…einvestindo na empresa A que é 3 ou simplesmente eu estou convertendo em A que é 3. Por que? A verdade é que a ação na minha visão está descontada. Então não quero o dividendo. Se eu tivesse recebendo o dividendo estaria reinvestindo nela. Então pessoal, não é porque você não tem ação bonificada que não é a hora da A. Esquece isso, esquece quando ela subir, esquece bonificação. A empresa, eu já falei em outros vídeos, dá uma olhada, tem ótimas perspectivas de médio e longo prazo né? Mas se você quer o curto prazo, pode acabar tendo o caminho, por exemplo, da Cemig, que você visualiza um dividendo de 9,6% que é um…
Então pessoal, não é porque você não tem ação bonificada que não é a hora da A. Esquece isso, esquece quando ela subir, esquece bonificação.
Contexte extrait par IA
Por que? A verdade é que a ação na minha visão está descontada. Então não quero o dividendo. Se eu tivesse recebendo o dividendo estaria reinvestindo nela. Então pessoal, não é porque você não tem ação bonificada que não é a hora da A. Esquece isso, esquece quando ela subir, esquece bonificação. A empresa, eu já falei em outros vídeos, dá uma olhada, tem ótimas perspectivas de médio e longo prazo né? Mas se você quer o curto prazo, pode acabar tendo o caminho, por exemplo, da Cemig, que você visualiza um dividendo de 9,6% que é uma ótima empresa, só que tem que ter em mente que este dividendo deve cair.
Transcription Complète
15% de dividend yield no setor de energia elétrica ou crescimento? O setor de energia elétrica, para quem acompanha o canal, vocês sabem que é o setor que eu mais gosto da bolsa, porque é um setor onde a demanda, ao longo dos vários e vários e vários anos, apresenta um crescimento constante, que agora, inclusive, acelerou e bicou para cima. A questão de carros elétricos, data center, etc, nós temos um consumo aumentando mais energia elétrica. E com isso, nós estamos passando por um período de empresas investindo mais pesado. E exatamente nesse momento onde a Selic são nas alturas, estava 15%, agora foi para 13,75, né? Está muito alto. Que que acontece? Resultado financeiro da dívida dessas empresas que é um pouquinho maior, porque é um setor tão perene, tão tranquilo, com uma demanda que cresce tanto que elas podem investir tranquilamente. Aí a dívida é um pouco maior, você tem um momento de Selic tão alto, o resultado financeiro fica pressionado dessas empresas. E aí, você tem elas, muitas delas, diminuindo ali o dividendo. E exatamente nesse momento que pode ser o momento de plantar para colher no futuro ótimas compras. E embora a própria Auren Energia tenha apresentado uma alta considerável, daqueles preços que eu comprei tanto, vocês viram eu falando que, eventualmente, quando ela teve essas quedas aqui, eu dou umas beliscadas nela, porque a Auren Energia continua descontada na minha visão. Anotem, a Auren Energia, pensando em médio e longo prazo, é excelente. Essas oscilações que ela sofre no curto prazo é questão de curto prazo, exatamente, por exemplo, o preço curso de cu- de curto prazo de energia, mas no longo prazo, a empresa tende a a ir melhor, inclusive, quando os dividendos voltarem a subir. Por que o dividendo está assim? Porque a empresa está dando prioridade ao resgate, a recompra das ações bonificadas. É praticamente o mesmo efeito de recompra de ação. E eu tenho um monte de ação bonificada e para mim não faz diferença. Por que essas ações eu estou ou recebendo o dividendo diretamente e já reinvestindo na empresa A que é 3 ou simplesmente eu estou convertendo em A que é 3. Por que? A verdade é que a ação na minha visão está descontada. Então não quero o dividendo. Se eu tivesse recebendo o dividendo estaria reinvestindo nela. Então pessoal, não é porque você não tem ação bonificada que não é a hora da A. Esquece isso, esquece quando ela subir, esquece bonificação. A empresa, eu já falei em outros vídeos, dá uma olhada, tem ótimas perspectivas de médio e longo prazo né? Mas se você quer o curto prazo, pode acabar tendo o caminho, por exemplo, da Cemig, que você visualiza um dividendo de 9,6% que é uma ótima empresa, só que tem que ter em mente que este dividendo deve cair. Venho falando isso há um tempo, exatamente no último anúncio teve um pouco de queda de dividendo e deve continuar tendo, tá? O que não deixa de ser uma uma ótima empresa, uma ótima empresa, desde que você tenha essa percepção. E tem o caminho dos NEON, por exemplo, que tem 15% de dividendo, que deve continuar mantendo sim bons dividendos, mas é um fundo imobiliário. O fundo imobiliário repassa 95% em dividendo, então o crescimento você não vai ver. O crescimento vai acontecer como? Via emissão ali que os fundos imobiliários fazem, né? Então tem todo aquele negócio. É diferente, mas é uma possibilidade sim de ganhar dividendo alto. E eu já vou comentar inclusive alguns riscos que estão acontecendo no setor, das leituras que a gente pode fazer. Tem a Aura Energia que cara, ela deu uma boa alta, isso sim é verdade, a gente admite, aqui que subiu rapidamente quase 50%, né? Mesmo com essa queda recente aqui pouquinha, por conta da questão da possibilidade da taxa de juros cair. Isso mostra que mesmo ela pagando 0% de dividendo o mercado está ligado que ela é promissora no futuro. Mas aí a pessoa vai ter que ter paciência nessa desalavancagem, né? E óbvio, com essa questão política tendo um desfecho desfavorável politicamente ali, pode ser que ela sofra um pouco mais. Tem a Engie que já tá mais tranquila, é uma empresa, vamos dizer, mais robusta, mas que também, assim como a Aura, sofre com o curtailment, que eu já vou falar um pouco disso. E esse curtailment pesa um pouco nas empresas. E ela também tem uma certa dívida, tá num processo de investimento. E aí a gente tem ela com um dividendo baixo também e o mercado também tem batido nela. Ela não teve uma reação tão grande, né? Vocês pegam os últimos 30 dias, não saiu muito do lugar. Diferente da Aura que subiu 24%, a Engie subiu apenas 1,4%, tá? Temos a Copel que seguindo muito bem pós-privatização, ela também deu uma subidinha mais acelerada agora nos últimos 30 dias, de cerca de 10%, mas ela já vinha de alta antes. Tem um dividendo bom, você percebe que o yield on cost, para quem comprou na baixa, é absurdamente legal. Temos também a CPFL Energia como uma alternativa aqui de bons dividendos também, empresa de crescimento, também teve uma recuperaçãozinha aqui nos últimos 30 dias. Então, essa recuperação nos últimos 30 dias, muito por conta das eleições, mostra que sim, uma taxa de juros menor tende a ajudar essas empresas. Mas não é só isso, tem todo esse ruído político, o o governo atual deixou desandar um pouco algumas questões eh de energia elétrica, em especial o curtailment, que tem afetado um pouco as empresas de geração de energia. Eu espero ter deixado claro essa dinâmica da taxa de juros, crescimento das empresas e também não ficar de olho apenas no dividendo de hoje, observar que o dividendo de amanhã deve ser melhor para as empresas de energia elétrica, né? Mas nós temos um ruído aqui adicional, que é o curtailment e o que a gente pode chamar também de curtailment hídrico, o vertimento turbinável, que é o que acontece com as hidrelétricas de fio d'água, aquelas que não têm reservatório, acontece numa frequência bem menor do que acontece problemas na eólica e na solar, se a gente for comparar, mas de qualquer forma, algumas usinas hidrelétricas tem esse problema também, que é o que a gente chama de curtailment hídrico ali, tá? Então, esse é um cenário que, se o próximo governo corrigir, nós temos espaço para melhorar bastante. Então, é mais ou menos como, falando aqui em fundos imobiliários no caso, um exemplo comparável, sabe quando tem a vacância alta? Às vezes o imóvel é bom, você compra esse fundo imobiliário, quando ele aluga esse imóvel, você tem um salto ali no dividendo. É a mesma coisa que essas empresas, né? Então, elas tem ativos que podem estar gerando mais, desde que arrume esse problema, o governo vai trabalhar para isso, é uma coisa que pode acontecer não tão rápido assim, né? Mas que alguma solução será dada e, óbvio, dependendo da qualidade do governo, dos planos, pode acontecer mais rápido ali, né? E vocês sabem, leilão de baterias, transmissão de energia e freios para, eh, geração solar, principalmente nos painéis residenciais e tudo mais, né? Enfim, esse desequilíbrio elétrico tem causado, eh, impactos na geração e aí nós temos algumas regras do curtailment que acabou favorecendo, de certa forma, suavemente as hidrelétricas. Olha só, então a Aneel tratou sobre a regulamentação que iguala o curtailment das renováveis ao tratamento de restrição na geração de algumas hidrelétricas. Então, na prática, será uma mudança na ordem em que as usinas podem ser desligadas quando há excesso de energia no sistema e na distribuição dos prejuízos causados por esses cortes que a gente chama de curtailment. Nos momentos de sobreoferta de energia, em especial durante o dia, com a geração solar bombando ali, né? As hidrelétricas sem reservatório, a fio d'água, ou as que estão em lagos cheios, acabam jogando água no rio abaixo sem gerar energia, que é um desperdício absurdo, né? É o desperdício que a gente chama de vertimento turbinável. Eu prefiro chamar, para ficar mais fácil, né? O curtailment das hidrelétricas. Pelo menos nesse vídeo a gente vai chamar assim, para ficar mais fácil, tá? Senão pode confundir aí. Então, hoje esses curtailments das hidrelétricas são priorizados em relação aos cortes das eólicas e solares. A Aneel agora decidiu colocar todos no mesmo lugar da fila. Além disso, haverá um rateio dos impactos financeiros dessas restrições. Durante as discussões, os investidores de renováveis foram contra. Isso aqui será aplicado de qualquer forma de maneira gradual, tá? E com essa nova regra, em algum momento, o gerador eólico e o solar vão transferir recursos para os hidrelétricos e vice-versa. Porque existe aqui agora um compartilhamento de problema. Mas no computo final, as eólicas e as solares vão acabar pagando uma conta maior. Que para ela acredita que as hidrelétricas não deveriam participar disso, porque elas já participam de um compartilhamento de risco entre elas, o MRE. Mas é a questão do risco hídrico. Não concordo com o posicionamento dela, mas enfim. No fim do dia, a decisão da Aneel foi vista como uma vitória para os geradores hídricos, embora não seja esperado um efeito material sobre os resultados. Para as hidrelétricas é pequeno o impacto, mas para as renováveis, que talvez esperassem uma salvação, não foi bom, não, disse um analista. Como os curtailments hídricos, os vertimentos turbináveis, se concentram principalmente nas usinas sem reservatório, fio d'água, na região norte, como Belo Monte, Jirau, da Engie, Aliança, Santo Antônio, a principal beneficiada deve ser a Auren, seguida pela Engie. O impacto da Auren é positivo, mas marginal, não é substancial. Para as renováveis, eu diria que é baixo, mas não é desprezível, disse outro analista de utilities citando a Auren como uma das afetadas negativamente por ter muitos ativos de eólica e solar. E aí nós temos esse impacto do curtailment se arrastando, né? Embora tenha outras eh frentes aqui sendo discutidas para melhorar isso ainda, mas não foi dessa vez que repassou-se o problema. O que tinha que acontecer para resolver isso seria distribuir o curtailment para todo mundo, né? E hoje exatamente que tem um problema que pode afetar a SNEL11. Os mini geradores de porte menor, como a SNEL11, hum, praticamente não tem curtailment. Os geradores micro ali, aqueles individuais, vamos dizer, que o pessoal põe na casa, no comércio ali, esses nem curtailment tem, então teria que evoluir inclusive aqui eh a regulamentação, a tecnologia inclusive, para poder fazer isso. E são esses caras que estão causando aqui um dos principais problemas de acesso de energia ali durante o dia, tá? Então, uma única forma de acelerar isso seria fazer esse curtailment ser aqui também para essa galera. E aqui é que tem o x da questão, olha só, os investidores de geração solar distribuída, as placas solares em telhados ou mini usinas não terão qualquer mudança em operações, mesmo após pressão de todos os lados para que as perdas do curtailment fosse compartilhadas com o setor. A ANEL admite que o crescimento acelerado da geração distribuída ampliou o problema de acesso de geração, mas avaliou que a discussão nesse primeiro momento envolvia apenas os ativos sobre gestão do Operador Nacional ANS, que não inclui os sistemas de geração distribuída. No entanto, a agência e o ANS começaram um estudo sobre como as distribuidoras poderão restringir a geração distribuída se e quando necessário. E agora concluindo, e se você achou isso tudo muito confuso, muito complicado, não tem problema. Eu sou analista CNPI, posso te ajudar a ajustar sua carteira. Na descrição do vídeo tem o contato da minha consultoria e eu, pessoalmente, vou avaliar sua carteira de investimentos e vou, junto com você, direcionando ali todos os meses, acompanhando, direcionando a sua carteira para um posicionamento mais correto, escolhendo boas ações, sempre levando em conta também o que você pretende ali para os investimentos. Não adianta eu enxergar um fundo imobiliário bacana e você não não é a sua pegada fundo imobiliário. Ou de repente eu achar uma ação que tem uma é muito promissora e, pô, sua pegada não é ação, de repente é até ação, mas não é eh enfrentar uma volatilidade maior. Então já tenho aqui mais de 19 anos de experiência de bolsa e eu posso te ajudar na sua trajetória aí dos investimentos, tá bom? Vai na descrição do vídeo, então, tá aqui também o QR Code. Vai lá, faz o pré-cadastro, me chama no WhatsApp que a gente vai combinar direitinho, tá bom? Bom, mas voltando aqui, se você gosta de ações, você sabe que aqui no canal sempre estou falando das elétricas, então é tranquilo. A gente vai voltar a falar delas. Se você é membro do canal, pode deixar uma sugestão aí de alguma ação que eu possa falar levar lá para os membros tá? Mas eh em relação ao fundo imobiliário, como eu falo pouco, vamos concluir aqui com ele. Eu, pô, 15% de dividendos, será que vale a pena? Cara, depende. Primeiro ponto que a gente vê aqui, o basicão, o basicão. Onde o PVP? Olha lá. Já não tá caro e o dividendo é alto. Ele teve essa queda aqui, se você desconsiderar os dividendos, começa a ficar aqui interessante. Mas será que tem muito risco? Pô, estamos falando do setor elétrico, será que é tranquilão? Depende pessoal. A própria matéria que nós vimos nos mostra que os investidores que saíram mais ganhando são de geração solar distribuída, né? São essas frentes menores, então o SNOW3 saiu como um dos grandes campeões deste primeiro momento. Só que no Brasil nunca as coisas estão 100% concluídas, ainda mais uma questão dessas que ainda está se Então, sim, tem o risco de logo mais sobrar impacto aqui. E a própria matéria diz que a agência e o ONS já estão começando estudos sobre como as distribuidoras poderão restringir, por exemplo, a geração distribuída. Então, até mesmo aquele pequeno cara que tem ali o painel solar dele na casa dele, tá com esse risco. Então, pela lógica, o curtailment acontece aonde tende a acontecer, independente do tamanho do porte da empresa, essa região será afetada. Dito isso, né, permanecendo nessa lógica que seria o óbvio, nós temos aqui, então, no Brasil, onde mais acontece, mais de 80%, tá, de dos curtailments acontece no nordeste. Ou seja, a exposição do Neo Energia é pequena aqui. Então, ele está relativamente tranquilo neste momento, de por exposição, tá? Acontece também um pouco em Minas ali, né? Nas outras regiões é bem pouco. O nordeste, cara, do jeito que tá, a tendência é que ele vá a 90% daqui a pouco porque essa essa negócio de incentivo, de criar energia por lá e também ter uma região com eó é é favorável para vento e sol, né? Nós temos muitas eh usinas sendo criadas aqui e não tem para onde escorrer essa energia. Não tem, muitas vezes, a transmissão para levar para São Paulo, que geralmente é o lugar, ou para outros estados do Brasil. E aí é que acontece o curtailment mesmo, né? Então, o o excesso de energia, em especial em um lugar onde não precisa de tanta energia naquele momento. Então, o que acontece, muito provavelmente, é que o Neo Energia, ele tá relativamente protegido aqui de problemas maiores na foto que nós temos agora dele. Espero que ele mantenha esse foco de não ir tanto para o nordeste, porque é lá que tá o grosso do problema. Dito isso, pessoal, acho que ele tá relativamente blindado. Pô, para para pensar comigo, os problemas estão no Nordeste, ele tem pouca exposição. Eu já estou antecipando que alguma coisa pode acontecer realmente e nem de fato aconteceu uma resolução negativa. Então, na minha opinião, para quem gosta de fundos imobiliários, o SNEO11 pode fazer sentido, em especial se esse camarada quer uma diversificação, de repente ele nem tem ações, não tem ações de energia elétrica, pode ser uma diversificação interessante neste preço, com essa queda e com risco relativamente controlado, porque a resolução teria que começar a punir as usinas dela e, mesmo assim, a exposição no Nordeste é pequena. Logo, na minha visão, observando esse risco setorial, está relativamente OK para o SNEO11. Agora, uma vez que você tem um perfil que já gosta de investir mais em ações, que tem alguns fundos imobiliários ali para diversificar um pouco a carteira, para ganhar um dividendo mensal, talvez não faça tanto sentido, porque SNEO11 versus ações de energia elétrica, por mais que o dividend yield, no momento, esteja menor das energias, das ações de energia elétrica, eu prefiro as ações por essa questão que eu já expliquei para vocês, o crescimento, tudo mais. Hum, tirar um pouco o foco do hoje. Mas, de novo, SNEO11, 15% de dividendo, PVP de um, pode fazer sentido para muitos investidores. Quer ter certeza? Na descrição do vídeo tem o contato da minha consultoria, eu posso avaliar sua carteira de investimentos e dar uma recomendação ali personalizada. Mas, em linhas gerais, eu eu faria esse essas conclusões, tá bom? Um abraço e até o próximo.
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