…ú? Só >> é o Itaú. O Itaú. O Itaú. Eh, o mercado vai descontar e essa variável. Se você tiver Banco do Brasil e Itaú negociando ao mesmo preço do valor patrimonial, eu não tenho a menor dúvida de que você tem uma oportunidade de long Itaú, short Banco do Brasil. Não tenho a menor dúvida. >> Faz sentido. >> Isso é, esse é o é inevitável. O único cenário que esse trade poderia não ser vencedor é nosso. O custo de carrego do short de Banco do Brasil é gigante. Não, nunca vai ser. Nunca vai ser >> po…
short Banco do Brasil
Contexte extrait par IA
Se você tiver Banco do Brasil e Itaú negociando ao mesmo preço do valor patrimonial, eu não tenho a menor dúvida de que você tem uma oportunidade de long Itaú, short Banco do Brasil. Não tenho a menor dúvida.
…inda chama Itaú Unibanco ou já virou Itaú? Só >> é o Itaú. O Itaú. O Itaú. Eh, o mercado vai descontar e essa variável. Se você tiver Banco do Brasil e Itaú negociando ao mesmo preço do valor patrimonial, eu não tenho a menor dúvida de que você tem uma oportunidade de long Itaú, short Banco do Brasil. Não tenho a menor dúvida. >> Faz sentido. >> Isso é, esse é o é inevitável. O único cenário que esse trade poderia não ser vencedor é nosso. O custo de carrego do short de Banco do Brasil é gigante. Não, nunca vai s…
você tem uma oportunidade de long Itaú
Contexte extrait par IA
Se você tiver Banco do Brasil e Itaú negociando ao mesmo preço do valor patrimonial, eu não tenho a menor dúvida de que você tem uma oportunidade de long Itaú, short Banco do Brasil. Não tenho a menor dúvida.
Transcription Complète
Bem-vindos a mais um Genial Analisa aí num cenário bastante interessante em que a bolsa tá renovando máxima histórica aqui no Brasil. Lá fora, apesar dos pesários, o mercado também entrou em festa nessa semana. Renda fixa talvez não esteja no melhor momento e talvez é sobre tudo isso que a gente vai falar e quem sabe colocar um pezinho na eleição final, segundo turno. Faltam menos de três semanas para acontecer uma eleição quase dada. Vou colocar aqui entre aspas porque no Brasil talvez 20 dias seja muito longo prazo, então não dá para garantir nada, mas talvez dá pra gente tirar alguns insightes e principalmente trazer esses insightes para você e colocar talvez um pouquinho dinheiro no seu bolso. Mais adiante, sem promessas, mas com uma visão de mercado muito bem apurada, porque eu não tô sozinho. Trouxe o Ricardo Schweitzer, o cara da análise, o cara da RS análise, que vai mostrar aqui pra gente talvez o que pode acontecer, né, na nossa bola de cristal aqui dentro. >> [risadas] >> Estávamos brincando aqui sobre bola de cristal porque entender o cenário de Brasil é difícil. Agora, entender o cenário de política de Brasil talvez seja impossível, né, Ricardo? >> É, eu eu nós estávamos antes falando boa tarde, né? Saudações aí a todos que estiverem nos assistindo. Bom dia, boa tarde, boa noite. Eh, nós estávamos aqui antes de entrar brincando que se que eu devia ter trazido meu turbante, minha bola de cristal, [risadas] né? Porque eu eu queria cumprimentar você pelo otimismo de duas coisas das suas da da sua abertura. >> Diga. >> Em primeiro lugar, você falou que a gente vai colocar só um pezinho na eleição. [risadas] >> Colocar >> como se possível fosse, >> dar uma voadora na >> como se possível fosse. Eh, e você teve a coragem de dizer que em um intervalo de 20 dias o cenário do Brasil está dado. Olha, como diria, né? Tem uma tem uma frase clássica, né, do se eu não me engano é do Pedro Malã, né, que no o o no Brasil o futuro é o futuro é sempre glorioso e até o passado é incerto >> de fato, >> cara. Em dias no Brasil, meu amigo, >> nesse momento, né, >> é assim, ó, nunca nunca subestime a criatividade do roteirista dessa série. Nunca. >> Coisas inimagináveis podem acontecer ao longo dos próximos 20 dias. De fato, acho que você falou em série, tem muita gente aguardando alguns documentários aí que tem para sair, né? Algumas séries sobre os acontecimentos brasileiros e talvez eh tem mais uma série pronta para sair, que é esse cenário de eleição aqui completamente conturbado e e também talvez com uma mudança radical. Eu digo radical porque eu sou novo, apesar dessa cara de velho, eu sou novo, tá, Ricardo? Tenho 35 anos e >> trading faz mal mesmo. >> Faz mal, né? Estado. Meus do céu. Nossa, >> eu trabalhei em carvoaria lá no interior, meio [risadas] meio difícil, mas eu eu tô trazendo esse tema aqui por eh talvez na minha idade adulta aqui na adolescência até agora, eu nunca vi um congresso com uma premissa mais de direita. O congresso ele sempre foi misto, às vezes com um pezinho mais à esquerda. E talvez agora a gente pode ter um presidente também com o pé mais à direita. Eu eu tô falando nesses polos aqui, talvez nem seja adequado, mas eu quero trabalhar com isso para facilitar o nosso entendimento. E já adiantando a pergunta, diante desse cenário, hã, Ricardo, com um congresso mais avesso a políticas direitistas aqui e um provável presidente que é o Flávio Bolsonaro também alinhado com esses valores de direita. >> Não, pera aí, é ao contrário, né? Um Congresso menos avesso. A polícia menos avesso. Exato. Mas concordando com essas políticas de direita e um provável novo presidente aí também concordando com essas políticas de direita. Como é que vai ficar a vida do presidente ali dentro diante de propostas bastante [roncando] complexas que a gente tem que aprovar? Talvez algumas reformas importantes cortando gastos. Eh, esse novo Congresso, essa remodelação vai facilitar a vida do presidente na no seu entendimento. E se facilitar a vida do presidente, é provável que o mercado financeiro reaja a isso. De que forma? >> Bom, você podia ter chamado um cientista político, [risadas] né? >> Calma que a gente vai chegar no mercado. >> Me botou, me botou na berlinda, me botou na berlinda. Eu vou tentar trazer alguma coisa, porque embora não seja a minha área, >> né? Eh, inevitavelmente a minha área exige que eu esteja olhando para esta área constantemente. Eu já estou velho demais para defender que você deve investir com foco no longo prazo, ignorando ciclos políticos. Isso não existe. >> Ainda mais em um país onde a mão do governo sobre a economia é pesada, como é no Brasil. Se nós vivêsemos em um mundo ultraiberal de LFR e tudo mais, eu acho que você até poderia defender aquela ideia de que, ah, não, ignore a política, olha apenas para os fundamentos das empresas, como se os fundamentos das empresas existissem em um mundo etéreo, que é completamente insensível ao que acontece no mundo. Isso não existe, tá? [suspirando] >> Dito isto, >> eh, >> bela observação. Vamos lá. Obrigado. [risadas] Muito obrigado. Eh, eu acho que eu tô eu acho que eu tô ficando velho. E quando eu digo que eu acho que eu tô ficando velho, o que eu quero dizer com isso é que eu eu acho que é muito eu acho que você e há uma simplificação muito grande quando se fala em ai políticas de direita, políticas de esquerda e tudo mais, né? ou principalmente quando a gente quando a gente pensa em quando a gente pensa no mundo político brasileiro, eh, como se existissem eh matizes ideológicos muito bem definidos. Se você analisará, né, não é bem, >> é, se você analisar muito criticamente, em primeiro lugar, vamos lá, tá? Eh, o PL que existe hoje, né, isso isso que ele se tornou hoje, eh, é completamente diferente do que era o PL há 4 anos atrás, há 8 anos atrás. Do tipo, você não vai me convencer que há há 10 anos atrás o partido do Valdemar Costa Neto tinha alguma coisa de liberal além do L no nome, [risadas] né? Vale lembrar inclusive que quando Bolsonaro, o pai foi eleito, sequer foi por este partido, foi pelo PSL, né, que na época era uma sigla nanica, eh, do que era liderada na época pelo Luciano Bivar, que é um político do Rio Grande do Norte, se eu não me engano, e que agora nessa última eleição, eh, fez uma aliança local com algum político de algum partido de esquerda, do PT, eu acho. O que eu quero dizer com isso, né? Eu eu eu tô pegando esse fragmento para trazer o seguinte. [suspirando] Quando você olha paraos partidos políticos brasileiros, não existe, na maior parte deles, qualquer ideologia definida. O que eu acho que eventualmente você tem é uma reconfiguração de forças e de agentes políticos que, conforme a percepção do eleitorado diante de determinadas ideias vai mudando, esses agentes vão modulando seu discurso, né? Exemplo disso que eu vou trazer agora, né? Eu tava hoje, hoje de manhã ou ontem, não sei mais. Eh, vendo que o Lula elegeu como lema pra campanha dele agora no segundo turno, né, proteção para o trabalhador e punição para o bandido. Tipo assim, há pouquíssimo tempo atrás, esse seria o tipo de coisa que as pessoas imaginariam ouvir de qualquer outro eh qualquer outro eh expoente político do Brasil eh que não o Lula. Por quê? Porque eles estão vendo que a maior parte do eleitorado tem uma mentalidade de que eh ao contrário das ideias que são tradicionalmente defendidas pela esquerda, que o criminoso, na verdade ele é fruto de um contexto social, ele é uma vítima da sociedade, sociedade, etc. e tal, a maior parte da população brasileira acha que vagabundo tem que ir pra cadeia. E ele quer o quê? Ele quer voto. Ah, o que que eu preciso para ter voto? Eu preciso dizer que vagabundo tem que ir pra cadeia. Perfeito. >> Combinado. Ah, o que que eu preciso dizer? O que que eu preciso dizer para ter voto? Eu preciso dizer que eu valorizo liberdade de mercado, que eu quero tamanho mínimo do Estado, que eu quero prioridade na segurança pública? Ah, é essa bandeira que eu tenho, né? E é essa bandeira que não está ocupada por nenhum outro lugar neste momento. Então, eu posso pegar essa bandeira para mim. E assim você tem eh as diferentes as diferentes forças políticas se configurando, pegando cada uma bandeira que está disponível, que acha que cola melhor, né? E de repente você tem lá, se você olhar, a gente tem diversos, a gente tem diversos políticos brasileiros que ao longo dos anos foram mudando seu discurso de uma maneira muito significativa. >> O presidente e o vice atual, né? Exato. O vice atual falava: "Eles querem voltar ao local do crime", voltaram tá lá com ele. [risadas] Eu acho que a eu tô eu tô velho demais de novo. Eu tô velho demais para me importar com o que políticos falam para ganhar eleições e para se manter no poder. fundo, no limite. Quem consegue se manter no poder é quem consegue canalizar o sentimento que é predominante nesse momento. E foi assim que o Jair Bolsonaro ganhou a eleição >> lá em >> 2018. Foi assim, >> né? Você com certeza teremos espectadores que vão discordar de mim. Tudo bem, mas a maior parte das pessoas que votou no Bolsonaro não votou no Bolsonaro, votou contra o PT. né? [limpando a garganta] Existe uma parcela do eleitorado do Bolsonaro que votou que votou no Bolsonaro. Existe uma outra parcela do eleitorado que votou no Bolsonaro para o Lula não ganhar. Da mesma maneira que agora existe uma parcela do eleitorado que votou no primeiro turno no Flávio no no Flávio Bolsonaro porque queria votar no Flávio no Flávio Bolsonaro. E existe uma outra parcela do eleitorado que votou no Flávio Bolsonaro porque não aguento mais o PT e eu quero votar em alguém que tire eles de lá. E isso é parte do jogo, isso é absolutamente normal. E isso tem pouquíssimo a ver com o que esses agentes efetivamente estão discursando. Então, feita essa longuíssima introdução, só porque você falou que a gente ia dar só um [risadas] só um pezinho na no num assunto político, >> eu acho que quando a gente vai pro Congresso, isso é isso é ainda mais complicado, porque é tudo muito mais difuso, [roncando] os partidos não têm ideologia. Eh, o Congresso é um grande balcão de negócios, onde você tá disputando cargo, onde você tá disputando emenda, onde você tá disputando apoio a determinados projetos que interessam mais a fulano do que a belrano. E consequentemente você estabelece uma complexa rede de trocas. >> Uhum. onde, na verdade, o objetivo que existe ali, né, de eh o objetivo direto que existe ali é consolidar poder e influência junto aos seus respectivos eleitorados. [suspirando] Então, de novo, assim, não é tanto uma questão ah eu acredito que pelo bem do Brasil nós devemos fazer XY Z. Desculpa, não é assim que funciona. Eu não estou dizendo por isso assim, ó: "Nossa, são todos canálias, eles estão lá pensando exclusivamente nos próprios interesses e não no interesse maior, etc e tal". Cara, se eu acredito que capitalismo em alguma medida funciona, eu preciso também acreditar que a perseguição do próprio interesse de maneira coordenada dentro da sociedade produz bem-estar social. Por que que isso não se aplicaria pro mundo político? Eles estão lá perseguindo os interesses deles e a gente acredita que a ordem que emerge disso aí pode se tornar em algo favorável pro favorável pro país, né? >> E esse é o ponto agora que a gente vai entrar, talvez que evidencie muito mais algumas possibilidades. Agora, não para os parlamentares, mas agora depende para a sociedade civil o que gosta de mercado financeiro ou que pretende gostar. Então, diante desse cenário, dessa introdução que você fez, eh, de fato, há interesses muito escusos ali dentro e outros mais, eh, evidentes, >> mas, por outro lado, >> escusos, não escusos, mas na maior parte do tempo difusos. Talvez esse seja, talvez esse seja o grande, o grande ponto. Você tem ali 500 e tantos parlamentares que, na verdade, representam ali, eu não vi agora na última composição do Congresso, quantos partidos efetivamente tem bancadas relevantes, então deve ser, sei lá, uns seis pouquíssimos >> por aí. >> Eh, você tem ali os interesses de seis CCICs. >> Uhum. eh que carregam consigo quase 500 parlamentares. Desses 500 parlamentares, provavelmente, sei lá, uns 20, 30, foram eleitos com os próprios votos. Todo o restante entrou lá por conta de consciente eleitoral, ou seja, o eleitor não faz a mais remota ideia de como aquele sujeito foi para lá e consequentemente ele também não presta contas para eleitor nenhum. >> É, >> né? ele tá lá a serviço do partido. Mas agora, por que que o mercado, na sua concepção reagiu desta forma eufórica eh fazendo a bolsa renovar uma máxima histórica e o dólar caindo? E você entende que há mais oportunidades daí por diante? Vamos lá. Em primeiro lugar, por que que o mercado reagiu da maneira como reagiu? Quando, indo agora bem para uma para uma pro para uma visão para uma para uma visão fundamentalista da coisa, quando você analisa uma empresa, né, o tal do valor do ativo, ele é na verdade a soma lá dos fluxos de caixa, né, do dos resultados operacionais que aquela empresa vai gerar ao longo do tempo. Isso aí tudo você desconta para trazer a valor presente por uma taxa, né? E essa taxa ela é dependente do quê? do juro longo né? E o juro longo, por sua vez, ele é um reflexo da do grau de convicção do mercado a respeito da capacidade fiscal do país. >> Perfeito. >> A medida que a a situação fiscal do país vai deteriorando e tudo mais, os investidores demandam taxas cada vez maiores para incorrer no risco de financiar o país. Ponto. Em resumo, a bolsa subiu de maneira significativa ao longo dos últimos dias porque o juro longo caiu. E o juro longo caiu por conta de uma expectativa de que em uma eventual mudança de governo exista uma postura relacionada à política fiscal diferente da postura que existe no governo atual. Ponto. Perfeito. É isso. Essa palavra expectativa. >> Expectativa. Expectativa. >> E inclusive eu aproveito para já me adiantar porque talvez eh eu eu tô escrevendo um artigo que vai sair hoje falando exatamente sobre isso. >> Subtecste >> cartasdoeesíilo.com.br. >> Tô de olho lá, hein? Muito legal. >> Eh, que na verdade assim, sabe quando você compra um apartamento na planta? Quando você compra o apartamento na planta, em teoria paga por ele um preço de planta, de fato. >> Você não compra por, você não paga por ele um preço de chaves na mão. A nítida sensação que eu tenho em alguns momentos é que neste momento o mercado está tendendo a precificar chaves na mão de um projeto que que ainda está na planta, que você não sabe quem é o preteiro, que você não tem o prazo, que você não tem a estimativa do curso da obra. Por que que eu coloco as coisas dessa maneira? Em primeiro lugar, eh, existe aí uma forte expectativa de que, ah, se eleito Flávio Bolsonaro vaiar um verdadeiro cavalo de pau na economia, né? Ah, vai ter corte de gasto público, vai ter vai ter desburocratização do serviço público, vai ter eh redução de subsídios e vai ter mais um monte de coisa e tudo mais. E com isso nosso resultado fiscal vai melhorar de maneira significativa tá? >> [suspirando] >> Primeira coisa que eu tava olhando assim, eu fui olhar aí o orçamento, a proposta de orçamento de 2027, os gastos não discionários são tipo 93, 94% do orçamento. >> Tudo praticamente. [risadas] >> É, é mais ou menos como você virar e você dizer assim: "Ah, então eu quero cortar as minhas despesas. Eh, eu não consigo, eu não consigo mexer no preço, sei lá, do meu aluguel, do meu condomínio, do meu IPTU. Eh, o meu consumo de água e de luz, ele é mais ou menos aquilo ali. Não é tanto uma questão de, sei lá, eu vou vou tomar banho mais rápido, vou eh vou parar de usar o ar condicionado. Aquilo não vai aquilo mover ponteiro de uma maneira significativa, sabe? aquela coisa assim, ó, vou trocar a marca da manteiga que eu compro ou aquelas coisas de livro de coach financeiro. Ah, eu vou eu vou parar de tomar o cafezinho na rua, né? Achando que isso vai fazer uma mudança assim. Então, em primeiro lugar, você tem lá 90 e tantos por da despesa é é não discricionário, ou seja, vocêamente falou, você não consalver mais de 90% de despesas que ele não pode mexer. Isso aí já tá dado. É, é assim, obviamente assim, ó, não é impossível de mexer, mas o ponto é, não é simplesmente, ah, não vou fazer, >> não. >> É do tipo assim, ó, beleza, vamos para o Congresso, vamos negociar, tem questões ali que você precisa efetivamente assim mover uma série de engrenagens para que aquilo ali aconteça. >> Isso leva tempo, isso isso exige eh conciliação de interesses políticos, isso mexe exatamente em todos aqueles interesses difusos, o que nós estávamos falando antes. E isso tem impactos relacionados à imagem, percepção, popularidade de governo e consequentemente eh incomoda, tendo em vista que daqui a 2 anos nós temos outra eleição e daqui a 4 anos nós temos outra. Eh, e o mercado parece parece em certos momentos assumir uma postura de que assim, eh, o próximo presidente, na verdade, ele não será um presidente, ele será um rei absolutista, que ele vai chegar lá no primeiro dia e vai dizer: "Então, a partir de agora, pá, vai ser assim e as coisas vão acontecer e você da noite para o dia vai ver tudo mudar." Isso implica nas ideias um de que ele consegue fazer tudo que ele quiser e dois que essas coisas acontecem de maneira praticamente instantânea. Imaginemos que, ah, não existem intenções de fato e existem iniciativas nesse sentido. Circulou aí nos últimos dias a o que seriam propostas da PEC de transição que seria analisada pelo Congresso atual, inclusive, ou seja, toda aquela coisa, ah, mas é que ele tem maioria do congresso, tá? Mas ele tem, ele tem ele tem do atual, porque é o atual que vai votar a PEC de transição. Eventualmente metade do que ele quer. Se por aqui eu tô assumindo, né? Falando como se a eleito estivesse, né? Né? Mas assumindo que porventura seja eleito, que o caminho de fato seja esse. Ah, o Congresso atual precisa aprovar a a as propostas da PEC de transição. O que que acontece se, sei lá, metade daquilo ali não sair? Aí toda a expectativa que tinha já pro ano de 2027 cai pela metade. Eh, aí você tem as outras coisas que você precisa eventualmente aprovar. Aí você tem que entrar em um amplo processo de negociação com o Congresso, eh, para conseguir fazer aquilo ali ao longo de 2027 para conseguir ter efeito em 2028, por exemplo. Olha que as coisas aqui já começaram a se diluir no tempo e à medida que o dinheiro vale no tempo, né, que a gente tá falando de taxa de juro, de taxa de desconto de capital, >> à medida que você pega os efeitos disso aí, você vai dissipando ao longo do tempo, talvez o impacto já não seja mais do tamanho que o mercado em momento de euforia esteja imaginando, tá? Só que ainda tem outras coisas. A gente não pode esquecer que, digamos que, porventura tudo seja possível de fazer. Tudo que está sendo proposto também tem impactos. A maneira como eu vejo hoje a economia no Brasil rodando e já há um bom tempo é como se você estivesse ao mesmo tempo pisando no acelerador e no freio do carro. Porque você tem de um lado uma política fiscal, ou seja, um governo gastando para sustentar um determinado ritmo da economia acima do que seria a capacidade saudável, né? Você tá lá com o você tá lá com o motorzinho do carro no contagiros ali [risadas] na faixinha vermelha, aquela que você não deveria ir nunca. E você tem do outro lado o freio puxado chamado política monetária, tentando segurar isso aí, tentando manter a inflação dentro de um, né, sem muito sucesso, digamos de passagem, manter inflação dentro de um nível aceitável, mudaram a regra no meio do caminho, né? Virou toda aquela coisa de janela móvel e tudo mais e ainda assim existem desafios com relação a mantéculo ali. [roncando] Digamos que tudo isso a partir de um certo momento, OK? Agora, agora tudo isso aqui vai acontecer, beleza? Você vai ter um, você teria um impacto brutal da noite pro dia no fiscal. Quando você reduzisse essa política fiscal expansionista que você tem hoje, né, Santo, isso tem impacto na economia. Aí você vai ter de um lado uma política monetária que ainda é restritiva, ou seja, juro alto, segurando a economia. você tem uma inflação que ainda não é um nível confortável, ou seja, você tem perda de poder da moeda e aí você vai ter do outro lado a economia desacelerando consequentemente desemprego subindo, massa salarial caindo, poder de compra da das famílias caindo por causa da inflação. o que em um primeiro ano de governo, você vai ter que basicamente abraçar o fato de que as medidas que você tá implementando vão ter um impacto significativo na própria avaliação do governo. Você no primeiro ano você dá munição para oposição e aí a médio prazo, o que qual é o grande problema que você cria aí? Você fica preso a um ciclo que parece mentira, não é um ciclo que se manifestou tantas vezes no Brasil, mas é uma coisa que a gente vê em lugares do mundo, que é você tem um governo com viés populista que vai lá, promete mundos e fundos, assume, gasta, gasta, gasta, gasta, gasta. Quando o brinquedo tá quase estragando, entra alguém no lugar, resolve colocar a casa em ordem. Colocar a casa em ordem é uma coisa profundamente antipática. A popularidade do governo vai lá embaixo. Dali a 4 anos, os mesmos que antes gastaram voltam para salvar, vamos fazer com que o nosso país volte a ser o que era antes, etc. e tal. Ou seja, em alguma medida a concretização do plano que o mercado parece estar imaginando neste momento, ele também devolve o poder daqui a 4 anos. Exatamente. Para o grupo político que o mercado está apostando que sai. Não dá para fazer tudo, não dá para fazer mágica. E talvez isso seja uma coisa que falte um pouco a percepção de fato >> de que você não derrota, você não derrota o campo político oposto, eh, fazendo tudo de uma vez e acreditando de uma maneira quase infantil de que ao longo daquele pequeno ciclo de 4 anos, porque inclusive você está se comprometendo com não reeleição, ou seja, você tá dizendo: "Eu vou entregar tudo isso aqui em 4 anos daqui a 4 anos. Todo mundo vai estar mais feliz do que hoje. Só que antes de ficar mais feliz do que hoje, a coisa vai piorar e vocês vão continuar comigo gemendo e chorando nesse vale de lágrimas até as coisas melhorarem. Aí daqui a 4 anos aparece, né, >> Salvador da Pátria. >> Aparece o Salvador da Pátria mais uma vez, né, dizendo porque no meu governo, no meu governo o salário mínimo subiu e e o país era respeitado lá fora e o pobre comia picanha ao invés de caldo de osso e não sei mais o que, mais o quê. E vamos voltar a sorrir outra vez porque agora eu vou mudar o Brasil, etc e tal. E as pessoas votam, >> as pessoas votam. Eu compreendo, concordo assim muito do que você falou, mas eu quero, meu papel aqui é é de repente colocar perspectivas diferentes. Talvez diante desse cenário que você tá trazendo pra gente, de fato, vai haver um o o acelerador vai diminuir a pressão nele, né? A gente vai ter menos gastos públicos, afinal o governo é o cara que mais gasta aqui no Brasil. Então, quando ele tira o pé do acelerador, a economia tende a a dissolver um pouquinho, a a contraionar um pouquinho. Mas por outro lado, [tosse] a própria expectativa, a própria sensação de melhora, isso por si só já não coloca um um pontinho a mais dentro do empresariado, dentro desse sentimento do consumidor de que, ó, pera aí, de fato tem um cara lá agora, tô imaginando, tá, pessoal, de fato tem um cara lá agora que pode estar cumprindo com o que deveria ser cumprido há muitos anos. E diante disso, a situação tá melhorando. Diante disso, as taxas de juros que estavam a próxima 15, estão vindo aqui pra próxima 11, talvez, talvez 10, num cenário extremamente otimista. Essa sensação por si só não não de certa forma não contrabalanceia esse sentimento eh não é nemum sentimento, né? Essa economia real que tende a desacelerar? Isso é mais ou menos o o que você tá fazendo, no fundo é uma referência a uma das discussões mais antigas que existem dentro da ciência econômica, que é se a oferta agregada gera demanda agregada ou se a demanda agregada gera oferta agregada. >> Por isso que eu te trouxe aqui para você responder pra gente agora. >> Eu não faço a menor ideia da resposta, mas o que eu sei, o que eu acredito é que >> a visão que predomina no mundo atualmente em termos de política econômica >> Uhum. >> né? E digo isso, não necessariamente endossando essa tese, é de que existe um valor em você ter um governo que um estado, melhor dizendo, que atue como um comindutor de demanda. Se isso é efetivamente o que é melhor, né, e mais correto dentro de uma dentro de uma de uma visão pura da ciência econômica. Não sei, mas considerando que a ciência econômica existe em um mundo de pessoas ger de de de pessoas reais e um mundo onde existe um negócio chamado política, as coisas parecem caminhar mais para esse lugar, mas tentando trazer a coisa para um campo mais pragmático, né, antes que o pessoal nos abandone por conta do por conta por conta dessa divagação. Isso que a gente falou que a gente não ia falar de política, >> né? Mas é maravilhoso. >> Com argumentos assim funciona muito bem. Mas a questão chave que eu quero colocar aqui, né, é que existe existe uma chance significativa, e digo isso por acreditar que isso é algo inerente à maneira como os mercados funcionam que passado um momento inicial de euforia na eventualidade de você ter de fato uma troca de governo, nós passarmos a ter uma sequência de decepções parciais por constatar que a colocar na prática tudo aquilo que estava estava dito era um pouco mais complicado do que estava no preço na hora que se imaginou. >> E isso a gente vê acontecer várias vezes já. >> É, de fato. E o mercado vai cobrar ação, né? Meu discurso é lindo, maravilhoso. Tá funcionando, tá dando certo, mas tá beleza. E agora? Cadê a prática? Cadê o movimento efetivamente? Mas aí tem uma pergunta que eu preciso fazer. Aia já passou? >> Não, não. >> A gente bateu 210.000 pontos ali no índice futuro. 209 209,5 ali no índice poveso. Então tem mais um obaoba aí para acontecer. >> Tem oboba. Eu eu realmente acho que a medida que formos nos aproximando eh que formos nos aproximando do do segundo turno em si, à medida que a gente for tendo divulgação de outras pesquisas e tudo mais, eu tava vendo hoje alguma pesquisa falou de uma abertura já de sete pontos percentual >> 53 47 aí deu seis, enfim, >> a medida que os dias forem passando e e esse cenário for se cristalizando, ou que aconteça alguma coisa completamente, né, aconteça um cisne negro no meio da história, né? Eh, porque de novo eu eu insisto no meu ponto de antes, né? Não subestime a criatividade deste roteirista [risadas] >> né? Lembremos, por exemplo, que eu vou esquecer de novo, foi 2000, >> a eleição foi 18. Não nos esqueçamos que eh a história de 2018, ela foi reescrita pelo atentado que então candidato Bolsonaro sofreu. >> É, >> da mesma maneira que dois >> tentado a facada, para quem não lembra aí né? >> Sim. Sim, a facada. Da mesma maneira que aquela outra eleição que agora eu não vou lembrar qual foi o o ano, vocês me perdoem, acho que foi 2014. Foi 2014. A eleição de 2014 foi reescrita porque o avião do Eduardo Campos caiu. Essas coisas acontecem. Essas coisas acontecem. Então assim, ah, não, isso está tudo dado, isso tal, não. Tem muita água para rolar até lá. longuíssimo para >> eu não tô dizendo que alguém vai sofrer um atentado. Eu não não estou afirmando isso. O que eu estou afirmando é não pensem que necessariamente o cenário que está aí ele está dado. Ele pode mudar e ele pode mudar muito rápido. E o ponto fundamental aqui é tendo em vista que o movimento que a gente tá vendo no mercado hoje ele é 110% relacionado à expectativa de fundo político. [suspirando] Se ocorrer qualquer coisa que reconfigure de maneira significativa essas expectativas, o mercado reage na mesma velocidade. >> Tão rápido quanto. Perfeito. >> Pode virar muito rápido. Mas aí também eu concordo contigo que de fato o mercado tá reagindo a expectativa. Só que por outro lado, eu entendo que houve uma uma mudança quase que estrutural, politicamente falando, dentro do Congresso, retomando aquele ponto meu. E o Congresso ele ele tá com um pezinho mais a eh para favorecer um candidato com espectro mais de direita. antes isso não acontecia. Então, por um lado, eu concordo assim, número gênero grau que o mercado tá reagindo a expectativa, só que também houve uma mudança considerável ali dentro. Então, eh, acho que se eu juntar essa mudança com uma expectativa, dá o resultado que deu, mas eu entendo que ainda tem um espaço muito grande pra gente atingir. Por exemplo, caso os nomes que o candidato que tá à frente, que é o Flávio Bolsonaro, sejam muito eh eh bemquistos aí pelo mercado financeiro e pela população em relação ao cenário econômico, talvez a gente tenha um um uma relação de lucro aí muito interessante dentro da nossa bolsa, com empresas podendo se valorizar bastante, principalmente talvez SMPs. Eu tô tô fazendo essa introdução toda para tentar pescar alguma oportunidade aqui. Me dá o nome aí. >> Sim, sim. [risadas] Não, vamos lá. Vamos lá. A gente tava falando antes, né, que que o valor ele é basicamente dado lá pelos fluxos trazidos a valor presente. Você tem efeito da taxa. >> Uhum. >> Essa taxa ela vai ser ela você tem empresas que vão ser mais sensíveis a ela do que outros. Basicamente a gente tá falando de quem? A gente tá falando de empresas que embutem maior eh maior perspectiva de crescimento, porque quando você tem uma empresa com mais perspectiva de crescimento, uma parte maior do valor dela vem do futuro. Quando você mexe na taxa, o valor do futuro aumenta, né? Então, empresas que efetivamente têm um espaço significativo para crescer, não estou dizendo que empresas que vão crescer mais porque o governo mudou. Eu estou dizendo empresas que têm espaço espaço significativo para crescer, mesmo que entreguem a mesma coisa, elas passam a valer mais. É legal por conta do custo de capital menor. E e o segundo ponto, empresas com maior alavancagem financeira. Empresas com maior alavancagem financeira, né? principalmente se você tem esse cenário, né, do custo capital caindo, né, ou seja, a dívida se tornando se tornando relativamente mais barata, eh, sobra uma parcela maior do valor do negócio pro equity, ou seja, pro sionista. >> E você tem as empresas que reúnem as duas coisas, né? [risadas] Empresas com alto potencial de crescimento fin chegando lá, pessoal. Tô conseguindo aqui. Já já ele vai me dar os nomes, hein. [risadas] Não, eu posso dizer agora. Eu posso dizer agora. E isso vai ser, isso vai ser uma coisa engraçada que vai acontecer agora, porque eu não sei quando foi a última vez que eu vi na Genial. faz um bom tempo. >> É, >> mas eu falei da mesma empresa. >> É mesmo. >> Ou seja, eu estou teimando nisso há bastante tempo. Sim, paro. >> Sim. [roncando] poderia falar especificamente de vamos, poderia falar especificamente de movida, mas eu posso falar da holding, eu posso falar da Simpar, que a gente tá falando basicamente de negócios que são intensivos em capital, negócios que geram um retorno sobre o capital investido. Interessante, só que por serem intensivos em capital, eh, trabalham com um nível de alavancagem financeira significativo. E essa alavancagem financeira significativa tem se traduzido ao longo dos últimos anos com o custo de capital que a gente tem hoje em muito pouco valor sobrando para acionista. São empresas que praticamente trabalharam para os credores nos últimos anos. A partir do momento em que você tem essa reconfiguração, tipo, a gente tá falando, sei lá, acho que se você pegar aí os últimos, talvez, sei lá, talvez desde o começo do mês, talvez um pouco mais, se par deve ter subido aí, sei lá, uns 50, 60, 70%. >> Uau, bastante coisa, >> né? simplesmente por conta, né, do dessa convergência de expectativas de uma mudança de governo. E a gente não a gente não tá falando de uma coisa, ah, sei lá, o governo Flávio Bolsonaro vai fazer um programa de renovação de frota de caminhão, né, ou ah, um incentivo para locação de veículos. Não se trata de nada disso. Se trata, ah, o mercado acredita que se este será um governo que será mais responsável do ponto de vista fiscal, isso vai fazer o custo, o custo do capital cair. Fazendo o custo do capital cair, sobra mais dinheiro para sionista. >> Simples assim. Simples assim. Simples assim. >> Legal. >> E eu acho que ali dá para ganhar bastante dinheiro ainda, >> ó. >> Dá para ganhar bastante dinheiro ainda. >> Pegaram aí a visão? Eu acho que quem olhar, quem quem quem estiver olhando, ah, né, subiu 50, 60, 70%, acho que já deu. Eu acho que se a gente continuar tendo, se a gente continuar tendo melhoras de expectativa econômica, a gente ainda tá com o juro longo a seis e tralalá beando sete. Minha experiência pessoal de 20 anos de mercado, o nível neutro de sentimento de mercado do juro real do Brasil é seis. Juro real tá a seis, OK, tudo certo, não tem nada para fazer. >> Ninguém briga. >> Ninguém briga. Juro real está acima de seis. Quanto mais acima de seis, mais o mercado acredita que o país vai para o buraco. Juro real vai abaixo de seis. Espera um pouco, daqui a pouco vai aparecer o Cristo Redentor decolando na capa da economist. Então, >> mas aí é hora de vender também. Não, >> com certeza. Com certeza. do tipo o juro abaixo de seis, ele acredita que o Brasil finalmente saiu da valça na beira do precipício e finalmente vai se tornar o país do futuro. E aí eu volto ao ponto, eu não tenho mais idade para acreditar nisso. [risadas] Eu eu hoje hoje o que eu acredito é que o Brasil ele realmente fica ele ele fica numa valsa, né? É, é engraçado, é engraçado falar isso porque teve uma teve uma economista de alguns anos atrás, se eu não vou, é a Laura, não lembro o nome dela, mas é, é uma economista de esquerda, acho que é da USP, da Unicamp, não sei, que ela escreveu um livro cujo título é exatamente a val brasileira, né? que a ideia, o Brasil ele ensai melhorar, aí ele volta, >> aí ele quase quebra, aí ele volta, aí ele começa a melhorar de novo e volta para, ou seja, ele fica dois para lá, dois para cá para cima. E para mim a melhor representação desse dois para lá, dois para cá, é o juro real longo. 6% ponto neutro, tá? Tá morno, caiu abaixo de seis. Tá todo mundo acreditando que agora a gente vai virar suíça, >> né? Ah, >> foi acima de vocês começam, ah, a gente vai virar a Venezuela, não sei o quê, não sei o quê. [suspirando] Eu acho que enquanto o brinquedo não quebra, nem para um lado, nem pro outro, é isso aí. >> Maravilha. >> E o juro, o juro longo, ele continua acima de seis. Se ele continua acima de seis, na minha opinião, [suspirando] mesmo que exista uma expectativa de melhora, essa expectativa de melhora ainda é sair do péssimo para o ruim, >> não ir péssimo para o bom, alguma coisa do jeito. Não, meu ponto é se efetivamente se efetivamente nós estivermos caminhando para um ciclo, para um período em que o Brasil vai pelo menos por alguns anos viver algo diferente do que ele viveu até aqui, >> eu não acho que é 7%. Legal. >> Talvez não seja 4% como a gente chegou a ver em anos em anos anteriores, momentos assim, nossa, agora o Brasil é a melhor coisa do universo, mas cara, enquanto juro longo esver acima de seis, eu acho que tem espaço para melhorar. >> Estamos caminhando para isso. E aí, eu quero falar sobre um outro ativo específico, já deu aqui um sobre Banco do Brasil. É um ativo que muita gente tem na carteira, muita pessoa física tem na carteira. é um ativo que tem apanhado bastante aí pelo crédito embutido ali dentro tanto de agronegócio no último balanço, cartão de crédito, mais de 10% de nad implência eh dentro do balanço do do Banco do Brasil. E eu já vi algumas entrevistas suas que você critica eh o Banco do Brasil, na verdade, critica quem olha o Banco do Brasil só pelo valor patrimonial. >> Não, não dá. Simplesmente não dá. Perfeito. Esse é um ponto, esse é um ponto interessante. Talvez hoje tem algum banco, a gente pode incluir esse Banco do Brasil na conta que vale a pena essa relação de risco retorno. >> Você diz de olhar pro valor patrimonial. >> Exato. [suspirando][roncando] >> E aí depois eu quero que você >> em primeiro lugar contextualizar, tá? Eh, por que que eu acho que não dá para simplesmente olhar pro Banco do Brasil como a, né, a a identidade clássica lá, né, que você compara a relação presa valor patrimonial com o retorno sobre o patrimônio líquido do banco, é a maneira como você avalia banco, grosseiramente falando, >> a questão é que essa relação ela assume que você mantenha uma certa consistência da forma como como o negócio é gerido ao longo do tempo. Isso talvez seja verdade quando você olha pro Itaú, tá? As famílias Vilela e Setubel, elas a cada 4 anos eh eles não fazem um reset de mentalidade e viram pros membros do conselho e dizem: "Olha, o negócio é o seguinte, agora nosso objetivo não é mais ganhar dinheiro, agora o nosso objetivo é sustentar a popularidade do governo, >> financiar qualquer setor. >> É tipo, não, eles estão ali para ganhar dinheiro >> há muitos anos. >> Há muitos anos e fazem isso maravilhosamente bem. na minha opinião, são provavelmente alguns dos melhores banqueiros do mundo, né? O que a gente tem de histórico de retorno, o que a gente tem de histórico de retorno de Taú Unibanco, meu amigo, não é uma coisa que se vê em setor financeiro de maneira consistente em muitas partes do mundo, não. >> Há décadas, né? há décadas, assim, eles são efetivamente ganhadores de dinheiro, eles sabem ganhar dinheiro. [suspirando] Quando você olha ali, eu acho que você consegue olhar para preço, valor patrimonial e olhar para Roy e concluir. Não, isso aqui, isso aqui faz sentido. Mas eu me recordo nitidamente de um determinado momento, acho que não sei, talvez um ano atrás, alguma coisa assim, que sei lá, o Roy do Banco do Brasil, ele foi para praticamente os mesmos níveis lá. Eu não lembro que se di, eu acho que não foi Bradesco, porque Bradesco já não tava numa fase boa, mas enfim, foi para nível de foi para nível de banco privado e na época, se eu não me engano, o diretor financeiro do banco fez uma declaração infeliz inclusive de que ah, ação estava barata, porque quando você compara uma coisa com a outra e tudo mais, tipo assim querido [risadas] estamos todos carecas de saber que a orientação de negócio do Banco do Brasil, ela está sujeita a mudar a cada 4 anos, porque é como se você tivesse, você vive sob o risco de daqui a 4 anos você ter um controlador maluco, que é um risco que você não tem dentro de um banco como o Itaú, >> dentro de um banco como o Santander, como eh um banco como o Inter, eh enfim, eh e isso pesa de maneira inescapável sobre o valor do Banco do Brasil. Eu não acredito que o Banco do Brasil, mesmo que passe a entregar retorno por um período prolongado nos mesmos níveis que um Itaú Unibanco. Ainda chama Itaú Unibanco ou já virou Itaú? Só >> é o Itaú. O Itaú. O Itaú. Eh, o mercado vai descontar e essa variável. Se você tiver Banco do Brasil e Itaú negociando ao mesmo preço do valor patrimonial, eu não tenho a menor dúvida de que você tem uma oportunidade de long Itaú, short Banco do Brasil. Não tenho a menor dúvida. >> Faz sentido. >> Isso é, esse é o é inevitável. O único cenário que esse trade poderia não ser vencedor é nosso. O custo de carrego do short de Banco do Brasil é gigante. Não, nunca vai ser. Nunca vai ser >> por conta disso. >> Essa variável é >> essa variável é muito forte. É muito forte. Aquela coisa, ai, mas a gente pode melhorar a governança das estatais e tudo mais. Querido, você tá no Brasil, querido. [risadas] >> Tá certo. >> Você tá achando que você você tá achando que você tá onde para falar que, ah, não, a gente vai conseguir melhorar a governança das empresas estatais para blindar elas da influência, da ingerência política. Cara, o que que é isso? Acorda, tira tira a cara de dentro do livro e olha pro pro país que você tem à sua volta. Olha o que que é a realidade institucional do país. O Brasil é um país onde existe, onde se convive com um determinado grau de segurança jurídica. Não é de agora, não é dos últimos 4 anos não. >> Sempre. >> Pega a nossa história econômica inteira. Nossa história econômica inteira. Na verdade, os os últimos 500 anos têm sido >> Exato. Exato. Aí você quer acreditar que Ah, não, agora agora nós a partir de hoje nós seremos um país de instituições anglo-saxã. Aham. Claro, mas aí concord, olha, eh, assim no embaixo bastante, mas por outro lado, quando eu comparo e preço por preço, né, Itaú com o Banco do Brasil, eu vejo que o Banco do Brasil tá amassadíssimo ali. >> Eh, >> se eu comparar Banco com banco, Itaú com Banco do Brasil, o potencial de valorização, Banco do Brasil, sem sombra de dúvidas, Banco do Brasil tem um potencial de valorização maior do que edital hoje >> nesse momento. >> Sem sombra de dúvidas. Sem sombra de dúvidas. É porque o mato tá alto, >> mas não para carregar para sempre, >> não. >> Para carregar para sempre você vai em Itaúza, vai em Itaú, vai BTG. >> Na minha, na minha humilde opinião, não existe casamento católico com estatal. >> Gosto. Concord, >> não existe. >> Tá certo. >> Empresa estatal é oportunidade. >> Especulação total. >> É, >> é isso. Tudo que tem que ser falado, né? >> É especulação em bom português. É especulação. É do tipo assim, ó. Ah, eu acho que isso aqui vai melhorar. Eu não acho que a melhora vai ser para sempre. Eu acho que eventualmente isso aqui vai eh vai embicar de novo, mas eu acho que no atual nível de preço isso aqui está mais barato do que deveria estar. Eu vou comprar e eventualmente vou vender. Ponto. >> Gostei. Agora, Ricardo, assunto. Gostei disso aí, viu? Porque eh eu por algum tempo fiquei posicionado ali em Banco do Brasil, peguei o que tinha que pegar e tchau. Assim, é simples e direto, sem sem amor, principalmente por uma instituição que talvez e eh seja tão polarizada quanto a nossa política e ela dança a música que a política está tocando. Agora, eu vejo que você também muitas entrevistas você dá uma opinião bem forte, bem eh embasada quando se trata de renda fixa. a gente tem um amor aqui do brasileiro sobre a renda fixa, talvez por com razão, porque ela paga muito bem e diga-se de passagem, mas a gente também tem muitas oportunidades. De repente, nesse ciclo que a gente pode entrar agora, esse cara que tá com uma renda fixa, que tá um título longuíssimo, que já deu um um valor de título ali de face interessante, você acha que talvez seja o momento de efetuar algumas trocas e e mudar de posicionamento ou casa com essa renda fixa, fica que vai ter sucesso? >> Eu acho que eventualmente sim, você pode você pode fazer algumas coisas, tá? Primeira coisa que é importante ter na cabeça assim em primeiro lugar, o mercado de renda fixa, ele é um mercado que ele é tipicamente difícil pro investidor, pessoa física. Ele é difícil de entender. E assim, ele é difícil de entender em primeiro lugar porque ele é chato para burro. É uma das coisas mais chatas do universo, né? Eh, mas enfim, faz parte, tá? Mas assumindo que o cara entenda o que que é eh o que que é uma duration, o que que é uma convexidade, entenda o que que é uma inclinação de curva, etc, etc, etc., Esse cara, muito provavelmente, ele esteja muito feliz nesse momento, porque quem estava e insisto, quem estava até aqui posicionado em títulos de duration longa, muito provavelmente está colhendo com esse fechamento de curva retornos que tipicamente se imagina em renda variável. Só uma observação, acho que um título de 2080, 2000 e tantos bem longo, na segunda-feira tava pagando 36% de rentabilidade. 36% num dia. Um dia. Em um dia. >> Isso é small cap. Isso é é Bitcoin. É, é mais ou menos isso. É mais ou menos isso. E ainda com uma coisa que eu acho a grande, isso eu sou obrigado a reconhecer que eu eu vejo uma grande beleza na renda fixa por este ângulo, que é ah, a situação aqui era a situação do Brasil, nossa, não sei o que vai acontecer, etc e tal. OK. Se nada der certo, eu tenho um negócio aqui que vai me pagar IPCA mais 8 até 2000 tralalado. Tipo assim, OK, posso pra praia, entendeu? Porque muito provavelmente, dependendo do que é o seu planejamento de longo prazo e tudo mais, se você fizer um planejamento financeiro bonitinho do seu plano de investimento, muito provavelmente você chega a um lugar muito feliz, tendo investimentos, rendendo IPCA mais oito aí por algumas décadas. Isso é um retorno muito bom. Tava falando antes, ah, por que que é o brasileiro tem uma relação com a renda fixa? Mas porque a renda fixa no Brasil é uma delícia. É uma delícia. Tem dias ao longo, teve dias ao longo dos últimos 20 anos que eu tô envolvido com com análise de investimentos e fundamentalmente com renda variável. Eu tive alguns períodos ali em que eu olhei para mais de uma classe de ativo. Eh, mas eu sou eminentemente os analista de ações. Eu muitas vezes perguntei: "Mas meu Deus do céu, por que que eu fiz isso comigo? Por que que eu não fui trabalhar com renda fixa? Por que que eu não fui trabalhar com crédito? Porque é uma delícia o que você consegue ter de retorno. Sendo que assim, a não ser que o país exploda, cara, você vai ganhar PC mais 8. Olha que coisa linda, que coisa maravilhosa. Para que que você vai ficar? [risadas] Para que que você vai ficar risco, política para quê? Então assim, >> a razão pela qual o mercado de renda fixa no Brasil é tão gostoso, né? Ou melhor, a razão pela qual o mercado de renda fixa no Brasil é tão querido é porque ele de fato é muito gostoso. A questão é o que que você começa a fazer a partir do momento em que essas janelas se fecham. É >> porque se nós estivermos de fato acreditando que agora a gente vai ter um outro momento, etc e tal, em primeiro lugar, parte significativa do ganho que você tinha na ponta longa vai eventualmente desaparecer, vai exaurir? E aí você vai ter que buscar outras maneiras de ganhar dinheiro e aí você precisa necessariamente começar a olhar para os alternativos, olhar paraa renda variável, etc e tal. >> Isso é bom para caramba pra economia real, pro Brasil, né? É maravilhoso. É maravilhoso. É maravilhoso. Você tá basicamente assim, você tá tirando, eh, você tá tirando o dinheiro do estacionamento e você tá colocando dinheiro para trabalhar. Você tá colocando dinheiro para trabalhar. >> Quanto, quanto a gente tem mais ou menos assim em renda fixa no Brasil? Você tem essa informação? >> Ah, coisa para dedelzenas de trilhão. >> É, é coisa para dedel assim, eu não tenho de cabeça, >> tá? Não, só uma curiosidade, de repente imaginemos aí 5, 10% desse valor em renda fixa vindo pr pra renda variável já seria um >> ah não é aí valorização >> não. Aí é são são aquelas coisas que o o pessoal brinca na internet você falar e vai faltar papel. [risadas] Verdade >> vai faltar papel, né? E sendo que isso ainda tem uma coisa, eu sou analista fundamentalista, eu não falo de fluxo, mas existe uma observação que eu sou obrigado a fazer. Uma parte significativa do estoque de renda fixa no Brasil está na mão de investidores institucionais de longo prazo, por exemplo, fundo de previdência. Eu trabalhei dentro de previdência. Eu digo para você com muita tranquilidade, este pessoal vai se movimentar atrasado. É, >> o que significa que você vai ter ondas de fluxo de migração, de recurso da renda fixa para renda variável à medida que o mercado for andando. >> Legal. Não vai ser aquela coisa assim, ah, não, todo mundo vai comprar agora enquanto tá barato. Não, porque o processo de tomada de decisão, esse cara é lento. É lento, né? O primeiro ano ele não vai fazer nada. Aí o segundo ano ele vai olhar, ai aqui eu tô tendo agora dificuldade de fazer aqui o reinvestimento das contribuições. A no terceiro ano, ah, porque a gente vai ter que discutir a meta atuarial e aí daqui a pouco, ah, então agora a gente vai começar a aumentar a nossa exposição a renda variável. Nisso, o gringo já veio, pessoa física já veio, os bancos já vieram. >> O ponto, a oportunidade, a oportunidade que existe aqui é exatamente para pessoa física. A oportunidade pra pessoa física nesse momento, a a na minha opinião, a grande oportunidade que existe pro investidor pessoa física é mesmo que ele se dedique muito a estudar o que ele vai fazer antes de fazer, coisa que eu recomendo. E restritamente, o processo de tomada de decisão dele tem tudo para ser mais rápido do que de todos esses outros atores do mercado por e simplesmente porque ele é menos burocrático. >> Uhum. né? Ah, investidor estrangeiro. O investidor estrangeiro, eu acho que esse esse talvez seja um caso, esse seja um caso mais [suspirando] eh mais significativo, né? Eu não posso falar palavrão aqui. >> Pode à vontade. >> Então tá. [suspirando] >> Quando o gringo vem pro Brasil, a gente acha assim: "Nossa, né? Agora o gringo descobrir o Brasil vai rasgar a bolsa, etc. Ele tá querido. O que o gringo coloca de dinheiro no Brasil que faz o nosso mercado é um peido. >> É o que ele deixa cair ali. Isso. É isso. Tipo, você tem um cara lá que tá lá sentado num red fund lá em Nova York, aí ele, ah, vou aumentar a minha exposição a mercados emergentes aí ele pega uma listinha lá. Então, >> México, Turquia, não, Turquia. Turquia. Se você conversa, se você conversa com um gringo na cabeça dele, a impressão que você tem é que em Istambul é do lado de Brasília, >> ou melhor, de Brasília não, de Rio de Janeiro, porque ele não sabe que a capital, ele não sabe que a capital do Brasil é Brasília, ele acha que é o Rio de Janeiro, Carnaval, mulatas e tudo mais. >> A gente tá falando espanhol aqui igual Argentina. É, então assim, ó, listinha de mercados emergentes. Ah, vou vou colocar aqui 1% do meu book em mercados emergentes. Ele assim, ele fez isso aqui. Aqui é [roncando] 10% de alta no meio. Por que que é um caminão de Por que que é um caminão de dinheiro? Porque o nosso mercado é minúsculo. >> A gente é uma pulga no mercado de capitais global. Então, quando a gente vê ai eh fluxo estrangeiro entrando na bolsa, não ache que nossa eh o resto do mundo está emocionadíssimo com o que está acontecendo no Brasil. Não, o Brasil é uma terra distante, onde tem carnaval, caipirinha, samba, etc. e tal. E por algum acaso aqui ele faz parte dessa cesta de mercados emergentes, onde eu botei mais 1% do meu portfólio. Quem tá olhando efetivamente para Brasília? Quem tá aqui? >> É de fato. >> Quem tá aqui? Esse cara ele compra, esse cara ele compra Brasil de baciada. Ele não olha pro que ele tá comprando. Ele não vai ver. Ah, eu deveria estar colocando meu dinheiro em Guararapes ou em Lojas R. Me dá uma cesta aí. >> É, me dá isso aqui. Me dá isso aqui. >> É isso. >> Me dá isso aqui. Aceita dólar, toma. Dá. É isso. >> Uma uma comparação. O Ricardo tá trazendo aqui essa perspectiva de tamanho, mas talvez pra gente colocar em perspectiva. Eh, a Petrobras é uma baita de uma empresa, uma refinaria da Petrobras. Aqui tem Paulina, tem Abreu e Lima, Pernambuco. São coisas e eh assim colossais, gigantescas. Os postos da Petrobras, eh as as empresas de perfuração de perfurações ou as as perfuratrizes da Petrobras que ficam ali bacia de Angra, são coisas gigantescas. Parece muito grande. Uhum. Só que se a gente for falar o valor de mercado da Petrobras, [risadas] talvez 120, 150 bid dólar é coisa para caramba. Sabe quanto o Google vai investir só em 2026 em Ia? 200 bilhões de dólares. Só o Google vai investir, não tô falando quanto ele vale, não. Só o que ele vai investir nesse ano é mais do que vale a Petrobras inteira. Ou seja, ao invés de investir em inteligência [limpando a garganta] artificial, o Google, se quisesse, poderia comprar a Petrobras inteira. Em um ano, só o que ele vai investir. Exatamente isso. Olha o tamanho da é colossal assim o que é o mercado americano. >> E agora, ô Ricardo, eu >> eu achei que você ia fazer alguma comparação, na verdade, com as próprias petroleiras. O tipo assim, ah, é Petrobras, uma empresa imensa, etc. Tá. OK, vamos falar de Saudi Ara. [risadas] Não dá para não dá para colocar em perspectiva o que os >> A gente é uma pulga na história. >> É isso. É, infelizmente é assim, mas e vamos ganhar dinheiro com isso, né? >> Não, eu ia dizer, eu não sei se felizmente ou infelizmente, mas pragmaticamente eu acho que sobe oportunidade. >> É exatamente, >> né? Vou te dar um outro exemplo aqui, porque eu tava falando ai de comprar embaciado e tudo mais, né? A gente como analista, a gente tem sido ao longo dos anos muito muito questionado em relação a efetivamente até que ponto faz sentido e tudo mais. Ah, por que que eu vou ficar aqui? Porque eu não posso comprar o ETF. Cara, eu amo o mercado de ETFs. Eu acho maravilhoso. Quanto mais gente estiver comprando as coisas sem olhar o preço, simplesmente comprando de baciada, que nem um gringo como no Brasil, melhor para mim >> que vai pontualmente. >> Exatamente. Melhor para mim. É a mesma lógica. É a mesma lógica. >> Ricardo, estamos caminhando para os finalmentes. Infelizmente tô adorando o papo aqui. Já deu para ver que o Ricardo tem um QI aí acima da média. Então vamos usar isso a nosso favor. Agora vou te usar aqui, Carlos, você me deixa. [risadas] [suspirando] Vamos trazer de repente o pessoa física que tá olhando do outro lado ali, que tá assistindo a gente e tem um patrimônio talvez de R$ 1 milhãoais, tá? H, vou imaginar que esse cara tem um perfil um pouco mais agressivo, mais arrojado, ele quer um pouco mais de risco nesse momento. Para onde que ele olha, Ricardo? Por que que de repente poderia dar um um upside, de repente um lucro para esse cara num num espaço de tempo, talvez de 1 ano, 12 meses. A gente tá falando aqui que a gente tá em outubro agora, talvez para outubro de 27 ali, final do ano que vem, imaginando que o cenário esperado diante das pesquisas eleitorais se concretize. Flávio Bolsonaro assuma o mandato dele. o Congresso com esse viés um pouco mais e chamar de progressista aqui, mas eu eu não gosto de colocar nessas caixinhas, mas eu vou colocar para ficar fácil nosso entendimento. Então, diante desse cenário, se confirmando baseado nas pesquisas eleitorais, eu tenho R milhão deais, sou um investidor agressivo, quero ir pro risco um pouquinho mais, topo ter um recu no meu patrimônio, mas também gostaria de ver esse patrimônio se valorizando um pouco mais adiante. Que que eu faço com o meu dinheiro? Você [roncando] tem R 1 milhão deais. [suspirando] Eu não sei obviamente como é que é que o seu patrimônio tá tá saindo. >> Isso é um disclimer importante, tá? Eu >> obviamente assim, ó, eu não conheço você inv Eu não conheço você investidor que tem R 1 milhão deais e que tá ouvindo isso aqui. Eu não sei qual é que é o seu prazo de investimento. Eu não sei qual é o seu horizonte, né? Aliás, falei a mesma coisa duas vezes. Eu não sei qual é que é seu horizonte de investimento. >> Você tem reserva de emergência? Sei se você tem reserva de emergência. Eu não sei se você tem necessidades de fluxo de caixa associadas a esse dinheiro ou se esse dinheiro é simplesmente para ficar lá. Não sei. Mas com essas informações que acabaram de me ser dadas, para o que que eu olharia? Você pode pensar em ter aí alguma coisa como eu acho que você pode continuar pensando a ter 50% da sua carteira em renda fixa. E aqui a gente pode entrar numa discussão sobre como como diminuir, como eh >> diversificar dentro desse >> como diversificar dentro disso aqui, tá? Mas eu acho que dentro disso aqui hoje você poderia ter aí alguma coisa da ordem de uns 40% de indexados, ou seja, a gente tá falando de PCA mais e pode continuar ali com ou 50% em pósfixados, que é Selic ou e aliás 60% pós pósfixados Selic ou eventualmente 50% uma coisa, 10% em pré, né? Pré o desafio é um pouco maior, tá? Tá? E aqui você eventualmente tem que estar disposto a perder dinheiro na hipótese da aposta no pré. [suspirando] Apostar em pré em Brasília é ruim. Eh, tipo, você tem sempre um risco grande de tomar na cabeça, mas enfim, 50% renda fixa. Aqui nesses outros e nesses outros 50%, obviamente, se não está na renda fixa, vai estar na renda variável. O que que você pode fazer? Em primeiro lugar, eu acho que faz todo sentido do mundo você pensar em ter uma parcela de exterior. Então, eu proporia aqui pelo menos aí uns 20% de investimentos internacionais, porque não existe motivo nenhum para você ficar restrito ao Brasil, né? Ah, porque o Brasil vai voar, etc. e tal. OK, mas você tem lá fora uma revolução tecnológica acontecendo >> que tá voando há muito tempo >> e que você não consegue capturar na bolsa brasileira. É, então assim, ah, agora o agora o Flávio Bolsonaro vai salvar o Brasil. Ah, beleza. Mas enquanto isso você tem uma mudança de paradigma tecnológico acontecendo lá fora que você não consegue capturar aqui dentro. Então você tem que ter veículo para estar exposto isso aqui. 20% de investimento internacional, sobraram 30%. Se você é um sujeito agressivo, eu pensaria em ter alguma coisa da ordem de 15% do total em ações com um perfil mais bem comportado, digamos assim. Eu, particularmente, eu sou um grande entusiasta do investimento em ações que são boas pagadoras de dividendos. Então, eu faria 15% do seu patrimônio total em dividendos. E os outros 15% aqui eu iria para Small Caps. >> Opa. >> Seria isso que eu faria? >> Smoke caps potencial. >> Eu acho que sim. Eh, por que isso? >> Eu eu tenho uma relação muito longa com o investimento em Small Caps, né? praticamente desde que eu entrei eu entrei no mercado fazendo análise de snow caps. Então são 20 anos de sofrimento relacionado isso aqui, só que foi um sofrimento muito bem recompensado, porque mesmo em períodos nos quais eh o segmento small caps como um todo, né? Se você pegar lá, por exemplo, o índice small teve um desempenho horroroso, né? Como foi a janela, por exemplo, dos últimos 2 tr anos, tá? Se você faz um bom trabalho aqui dentro, você consegue entregar 20, 30, 40 pontos acima do índice, porque o índice é ruim, o índice de small caps é horroroso, né? Mas se você trabalha bem isso aqui dentro, dá para você ganhar dinheiro. >> Isso aqui tem uma única condição, tá? Se você me disser que você quer fazer a renda fixa com ETFs, eu vou dizer: "OK, não tem problema". Se você quiser fazer os seus investimentos em dividendos, vi um ETF de dividendos, eu vou dizer para você: "Olha, dá para ganhar mais dinheiro fazendo de outra maneira, mas se você quiser fazer, quer comprar div, quer ser feliz para não para não se incomodar, tá bom aqui, meu amigo, ah, quero fazer investimento internacional comprando, sei lá, e VVB11, tá bom, sem problemas. Mas aqui >> que são small caps, >> pelo amor de Deus, a não ser que você efetivamente queira fazer o trabalho, [limpando a garganta] não invista em Small Caps, não compre um raio de um ETF de small caps, tá? Por quê? Porque o critério, o critério do ETF é muito ruim, porque basicamente assim, ele replica um índice, >> né? Ele ele ele ele replica um índice cujo critério é ruim. >> O critério de seleção das empresas para comporem o ETF são ruíndes. É ruim. É ruim. >> Perfeito. Então, tipo assim, ah, evidente. Você pode ganhar alguma coisa por conta de movimentos como esse, assim, ó, no fundo você vai est ganhando com movimento de juros. Se você quer ganhar com movimento de juros, aí você volta pra renda fixa, cara. Pelo amor de Deus, >> né? Não, não fica, não fica tomando dor de cabeça, [risadas] tá? >> Aqui tem que haver um trabalho de seleção. >> Tem que haver. Isso é legal porque tem oportunidade, assim, tem muita oportunidade. Empresa, a empresa no Brasil a gente tem, sei lá, quase 500 empresas listadas, tirando ali as as 90 do do Ibovespa, sobra um caminão de empresa ainda pra gente conseguir surfar essa essa ondinha aí. >> Embora o mercado esteja cada vez menor, uma pena, né? >> É uma [risadas] invés de IPO, a gente tá tendo saída, né? >> Isso, aliás, é uma boa pergunta. Quando que volta os IPOs? >> Quando voltam os IPOs? É, eu vou [risadas] eu vou te dizer assim, eu eu ouso dizer, >> quer flipar, né? Tô de olho em você. >> É, [risadas] é. Nossa, >> ganhamos >> agora. Não, agora agora você me me puxou, você me resgatou memórias que fizeram me sentir velho money. Aí >> não, eu me recordo, eu me recordo nitidamente, sei lá, 2007, eh, você tinha lá dois, tr qu IPs, eh, cinco IPOs por semana. né? Aí a maior parte dos investidores não fazia a mais remota ideia do que que era a empresa, do que que ela fazia, etc e tal. Ai, coloca R$ 5.000 aqui em cada uma delas, vezes no primeiro dia, um abraço. >> É isso. >> Tipo assim, só vai >> qualquer coisa, qualquer coisa. Mas assim, eu ouso dizer que se a coisa se a coisa de fato caminhar do ponto de vista político, como o mercado tá imaginando, eu acho que volta muito rápido. Acho que volta muito rápido. >> A quantidade de IPOs >> do tipo assim, eu acho que a gente pode ter um a gente pode ter uma janela de IPO significativa, sei lá, primeiro, >> se bem que isso, isso que eu vou falar agora tem um porém, tá? Mas eu dizer, ah, primeiro semestre de 27. O que a única coisa que poderia eventualmente frustrar isso que eu tô falando é que o Apo ele exige um período para você enfeitar a noiva e você precisaria de empresas que estivessem produzindo bons resultados neste contexto que nós estamos agora. Prontas efetivamente pro IPO. >> Pront, dá, tá, mas assim, cara, eu tenho certeza. Eu tenho certeza, certeza de que se esse cenário que a gente tá vendo se concretizar, vai voltar e vai voltar com força, inclusive porque assim, eu tenho muita empresa que tá esperando há muito tempo fazer isso. >> Exatamente. >> Não faz porque o movimento era ruim, né? O cenário, sensação, sentimento, >> eh, o valor das empresas tava bastante depreciado. Então, quando chega esse momento, é o momento da gente aproveitar essas oportunidades também. A gente falou de flipagem aqui, basicamente nos IPOs, você consegue reservar uma cota ali inicial, aportar um capital e logo que essa empresa eh acaba sendo negociada na bolsa, você vai lá e ofere esse lucro rapidamente, talvez no primeiro dia, no primeiro momento ali dessa negociação que essa empresa, >> aquelas coisas maravilhosas assim, ah, sei lá, de novo, tô ficando velho, tá? Mas eu lembro, sei lá, IP co Esse é o momento em que eu me sirvo, eu me sirvo da minha velice para poder falar de alguma coisa que nem existe mais na bolsa para ninguém poder dizer que eu tô recomendando, sei lá. Aí da rede carta, depois virou rede, depois taug fechou, >> tá? Deve ter dado, sei lá, 35% no primeiro dia. >> Nossa, entrou, saiu rapidinho, >> cara. Beleza, 30% no dia. Um abraço. >> É trade aí, ó. É >> isso. Maravilha. A >> última pergunta. Se você puder ser suscinto também nessa resposta pra gente não se >> puder ser suscinto pela primeira vez. Não, >> não, não. É que agora tá [risadas] é uma pergunta complexa, porque dá pr gente devagar muito. Não, imagina. Foi um prazer. >> Mas a pergunta é a seguinte, >> IPCA mais 8, a gente vai ver [roncando] isso de novo. >> Não subestime a criatividade do roteirista do Brasil. [risadas] >> Pô, Ricardo, você tá indo tão bem. Eu tava ficando feliz. >> Não, subestim. Cara, eu seria incoerente se eu dissesse para você que eu acredito que o Brasil vive uma valsa, ou seja, que eventualmente agora pode melhorar, mas que eventualmente vai piorar de novo. Mas por outro lado, a PCA+8 não vamos ver nunca mais. Eu digo para você, eu acho que PCA + 8, eu não me recordo de ter visto este nível ao longo dos meus 20 anos de caminhada, tá? oito. Eu acho que eu não tinha visto. Acho. Minha memória também pode estar falhando porque, enfim, eu tô ficando velho, tá? [suspirando] Mas isso significa que não vai acontecer de novo? Eu acho que eventualmente acontece de novo, porque você pode ter, você pode ter uma piora no Brasil, você pode ter estourou uma crise global porque agora, sei lá, sabe aquelas coisas que nunca aconteceram, como por exemplo, ai resolveram emitir uns derivativos em cima de hipotecas securitizadas nos Estados Unidos ou aconteceu aí de um vírus, de um vírus ter saído de um laboratório chinês aí e ter infectado metade da humanidade, >> fecharem um estreito que joga o petróleo a É do tipo assim, cara, o mercado financeiro não é para quem quer estabilidade, tipo, você tem você é mais ou menos aquela coisa assim, [tosse] eh, me fugiu o exemplo que eu ia usar, mas assim, cara, de tempos em tempos você vai ter emoção. >> Você vai ter emoção, eventualmente você vai ter uma crise. >> Você vai ter uma crise eventualmente. Ah, mas vai ser crise de quê? Não sei. Não vai ter. Por quê? Porque os mercados de capitais eles são assim desde que eles foram criados, de tempos em tempos. Você tem crises, pega aquele livro maravilhoso lá, o Manias, Pânicos e Crashes, do Charles Lindber, do Charles Kindleberger. >> Eh, cara, a gente vive episódios de manias, de pânicos e a gente vive episódios de CR sistematicamente, de tempos em tempos. Isso é inerente ao funcionamento dos mercados. Então, como que eu vou dizer? Ah, não, PCA+ 8 a gente nunca mais vai ver. Não evento, talvez um dia a gente veja PCA mais 10, por não? >> Tá certo? Agora ajuda a gente que quer entender um pouquinho mais a fazer investimentos de qualidade. Indica um livro de repente ou um artigo que você esteja lendo ou talvez até algum seu que que consiga deixar um pouco mais claro esse entendimento para quem quer investir, para um para um médico, para um professor, para um um Uber que quer entender um pouco mais sobre investimentos. Eu acho que essa leitura que eu acabei de recomendar, né, que é mania, manias, pânicos e crashes, eu acho, eu acho, eu acho que esse livro ele tem um grande mérito, assusta um pouco né? >> Mas ao mesmo tempo ele [risadas] é gostoso de ler. >> Isso é verdade. >> Ele é, ele não é um livro técnico, casos reais, >> né? E não é aquela coisa assim, ai, todo mundo deveria ler o investidor inteligente. [risadas] É um saco. É um saco. Assim, é importante, sim. é importante, mas é um saco de ler. Eu não vou virar para alguém que tá começando no mundo dos investimentos e dizer: "Ah, vai ler lá o o Benjamin Graham", né? Ai, vai ler, vai ler as cartas do Warren Buffett e do do tipo, é importante, é importante, >> mas não vai falar a mesma língua. >> Mas exato, não é o momento, tá? Eu acho que o mania Pânicos e Crashes ele é uma ele é uma leitura boa, porque assim, ele envolve, principalmente se você gosta de entender história das coisas e tudo mais, eu acho que é legal. Eu acho, eu acho que o, o, o Psicologia financeira do House, é, é um livro acessível, é um livro bem escrito e tudo mais, que eu acho que ele merece, ele merece ser considerado. Eh, para quem quer coisas mais curtas, eu escrevo duas vezes por semana. Cartasdoesío.com.br. >> Substec, tá? é uma plataforma relativamente nova pra maioria das pessoas aí, >> com vários artigos ali, tem muita gente, >> é engraçado imaginar, né? Em pleno 2026 tem gente que lê. >> Pois [risadas] é, a gente tá voltando, né? >> É, aparentemente existem pessoas que leem, né? Eu eu me sinto mais ou menos como aquele pessoal que compra vinil, né? Ah, ah, o que que você fazer? Eu escrevo e existem pessoas que leem. >> OK. Olha que legal. Que legal. >> Eh, deixa eu pensar o que mais poderia ser uma alternativa legal. Eu falei do Manias, Pânicos e Crashes, eu falei do psicologia financeira. Eh, uma leitura um pouco mais demandante, mas que eu acho que faz muito sentido, é o rápido devagar do do Canon. >> [suspirando] >> O que que eu tô tentando propor aqui de uma maneira de uma maneira implícita nessa minha seleção, eu acho que o investidor, principalmente o investidor tá no começo da sua carreira, ele tem uma tendência muito forte a querer aprender técnica e filosofia de investimento. OK? Bacana. O problema é que existe uma outra questão que precede esta que as pessoas subestimam violentamente, que é o peso do aspecto comportamental no investimento. De fato, >> não adianta você saber todas as você ter lido todas as cartas do Buffet e ter lido de frente para trás lá, todo o Benjamin Graham, todo o Peter Lint, o Philip Fisher e o George Soros etc. tal, se você nunca tomou um soco na cara. [risadas] É aquela frase do Tyson, né? Todo mundo tem um plano até tomar um cruzado de direito. >> E o que o mercado faz com a gente é isso. Então, em primeiro lugar, o que que você precisa entender? Você precisa entender como que você funciona sobre pressão. E para isso você precisa aprender a respeito de eh >> psicologia financeira, economia comportamental. >> É isso, >> né? Porque aí você começa a entender como que você funciona. Você entendendo como que você funciona, você entende dentre outras coisas que as suas decisões elas não serão 100% racionais se você tomar decisões livremente assim. >> Depois que você incorpora isso e você começa a criar contingências para lidar com essa esse componente de irracionalidade do seu próprio comportamento. Aí você pode começar a pensar em filosofia e tudo mais. >> E que e que é absolutamente particular, né? Cada um tem o seu momento, cada um tem um bolso diferente, cada um aguenta eh um mercado vindo contra em determinado momento. Tem gente que fica muito tranquilo e com o mercado caindo talvez 10, 20, 30% com uma eleição diferente com a pandemia. Outras pessoas no primeiro susto já já espirram. Então, e entender o seu perfil, entender em que momento você tá, entender quanto de risco você quer correr, talvez esse >> É, e você há de convigo, por exemplo, que é raríssimo você você encontrar alguém que seja iniciante do mercado e que consiga ficar absolutamente indiferente uma queda de 30% do mercado. >> Talvez nem os experientes, né? [risadas] Acho que nem >> não, eu eu acho que em algum nível em algum nível você precisa ter um certo grau de dissociação da realidade para dormir em paz com isso. >> Ótimo. Tem pessoas que vão ter >> maravilha. Ricardo, como que as pessoas te encontram? >> Eu, por muito tempo, eu submeti as pessoas ao sofrimento de só conseguir me encontrar escrevendo meu sobrenome, né? Eu ia nos lugares e falava: "Ah, não, eu faço assim para realmente assim, ó, só filtrar quem realmente quer me encontrar. Eu não tô aqui para facilitar a vida de ninguém, >> né?" >> Que eu cheguei à conclusão de que talvez seja um pouco sádico, então eu tentei melhorar um pouquinho a vida. O substack, ele é uma alternativa fácil, né? né? E principalmente assim, é o lugar onde você efetivamente encontra coisas mais ou menos estruturadas, né? Onde você consegue ter alguma ideia de como a minha cabeça doenteia funciona a partir do que você vê lá, né? Porque as coisas t começo, meio e fim. Então, cartasdoexilio.com.br, eh, o meu, o meu substack, né? Eu ia dizer, tô ficando velho, ia dizer o meu blog, [risadas] o meu blog >> semelhante >> é onde eu escrevo os meus artigos. Pronto. Eh, eu tô no Instagram também, eh, menos do que deveria, mas eu entro lá, eu respondo umas caixinhas de perguntas de tempos e tempos. Eu não danço, pode ficar tranquilo. >> Sem dancinha, >> sem dancinhas. Eh, em teoria, eu também estou no Twitter no ex, né? Eh, e também em teoria, eu estou no LinkedIn. Mas >> YouTube antigo, às vezes parou de publicar, >> cara. Eu eu tenho um canal e eu sempre digo que eu vou voltar a fazer e tudo mais. E assim, eu disse que eu vou fazer, não precisa me cobrar de seis em seis meses, eu vou fazer, >> tá bom? >> Eu vou fazer. [risadas] Excelente. Bom, depois dessa aula aqui que o Ricardo trouxe pra gente em diversos aspectos, né, não chegamos nem a avançar para assuntos h que não sejam Brasil, porque de fato esse é o momento pra gente falar o que tá acontecendo aqui, tentar identificar essas oportunidades e espero que você aí tenha captado algumas informações. E ele falou nominalmente aqui, ele falou de algumas empresas que talvez vha a pena eh essa análise um pouco mais aprofundada para ver se cabe aí no seu orçamento, na sua carteira, se tem espaço. Tenho certeza que tem, porque ele já fez esse estudo prévio. Agora cabe a gente fazer a nossa liçãozinha de casa também, né? Porque receber o call é legal, mas se a gente puder investigar também é muito mais interessante. Ricardo, imensamente obrigado aqui pela contribuição. >> Eh, foi bastante generoso aí nas respostas, na nas qualificações das respostas. Gostei bastante. Ele ele é bastante e eh eu gosto desse desse nível de pensamento porque a gente acaba fazendo várias associações para chegar numa conclusão que a gente queira. Isso é muito muito interessante. >> Isso aí. E você que tá em casa, se você tem alguma pergunta que eu não fiz aqui, deixa aqui nos comentários. Tenho certeza que se eu mandar pro Ricardo, ele pode em algum momento responder. >> Nos próximos seis meses eu respondo. >> Tá bom. [risadas] É, é um tempo hábil, talvez o cenário seja outro, mas a gente vai fazer isso com vocês, tá bom? Obrigado, Ricardo. Obrigado novamente. Até a próxima. Valeu,
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