TEM ALGO MUITO ERRADO ACONTECENDO COM O BRASIL

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    eu oraria com muito carinho e com muita cautela agora e com muita atenção para uma palavra, Bitcoin. Porque quando a gente passa momentos de crise, de volatilidade grande, a gente tem que olhar para ativos que nos protejam. E o Bitcoin, na minha opinião, é sim por isso que eu tenho carteira, outras criptos, mas principalmente Bitcoin, que nos protege, protege a nossa carteira de grandes volatilidades.

Full Transcript
Fala meus amores, como é que vocês estão? Hoje a gente veio falar de um tema que é o seguinte: o último apaga a luz. A gente tá vendo uma crise, sim, o Brasil está enfrentando um momento muito delicado na economia, pessoal. E o vídeo aqui é muito sério. A gente vai falar sobre tudo que tá acontecendo. A bolsa teve várias quedas. A gente tá vendo muito dinheiro de estrangeiro indo para fora do país. Os estrangeiros estão tirando dinheiro do nosso país. E a gente está em período de eleições, né? A gente tá vendo eles, o mercado também tá avaliando como é que vai ficar o mercado daqui pra frente. A gente vê famílias, infelizmente uma boa parte, nós vamos falar aqui durante o vídeo, tudo, todos os dados endividadas, sem comida na mesa, com a conta praticamente fechadinha para poder comer. Uma família que é muito triste não ter comida na mesa. A gente tá vendo as empresas fechando, é Casas Bahia, Mara Brah em Recuperação Judicial, é Havana. ontem, né? Esses dias são casas Bahia Marabraz Havana Sidewalk eh Toque Stock, Moble, Grupo Pão de Açúcar. Pessoal, está acontecendo algo e pode sim ser uma crise grande. Pode. Tá bom, turma. A gente vem aqui, não é porque a gente quer assustar as pessoas, falar que tudo vai acabar, não. A gente vem alertar vocês e a gente precisa falar desses assuntos sérios. Pessoal, o Ibovespo ele entrou em várias vezes com pregão caindo. A gente viu fortes quedas e aí o investidor estrangeiro começou a tirar o dinheiro daqui. Por quê? Mas Carol, por que que o investidor estrangeiro tá tirando dinheiro? Por vários motivos. Primeiro, pessoal, o Brasil enfrenta um risco fiscal absurdo. A gente tá com uma dívida absurda. Quem assumir 2027 vai pegar uma bucha, uma bucha, seja qual for o governo, né, e enfim, os participantes que estejam junto ali com o presidente, vai pegar essa bucha. O Brasil arrecadou muito, cobrou muito imposto e também fez muitas dívidas. Dois, isso já deixa o investidor estrangeiro esquisito. Ele começa a ver empresas fechando, ele começa a ver crises, uma taxa de juros alta, mas que mostra crises no Brasil. né? Começa a ver dificuldades para acreditar nas empresas, porque tem muitas empresas que estão passando problemas. E aí os investidores estrangeiros tiram dinheiro do Brasil. Carol, mas a nossa taxa de juros tá em 14. Por que que eles não deixam dinheiro aqui, pessoal? Porque eles não confiam. Isso está dando um alerta nos investidores estrangeiros. Por mais que eles ganhem, se eles deixarem dinheiro aqui com juros altos, às vezes eles preferem ir para uma outra economia emergente que às vezes tem até um juros menor, mas que tá mais confiável, tá? Por exemplo, a Argentina hoje melhorou muito acima do Brasil, tá? Outro dia mesmo eu fui ver um negócio porque eu ia viajar para Dubai, eu lembro que eu fui há 10 anos atrás com o meu irmão para Dubai ou 15 por aí, a moeda, o Dirã deles era mais fraco que o real. Hoje o Dirã é mais forte que o real. Eu fui ver, eu tomei um susto. Então, gente, a coisa não está brincadeira. E a gente nesse canal tá aqui para sempre conversar com vocês para onde está indo o Brasil. A crise chegou, o último apaga a luz. Tá bom, turma? Vamos falar o que que tá acontecendo. A gente tá vendo, né, alguns dados que aí o pessoal se baseia muito nisso para falar de alguma coisa que o que tá indo muito bem, né, a economia do Brasil, que é o desemprego tá baixo, né, o PIB tá crescendo, eh, a inflação desacelerando às vezes, tá? Não é sempre, às vezes a inflação desacelera um mês, no outro mês ela já sobe ali de novo. Só que pessoal tem uma contradição aqui com tudo isso que tá acontecendo, a a as famílias estão endividadas, as famílias estão sentindo o crédito tá caro, as empresas não conseguem fazer empréstimo, olha quantas dívidas as próprias empresas não estão conseguindo assumir o agronegócio apanhando, né? Então tem uma contradição, isso acontece, tá acontecendo. Ah, o governo está indo muito bem, o nosso PIB está crescendo, só que olha só, as famílias estão mais endividadas, a gente vê um crédito caro, a gente vê as empresas enfrentando muitas, mas muitas dificuldades. Não sei você se tem empresa, né? Muitos, muitos devem ter empresas ou grandes ou menores, enfim, estão sentindo. Comenta aqui embaixo comigo como é que tá indo o ritmo da sua empresa, como é que tá indo as vendas da sua empresa. O melhor termômetro que a gente tem são é a nossa própria população Renan >> é o próprio trabalhador que abre o dia lá de loja dele ou enfim o comércio e vai falar se tá bom ou não. Esse é o nosso melhor termômetro, né? E a gente tá com juros que seguem sendo um dos maiores patamares do mundo, do mundo, tá gente? Então, talvez a queda da bolsa que a gente tá vendo não é só medo das eleições, é a realidade que a gente já tá também vendo toda essa situação que a gente vê no Brasil. E também o mercado tá começando a antecipar, porque o mercado ele não vê só o presente, ele vê o futuro, ele já precifica o futuro e talvez ele já tá antecipando um problema que ainda não apareceu na conta, em toda essa conta, né, que são os indicadores da economia. E é justamente isso que a gente vai analisar nesse vídeo, tá bom, turma? Olha só, o Brasil ele tá realmente caminhando para uma crise grande, passando um momento bem delicado e indo para uma crise ou a gente ainda tá vendo um período normal de volatilidade? Enfim, né? A gente vai falar sobre isso aqui, por pessoal, se a resposta tiver no problema fiscal que a gente tá com uma dívida altíssima nos juros que estão altos e no crédito, essa queda da bolsa, ela pode estar dizendo muito mais sobre o futuro da economia do que parece, tá bom, gente? Muito mais. Alguém vai ter que resolver essa bucha, Renan. >> Alguém vai ter que pagar por isso. >> Alguém vai ter que pagar. E não é e não é não pens que é um político ABC. Somos nós infelizmente turma. E aí, pessoal, nós vamos falar de tudo isso no vídeo. A crise está existindo. Nós estamos vendo o nosso próprio termômetro, que são as ruas, as pessoas mercados caros, a inflação absurda, pessoas que não conseguem vender nada nas suas lojas. Não sou eu, Carol, que tô falando. Eu sou empresário, tô sentindo. Senti, sim, mas é uma dó. Me dá uma dó no coração quando eu vejo pessoas tendo que fechar o comércio, quando eu vejo as pessoas sem um prato de comida, porque tá acontecendo. Tá bom, Tom? Está bom. Eu, se fosse você, turminha, vocês que querem saber como proteger a carteira agora, porque eu sei que muita gente fala: "Carol, como é que eu protejo meus investimentos agora?" Turma, eu vou falar disso aqui, mas antes de mais nada, eu oraria com muito carinho e com muita cautela agora e com muita atenção para uma palavra, Bitcoin. Porque quando a gente passa momentos de crise, de volatilidade grande, a gente tem que olhar para ativos que nos protejam. E o Bitcoin, na minha opinião, é sim por isso que eu tenho carteira, outras criptos, mas principalmente Bitcoin, que nos protege, protege a nossa carteira de grandes volatilidades. E aí, pessoal, eu trouxe aqui a nossa patrocinadora que eu uso, eu confio e por isso eu falo dela, que é a Coinbase, pessoal. Coinbase, ela é uma das maiores exchanges de criptomoeda do mundo. O governo americano, turma, deixa a sua reserva de cripto de Bitcoin na Coinbase. Ela é listada lá fora. Ela segue regras rígidas, absurdamente rígidas. E é por isso que eu falo dela. Tudo que eu falo aqui, turma, é porque eu uso, porque eu confio, porque eu tenho dinheiro ali. Eu nunca vou trazer aqui pegadinha, coisas que eu não confieio. Joguinho, entre outros aí que a gente vê por aí. Como é que você vai fazer? A Coinbase quer te dar R$ 20 em Bitcoin. Você quer R$ 20 em Bitcoin? Eu quero. Renan também quer, acredito eu. Que que você vai fazer, turma? Primeiro passo, você vai abrir a sua conta gratuitamente. Tem que ser por esse QR code que tá na tela ou pelo link que tá aqui embaixo para participar de uma promoção, tá bom? Você vai fazer o seguinte, primeiro passo, cliquei no link, Carol, abrir minha conta, você vai ver que é super fácil, tudo em português. E aí vou mandar os meus dados certinho. Segundo passo, eu vou lá, mando meus documentos, pessoal, atenção, né? faz tudo certinho, preenche tudo, não tenha preguiça, vai valer muito a pena, é super rápido, é simples. E o terceiro passo, você vai pegar da sua conta do Brasil aqui, né, a sua conta Banco Digital, enfim, vai fazer um Pix paraa nova conta que você tem agora uma conta na Coze para você investir de R$ 10. Com esses R$ 10 você vai investir em qualquer cripto. Eu, Carol, gosto do poderoso chefão que é o Bitcoin. E aí o que vai acontecer? Você colocou seus R$ 10, investiu ali na cripto, a Coinbase vai te dar R$ 20 em Bitcoin em até 48 horas na sua conta. Carol, vai acontecer? Vai lá, pode conferir que eu estou te garantindo. Em 48 horas você vai ter R$ 20 de Bitcoin na sua conta e aí você vai ter R$ 30. O que eu sugiro que você mantenha ali no Bitcoin. Não tirar, vou tirar, vou gastar, pessoal. Atenção nesse momento agora. Vamos continuar falando do vídeo. O link para abrir a conta gratuitamente tá aqui embaixo. Tem que ser por esse link, a promoção ou o pelo Qcode que tá na tela. Bom, pessoal, vamos continuar. Vamos por pontos, tá? A queda da bolsa, ela não começou do nada e a gente até vê aqui, ó, uma sequência forte de quedas, tá na tela. Repõe pra gente aqui. A gente vê uma queda grande, né? Olha quantos pregões foi caindo. Caiu bastante aqui. A gente tá falando de seis meses e caiu bastante né? Existem, pessoal, volta para cá, algumas razões para isso, né? A SELIC tá muito alta. Quando a CELIC tá alta, taxa Selic, a bolsa tende a cair. Quando a CELIC baixa, a bolsa tende a subir. A renda fixa, pessoal, ela tá oferecendo bons retornos. Então, tem muito investidor que prefere ir pra renda fixa, fala assim: "Ó, eu vou ficar aqui na renda fixa que tá atrativa, 14% de juros, tal, né? de repente vai, vou ganhar ali meus 8% do que ficar na bolsa. Acontece sim com muitos investidores e a gente não pode negar que isso acontece. E também, pessoal, com as eleições se aproximando, aumenta a incerteza do quê? Do rumo das contas públicas. E o mercado não gosta de incerteza, o mercado odeia incerteza. Então, ele vê esse rumo de contas públicas e ele fala: "Para onde estamos indo?" Isso tudo se resume muito às nossas contas. Tá, gente, a bolsa ela tenta antecipar, como eu falei para vocês, o futuro. O mercado já precificou o que tá até aqui, por isso que tá caindo. Ele tá precificando, ele tá vendo que tá acontecendo, já sabe que tá tendo uma crise. Só que ele pode acontecer, ele antecipa o que pode acontecer lá na frente. Então, turma, antes de concluir essa queda, se essa queda é apenas política, né, ah, porque vai ter eleições, não vai, etc., a gente precisa olhar porque já está acontecendo no mercado financeiro, tá bom? Isso é importante. O problema, pessoal, pro segundo ponto, não tá apenas na bolsa, como a gente tá vendo, né? A gente tá vendo a bolsa caindo, empresas muito boas, baratas, empresas também falindo, infelizmente, entre outras coisas, mas já tem sinais de pressão que começam a aparecer na economia real. Isso é fato, turma. A gente não pode fechar os olhos. desemprego continua aí relativamente baixo, o PIB ainda cresce. Aí é aonde o pessoal se baseia e fala: "Não, mas a economia tá ótima, né? Você pergunta pra pessoa às vezes ali que não entende muito e é normal e ela fala isso." Só que pessoal, olha essa notícia que a gente vai pôr para você aí na tela. Endividamento bate recorde de 81,6% das famílias de CNC. A proporção subiu de 80,9% em abril para um novo patamar em maio, quinto mês consecutivo de avanço, né, pessoal? E agora chegando aí a 82%. Por mais que a gente veja, né, esse desemprego que as pessoas falam que tá, né, caindo e a gente vê muito emprego informal, hein? muito emprego informal, porque o povo brasileiro tem que se virar também, não dá pro povo brasileiro ficar parado. Então, a gente também ainda vê muito isso. Eh, a gente vê que existe um elemento que conecta todos esses problemas, que é o custo do dinheiro, pessoal, né? O juro alto, ele tá apertando, ele tá dando, ele tá sendo uma pedra no sapato das empresas, não só das empresas, que muitas estão entrando em recuperação judicial. E não sou eu, Carol, que tô falando. Infelizmente eu adoraria dar notícias maravilhosas o tempo todo, mas a gente tá vendo na TV, a gente tá vendo no na internet, a gente tá vendo com os nossos colegas no mercado financeiro. Você que tá aí, será que você tá tava empregado e agora tá desempregado de uma empresa grande? Você que tá aí, de repente, que é um dono de um de uma de um, né, proprietário de algo da economia, como é que tá indo? É isso que eu te pergunto. Esse é o maior termômetro que a gente tem. Então esse juro apertando todo mundo, pessoal, aparece em dois lados. As famílias começam a ter problema para financiamento, para pagar cartão, para cumprir empréstimo, vem a inadimplência, vem dívida, não só das famílias, como das empresas, que é exatamente o que tá aí, né, que tá na tela, que a gente colocou uma sequência. Ó lá, crédito caro, os juros altos e financiamento mais pesado. A gente vê um consumo menor, as pessoas não têm dinheiro, as famílias compram. as empresas acabam sendo pressionadas, as margens apertam e as vendas menores, né, tem menos venda e consequência de tudo isso, menos investimentos, né, isso tem menos crescimento. E aí, pessoal, além de tudo isso, volta para cá, como a gente tá enfrentando tudo isso, o que que o investidor quer? Não só a gente como principalmente o estrangeiro, ele quer exigir mais da bolsa. Ele quer exigir mais um retorno maior para assumir um risco na bolsa. Porque senão ele fala: "Não, eu não vou assumir um baita risco se eu não tiver um retorno muito maior", né? Então faz todo sentido. Aí você vai falar assim para mim uma pergunta, mas Carol, se os juros tão altos assim, prejudicam praticamente toda a economia, por que que eles continuam nesse nível? Que é o que a gente vê várias vezes, né? Vários empresários falando aí, tem que baixar os juros, os juros tem que baixar, as pessoas são os juros tem que baixar. Calma, criatura. Por quê? Tudo isso envolve uma explicação econômica. Tudo isso tem um porquê e a gente tem que respeitar os parâmetros da economia, certo? Que que acontece, pessoal? É aqui que a gente vai chegar no problema fiscal, aqui que a gente vai chegar nessa bomba relógio, infelizmente, que tá o déficit fiscal. E a gente vai falar aqui, a gente vai trazer dados aqui. Pessoal, uma das razões para esses juros estarem tão altos e a preocupação eh são as contas públicas, né? O governo ele aumentou a arrecadação. A gente bem sabe disso, porque o que eu tô falando, a gente tá falando coisas que todo mundo sabe, mas os gastos também estão crescendo muito. É gasto, é gasto. É gasto, é imposto, gasto, gasto imposto. Isso aí, pessoal, quanto mais percepção de risco, maior o mais as empresas vão exigir, as empresas de fora vão exigir, os investidores de fora vão exigir. Eles falam: "Pô, mas pera aí, tá tendo pagamento de imposto, tá arrecadando, mas também tá o gasto crescendo, pô, essa conta não fecha. É igual conta de padaria, é igual a nossa conta de casa. Se você ganhar 10 e gasta 20, não fecha a conta. Aí você faz o quê? Mais imposto. Faz o quê? Mais imposto. Não dá certo. A família brasileira não tá com dinheiro às vezes nem para poder comer, pôr uma comida na mesa. Como é que faz, né? Então, individa para caramba. Olha só essa notícia. Dívida pública sobe 10 pontos do PIB na parcial do governo Lula e atinge 81,9%, maior nível em mais de 5 anos. Endividamento já se aproxima do recorde histórico atingido durante a pandemia da COVID-19, o que pressiona para cima a taxa de juros na economia. Os analistas pedem corte de gastos para retomar uma trajetória positiva para tentar pôr as contas aí no lugar do governo tentar conter a alta da dívida. Volta para cá, pessoal. Desculpa, eu não sei em quem você voltou. Não, eu não quero brigar com você. Eu não quero aqui entrar em debate político. Mas essa aqui é uma notícia que é real. Não fui eu que trouxe, não foi o Renan, tá exposta. Então, quando a dívida tá maior, isso gera mais desconfiança, gera gera mais juros altos, porque a desconfiança é maior, o juros está alto e mais dívida e a dívida ainda mais cara. Esse que é o grande problema. Agora eu queria saber onde que tá tendo tanto gasto. Tinha que ter tipo uma tabela, porque a gente que paga imposto brasileiro, a gente quer saber para onde que tá indo. A gente que não tá indo. >> Para mim não tá. Eu não tô vendo uma grande melhoria na educação, na saúde, nada. Então, pô, para onde que tá indo esse dinheiro que a gente tá tá tá tá botando imposto que o brasileiro não aguenta mais? Turma, desculpa, eu tô falando aqui como brasileira, eu não tô entrando aqui num debate político A, B, C. E quando a gente fala que esse endividamento já se aproxima do recorde histórico, atingindo a pandemia, a gente tá falando da pandemia que foi terrível, infelizmente terrível. Foram dois anos parados, né? Então, a gente tá falando de um momento em que deveria estar melhor que a pandemia, porque a pandemia, sim, apanhou e apanhou todas as empresas feio. Aqui a gente tá num momento que a gente não tá numa pandemia, então olha onde fica o ponto de interrogação. Então esse problema, pessoal, ele começa no governo, mas não termina nele, né? Porque os juros altos eles acabam chegando aonde? No bolso das famílias. E de quais famílias? Da onde a corda arrebenta mais embaixo. E é triste falar isso pessoal. As famílias elas já estão sentindo essa pressão. A gente vê, né, mercado, as despesas do dia a dia, conta de luz, é conta de água. A gente vê, desculpa pessoal, desculpa você que faz vídeos, que fala que dá para fazer churrasco com R$ 100. [risadas] Aí você põe uma carne no teu carrinho e fala: "Ó, com R$ 100 vai fazer churrasco, não dá turma. O brasileiro tá sentindo isso aqui, tá caro. Eu mesma vou no mercado às vezes aqui uma sacolinha dá R$ 300, né? Imagina o povo brasileiro que ganha menos. Então, por favor, gente, sem essa, né? Chega a ser uma piada, né, Ren? Uma piada para pr pra gente ouvir pros nossos olhos, pros nossos ouvidos. Uma pessoa só. >> Pois é, difícil, né? Olha mais a notícia que a gente trouxe aqui, né? Os empregos ele pode continuar baixo, mas isso não significa que a situação tá boa das famílias. Olha lá, oito em cada 10 famílias brasileiras t dívidas. O cartão de crédito segue como principal vilão. E por que será que o cartão de crédito serve como principal vilão? Porque quando aperta e você não tem dinheiro, que que você faz? Dívida no cartão de crédito. E é um absurdo a dívida de cartão de crédito juros, pessoal. Porque às vezes aquele pai de família, ele não tem dinheiro mais onde da onde ele tirar. Ou ele vai fazer um empréstimo que tá alto, ou ele vai usar o cartão de crédito para poder pagar as contas. E é isso que tá acontecendo. Outra coisa, pessoal, as empresas elas também estão sentindo. Não sou eu que preciso falar, né, turma? Olha quantas empresas estão em recuperação judicial. E aí, olha o que eu trouxe aqui para vocês, pessoal. Está na tela. O Renanzinho trouxe para nós. Tá aí, ó. Endividamento, recuperação judicial. é a maior em 10 anos. Em 2024, o número de pedidos de recuperação judicial aumentou 61,8% em relação ao 2023. A fonte tá aqui, poder 360 e tá aqui, ó, desde o governo Dilma, Temer, Bolsonaro. E aí agora falando aqui no atual Lula, né? Então a gente vê que aumentou. Eh, isso não significa, tá, turma, volta para cá que todas as empresas estão quebrando, não é isso, mas mostra que tem uma grande pressão financeira e que a gente tá vendo bastante recuperação judicial, infelizmente. Tomara, tomara. Esse esse vídeo é um vídeo assim que você tem que fazer com a emoção entra, não tem jeito que essas empresas se recuperem e possam, turma, dar emprego para as pessoas. Tomara que isso aconteça, que se recuperem o mais rápido possível. E aí, pessoal? Aí as pessoas falam: "Mas e agora, Carol? Tá vindo as eleições? As eleições são o maior problema, né, turma? Todos, toda vez que tem eleições, as incertezas elas aumentam. Por quê? Porque o mercado eles vão tentando precificar quem que vai ser o candidato que vai ganhar, que que eu posso ver com esse candidato A, com esse candidato B, como é que fica os juros, como é que fica a dívida, tal. Eles tentam visualizar, mas é muito difícil. Então, pessoal, eu acho que o que mais preocupa hoje não é só as eleições. Esse período é mais volátil, mas é a conduta das dívidas públicas. Como é que vai ficar? O mercado quer saber disso. Como é que vai ser paga essas dívidas no próximo governo? Já te falo, vai vir bucha, não tem jeito, tá alta. Como é que vai se controlar essas dívidas? Se aumentar mais, pelo amor de Deus, né? Aí realmente fica muito delicado. E aí o investidor ele tende a ficar mais atento para colocar dinheiro no Brasil. Então a gente vê uma volatilidade sim maior da bolsa, porque o investidor vai olhar e vai falar: "Opa, pera aí, como é que vai ficar a questão do dinheiro no Brasil? Os juros, a a parte de dívida, como é que fica? Vou esperar, vamos esperar". E é o que a gente tá fazendo também. A gente tá esperando as eleições e vendo os candidatos e como pode circular nossa economia. Claro, porque a gente vai se basear muito nisso para saber os melhores investimentos para se fazer, né, turma? Então, a pergunta que a gente faz é como que a gente vai melhorar a trajetória fiscal desse país? Como que os políticos vão fazer para melhorar isso, né? a gente tá de fato realmente entrando numa crise? Essa é a maior pergunta que as pessoas estão se fazendo hoje, que os influenciadores, investidores, analistas estão falando com medo dessa crise, né, pessoal? E claro que existem motivos para essa preocupação, juros altos, como a gente falou aqui no vídeo durante todo esse tempo, dívida crescente, famílias pressionadas, empresas que começam a apresentar dificuldades, empresas boas também inclusive. Mas pessoal, isso não significa, tá bom? Eu quero pôr uma luz no fim do túnel também para você. Não significa que o Brasil tá entrando em uma crise, meu Deus, exclusiva, como, né, outros países ou como a gente já viu outro viu aí em outros momentos, tá? Mas significa, turma, que a gente só tem que ficar atento, muito atento. A economia, emprego continua existindo, tá? Mas o poder de compra tá caindo. Isso é verdade. As empresas elas continuam funcionando. Tem empresas que continuam funcionando, mas elas estão investindo menos. E a gente tá vendo isso acontecer. cortes, né? E o país ele cresce, só que com mais dívida. esse que é o problema e com menor espaço para reagir. Então, a gente pode tá dentro, a gente pode estar começando a chamar uma crise, entrando numa crise silenciosa, numa crise que não aparece de uma vez, mas que ela pode desgastar a economia aos poucos e pode ir aparecendo. Tá bom, turma? Carol, você acha que vai ter uma crise? Pessoal, a gente vai esperar. Eu espero que não, mas o que eu posso afirmar é que vem anos difíceis, delicados e que a gente vai ter que ter muita cautela para também nessas eleições saber o que tá fazendo, né, turma? Existe a eleição, existe o medo político, existe a volatilidade, mas por trás disso também tem problemas que estão concretos, né, que não são só esses problemas que a gente tá falando que são possíveis problemas. Existe crédito caro, existe endividamento inadimplência um agronegócio sofrendo. E aí, pessoal, a gente fala assim: "Ah, a bolsa caiu, agora tá muito barata, o preço caiu, mas também o risco aumentou". Isso que a gente tem que estar sempre de olho. Então, você vê lá, tá barata, mas por quê? Será que o risco daquela empresa não tá aumentado? Será que vale a pena, né? A bolsa caiu, será que ela tá muito barata? Será que vale a pena o risco? Tudo isso a gente tem que ver com cautela, pessoal. Aqui a gente fala de investir, fala e tem que investir, sim. Ah, Carol, vou parar de investir. Meu Deus, eu vou ter um infarto. O Brasil vai, nossa, a gente não vai mais investir. Não é nada disso. Mas o que a gente traz aqui, turma, é que a gente tem que ficar de olhos abertos. E como é que você vai ficar de olhos abertos? Principalmente agora nas eleições, fazendo a nossa parte, a minha, a sua. Escolhe um candidato, pessoal. Não é por político de estimação, por propostas. É por ver o que tá acontecendo, é por ver o que que você acredita, que que a gente precisa melhorar. Faça a sua parte, eu vou fazer a minha e eu espero que você também e o Renan também, né? A gente conversa muito sobre isso aqui, sobre eleições, sobre tudo que tá acontecendo, porque chega assim, uma vergonha, turma, para finalizar o vídeo, a gente tá na rua e perguntar, por exemplo, para alguns políticos quem é o presidente da Argentina e ele fala Macron. Isso é uma vergonha pro brasileiro. É uma vergonha a gente estar andando no no meio da rua e perguntar quatro coisas boas que aconteceram no governo atual ou no governo antigo e as pessoas não sabem responder. Às vezes elas confundem um governo com o outro. Pessoal, a gente não pode passar por isso. Tem que estudar política, tem que estudar economia, tá bom? Isso é necessário. É sobre o seu dinheiro, é sobre o seu futuro. Então, pessoal, o que que eu olharia aqui? E o que que eu acompanharia daqui pra frente? São três coisas principais. Três coisas principais. Anota aí e presta bastante atenção para estudar. A dívida pública, como que vai ficar? A trajetória dos juros. Esses juros eles precisam cair com com cuidado, respeitando na inflação e a situação de crédito das famílias e empresas. Porque esses indicadores, pessoal, se eles começarem a melhorar enquanto os ativos estão descontados, podem surgir boas oportunidades. Agora, se isso continuar piorando, se a gente vê isso uma uma piora absurda, a bolsa talvez ela esteja começando a antecipar um problema maior. Então a pergunta que fica é: a bolsa caiu demais ou o desconto atual, a bolsa que tá em queda, que caiu demais, o desconto atual compensa os riscos que estão aparecendo na economia? É essa a nossa maior pergunta agora. E estamos olhando aí três pontos, juros, dívida e como que tá a situação de crédito, como que fica das famílias e empresas. E a gente vai continuar falando disso aqui. O último apaga luz, uma crise silenciosa tá chegando. Que que você acha disso? Comenta aqui embaixo comigo e também comenta aqui embaixo comigo como é que tá o seu comércio, que que você tá sentindo das pessoas, né, do comércio, dos seus colegas, da sua família. Comenta aqui embaixo comigo, tá bom, pessoal? E vamos torcer sempre pelo nosso país. Seja A, candidato A, BC, a gente tem que torcer para o Brasil, certo? e para todos nós, empresas e também famílias. Pessoal, eu sempre falo, vou a Brasil.

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