linhas de tendência. Primeiro, o que determina a importância de uma linha de tendência? A resposta é dupla: o máximo de tempo em que ficou intacta e o número de vezes em que foi testada. Por exemplo, uma linha de tendência que foi testada com sucesso oito vezes e que demonstrou sua validade continuamente, por certo, é mais importante do que uma que só foi tocada três vezes. Além disso, uma linha de tendência que está ativa por 9 meses é mais importante do que uma linha de tendência que está em vigor a 9 semanas ou 9 dias. Quanto mais importante a linha de tendência, mais confiança ela inspira. e mais importante é sua violação. Bom, mas como lidar com pequenas violações nas linhas de tendência? Vamos entender isso de uma maneira bem prática, tá? E quando a gente fala de violação ou pequena violação de uma linha de tendência, significa que essa linha de tendência foi quebrada de uma maneira sutil, mas que ainda não perdeu a sua validade, tá pessoal? E é isso que a gente vai entender com calma nesse slide. Perceba que aqui eu tenho o gráfico diário de Banco do Brasil no período de julho de 2025 a abril de 2026. E olha o que o texto nos diz. Às vezes os preços violam a linha de tendência em uma base intraday, ou seja, dentro do período de um dia, tá? Mas depois fecham na direção da tendência original, deixando o analista em dúvida se a linha de tendência foi realmente quebrada. Veja a figura a seguir que mostra como essa situação se apresenta. Os preços caíram abaixo da linha de tendência durante alguns dias, como você pode estar vendo aqui, ó, pessoal, mas voltaram a fechar acima da linha de tendência de alta. A linha de tendência deve ser redesenhada. Bom, perceba que aqui, ó, a gente teve vários pontos de toque aqui que validaram já essa linha de tendência, né? Lembra que a gente aprendeu que pelo menos devemos ter três pontos de conexão nessa linha de tendência? Então, eu já desenhei os três pontos de conexão, mas dentro desse período aqui, ó, essa linha de tendência parecia ter sido quebrada. Concorda comigo? porque a gente teve diversos dias sendo operados abaixo dela, OK? Mas logo em seguida a gente viu que essa linha de tendência voltou a ser respeitada, inclusive muito respeitada aqui, ó, exatamente nessa região. E aí a gente fica com aquela dúvida, poxa, eu devo redesenhar essa linha de tendência? O que que eu devo fazer, afinal de contas? Vamos comigo que você já vai entender. Usualmente, a violação de uma linha de tendência durante o dia deixa o grafista em dúvida se a linha de tendência original ainda é válida ou deve ser desenhada uma nova linha. O consenso manda manter a linha de tendência original, que é essa em amarelo aqui que vocês estão vendo na imagem, OK? Mas desenhar uma nova linha pontilhada até que se possa determinar melhor qual é a linha correta. Vamos lá, pessoal. A gente percebe que aqui, ó, tudo parecia estar perdido, né? A gente pensava que a linha de tendência de alta aqui em amarelo teria sido perdida, mas depois o preço continuou operando acima dela, inclusive respeitando demais exatamente nesse ponto que a gente percebe aqui, ó. Ou seja, ela ainda estava válida. Mas aí logo em seguida a gente teve uma nova dúvida. Por quê? a gente novamente operou alguns dias abaixo dessa linha de tendência e aí fica aquela grande questão, devo fazer uma nova linha ou não? O que que o consenso nos manda fazer? usar as duas como linhas de tendência de alta, tanto essa em amarelo quanto essa em branco. Ora, se eu observo que o preço de Banco do Brasil está em R$ 24,28 e essas duas linhas, tanto amarela quanto a branca, podem ser usadas como pontos de suporte no tempo, toda vez que o preço tocar a linha amarela ou tocar a linha branca, eu posso fazer compras, entendendo que essas duas linhas, tanto a amarela quanto a branca, são linhas de tendência de alta e podem ser usadas durante o decorrer do tempo para posicionar compras estratégicas. Infelizmente, não há uma regra rígida e rápida a ser seguida nessa situação. Às vezes é melhor ignorar uma quebra menor, principalmente se a ação de mercado subsequente, provar que a linha original ainda é válida. Observe que aqui nós temos Gold 11, que é o ETF de ouro da XP, e também uma linha de tendência de alta validada com quatro pontos inclusive de conexão no tempo. Notem que algo muito interessante acontece aqui, porque a gente teve um fechamento de preços desse dia abaixo da linha de tendência de alta. E aí muitos ficariam na dúvida, né? poxa, será que a gente vai perder essa linha de tendência? E no dia seguinte acontece algo mais surpreendente ainda, que é uma abertura de preço em gap de alta através desse candlezinho verde que você tá vendo aqui na imagem, tá? E justamente essa movimentação de um dia abaixo da linha de tendência de alta não invalida e não quebra a linha de tendência de alta principal que você tá vendo na imagem. Tanto que ela é respeitada por várias e várias vezes, como você tá vendo na imagem, tá? Então, toda vez que você observar uma quebra de um dia dentro de uma linha de tendência, tá? Toda vez que você observar esse tipo de quebra aqui, ó, com fechamento abaixo da linha de tendência por apenas um dia, isso não quer dizer necessariamente que essa linha de tendência aqui, ó, em amarelo foi quebrada ou foi invalidada. Muito pelo contrário, você pode perceber que nos dias seguintes ela continuou sendo respeitada religiosamente, se é que podemos por assim dizer. Então, o que constitui uma quebra válida de uma linha de tendência? Vamos entender. Vamos discutir aqui o fechamento versus violação intraday. No mercado financeiro, o preço oscila o dia todo. Uma violação intraday é como se o preço desse uma espiada para fora da cerca e voltasse logo em seguida. Isso geralmente não prova nada. A regra, o que realmente conta é onde o preço está quando o Gongo toca, ou seja, no fim do dia, o fechamento do mercado, tá, pessoal? Se o preço fechou do outro lado da cerca, a probabilidade de a tendência ter mudado é muito maior. Nós temos aqui uma violação intrade na linha de tendência de alta do gráfico diário da Vale, tá pessoal? Que é uma das maiores empresas listadas aí na nossa bolsa de valores. Perceba que essa é a linha de tendência de alta traçada em vale que você pode perceber aqui na imagem. E nesse ponto indicado pela seta amarela, a gente percebe que esse candlezinho verde teve o pavio ou sombra dele vindo abaixo da linha de tendência de alta. Conseguem perceber? Isso não prova a quebra da linha de tendência de alta, pessoal. Principalmente porque o fechamento desse candle que se deu aqui em cima mostra que ainda estamos dentro da linha de tendência de alta normalmente, OK? Isso pode ser comprovado pela movimentação de preço que se seguiu, tá? Por Olha aqui essas duas setas pretas. A gente percebe nitidamente que o preço continua respeitando a linha de tendência de alta OK? Então, pessoal, para ficar mais simples, a gente precisa entender que apenas uma movimentação intradia, que é representada por essa sombra de candle que você tá vendo aí na imagem, não significa que essa linha de tendência foi quebrada, OK? Isso significa que o preço apenas passou para fora da cerca, deu aquela espiadinha e voltou para dentro da linha de tendência de alta. OK? Isso pode ser percebido, né? Porque aqui, ó, a gente teve o perfeito respeito da linha de tendência, assim como nesse outro momento da imagem. Então, olha o que o texto nos diz. Perceba que durante a movimentação de área de preço, tivemos uma rápida violação da LTA em Vale, que foi justamente esse ponto indicado pela seta amarela. Porém, momentos depois, o preço retornou para dentro da LTA, inclusive tendo o fechamento válido do candle dentro da mesma. Isso não configura a quebra da linha de tendência de alta. Então, perceba que essa movimentação intraday não é suficiente pra gente dizer que essa linha de tendência de alta foi quebrada. Vamos prosseguir. Temos aqui então um segundo caso, o problema do sinal falso chamado de whips. Às vezes nem o fechamento é confiável. Perceba isso, pessoal. Grave isso. Às vezes nem o fechamento é confiável. O preço pode fechar um pouquinho além da linha hoje e voltar para dentro amanhã. Isso é chamado de whip, efeito chicote. Você acha que a tendência mudou, entra na operação e o mercado te puxa de volta, causando prejuízo. Então, perceba que no gráfico aqui de Gold 11, que é aquele ETF de ouro da XP, aconteceu justamente esse efeito chicote, né? A gente teve o fechamento aqui, ó, abaixo da linha de tendência de alta. Aqui foi o fechamento desse candle e logo no dia seguinte o que que acontece? O candle seguinte abre bem acima da linha de tendência de alta. Se o camarada pensou que aqui a gente teria uma mudança de tendência, né, ó, se ele tentou prever esse tipo de movimentação, ele acabou se dando muito mal, porque ele acabou sendo precoce, até porque nem sempre um fechamento de preço abaixo da linha de tendência quer dizer que essa linha de tendência foi quebrada. Então, muito cuidado com isso aqui, ó. O efeito chicote, tá? Nem sempre o fechamento vai ser confiável, tá? Fique atento quanto a isso. Então, vamos discutir aqui o terceiro tópico, os filtros de segurança. Para não cair nessas armadilhas, os técnicos usam filtros para confirmar se o rompimento é real ou não. Poxa, Felipe, mas que armadilha que você tá falando? Lembra dessas duas que a gente acabou de ver? A violação intraday e o efeito chicote? Então aqui eu quero te apresentar dois filtros para que você não caia nesse tipo de armadilha, ok? O primeiro é um filtro de preço, tá? Então eu só devo acreditar que a linha de tendência quebrou se o preço fechar 3% acima dela, no caso de uma LTB, ou 3% abaixo dela no caso de uma LTA. Isso evita que pequenos desvios sejam confundidos com mudanças reais. Felipe, como assim, meu amigo? Não entendi. Vamos tentar exemplificar aqui através de um rápido desenho. Imagine que a gente tem aqui, ó, essa movimentação de preço aqui, né? E aí a gente tem também essa linha de tendência aqui, ó, que eu vou desenhar aqui na imagem. Isso é uma linha de tendência de baixa. Confere? Imaginem vocês que a gente fez agora esse movimento aqui, ó. Perceba, a gente fez esse movimento aqui, ó, e a gente fechou aqui em cima. Digamos que esse preço de fechamento aqui de cima é maior em 3% do que o preço que estava encostando na linha de tendência de baixa. Aí sim você tem o que a gente chama de filtro de preço, tá pessoal? Aí a chance é grande dessa linha de tendência ter sido quebrada. Isso a gente falou de uma LTB, tá? Agora vamos exemplificar uma LTA. a gente tem essa movimentação de preço aqui, ó. Observe, OK? Topos e fundos ascendentes. E a gente pode conectá-los através dessa linha de tendência de alta. Beleza? Imaginem vocês então que a gente fez essa movimentação de preço aqui ó. Digamos que esse preço aqui de baixo está distante 3% do preço praticado aqui na linha de tendência de alta. Aí sim a gente tem um filtro de preço confirmado e uma linha de tendência de alta quebrada dentro desse filtro de segurança, OK? Então aqui basicamente é um filtro de preço. Se distanciou 3% além da linha de tendência praticada, aí sim existe uma grande chance dessa linha de tendência ter sido quebrada. OK, pessoal? E qual que é o outro filtro que eu posso usar? o filtro de tempo. Então, meus caros amigos, eu só vou acreditar se o preço fechar do outro lado por dois dias seguidos. Poxa, Felipe, me explica melhor esse negócio aí de filtro de tempo que eu não entendi direito. Vamos desenhar uma linha de tendência de alta aqui embaixo, então, e também alguns candles aqui, de uma maneira bem simples pra gente que seria esse filtro de tempo. Então, a gente tem essa linha de tendência aqui, ó, acontecendo, tá? Ó, vamos lá. Isso aqui são candles que você tá observando e eu tenho essa linha de tendência de alta sendo o grande ponto de suporte dessa movimentação gráfica. Imaginem vocês agora que a gente tem dois dias com candles fechando abaixo dessa linha de tendência de alta. Isso seria um grande sinal de que os próximos passos do mercado possivelmente seriam de uma continuidade de queda. Vamos tentar entender agora como seria esse filtro de tempo numa LTB, como você tá vendo aqui na imagem à esquerda, tá? a gente tá percebendo que por diversas vezes essa linha de tendência de baixa foi testada e empurrou os preços para baixo, né, como a gente aprendeu ao longo desses slides. Agora vamos imaginar que nós tenhamos dois dias seguidos fechando acima dessa linha de tendência de baixa. Isso seria o suficiente pra gente entender que dias seguidos acima da linha de tendência de baixa poderia ser um grande sinal de que o mercado quer fazer isso aqui, ó, continuar subindo, tá, pessoal? Isso é um filtro também de tempo, tá? Percebe então que a gente falou de dois grandes filtros aqui, tá pessoal? o filtro de preço dos 3% quando o mercado fechar 3% acima no caso de uma LTB ou 3% abaixo de uma LTA, sendo um grande indicador de uma quebra de linha de tendência e também o filtro de tempo, que é a regra dos dois dias. Se a gente ficou dois dias para fora dessa linha de tendência, muito possivelmente ela foi quebrada. OK, pessoal? Isso é muito importante e caso vocês não tenham entendido, podem me mandar mensagens aí no nosso grupo de apoio que eu explico tudo novamente. Resumindo, não basta o preço tocar ou atravessar a linha por um momento. Para os analistas, a confirmação exige que o preço se estabeleça do outro lado com folga ou por um tempo determinado, garantindo que a cerca foi realmente derrubada. Como assim, Felipe? Esse é negócio de o preço se estabelecer com folga do outro lado. Lembra da regra dos 3% que a gente acabou de estudar? Isso significa que o mercado precisa observar o afastamento dessa linha de tendência e um afastamento de 3% já é o suficiente para ter um sinal válido de quebra dessa linha, OK? E por um tempo determinado nos remete aquela nossa regra dos dois dias. Passamos dois dias além da linha de tendência, isso significa que muito possivelmente também tivemos uma quebra da linha de tendência principal. Talvez nesse momento da aula sua cabeça já esteja fervendo, mas eu também preciso falar sobre a inversão de papéis nas linhas de tendência. E não se preocupe, não é algo tão complexo. Vem comigo. As linhas de tendência também apresentam o fenômeno da inversão de papéis. Assim como acontece com os suportes e resistências, quando uma linha de tendência é rompida de forma significativa, ela tende a assumir a função oposta no gráfico. Em outras palavras, uma linha de tendência de alta, que antes atuava como suporte, costuma passar a funcionar como resistência após o seu rompimento. Da mesma forma, uma linha de tendência de baixa que exercia o papel de resistência frequentemente passa a atuar como suporte quando é rompida para cima. Por esse motivo, é bastante interessante manter as linhas de tendência projetadas para a direita do gráfico, mesmo após o rompimento. Muitas vezes, essas antigas linhas voltam a ser respeitadas pelo mercado no futuro, porém exercendo a função inversa da original. Vamos entender isso com calma, tá pessoal? A partir dos próximos slides, observe a inversão de papéis apresentada nas linhas de tendência abaixo. Vamos começar com essa imagem aqui mais à nossa esquerda. Essa linha de tendência de alta em verde, ela é validada porque a gente tem pelo menos três pontos de conexão com o preço no tempo. E olha que interessante, em todos esses três pontos o preço tocava e subia, né? Funcionando como pontos de suporte. Afinal de contas, é isso que a gente aprendeu, né? que todo recu que toca numa linha de tendência de alta funciona como um grande ponto de suporte. Com o passar do tempo, algo muito importante vai acontecer nessa movimentação de preço. Essa linha de tendência de alta foi exatamente quebrada nesse ponto que eu tô circulando na imagem. Perceba você também que eu continuei projetando essa linha de tendência de alta no tempo através dessa linha tracejada em vermelho. Olha que interessante. A partir de então a gente teve uma mudança de tendência porque agora eu tenho topos e fundos descendentes. Mas o que é o maior destaque dessa imagem é que a linha de tendência de alta anterior, agora após a sua quebra começa a funcionar como um grande ponto de resistência e não mais como suporte. Quando o preço toca nela, a reação natural do mercado é novamente derrubar os preços, ok? Então essa é a inversão de papéis que a gente precisava comentar. Uma linha de tendência de alta após quebrada pode funcionar como um grande ponto de resistência e não mais como ponto de suporte, como a gente via aqui, ó, anteriormente na imagem, OK? Olha o que o texto nos diz. A LTA, que funcionava como suporte inicialmente, passou a se comportar como resistência após o seu rompimento. E é o mesmo que acontece aqui na imagem da direita, tá, pessoal? Aqui a gente tinha uma LTB nítida aqui na imagem, né? Toda vez que o preço batia na LTB, ele caía, né? Como a gente pode ver aqui na imagem, certo? Notem também que eu continuei projetando essa linha de tendência de baixa no tempo através dessa linha tracejada verde, tá, pessoal? Perceba que em dado momento essa linha de tendência de baixa foi quebrada através desse rompimento que você tá vendo nessa imagem. E quando o mercado volta a testar essa região, ao invés de ter uma queda de preço, o que a gente tem aqui é simplesmente uma valorização do ativo, o que significa justamente essa inversão de papéis de uma linha de tendência. Antes funcionava como ponto de resistência e após a sua quebra começou a funcionar como ponto de suporte. Olha o que o texto nos fala. A LTB, que funcionava como resistência, inicialmente passou a se comportar como suporte após o seu rompimento. Pessoal, eu sei que parece complexo, mas se torna fácil quando a gente observa isso de maneira prática em ativos reais listados na nossa bolsa de valores. Perceba comigo aqui nós temos uma linha de tendência de alta invertendo o seu papel nas ações preferenciais da Petrobras, Petro 4. OK. Aqui o gráfico representa uma movimentação de preço que vai de setembro de 2023 até maio de 2026. Observe que aqui eu tenho uma linha de tendência de alta validada, porque eu tenho mais de três pontos de conexão na mesma. E ao mesmo tempo eu também consigo observar que eu tive justamente a quebra dessa linha de tendência de alta justamente nesse ponto. E uma vez que ela foi quebrada, quando ela foi retestada, agora ela começa a funcionar como um ponto de resistência, onde o preço bate e acaba caindo, tá, pessoal? Então a gente consegue observar nitidamente a inversão do papel dessa linha de tendência de alta. Antes ela funcionava como ponto de suporte, né? Toda vez que o preço batia, valorizava, como a gente viu diversas vezes no tempo. E agora, uma vez que ela foi quebrada, no seu primeiro reteste, a gente já teve uma desvalorização. E por incrível que pareça, pessoal, olha que interessante que é isso. Esse ponto de preço criou uma espécie de zona retangular de resistência. Toda vez que o preço bateu ali, ele acabou fazendo o quê? descendo, tá? Conseguiram notar o quanto é importante estudar as linhas de tendência? Inclusive, olha que interessante o que eu vou mostrar aqui para vocês agora. É que a gente novamente quebrou essa linha de tendência fazendo essa movimentação para cima, né, pessoal? E qual seria o próximo ponto de compra interessante de longo prazo em Petrobras? Categoricamente eu preciso responder que seriam em qualquer um desses pontos de toque nessa linha de tendência de alta, tá pessoal? Porque ela está estabelecida de forma muito segura no tempo e foi muito importante durante pelo menos 3 anos de deslocamento de preço em Petrobras. Então sim, eu procuraria por zonas de entrada justamente nessa região de preço que vocês estão vendo aqui. OK? Vamos prosseguir. Agora perceba o exemplo de uma linha de tendência de baixa, invertendo seu papel nas ações ordinárias de Magazine Luía, MGLU3. E mais uma vez a gente pode observar uma linha de tendência validada com mais de três toques em seu percurso durante o decorrer do tempo. Bom, o que eu quero chamar a sua atenção é que justamente nesse ponto aqui, ó, a gente teve a quebra dessa linha de tendência. E quando nós retestamos essa região de preço, ela não mais funcionou como resistência e sim como região de suporte, onde compradores buscaram por compras, inclusive fazendo dessa também uma região de compra que foi respeitada por algum tempo no gráfico, né, como pode ser percebido aqui na imagem. Assim como nós vimos lá atrás nos suportes e resistências, as linhas de tendência também t a propriedade de inversão de papéis. Então, o que antes era uma região de suporte pode se tornar uma região de resistência, assim como uma região de resistência pode se tornar uma região de suporte. E aqui nós temos a linha de tendência de alta em Microsoft MSFT, né, que é o código da empresa listada lá na NASDAQ, mostrando sua importância no tempo. Por que que eu foquei aqui na importância da linha de tendência no tempo? Observe que a gente tem uma movimentação entre 2022 e 2026. E aqui eu tenho o estabelecimento inicial dessa linha de tendência de alta, né, que foi tocado aqui pelo menos uma duas vezes em 2022 e novamente foi acionada em 2025, pessoal. E como se não bastasse aqui, ó, em 2026 ela foi perdida, né, como a gente tá conseguindo observar aqui, ó, ela foi perdida. E como se não bastasse, quando ela foi retestada nesse ponto aqui, ó, ela não mais funcionou como suporte e sim como resistência, ou seja, os preços agora batem nela estão reagindo para baixo, tá? Ou seja, um suporte que foi fortíssimo entre 2022, né, nesses pontos aqui, ó, e em 2025, agora está funcionando como ponto de resistência em 2026. Que loucura, né? Imaginem vocês que a gente apagasse essa linha de tendência exatamente nesse ponto aqui, ó. a gente só teria esse conhecimento do gráfico à esquerda dessa barra vermelha, né? Deixando essa linha de tendência projetada, olha o quanto ela foi útil no tempo. Ela foi um ponto de suporte aqui em 2025 e agora ponto de resistência aqui em 2026. Por isso a importância de deixar as linhas de tendência, tanto LTAs como LTBs, desenhadas no gráfico, porque elas são extremamente eficientes. OK, pessoal? Espero que vocês tenham gostado dessa aula e entendido os conceitos de LTA e LTB, assim como a sua possibilidade de inversão de papéis no tempo. Lembrem-se também do filtro dos 3%. e do filtro dos dois dias que servem para validar a quebra de uma linha de tendência. Agora que vocês já conhecem as linhas de tendência, vocês já estão aptos a estudarem os canais e as suas classificações dentro da análise técnica. Então isso fica para a próxima aula, OK? Deus abençoe e até o nosso próximo encontro.