Novo Imposto em Investimentos, Bancos Reclamam. Até que preço pagar no BBAS3?

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  1. 01 BBAS3 B3 BUY +0.00%
    Entry R$17.95 17 Aug 2026
    Current R$17.95 18 Aug 2026
    Result +R$0.00

    Na minha percepção, no momento, não vale a pena pagar no Banco do Brasil mais do que 18,52. É isso que eu penso para 2026. Não vale a pena pagar mais de 18,52 no Banco do Brasil.

  2. 02 ITSA4 B3 BUY +0.00%
    Entry R$12.36 17 Aug 2026
    Current R$12.36 18 Aug 2026
    Result +R$0.00

    embora eu ainda considere interessante, né?

    Context "a Itaúa, que é aproximadamente 90%, Itaú, também apresenta uma queda de seu topo recente ali de agosto 12%, atingindo as mínimas desde o meio do ano... embora eu ainda considere interessante, né?"

Full Transcript
Hoje nós vamos falar dos bancos que estão caindo e tem um novo imposto que o governo tá tramando que vai atrapalhar esses bancos ainda mais. Temos aqui atualização de dividendo dos bancos e o preço limite que eu tô parei a pagar aqui no Banco do Brasil atualizado, tá? Mas além da questão dos novos impostos, os bancos eles ficam muito atentos à economia brasileira. Então faz parte ficar atento às eleições, a questão fiscal. Isso tende a mexer bastante com a bolsa como um todo, em especial os bancos. Inclusive os executivos do banco, vem as eleições adicionando uma volatilidade a um cenário de juros altos, crédito mais seletivo e maior cautela dos bancos. No Itaú, o Senor Milton afirmou que a polarização eleitoral tende a manter os investidores atentas às pesquisas e, principalmente, a comunicação dos candidatos, que até o momento tem ficado ali mais entre Lula e Flávio Bolsonaro. A expectativa é que os mercados passem a antecipar cada vez mais os possíveis resultados conforme a disputa avance. As pesquisas têm saído todos os dias, todo dia tem uma atualização. Claramente mostra um cenário eleitoral polarizado, como imaginávamos, mas ainda com muitas discussões nos próximos meses. Eu acho que alguma volatilidade sempre pode ter, mas não estamos vendo nenhuma volatilidade desproporcional. Inclusive na semana passada nós tivemos pesquisa mostrando o cenário desfavorável pro Flávio Bolsonaro e também o rebaixamento do JP Morgan pra nossa bolsa, que ajudou a bolsa a trazentar algumas quedas mais fortes ali na semana. E os bancos estão à expectativa de maior clareza de política fiscal após as eleições. E pros bancos, o principal ponto de atenção no horizonte eleitoral é o fiscal. Obviamente, é isso que vai determinar também, não só pros bancos, mas pro ritmo do desempenho de várias empresas da nossa bolsa, que é a questão fiscal sobre controle que vai proporcionar com que, por exemplo, os juros caiam e a economia possa andar melhor. O Noronha, CEO do Bradesco, entende que depois das eleições, independente de quem vença, vamos ter aqui mais detalhes sobre a política fiscal pros próximos 4 anos. E ele mantém uma expectativa positiva. Eu já não sei muito bem se posso manter essa expectativa positiva, tá? De qualquer forma, o CEO acrescenta que o país deve entrar em 2017 com um cenário de ajuste fiscal mais forte. O Itaú nos lembrou de algo importante, né, que não adianta só derrubar os juros. A preocupação, segundo o executivo, é que uma eventual queda de juros no curto prazo não seja suficiente para reduzir o custo do financiamento de empresas e consumidores, caso o risco fiscal continue elevado. Às vezes o juro curto cai, mas se existe uma insegurança, uma incerteza e o prêmio de risco aumenta, as taxas de juros longas aumentam. Isso é onde os clientes se financiam. O cliente não se financia do CDI diário, que é o que vai ali oscilar com a queda dos juros, né? E óbvio, né, pessoal, que toda essa instabilidade traz ainda mais cautela no crédito no agro. No Bradesco, a cautela também chegou à concessão de crédito. Noronha classificou o cenário econômico do segundo semestre como pior, citando o comprometimento das rendas da família, a persistência de juros elevados. O cenário é pior. O comprometimento da renda subiu e a taxa de juro resiliente dessa maneira não tem muito jeito. Você vai pressionar as empresas que tm uma margem líquida menor. E não é segredo para ninguém que ano após ano a nossa inadimplência tem batido o recorde mês após mês, né? Então nós temos aqui em julho o novo recorde de nadie implantes do Brasil, recordes de recuperação judicial. Ó, agora, por exemplo, é a vez das casas da Bahia da Marabas. Em apenas 48 horas, duas redes tradicionais pediram socorro à justiça. Por trás de casos individuais, o mesmo motor, juros a 14%, crédito travado e um consumidor sem fôlego. Diante disso, a gente pode ver a bolsa numa grande sequência de queda, embora hoje esteja próxima do 0 a zer. As petrolíferas estão até ajudando um pouco o índice aqui, mas o fato é que os bancos estão caindo forte. O Banco do Brasil caindo quase 2% e desde o começo de agosto até agora ele tá caindo 16,3%. Muito por conta do seu resultado também. E aliás Banco do Brasil agora batendo 18 cravados, né, tentando ali ir paraa casa dos 17 que ele chegou a visitar ali no último dia, né? E aliás, a esse preço de R$ 18, o banco atinge praticamente as mínimas dos últimos dois anos, né? Teve apenas um dia ali que ele fez abaixo disso e volta a preços lá de junho de 2023. Enquanto isso, Bradesco que nem sequer reportou um resultado ruim, apenas uma recuperação desacelerada, o que é natural diante de todo esse cenário difícil que nós falamos, né? O banco vem caindo aqui, ó, 14% do seu topo recente que ele fez ali ao fim de julho, né? E até mesmo Itaú, que vem reportando resultados sólidos há vários trimestres consecutivos. Ele cai aqui do seu topo recente também ali do fim do começo de agosto cai 12,6% atingindo praticamente as mínimas do ano. Pode observar que ele volta a preço do meio do ano e também do começo do ano ali, né? E a Itaúa, que é aproximadamente 90%, Itaú, também apresenta uma queda de seu topo recente ali de agosto 12%, atingindo as mínimas desde o meio do ano, mas ele não atinge as mesmas mínimas do começo do ano, né? Porque a Itaú ao longo do ano ela subiu um pouco mais que o Itaú ali, ela diminuiu um pouco o desconto hold, embora eu ainda considere interessante, né? Para atingir as mínimas do ano, a Itaúa deria cair mais 7,5%. Então eu venho aqui no nosso site dos membros do canal, onde nós temos a previsão de dividendos para várias empresas, inclusive, obviamente, o Banco do Brasil. Filtrei o Banco do Brasil aqui e eu tenho dividendos previstos até 2030. Agora diminuir levemente o dividendo do banco 202627, em especial 2026, que agora eu prevejo um lucro abaixo do guid 17 bilhões, tá? Que nos levaria um yeld de 5% aproximadamente 89. E para 2027 dividendo vai aumentando ano após ano, né? 2028 passa a prever um payout de 35%, 2029 também. E todos os lucros do banco, eu estou prevendo bem pés no chão, o que talvez eu seja um pouquinho ousado, a esperar apenas no ano de 2030, ele retornando ali a um payout de 40%. Só que para ele voltar a esses patamares de payout, ele provavelmente vai deveria estar mais redondinho, né? Então são bastante anos de recuperação pro banco voltar a ficar redondo. O dividendo vai crescer ao longo do tempo e mesmo com essa minha previsão peça no chão e eu colocando uma taxa de desconto no Banco do Brasil acima, um por ele ser estatal e outro por estar prevendo essa questão do payout, por exemplo, né? Uma taxa de desconto de 12%, o que nos leva a um desconto pelo modelo de Gordon de 20,28%. E aí, colocando uma gordura de pelo menos 15%. Na minha percepção, no momento, não vale a pena pagar no Banco do Brasil mais do que 18,52. É isso que eu penso para 2026. Não vale a pena pagar mais de 18,52 no Banco do Brasil. Já com toda essa margem aqui que eu tô colocando, fazendo uma previsão de crescimento de lucros gradativo, colocando uma taxa de desconto maior que, por exemplo, o Bradesco que eu coloquei 11%. De novo, é importante lembrar vocês que eu estou sendo pés no chão na previsão de lucros do Banco do Brasil a começar com o próprio 2026, que eu tô prevendo um lucro abaixo do guides que eles estão fornecendo, tá? Então é provável que o banco consiga superar o que o projeto. O problema é essa diretoria de novo, tá encalhada aí nos resultados, tem que fazer o negócio evoluir, né, pessoal? Considere se tornar membro, tá? Para você ter acesso ao site. Aqui tem o Bradesco, tem o Banco do Brasil, tem Itaúza, tem várias ações aqui para vocês verem a previsão de dividendos, tá bom? e o preço limite ali no Gordon. E dos mesmos criadores de impostos nos dividendos, aumento no imposto no JCP, imposto nos investimentos no exterior e o fim da isenção dos 35.000 nas vendas mensais, aumento do imposto do IAF, tudo isso falando apenas de impostos nos investimentos, tá? Eis que o governo agora apresenta mais dois novos impostos que vai afetar o setor agro e o setor imobiliário e também os bancos que vão repassar isso com certeza. Mas óbvio que mesmo repassando eles acabam ganhando com o empréstimo imobiliário. Se você deixa o empréstimo imobiliário mais caro, eles vão emprestar menos. Então os bancos se opõem ao possível fim da isenção de imposto para o LCI. Também temos o imposto no LCA que vai atrapalhar o agro e o fim da isenção dos LCI, a ameaça disparar juros e travar o mercado imobiliário. É o que dizem os bancos. E óbvio que é isso que exatamente vai acontecer. A potencial tributação da leta de crédito imobiliário LCI e do agronegócio, se confirmada terá principal consequência elevação do custo de captação de recursos pelos bancos. E o repasse disso para o tomador do financiamento esfriando operações do setor avali crédito imobiliário dos bancos privados. Pessoal, isso é evidente. O banco ele capta recurso pagando o custo do LCI e aí eles emprestam pras pessoas o financiamento ali e tal. Se o custo do banco fica maior para ele pegar esse dinheiro, ele vai ter que aumentar o preço que ele cobra do empréstimo. Não é a fada do spread bancário que vai bancar isso aqui, que vai pagar isso aqui, é você, é o consumidor, né? Mas ainda que isso acabe sendo o imposto que vai afetar as empresas, deixando para elas o custo mais alto, não deixa de ser o imposto nos investimentos, porque é um imposto em LC e LCA. Quem faz esse tipo de investimento em renda fixa vai ter esse imposto agora, né? Se realmente for concretizado, a tributação vai fazer naturalmente com que os investidores peçam uma remuneração maior para picar em LCI, porque agora é isento de porque não vai ser isento de impulso, né? E hoje é, hoje não é tributado. O LCI tem um custo mais baixo da que a SELIC. Com a tributação é inevitável que tenhamos um incremento no custo do crédito imobiliário. Então ficou claro, né? O LCI hoje e o LCA eles têm isenção. Você passando a cobrar imposto aqui, o investidor ele vai querer um retorno maior, porque senão é melhor ele ficar no tesouro Selíic, tesouro IPCA, né? Ele não vai investir numa questão aqui que tem um pouco mais de risco, fica travado ali só porque ele é bonzinho. Não, não vai. Ele vai querer mais retorno. E se ele quer mais retorno, o banco tem que pagar mais. Se o banco tem que pagar mais, ele está captando dinheiro a mercado mais caro e aí ele vai repassar para o consumidor cliente final que vai fazer o crédito imobiliário ali. Eu sei que alguns de vocês, mesmo que eu explicando, desenhando, vão continuar acreditando que a fada do spread imobiliário é que vai pagar essa diferença, né? Então tá bom. E o ponto é que o estoque dos LCIs ultrapassou a marca de 500 bilhões e respondem por cerca de 20 bilhões do funding do setor. Ou seja, 20% do fund nesse setor vai ficar mais caro se realmente você e colocar esse imposto. E a tendência é que esse seja cada vez mais dependente dos LCI o crédito imobiliário, porque cada vez o pessoal tem investindo menos na cdeneta de poupança. Então, conforme a poupança diminui, aumenta o uso do LCI. Aí, se você taxa o LCI, lascou, né? Então, num primeiro momento é 20%, no futuro é mais. E além do LCI, que vai atrapalhar bastante a questão dos bancos e o funding do crédito imobiliário, nós temos também a taxação do LCA que vai atrapalhar no agronegócio, o agronegócio que vem sofrendo muito com esses juros altos. Então, isso é mais uma dificuldade ali para eles, né? E aí a gente lembra do Banco do Brasil, também podemos lembrar do Banco ABC. Mas aproveitando que nós já citamos aqui o Banco do Brasil, o City reduz a previsão de lucro do Banco do Brasil e coloca as ações em observação. E embora a recomendação seja neutro, ele existem mais catalisadores negativos e por conta disso, a avaliação risco retorno se tornou menos atrativa. Nessa avaliação, a tese de investimentos depende cada vez mais de premissas difíceis de conciliar, com tendências operacionais recentes, especialmente a contínua deterioração da qualidade de ativos. Os desafios para cumprir o guides, crescentes preocupações em torno da qualidade de capital. Ele também revisou a previsão de lucro para baixo do Banco do Brasil de 16,6 bilhões agora e 21,1 bilhões 2027, saindo de antes 17,5 e 26,3. O gadides do Banco do Brasil prevê um lucro de 18 a 22. Então eles estão colocando consideravelmente bem abaixo do Gides aqui. E o preço alvo do banco sai de R para R$ 18. Yeah.

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