CDI, Alfa e Ibovespa: tudo sobre os fundos brasileiros | WALL STREET CAST

CDI, Alfa e Ibovespa: tudo sobre os fundos brasileiros | WALL STREET CAST

Analysé Voir sur YouTube Demandé Le
Rendement de la vidéo
-0,84%
Appels
1
Achat / Vente
1 0
Publié

Recommandations

L'entrée est le cours de clôture de l'actif à la date de publication. Le cours actuel est la dernière clôture enregistrée.

  1. TFCO4 B3 ACHETER -0,84%
    Entrée R$13,06 07 sept 2026
    Actuel R$12,95 08 sept 2026
    Résultat −R$0,11
    vs. indice −2,4% BOVA11 +1,6% sur la même période

    eu antes de entrar aqui na reunião tava conversando com o CEO da Trackfield, que é uma empresa que a gente investe, que é uma das daquelas quatro ou cinco menores que a gente gosta muito, que é uma empresa extremamente diferenciada, bem posicionada, muito barata agora, com uma simetria enorme

    Contexte extrait par IA ...antes de responder. Eu antes de entrar aqui na reunião tava conversando com o CEO da Trackfield, que é uma empresa que a gente investe, que é uma das daquelas quatro ou cinco menores que a gente gosta muito, que é uma empresa extremamente diferenciada, bem posicionada, muito barata agora, com uma simetria enorme...

Transcription Complète
Está começando mais um Wall Street Cast aqui direto de Nova York. Sejam todos muito bem-vindos. Obrigado pela audiência, pelo carinho. Começa agora mais um Wall Street Cast. Sejam todos muito bem-vindos. Eu sou Bruno Corano. Obrigado pelo carinho, pela audiência. Para quem ainda não segue o canal, um ótimo momento. Seu like é sempre muito bem-vindo. Para quem ainda não me acompanha nas outras redes sociais, sempre @brunocorano. E hoje eu recebo no Wall Street Cast engenheiro e administrador de empresas que estudou na Universidade de Macken. Em 1999 ele iniciou a carreira na Heding Griff e foi red de mesa eh da mesa de ações da corretora e entre 2005 e 2010. Com a aquisição da Grifo, em 2010, ele migrou pro Credit Suiss, onde ele atuou como Senior Sales Trader de Equeries Lat. Em 2015, tornou-se head de distribuição de ações do Credit Suiss no Brasil e hoje ele é CEO da Alfa Ki. Seja muito bem-vindo, Christian Kellet. Bruno, obrigado pelo convite, pelo prestígio. É um prazer tá aqui no teu programa, podendo compartilhar um pouco nesse momento extremamente importante pro país e que a gente vê uma potencial assimetria interessante pra bolsa brasileira, que é o que a gente faz da vida do lado da gestão há 9 anos. e estamos aqui para poder responder todas as perguntas didaticamente pro teu público, poder ajudar, poder contribuir com as nossas visões, eh, em função do que que a gente tá enxergando paraa frente. Obrigado. Maravilha, Cristian, obrigado por ter aceitado o convite e eu vou começar te confidenciando uma coisa que logicamente eu eu falei: "Não contem eh pro Kelete antes, porque talvez ele não goste da ideia", mas eu sou um absoluto crítico da bolsa brasileira, então acho que vai ser bacana, porque eu quero muito ouvir a sua perspectiva e vou dar os meus argumentos. É, é lógico que eu tenho um viés porque por eh eh tá em Nova York há tantos anos, tem estudado aqui. Então, é lógico que eu eh eh eu tenho esse viés, mas isso não quer dizer que não é possível ganhar dinheiro na bolsa brasileira, pelo contrário, né? Só é mais complexo. Então eu até brinco com os meus amigos que operam o Brasil, eu falo: "Sai dessa vida". Então eu começaria te questionando eh como é que a bolsa, como é que a gente consegue eh se o passado, né, de nos últimos 30 anos faz com que o CDI tenha rendido mais que o índice, é lógico, eh os próximos 10, 20 serão diferentes. O que, o que, o que, como é que você, por, por que que um cara tão preparado como você e é quase como sabe aquela pessoa que é genial e quer ser professor universitário, falou: "Sai dessa vida, vamos ganhar dinheiro, vamos empreender." Uma pausa de milisegundos. Eu quero muito agradecer o investing.com por est patrocinando esse episódio. Para quem não conhece, Investing.com maiores portais de finanças do mundo. Ele é líder aqui nos Estados Unidos e ele também tá no Brasil com redação em português. E durante o episódio eu vou usar o Investing Pro e algumas ferramentas deles. Então acompanhe. Por que tanto conhecimento aplicado tão somente pra bolsa brasileira? Como é que você vê isso? >> Olha, Bruno, é a tua colocação é espetacular. Eu acho que o que a gente aprendeu nos últimos anos e acho que é uma prova, somos uma das poucas provas vivas no Brasil de que sim é possível gerar alfa estando comprado nos nossos produtos na bolsa brasileira. a gente tem cinco, seis produtos, mas enfim, o que mais capta é o produto que não tem no viés direcional. Ele é um long short. Você tudo que você compra R$ 1, você vende R$ 1 ajustado. A gente faz alguns ajustes aqui. Não quero ser técnico, mas esse é o nosso produto de maior captação e nós temos uma expertise muito grande. Eu acho difícil, eu eu sou mais humilde. Nós temos algum diferencial em olhar empresas que a gente eh gosta de vender, eh de apostar contra, mas não é porque a gente detesta empresa, é simplesmente porque a gente acha que tem alguma coisa que com dinheiro a gente compra eh e ganha mais dinheiro, ou ela sobe mais do que a que a gente vendeu ou ela cai. E eu acho que o mercado brasileiro eh nos últimos anos ele passa por um desafio eh muito importante, ô Bruno, porque o que acontece é que você veio eh de uma janela que ela estruturalmente ali em 3 anos, 2017, depois do impeachment da Dilma, eh, É 2017, mas principalmente começou 2017, mas 18 e 19 quando a gente começou a fazer gestão, já lá se vão quase 10 anos, onde você teve aquele famoso voo de galinha da economia brasileira ou das perspectivas de que realmente a gente podia eh voar e, vamos dizer, decolar sem aterrizar rapidamente, né? não era uma ponte aérea, seria alguma coisa um pouco mais estrutural. Então, nesses 3 anos, eh, a gente viu eh uma janela onde muita gente acabou, eh, se enganando, principalmente em 2018 e 19, porque você comprava qualquer ação na bolsa brasileira e tudo subia, porque o ambiente era propício para se investir em ações. No Brasil, a gente vinha de um cenário de terra arrasada. Acho que todo mundo lembra daqueles anos catastróficos de PIB negativo, onde em três anos seguidos a gente, né, de cresceu negativamente mais de 7%, onde a Petrobras, que hoje depois de todos os dividendos vale R$ 40, valia R$ 2. E lembro muito bem das pessoas dizendo, olha, Petrobras não vai passar dado o endividamento que ela tinha. Você tinha também uma MP do setor elétrico que tinha impactado todas as empresas ali listadas. Então ali se criou uma janela de oportunidade onde muita gente ganhou dinheiro, muita gente achava que sabia fazer gestão, mas na verdade elas estavam eh contaminadas. e inebriadas pelo famoso beta, não era pela geração de valor, você, né, consegue se diferenciar dos índices de referência, etc e tal. Muita gente andou parecido com os índices. Então, os índices subiram naquela época, eu lembro muito bem, em 2019, eh, mais de 30%, o índice de pequenas empresas subiu entre 40 e 50%, se não tô enganado, mas é por aí. E aí um monte de fundo subiu 50, 60, 100% achando que era eh melhor gestor do mundo. A gente começou naquela época, Bruno, a gente foi pego por essa janela, a gente foi muito bem no começo, mas depois que veio a pandemia, em 2020 ficou mais do que provado e aí por um acontecimento único, um cisne negro que acontece a cada uma vez, a cada 10 anos, talvez, eh, Eh, e aí você começou a separar um pouco os gestores brasileiros. Por quê? Porque em 2020, apesar de ter tido uma recuperação, eh, a gente percebeu que quem foi disciplinado ali perto da pandemia já tinha diminuído de tamanho, porque as empresas eram caras no Brasil. E aí você ter uma exposição menor ou ter uma proteção, a gente tinha ali até um certo nível, depois ele foi mais do que a gente achava, então ali também a gente foi impactado, mas a gente recuperou. E a partir de 2021 e 22, eh, acabou se criando nos últimos 5 anos, quer dizer, um cenário muito complicado que começa, eh principalmente pelo pelo retorno da do processo de eh ajuste da política monetária, eh onde os 2% da pandemia pro Brasil, eh, Eh, em nenhum cenário, pode ter de pandemia não deveria ter acontecido. Acho que isso foi um erro do Banco Central lá atrás. E a gente começa a ter um um uma correção e e uma saída, uma migração eh de fluxo da bolsa da renda variável para os produtos de renda fixa ou de CDI eh linkados que te davam um conforto de um retorno maior, sem risco, entre aspas, e hoje a gente vê que os riscos são muito grandes. nesses produtos de CDI, eh, mais alguma coisa e e aí você começa a ver a indústria perdendo patrimônio e tendo que se reinventar. A partir desse momento, Bruno, aí para te responder, como é que a gente consegue se reinventar? Olha, o Brasil tá começando a ficar num cenário, tá entrando num cenário mais complicado. Não adianta você ter um portfólio estático. Então, olha, eu vou comprar isso aqui para daqui a 3, 4, 5 anos mostrar pro meu cotista que eu sei fazer gestão. Para Brasil, dificilmente isso funciona, porque se você tem o dinheiro certo, ele vai esperar. Mas dificilmente existe esse dinheiro de longo prazo. O Brasil 5 anos é longo prazo para poder esperar maturar as tuas teses. Então você precisa ficar revisitando elas semanalmente, mensalmente, trimestralmente e ganhando o conforto de que as variáveis, principalmente exógenas, as as que te impactam, pode ser guerra, pode ser o preço do petróleo, consequentemente, pode ser os juros americanos, pode ser uma tarifa de um presidente americano que vai lá e do dia paraa noite te coloca uma tarifa. Pode ser os juros aqui no Brasil, pode ser a desaceleração da atividade, pode ser uma eleição, tem tudo isso que não adianta você dizer, tem uma, pode ser mudança de regulação, setor elétrico do setor de educação, tá tendo uma mudança de regulação, nós estamos agora passando por ela. Pode ser uma mudança no setor farmacêutico, pode ser uma mudança e eh tem tem vários vários setores que podem ter mudança e estão tendo e você tem que se adaptar. Então tudo isso faz com que você tenha que, enfim, se adaptar e e e fazer uma gestão mais dinâmica, não frenética, não eh eh extremamente eh compra e venda o tempo todo, mas em função do cenário, você vai ajustando, em função do cenário macro, você vai ajustando as poções micro, que é onde você vai ficando muito bom por estudar as empresas, chegar perto delas, ter contato e aí você consegue se diferenciar. E o que aconteceu nesse período, nos últimos cinco anos? O que a gente percebeu é que tem um número muito relevante, Bruno. Eu acho que tem aqui ainda no Brasil talvez umas 70 gestoras de ações eh fazendo gestão ativa, sabe? sem comprar ETF, sem ficar passivo. Então, normalmente essa turma é mais desindexada, ela não segue o principal índice da bolsa porque ele é muito pesado em bancos Petrobras e Vale. Não vai ter 15% de Petrobras, eh, 12% de Vale, 30% de bancos. Não, e em muitos casos onde você vê uma assimetria muito grande em empresas ou do setor elétrico ou do consumo doméstico ligadas muito mais à atividade doméstica. E aí o que eu eu reparo muito nos últimos anos, isso será um problema em breve, já tem sido, é que a sobreposição, eu ia fazer o falar o overlap, mas não não gosto de falar a palavra, apesar de você tá aí, né? Então, homenagem eu posso fazer falar em overlap. o overlap, a sobrepos, que é a sobreposição de posições idênticas, parecidas de muitos fundos, dezenas de fundos locais, ela traz um certo conforto em muitos momentos, principalmente onde você tá captando, o mercado é para cima, ele vai se retroalimentando, mesmo que sejam ações muito líquidas. O Brasil é um país que tem uma certa profundidade ainda, apesar de ser, eu diria que ele é muito pequeno hoje, depois de todas as desista, correções e empresas que fizeram IPO e sumiram, eh, MNS que tiveram duas empresas virando uma recompra de ações. A gente fala muito isso na nossa carta do ano passado que ficou conhecida do famoso Vai Faltar papel. E em função disso, eu vejo muita gente tendo as mesmas posições. E aí, como é que você se diferencia se você acerta tudo que o seu companheiro também tem, talvez com percentuais diferentes, aí vamos ser sincero, o alocador, o investidor, ele vai falar: "Olha, se você tem um fundo que é igual do teu vizinho ou parecido, eu vou comprar o teu ou do teu vizinho." Mas sendo muito sincero, hoje tem dezenas de fundos que são muito, muito parecidos e fazem praticamente só o Brasil, que é uma questão que a gente tem discutido muito aqui. >> Uma interrupção rápida. Se você tá curtindo esse episódio, não deixe de seguir o canal e acionar o sininho para que você sempre seja avisado das próximas publicações. Obrigado. É o que a gente sabe fazer da vida, o que a gente estuda há 30 anos e é onde a gente tem realmente acho que um ED, uma vantagem competitiva aqui por acessar mais fácil as empresas, ter comunicação, interlocução, saber como é que funciona a dinâmica, o que não nos impede de investir em outros lugares absolutamente, apesar da gente não o fazer ainda. Talvez agora a gente comece a testar um ou outro mercado de uma maneira muito inquipiente. E para você ter esse grau de competência, eh, você tem um um no seu portfólio uma quantidade definida de empresas que você acompanha e e todos os as movimentações e os trades acontecem dentro dessa listagem interna. >> Ô Bruno, eu acho que o grande diferencial tá aí. a gente não tem um número mínimo. Eu eu não gosto de concentrar muito no Brasil, porque dado aquilo que você falou, o que a gente comentou, como os ciclos às vezes são muito curtos e você começa a se animar e de repente você tem uma virada por algum motivo macro que não tem nada a ver com a empresa, mas que te impacta. Eh, hoje e sempre a gente preferiu eh ter posições muito diversificadas. Então tem 30 nomes comprados, 20, 15, 20 nomes vendidos, que é também uma parte do que a gente faz para mitigar um pouco as quedas às vezes e dar uma equilibrada no portfólio. Não necessariamente tem que ter 30 ou 35, tem que ter 15 ou 20 do outro lado. simplesmente um balanço que eu acho que faz sentido para o o cenário de Brasil para para você poder equilibrar e, enfim, enquanto não tem aí alguma definição em relação ao que vamos eh eh vamos assistir a partir de outubro ou novembro deste ano, depende muito do cenário político do desenrolar das eleições. E o que a gente gosta muito de fazer é, olha, eu também gosto daquelas empresas que a torcida do Flamengo tem e não sendo pejorativo aqui, quase todo mundo tem. Então, olha, você tem companhias do setor elétrico, é a nossa maior posição hoje diversificada em quatro, cinco ações do setor, três, quatro. Mas você tem empresas do setor doméstico que quase ninguém tem? >> Eu perguntei do escopo de nomes, porque aqui a gente tem uma estratégia eh de uma certa forma parecida. Eh, quem roda ela não sou eu, é um dos meus sócios. Eh, resumindo muito para você e para quem tá assistindo, a gente, eh, quando eu falo uma estratégia para quem tá assistindo, não significa que a gente não tem outros fundos e outras outros papéis, porque muitas vezes quando eu apresento essa que eu vou dizer agora, as pessoas as perguntas típicas, você deve imaginar que elete é, ah, tem Nvidia, tem isso, que fica e não tem, né? E aí a pessoa fica com a sensação de, ah, então vocês não compram esses ativos. Não, não é isso. Essa estratégia a gente acompanha tão somente 65 empresas, todas elas americanas, eh, do mundanas, assim, a gente não tá falando zero tec, a gente tá falando de fábrica de garrafa de vidro, empresa que, eh, fabrica roda de trem, eh o maior produtor de papelão e uma série de empresas, incluindo nomes conhecidos, né, como as pessoas sabem, 3M, Coca-Cola do Pom e etc. E a gente fica eh eh tão somente treidando ali entre esses papéis eh essa estratégia na mão do Danilo, que é o gestor, eh vem hécadas eh superando o índice aqui, o SNP, só que não necessariamente todos os anos, né? Então isso é importante para quem é eh de uma certa forma não tão conectado. Eh, e foi uma coisa interessante que o Kelete falou que tem anos que as coisas estão muito ruins. Então, quando o vento tá a favor, qualquer um ganha, qualquer um navega. O problema é quando as coisas não estão bem. E o segredo é quando as coisas vão mal, você conseguir de uma certa forma ir menos mal. Então, eh, essa estratégia já tem, tiveram anos que a gente teve muito, foi muito difícil, eh, a muitas vezes ficar ali em -5, men4, isso já era uma vitória. Eh como alguns outros vários anos, aí os resultados são espetaculares e quando você puxa a média, ela vem sendo sensacional. Eu entendo que os um um o fundos, talvez o que você chama de flagship, é exatamente esse mesmo conceito, né? Eh, você vai, você sorteia, faz os longs e vai vendo o comportamento e, eh, manipulando dentro dessa desse espectro, né? >> É isso, Brunão. Esse compound que você falou, exatamente o que você falou. Olha, se a gente deu em 2023, que a gente mudou bastante o estilo aqui, o equilíbrio de portfólio, em 2021, 22, a gente começou a dar uma ajustada para cenário, para Brasil, para juros, né, para macro, muito pesando, mas sempre a decisão é bottom up, que a gente fala, conhecendo as empresas, indo lá e tendo a convicção de que essas empresas são muito boas e aí você vai calibrando um pouco em função do cenário. Mas o fato, você falou muito bem, não é? 33% o Alfaquia ações em 2023. Foi um ano bem bom e muito acima da média do mercado que eu posso ter enganado. O índice subiu perto de de de 20 ou 13, talvez, acho que 13. E a indústria subiu um pouco mais, mas a gente gerou um alfa muito importante. Em 2024, acho que foi foi o o que você tá comentando que é muito legal. A maioria dos fundos caiu entre 10 e 20%. E nós rechamos 0 a zero, menos um ou zero, alguma coisa do gênero. E o a passado subiu, que foi muito bom, 50%. Então o composto disso, você sai de uma cota um, supostamente em 2023, você vai para 1.33, certo? Aí você não dá nada em 2024, mas foi um ano difícil. E aí você fica com 1.33 de cota, só que aí você bota 50% em cima de performance e do 1.33 você deu 100%. Em dois em 3 anos e o índice deu uns 40, 50. O small também. Então o que você fala, falou muito bem, é, se eu subo 33 em 2023, mas caio 20% em 2024, a minha cota mais ou menos vai de 1.33 e eu vou perder mais ou menos uns 22, vai para 1.10, certo? Perdendo 20% em 2024. E se eu largo de 1.10 em 2024 com 50%, a minha cota vai ser 1.6 no final de 2025. Aí você vai chegar para mim e vai falar: "Pô, Kelete, você subiu 50, 60% de 2023 a 2025 e o índice subiu mais ou menos isso, 50, 60, você não gerou nenhum alfa diferencial. E o CDI subiu composto uns quase 40%, 35, 40% nos últimos 3 anos, mais ou menos. A grosso modo, pode ser 30, 35. Vale o risco de subir 50% quando você tem o, dizer prêmio livre de risco, o garantido, entre aspas, que é o risco governo, mas vamos dizer o garantido que vai te dar 35, 40% para ganhar 15% a mais. Aí eu vou te falar, ó, Bruno, a gente ganhou 100% nos últimos 3 anos. Esse ano a gente tá meio também se defendendo ali, não tá, não tá bom, mas não tá ruim também, tá se defendendo. Então, o importante é que essa correção, o drawd ele foi pequeno, é o teu 4% que você tá falando. E ele não te tira do jogo, porque na hora que você retoma e tem um ano bom, você vai começar a compor em cima de uma cota mais alta. E aí esse ketorno composto ao longo do tempo é que é a beleza do negócio. Então é muito importante. Coisas que eu vi no passado, os caras que estão muito peito aberto, são muito otimistas com o Brasil o tempo todo, eles serão os melhores fundos do Brasil o ano que vem, a depender do que acontecer aqui, cenário político, juros, etc e tal. Claramente, porque todo mundo ou esses caras vão pular naquela piscina onde ela foi por muito tempo gelada, mas ela vai esquentar rápido e aí você vai para um risco mais alto, num cenário melhor mesmo e vai ser o primeiro lugar. O problema é que nos últimos 5 anos você foi quase o último lugar. Então o teu cliente já não tá, o teu cotista não tá mais com você. Ele te abandonou. vai ser bom pro teu dinheiro. Eu te garanto, o meu dinheiro vai ser ótimo, que ele continua lá na alegria e na tristeza. O teu tá lá com disciplina, mas do cara que nos últimos 5 anos perdeu muito, eu diria que ele não vai recuperar, porque esse composto, ele já vem ali em 4, 5 anos em - 20, - 30. Então assim, para recuperar todo o custo de oportunidade, você tem que subir assim muito, 200%, e aí eu acho que o risco não vale a pena. Então essa parte do retorno composto, tentando mitigar as quedas é a beleza, diria aqui da gestão global de equities. a gente vai aprendendo. Pô, sou já macaco velho, 30 anos de mercado, vou fazer e aprendi muito dos dois lados aí do muro. Eh, mas fazendo 10 anos isso, eu vejo claramente que tem cenários que você tem que ser mais conservador e ser o segundo quartilhos. Não precisa ser o melhor, mas quando sobe, quando cai, é importante você tá lá entre primeiro e segundo, porque você mostra que na dificuldade você tem uma certa disciplina, não investiu em empresas que deram muito errado, escapou, pode acontecer com a gente, eu acho que vai, inclusive não dá para ficar cantando aqui vitória, não, porque o Brasil é muito difícil, mas é o que a gente acredita e o que tem funcionado. Então esse exemplo, né, do 1.33 continua no 133 porque não caiu nada e aí compõe 50 em cima de 1,3 vai pra cota 2. E é engraçado, né? 1.33 tira 20% bota 50. A diferença deu 40 deu deu 1.6, né? De cota para dois de cota. enorme. >> O que você o que você tá falando é uma coisa que me remete ao seguinte, que é um problema ou uma dificuldade que eu tenho aqui que me parece que em algum grau você deve ter aí, que esse não é o tipo de produto para qualquer um. Eh, e quando eu falo para qualquer um, eh, não necessariamente a pessoa, se ela tem muito dinheiro, ela se qualifica, porque muitas vezes ela tem muito dinheiro, mas ela não tem um entendimento do que esse tipo de estratégia demanda, eh, que é justamente uma toler um longo, um prazo mais extenso e uma tolerância a períodos que às vezes podem ser até longos, que fica andando de lado ou anda até para trás né? para algum produto em Bruno. Eu eu entendo que olha no Brasil o famoso B and Hold Forever que eu acho que funciona nos Estados Unidos, em em países, funciona, lógico, tem todos os seus desafios, mas funciona melhor. A os sustos são eh são diferentes e, enfim, aí o fundamento vale muito. E aqui, dado às vezes a paciência do passivo, do cotista, e todas as mudanças que a gente comentou, algumas delas que podem ser de várias, né, de de de n de de n lugares. Eh, eu acho que sim, você pode tentar catequisar o seu investidor e falar: "Olha, isso aqui é longo prazo e a gente tem esses mandatos, como te falei, mas são pouquíssimos. E a gente vê sim um questionamento muito grande da indústria eh de longly buy and hold forever, que eh não tá fácil justificar investimentos no Brasil por uma década, não tá? Nem por 5 anos. Eu acho que a gente pode eventualmente entrar em janela boa, porque tem muitas empresas boas agora com muito desconto e que viraram muito líderes de mercado com uma estrutura de capital equilibrada e que potencialmente podem sim performar, mas eh tem que ter o passivo certo. Então eh concordo com você. A gente vai calibrando o passivo para esses fundos mais o long and short, que a gente tem R 800 milhões deais nas duas estratégias, esse é maravilhoso, porque esse assim, ah, mas a bolsa caiu 3% hoje, o fundo pode subir porque para uma que você tá comprado, você tá vendido em outra. Ele não é um fundo com uma direção, ele é um fundo alfa puro que a gente fala. Você vai ter que extrair o retorno, comprar, ganhando dinheiro, como falei, comprado na ação que você tá lá long e que ela caia menos ou que ela suba mais da outra equivalente que você tá short, vendido. Simplesmente isso. Ah, mas a bolsa subiu 50%, Kelet, e o long and short subiu 10 tranquilamente. pode acontecer. Não é um fundo, é um fundo para você ganhar do CDI. A gente acha que fazendo ações no relativo consegue gerar um alfa importante. Tem 3 anos que a gente faz estes dois produtos, foram muito bem, não dá para prometer. É extremamente intenso fazer, não é fácil. Exige uma expertise enorme para você sortear ações de empresas específicas. A gente não gosta de vender índices, ETFs, etc. Então, tem uma ciência por trás, tem uma interação com as empresas. É uma pena que às vezes a gente vende empresa boa, mas que é cara, faz parte do produto, nada contra. Às vezes a gente vende empresa ruim e cara, que é a melhor dos mundos, com governança errada, estrutura de capital errado, comunicação com o mercado errado. Isso tem de monte no Brasil. Eu acho que tem mais no Brasil do que em muitos lugares do mundo. O Brasil também não é número um nisso. É mercado emergente e acontece, mas eu acho que os donos de empresa, os controladores se preocupam às vezes muito pouco com os minoritários e cometem erros eh eh assim primários em relação à à locação de capital, comunicação, governança e outras coisas mais. E a gente acaba se beneficiando disso. Então para esse produto não tem tempo ruim. Se o assunto que a gente tá tratando aqui te interessa e você tem o desejo de estar sempre melhor informado e atualizado, eu vou fixar tanto no comentário quanto colocar na descrição do vídeo três links. As pessoas falam que tem que recomendar uma coisa só, mas enfim, se você quer entrar em contato com a Corano Capital, vai ter um link específico para isso. Se você quer participar de uma comunidade gratuita que eu tô criando, eu também vou deixar outro link. E se você quer apenas receber a nossa newsletter, é um terceiro link. Espero que você entre nas três opções. A gente te vê do outro lado. Obrigado. >> E pro Longbias, como a gente falou, chama o Alfa Ações, é um dia a dia também intenso, mas que normalmente é um net comprado, né? viés comprado long by que você tenta comprar empresas muito boas e pega umas outras para não na mesma proporção para tentar mitigar um pouco das quedas e na alta ele não deveria por formar tanto quanto os índices porque você não tá 100% comprado eh o tempo todo, muitas vezes 70 como a gente estava agora uns meses atrás e agora a gente veio aumentando porque a gente vê uma simetria muito boa. Eh, falando agora de de valuation, que é o que importa em relação ao histórico dos últimos 10 anos, tem uma parte das empresas brasileiras muito boas que está nas mínimas de valuation dos últimos 10 anos e que realmente pode dar retorno muito bom, eh, a depender do que a gente tenha aqui nos próximos meses. E para você fazer esse trabalho, como é que é o seu time? Eh, quem põe a mão na massa? Quantas pessoas? Porque onde eu quero chegar, né? No fundo, essa é a pergunta. Mas por que a pergunta? Porque eu vejo às vezes algumas pessoas que sozinhas acham que conseguem fazer gestão ativa e fazer stock picking. E quando eu digo para elas, eu falo: "Você é doido?" Eh, assim, não tem a menor condição. E às vezes elas perguntam: "Mas você não faz?" Falou: "Eu sozinho impossível, não consigo porque eu não teria como". Eh, e tão a fundo, primeiro que uma mente pensa pior do que duas, que pensa pior do que três, e segundo que eu não teria tempo, né? Humanamente impossível eu fazer a diligência adequada e o valuation com propriedade, etc. Então, só para eu ter uma ideia de como é a sua nos bastidores, >> assina embaixo, Bruno. Eh, exemplo rápido aqui antes de responder. Eu antes de entrar aqui na reunião tava conversando com o CEO da Trackfield, que é uma empresa que a gente investe, que é uma das daquelas quatro ou cinco menores que a gente gosta muito, que é uma empresa extremamente diferenciada, bem posicionada, muito barata agora, com uma simetria enorme e aquele negócio, ela é uma empresa menor, um pouco a gente olha às vezes uma liquidez, mas que vem realmente entregando números usos excepcionais. Então a gente tem esse bolso, como já falamos, de longo prazo, médio prazo para investir. Maravilhoso. E tava falando com ele especificamente sobre às vezes a operação, às vezes alguma coisa que acho que é importante sinalizar pro mercado. O cara tá falando comigo, o dono, o fundador. Eu ouço o que o cara fala e ele me escuta. as empresas têm vindo muito pra gente, elas são às vezes, não é, não é esse o caso, mas elas são carentes às vezes de é uma opinião do mercado de capitais, do que que a gente fala, né, o lado do investimento que somos nós, o by side, as pensam. E a gente tem sido uma voz muito ativa do bem para com as empresas que nos procuram e tentam eh uma interação que eu acho que a gente tem diferente de de muita gente. Então, nessas horas eu assino muito embaixo que faz muita diferença esse tipo de coisa. E numa conferência e com seis analistas que a gente tem aqui, mas eu e o Bruno são oito pessoas na equipe de investimento com uma agenda cheia por dois dias, cada um falando com seis a oito empresas por dia e depois trazendo aqui pra gente debater, eh, discutir e os analistas vão lá, são cinco, seis que fazem a parte mais a fundo da do do da análise dos modelos e aí a gente compra propriedade discute sobre tudo, tá? Eu tenho opinião sobre praticamente a bolsa inteira, todos os setores, o meu sócio Bruno também, eh, e os analistas setorialmente separados. E a gente vai debatendo o que que é bom, o que que é ruim, eh, qual é a hora de aumentar, qual não é, e traçando cenários também macroeconômicos para, né, traduzir um pouco as nossas posições micro. E isso flui muito bem numa reunião semanal, dia a dia também os analistas vem até nós, nós vamos a pé eles e conversamos, mas segunda-feira, toda semana, tem uma reunião de 2 3 horas, onde todo mundo passa setorialmente pelo que tem de novo para discutir sobre cada empresa que o analista cobre. Se não tem, não fala, se tem fala. E aí a gente vai também eh debatendo e contraargumentando. Esse eu acho que é um modelo que faz muito sentido e só acredito assim, com muita análise, diligência e interação. E a parte que nos deixa melhor não é exatamente nessa interação com as empresas e pelo brasileiro ou o gestor brasileiro não gostar ou não ter esse expertise dá muito trabalho para fazer o lado do short das empresas. A gente até 3, 4 anos atrás entrava nas salas de reunião e chegava e falava: "Olha, nós fomos nessa reunião com essa varegista aqui, tá? um cenário de terra, eh, ou com uma empresa de qualquer de de bebidas ou uma empresa de comortes. E aí o analista vinha ou eu mesmo falava: "Olha, a gente saiu da reunião, não tem nada para fazer porque o cenário tá ruim, talvez vai cair ou não vai subir." Não, não, não. Agora você não vai mais na reunião só com a chavinha do compra. Se a reunião não é boa, se a empresa tá com dificuldade operacional, se tem alguma coisa que tá impactando o resultado de curto prazo, se tem algum eixo de governança, alguma aquisição que foi mal vista pelo mercado, que não trouxe o devido eh retorno ou que não trará o devido devido retorno do investimento acima do custo de capital, é short, é venda. Então, no Brasil tem 10 caras que fazem isso e você competir com 10 caras pelo short, sendo que metade desses caras fazem o a parte vendida via ETF ou índice ou o Bova, os ETFs ou small. E eu acho um índice perigoso, porque quando você tá vendido no índice brasileiro principal, você tá vendido em Petrobras, Vale Bancos, basicamente. Então você precisa, sabe, tomar cuidado porque elas têm um peso muito relevante ali. Então você vai ter um portfólio que às vezes não conversa com que você tá vendido e eu acho perigoso. Então eu acho melhor ir nas empresas setorialmente. Não que tenha que ser uma empresa do mesmo setor, na ponta contrária, mas faz sentido vender empresas e separadamente. Aí você tem um um bucket, né, que a gente fala um um copo, um um um monte de empresas vendidas que fazem a contraparte das empresas compradas. E para isso, o teu analista, eu e o meu sócio, temos que ser diligente também na venda e a gente fica melhor nisso, porque a gente se obriga a sair da sala como opinião dificilmente. Olha, não tem muito o que fazer. Poucas vezes acontece isso. Olha, essa seguradora aqui tá no meio do caminho, já ganhamos dinheiro, desinvestimos e agora não é compra, mas também não é venda. Ela OK. E até às vezes é muito bom, porque ela pode ser uma venda, porque você coleta o dinheiro dessa venda e coloca no CDI, né? Não vamos esquecer que o CDI ainda é 13, 14%. Eh, e o dinheiro da venda você pega e bota no CDI. O que ele vai te custar é um aluguel por ano, que normalmente é uma taxa baixa, 1% ao ano. Então, se ação não andar, você já ganhou 12%. Aqui você ganhou 12. Se você vende uma ação a R$ 50 e pega esse dinheiro e coloca no CDI, você deve o aluguel pra contraparte, que é o doador da ação. Mas só que se ela não mexer no lugar e eu vendi R 1 milhãoais, eu no final de um ano, se ela não saiu dos vezes R$ 50, eu recompro ela. Só que esse dinheiro eu apliquei a 14%, então eu vou ter R$ 1.140.000. Eu ganhei R$ 140.000 menos o aluguel, custo aluguel que é 1% sobre R 1 milhãoais. >> Eu não sabia que no Brasil tem tão pouca gente fazendo esse tipo de estratégia e sorteando falou menos de 10, sendo que ainda uma boa parte faz através de ETFs e outros instrumentos. mais ou menos uns 10 que eu assim de cabeça, mas não tô errando não, Bruno, fazem. É um produto que tem um problema seríssimo de tamanho. Por quê? Porque o mercado de aluguel no Brasil, ele é um mercado igual deas vezes. Ele é um mercado de balcão. Você não consegue ter uma tela, você não enxerga uma tela onde tem ação disponível o tempo todo líquido à disposição. Então, às vezes a ação some o aluguel, te puxam. Te repactuam a taxa. É um negócio que assim exige cautela. E também eu gosto de pulverizar, que gosta de pulverizar muito a parte vendida para não tomar os famosos short squeezes em função de resultados. Então a maior posição vendida é 2,5 3%, a menor é 0,5%. E a gente ajusta pela volatilidade também da ação, mas dá trabalho. E eu acho que muita gente não quer ter esse trabalho. E também é um fundo que não comporta. Eu acho que a gente vai fechar com 1 bilhão, 1 bilhão2 milhões deais. tá perto. Eu acho que a gente nos próximos meses vai fechar. E se a gente fosse gansioso a gente deixava aberto, mas eu não acredito que vai dar retorno, porque como a gente faz muitos nomes e sortear muitos nomes em alguns casos, empresas pequenas e médias também, não só as grandes, a gente faz muitas grandes, mas também sorteia pequenas e médias, você precisa ter liquidez para isso. E 1% de 1 bilhão é R milhõesais. Olha, R milhões deais em empresas médias já é um tamanho que eu acho OK, mas você fazer 20 milhões, eu já não fico confortável aqui. A gente já não fica confortável para empresas menores. Então ela tem uma limitação que a gente fala que é uma capacidade, um capacity limitado. Então não é um fundo como esses grandes fundos comprados que tem 15 B, 10 B no Brasil. Os nossos fundos podem ter 3 4 5 B, o Longbias o longly. Isso dá. O que não dá é no fundo long ter dois, três, três, três bi. Eu acho que é pedir para enganar o cliente. Pode dar retorno pior a partir de agora, mas aí é uma questão de dia a dia, não é porque a liquidez tá impactando a estratégia. Eu acho que muito acima de 1 bilhão, eu acho que a gente vai começar a ficar impactado. Então, prefiro não fazer e tentar ser honesto com o cotista para tentar dar algum retorno parecido com o que a gente tem dado nos últimos três, qu anos desses produtos aí que são mais neutros, eu diria. Eh, o fato de você ter menos competição é ótimo, porque olha, esse banco tá muito ruim, a implência tá mais alta, ele vai, sabe, ter problemas e a gente acha que, pô, pode ser um bom short. Ah, mas eu não faço short. Bom, beleza, seu. Estamos competindo com 10 ou 15 fundos que fazem, mas são muito menos do que os 70 que fazem a ponta comprada. Eu acho que é uma vantagem competitiva, >> uma pausa rápida. Como todo mundo sabe, não existe decisão boa sem informação, sem conhecimento. E em finanças, isso é especialmente verdadeiro. Há um bom tempo que eu consegui pros meus alunos de mestrado, que eu dou aula aqui em Nova York, uma condição para eles assinarem com desconto um dos melhores portais de serviços e informações financeiras. E agora eles me permitiram começar a compartilhar isso aqui também com a minha audiência e com os meus seguidores. O investing.com hoje um dos maiores portais de informação financeira dos Estados Unidos e do mundo e eles também estão no Brasil com redação em português e cobertura local. E um detalhe, é um dos poucos que são absolutamente livres de conflito de interesse. O investing.com financeiro. Ele reúne em tempo real tudo que tá acontecendo nos mercados do mundo inteiro. Ações, moedas, juros, commodities criptos indicadores econômicos, tudo num único lugar. Mais do que isso, ele tem inúmeras funcionalidades, análises e dados em nível profissional, só que sem custar os 30.000 que eu pago por ano por apenas uma estação da Bloomberg. São 15% de desconto na assinatura usando o meu código que eu deixei fixado aqui nos comentários e do vídeo e também na descrição. Ah, só um detalhe, para você conseguir essa condução, você tem que entrar pelo computador, pela versão web, porque pelo aplicativo para assinar o cupom não funciona. Mas depois de assinado, aí logicamente você baixa o app e segue tudo normal. O link tá fixado aqui nos comentários e na descrição do vídeo. Bons investimentos. Kelete, se eh se não tivesse uma restrição de grade, eu tenho certeza que a gente falaria por algumas horas. Eh, mas eu queria abrir para você fazer suas considerações finais. >> Olha, Bruno, primeiro, um prazer. Eu te acompanho. Não é não é a primeira vez que eu tô te vendo. A gente acompanha. Obrigado por nos prestigiar e por ser tão eclético. Eh, e eu realmente espero te provar que você com o teu histórico que de verdade não é não é ruim não, o teu não é preconceito nenhum, os números estão aí, mas dá para gerar alfa sim, em cenários difíceis, não foi mercado de oba nos últimos 5 anos, não foi. Quem faz isso da vida sabe. Não estamos cantando vitória. Estamos vendo uma dificuldade muito grande dentro da nossa indústria de renda variável Brasil. É uma pena. Eu acho que a gente podia poder poderia como Brasil, como potência eh primária, ter muito mais empresas eh listadas, mas ligadas ao setor de eh agronegócio, mineração, prestação de serviço ao setor de mineração, eh proteínas e e outros mais. Não esperem que o Brasil tenha centenas de IPOs ou dezenas de IPOs de empresa de tecnologia. Espero que aconteça no médio prazo, longo prazo, mas não é assim o nosso DNA. Mas tem muitas empresas de setores fantásticos, líderes de mercado, muito bem posicionadas e com níveis de valuation que eu não vejo desde 2016. Só que 2016 era um cenário de terra arrasada. Eu não vejo essa terra arrasada. O Brasil está desacelerando. O Brasil tá com um problema de crescimento. O Brasil tá com problema, principalmente em relação à classe média e baixa, que não tem dinheiro eh para comprar para ir no supermercado. Acabou o dinheiro, foi paraa bet e, enfim, eh estão desafiados. Essa política atual, realmente ela tem uma certa limitação porque ela acaba machucando o poder de compra da população mais necessitada. Mas eu acredito que nesse cenário atual de economia desacelerando muito forte, com inflação caindo, nós vamos ver os próximos dois prints de inflação aqui muito perto de zero, muito baixos, principalmente acho que o mês que vem que tem o bônus de taipu. Então, uma janela boa de inflação, uma desaceleração meio que já definida que a gente vê conversando com as empresas tanto da da de vários setores listadas como não listadas e uma decisão importante onde qualquer que seja o resultado da eleição, é claro que a gente vê uma trajetória atual insustentável. eh eh de gastos que mesmo com um aumento muito grande do de impostos tem aumentado a nossa dívida e essa situação é insustentável a médio prazo e agora a curto prazo. E a gente tem que acreditar que isso haverá, né, que isso acarretará em mudanças, mesmo com o governo atual se reelegendo, eu acho que tem que ter uma mudança de postura, sendo super aqui transparente e sincero, senão as contas públicas aqui, enfim, a gente não vai ter eh eh um cenário onde o Banco Central vai estar confortável em reduzir as taxas de zuro, porque aí teremos câmbio pressionado, inflação potencialmente para cima. Aí você cria uma dinâmica mais difícil de você conseguir eh atravessar ao mesmo tempo do outro lado, se você tem uma disciplina de controle de gastos fiscal, eh, não abrindo mão de alguma arrecadação, que acho que até foi bastante pertinente em alguns casos, mas que tem que ter uma contrapartida de corte de gasto. em o Brasil conseguindo minimamente, Bruno, não tô falando aqui de corte, de olha, a dívida vai cair rapidamente o ano que vem para abaixo de 80%, não. ela vai estabilizar num primeiro momento e a partir do momento que os juros, Banco Central olhar e falar: "Opa, a gente tem um equilíbrio aqui de contas e com as aceleração da economia a gente tem um espaço muito importante para acelerar os juros para baixo de um dígito perto de eh um dígito 10%, pode ser que seja menos, mais rapidamente. E aí essa combinação vai levar a dívida pública a ser rolada numa taxa mais baixa. a economia começa a ganhar corpo novamente, porque o empresário fica mais e eh animado e fica mais corajoso em tomar dinheiro a juros mais baixos para investir e ter retorno acima do custo de capital e contratar, empregar gente, pagar salário e fazer com que a massa salarial cresça com que as pessoas consumam novamente sem depender de ajudas externas, extracampo, etc e tal, que eu acho que é assim que uma economia de mercado funciona. Em isso acontecendo, dado os preços atuais de mercado, Bruno, a simetria é realmente muito grande, combinada com o mercado brasileiro que tem ficado cada ano muito menor do que era no ano anterior, quer seja por desvalorização de muitas ações, então valor capitalização de mercado menor, quer seja pelos outros motivos que que com os quais que eu que eu mencionei, recompra compras de ação, de listagens, MNS e eh IPOs, enfim, que foram muito mal vendidos no passado e que as empresas não existem mais. O Brasil ficou pequeno pro tamanho de dinheiro que tem rodando no CDI, dormindo embaixo do colchão no CDI, rendendo 14% por vários anos. Então, paraa renda variável pode ser uma simetria muito relevante, mas temos os desafios que sempre tivemos, sendo que o mais importante ou um dos mais importantes dele ocorrerá nos próximos 45, 60 dias. Te agradece muito a tua eh o teu convite e a tua interação, o teu conhecimento e ficamos à disposição nos nossos canais. Para quem não me conhece, eh, eu tô bastante ativo de vez em assim, bastante ativo no X, por vezes em alguma outro outra rede social e nos nossos canais e de comunicação no site da Alfaqui, vocês me acham fácil. O André, nosso comercial. Fico à disposição para tirar qualquer dúvida e interagir com vocês. Acreditando sim que mesmo tando no Brasil, longe do Bruno aqui, um dia eu vou visitar, a gente pode trazer retornos tão bons quanto o que o que ele entrega nos fundos dele aí para quem investe. Obrigado, pessoal. Kelete, muitíssimo obrigado e obrigado também a você que nos acompanhou até aqui. Eh, não deixe de dar o seu like, seguir o canal para me acompanhar nas outras redes sociais, sempre @brunocorano. Vamos juntos, vamos em frente. Eh, se lembrem que na vida nada é por acaso e pela atenção. Muito obrigado.

Commentaires 0

Aucun commentaire pour l'instant. Soyez le premier à partager votre avis !